3652: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

The NEOCP object, C2QRMY2, that we observed last night has been designated 2020 JR. It is an Apollo-type asteroid with a diameter of 30-68 metres.

2020 JR was first observed at Mt. Lemmon Survey on May 6th. It made a close approach on May 5th, at a distance of 0.01120 au (1.6 million km) from Earth.

We observed it when it was visible at +17.2 mag, moving at 47 “/min through the constellation of Corona Borealis.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J46.html

O objecto NEOCP, C2QRMY2, que observamos ontem à noite foi designado 2020 JR. É um asteróide tipo Apollo com um diâmetro de 30-68 metros.

2020 JR foi observado pela primeira vez em Mt. Pesquisa Lemmon no dia 6 de Maio. Ele fez uma aproximação estreita no dia 5 de Maio, a uma distância de 0.01120 au (1.6 milhões de km) da Terra.

Observamos-lo quando era visível em + 17.2 Mag, movendo-se a 47 “/ min através da constelação de Corona Boreal.
https://www.minorplanetcenter.net/mpec/K20/K20J46.html

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
Qhyccd

07/05/2020

 

 

3651: Investigadores detectam buraco negro que pode ser ‘visto’ a olho nu

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

NASA/ESA

Uma equipa do Observatório Europeu do Sul descobriu um buraco negro no sistema HR 6819, tão próximo de nós que pode ser detectado a olho nu, sem recurso a telescópios

A partir do hemisfério sul da Terra é possível ver duas estrelas do sistema HR 6819, ao olhar para a constelação Telescopium. É também aí que está um buraco negro que pode ser ‘visto’ sem recurso a qualquer aparelho ou equipamento. A descoberta foi feita pela equipa do ESO (Observatório Europeu do Sul) e este é agora o buraco negro mais próximo da Terra de que há conhecimento, noticia a Cnet.

A equipa usou observações do sistema de La Silla, no Chile, para confirmar que uma das estrelas do sistema HR 6819 estava a orbitar em torno de um objecto invisível, enquanto a outra se mantinha distante. Os investigadores concluem que o objecto é, na verdade, um buraco negro, provocado pelo colapso de uma grande estrela.

O ESO afirma que o buraco negro está a mil anos-luz, distância considerada próxima, em termos cósmicos, apesar de ser bastante distante ainda em termos ‘humanos’ e que tem um comportamento bastante pacífico. “O buraco negro oculto em HR 6819 é um dos primeiros do género que encontramos e que não interage violentamente com o ambiente à sua volta e, por isso, parece ser verdadeiramente negro”, diz a equipa do ESO no estudo publicado no Astronomy & Astrophysics.

Devido à sua natureza e características, não é possível ver um buraco negro: “é um local no espaço onde a gravidade puxa tanto que nem a luz pode sair. A gravidade é bastante forte porque a matéria foi comprimida num pequeno espaço”, explicou a NASA no passado. Assim, para este caso, apesar de não ser possível ver o buraco, conseguimos ‘perceber’ que ele está lá, pelo comportamento das duas estrelas à sua volta.

Exame Informática
07.05.2020 às 09h24

 

 

3650: Astrónomos encontram o buraco negro mais próximo da Terra (e é muito sorrateiro)

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

ESO

Uma equipa de astrónomos identificaram o buraco negro mais próximo da Terra conhecido a 1.000 anos-luz do nosso planeta  menos de um terço da distância do anterior recordista.

De acordo com um comunicado do European Southern Observatory (ESO), este buraco negro conseguiu escapar da vista dos astrónomos até agora porque é muito pequeno e sossegado.

Detectar buracos negros é muito mais difícil quando não estão activamente a sugar matéria do espaço circundante, uma vez que não emitem nem refletem qualquer radiação detectável.

Ainda assim, este buraco negro recém-descoberto tinha uma influência. O objecto está localizado num sistema triplo, com duas duas estrelas principais da sequência do tipo B, visíveis da Terra a olho nu, e anteriormente pensadas como um sistema binário, chamado HR 6819.

Quando os astrónomos observaram o sistema como parte de uma investigação sobre estrelas binárias, notaram que havia algo errado: as órbitas das estrelas principais pareciam estar arrastadas.

Uma das estrelas, com uma massa estimada entre 5 e 7 vezes a massa do Sol, orbita um centro gravitacional do sistema a cada 40 dias – e não a outra estrela, que está muito mais distante.

Quando analisadas, as órbitas sugeriam que não havia dois, mas três objectos a dançar em volta um do outro em órbita. O terceiro objecto era invisível.

“Um objecto invisível com uma massa pelo menos quatro vezes maior do que a do Sol só pode ser um buraco negro”, disse Thomas Rivinius, astrónomo do ESO. “Este sistema contém o buraco negro mais próximo da Terra que conhecemos”.

O buraco negro está a pouco mais de 1.000 anos-luz de distância da Terra. Anteriormente, o buraco negro mais próximo conhecido, A 0620-00, localizava-se a 3.300 anos-luz de distância.

A análise da equipe sugere que o buraco negro tem uma massa mínima de cerca de 4,2 massas solares.

Até ao momento, não foram detectados buracos negros menores do que cinco massas solares. Este estudo mostra a viabilidade de procurar buracos negros ao procurar estrelas que se movem de forma estranha.

Até agora, a maioria dos menos de 50 buracos negros de massa estelar detectados na Via Láctea foram vistos quando brilhavam com o intenso calor e luz gerados quando a matéria é sugada. A técnica usada na nova investigação oferece uma forma de encontrar o que se estima ser muitos outros buracos negros que não estão activos.

O estudo foi publicado em Abril na revista científica Astronomy & Astrophysics.

ZAP //

Por ZAP
7 Maio, 2020

 

 

3649: Cientistas descobrem azoto “preso” num famoso (e antigo) meteorito marciano

CIÊNCIA/BIOQUÍMICA

NASA – JSC

Uma equipa de cientistas do Japão identificou compostos orgânicos com azoto “presos” no Allan Hills 84001, um famoso meteorito de origem marciana.

Uma nova análise a este corpo rochoso com mais de 4 mil milhões de anos revelou um componente que, até agora, passou despercebido aos cientistas que o estudaram: a presença de azoto, um dos elementos cruciais para a vida.

Tal como frisa o portal Science Alert, esta é a primeira evidência real de moléculas fixas de azoto no Planeta Vermelho, cuja habitabilidade é há anos discutida.

Em declarações à Newsweek, Atsuko Kobayashi, um dos autores envolvidos no estudo, recorda que o azoto é um elemento fundamental para a vida tal como a conhecemos, tal como o carbono, que também esta presente na composição do Allan Hills 84001.

O material orgânico que incluiu o azoto foi encontrado nos minerais carbonáticos do meteorito, detalhou o Instituto de Tecnologia de Tóquio em comunicado.

Estudos anteriores concluíram que estes minerais se formaram há aproximadamente 4.000 milhões de anos e, as substâncias incorporadas devem ter pelo menos a mesma idade.

O meteorito é fruto do impacto de um asteróide na superfície de Marte há de 15 milhões de anos. Depois, este corpo celeste passou grande parte da sua “vida” no Espaço, ainda antes de encaminhar para a Terra. Foi encontrado em 1984 por uma expedição norte-americana na Antárctida e, desde então, tem gerado bastante discussão sobre a eventual “actividade biogénica” no Planeta Vermelho.

Jovem Marte rico em compostos orgânicos

Uma vez que os minerais dos carbonatos se sedimentam por norma a partir de águas subterrâneas, a descoberta aponta para um jovem Marte húmido e rico em compostos orgânicos – ambiente que pode ser favorável ao início da vida, notam os cientistas.

“As moléculas orgânicas são aquelas que contêm cadeias e anéis de átomos de carbono ligados, como aqueles que são utilizados pela vida [na Terra] (…) Geralmente, contêm átomos de azoto, particularmente nos aminoácidos que compõem as proteínas, bem como o ADN e o RNA”, explicou Kobayashi.

No seu entender, a detecção de azoto sugere que o jovem Marte não era tão rico em oxigénio como é actualmente. “A nossa química de azoto diz-nos que a atmosfera não tinha muito oxigénio quando essas moléculas foram formadas – o que uma informação nova”.

A descoberta no final do século XX de compostos orgânicos nos meteoritos marcianos e, mais recentemente, na crosta de Marte, abriu um debate sobre a sua origem, recorda ainda Russia Today. Pouco se sabe quanto anos têm, quão amplamente são distribuídos e o elo que ocupam na cadeia bioquímica.

O certo é que a descoberta de azoto neste meteorito vem dar força aos cientistas que acreditam que Marte pode abrigar vida. Afinal, esta rocha “está no centro do debate sobre a ‘vida em Marte’”, apontou ainda Kobayashi.

Marte pode ter tido vida ainda antes da Terra

Uma equipa internacional de cientistas, liderada pela Universidade de Western Ontário, no Canadá, acredita que Marte pode ter tido condições…

ZAP //

Por ZAP
7 Maio, 2020

 

3648: Northolt Branch Observatories

CIÊNCIA/ASTRONOMIA

2009 XO is an Apollo-type potentally asteroid with a diameter of 236-527 metres. It was first observed by La Sagra on the 9th of December 2009. It makes a close approach today, at a distance of 0.0226 AU (3.4 million km) from Earth.

We observed 2009 XO at magnitude +14.8, moving at 44″/min through the constellation of Leo. It had been unobserved this year.

#SpotTheAsteroid

2009 XO é um asteróide do tipo Apollo com um diâmetro de 236-527 metros. Foi observado pela primeira vez por La Sagra no dia 9 de Dezembro de 2009. Ele faz uma aproximação estreita hoje, a uma distância de 0.0226 UA (3.4 milhões de km) da Terra.

Observamos 2009 XO na magnitude + 14.8, movendo-se a 44 “/ min através da constelação de Leo. Este ano não tinha sido observado.

#SpotTheAsteroid

Northolt Branch Observatories
Asteroid Day
NEOShield-2
Qhyccd

2009 XO

2009 XO is an Apollo-type potentally asteroid with a diameter of 236-527 metres. It was first observed by La Sagra on the 9th of December 2009. It makes a close approach today, at a distance of 0.0226 AU (3.4 million km) from Earth.We observed 2009 XO at magnitude +14.8, moving at 44"/min through the constellation of Leo. It had been unobserved this year.#SpotTheAsteroidNortholt Branch ObservatoriesAsteroid DayNEOShield-2Qhyccd

Publicado por Northolt Branch Observatories em Quinta-feira, 7 de maio de 2020

07/05/2020

 

 

3647: Astronomers say they’ve found the closest black hole to Earth

SCIENCE/ASTRONOMY

Don’t worry, it’s actually 1,000 light-years away

Astronomers have discovered what they think is a new black hole, and if they’re right, it’s not that far away from Earth. At a mere 1,000 light-years away, the small black hole would be our cosmic neighbor — the closest one to our planet ever found.

Being a black hole, the object is impossible to see directly with instruments from Earth, as no light escapes it. So scientists working at the European Southern Observatory (ESO) in Chile actually inferred that that object is where they think based on the movements of stars nearby, according to a new study published in Astronomy & Astrophysics.

The team was trying to get to the bottom of the weird behavior of these two stars that were close to one another in space in a system called HR 6819. They are both in the same system and similar in mass and size, but they act very differently. “One of them is rotating very rapidly, so much that it’s almost flying apart,” Thomas Rivinius, an ESO scientist who led the study, tells The Verge. The other one is barely rotating much at all. Meanwhile, they are both moving through space at different velocities. The rapid rotator is moving very slowly compared to the slow rotator, which moving through space at an extreme speed.

For years, astronomers were curious about this two-star system, with some thinking that a third object must be nearby, causing these two stars to move like they do. Now, after years of speculation, Rivinius and his team decided to take another look with ESO’s La Silla Observatory in Chile. They tracked the movements of the stars and measured how they wobbled through space. They realized that the stars seemed to be orbiting around something else, an object that was about four times as massive our Sun. But at first glance, it didn’t seem like there was anything in the center of this system. That meant they were either revolving around a star that was super hard to see or a black hole.

To narrow down the choices, Rivinius and his team came up with the faintest possible star that could exist with that mass but ultimately couldn’t find any trace of such a dark object. “We could exclude any type of star with that mass being present,” says Rivinius. “So if there’s something with that mass in the system, it must be a black hole.”

The system is close enough to Earth that the stars near the black hole can be seen with the naked eye. But don’t worry: while 1,000 light-years is cosmically close, it’s still a huge distance, and this black hole poses no danger to Earth.

The black hole in this system is petite compared to some of the others that exist out in the Universe. For instance, the supermassive black hole at the center of our Milky Way Galaxy is thought to be 4.6 million times the mass of our Sun. (It’s also 26,000 light-years away.)

Finding a black hole so close to Earth means that there might be even more tiny black holes peppered throughout the Universe — and even our own galaxy. “We only know of a few dozen black holes, but we suspect there might be a billion in the galaxy,” says Rivinius. “The fact that it’s so close actually means that it cannot be very uncommon.”

The Verge

 

 

3646: Administração Trump prepara acordo para a mineração da Lua

 

ESPAÇO/NEGÓCIOS

Os Acordos de Artemis, a que a agência Reuters teve acesso, propõem zonas de segurança em redor de futuras bases no satélite natural da Terra para prevenir danos ou interferência de países ou empresas rivais a operar nas mesmas áreas.

Lua cheia em Maio.
© EPA/Jesus Diges

O presidente norte-americano, Donald Trump, estabeleceu como objectivo voltar a pôr um homem — e a primeira mulher — na Lua até 2024, como primeiro passo ter uma “presença sustentável” de humanos no satélite natural da Terra depois disso. Segundo a agência Reuters, estão já a ser preparados os acordos legais que permitirão também a mineração da Lua.

A Lua pode ser um manancial de recursos raros, considerados vitais para o futuro do nosso planeta. Além de metais raros, tem o gás hélio-3 (que poderá ser eventualmente usado na fusão nuclear) e água, que pode ser convertida em combustível e permitir uma maior exploração espacial.

De acordo com as fontes da agência de notícias, a ideia passa pela criação de “zonas de segurança” em redor das futuras bases de diferentes países ou empresas, para prevenir danos ou interferências. O acordo visa também a criação de uma base legal internacional para a exploração comercial dos recursos lunares, que permita às empresas poderem ser proprietárias dos recursos que minarem — algo que já existe na legislação norte-americana desde 2015.

“Isto não é uma reivindicação territorial”, disse uma das fontes à Reuters, sob anonimato. As “zonas de segurança”, cujo tamanho pode variar dependendo da operação — vai permitir coordenar entre os diferentes actores espaciais sem reivindicação de território ou soberania.

“A ideia é que se vais aproximar-se das operações de alguém, e eles declararam uma zona de segurança em redor, então precisas de os contactar antecipadamente e decidir como o podes fazer em segurança para todos”, acrescentou.

Os EUA são signatários do Tratado do Espaço Exterior, de 1967, segundo o qual os corpos celestes e a Lua “não estão sujeitos a apropriação nacional por reivindicação de soberania, através do uso ou ocupação, ou quaisquer outros meios”.

Os acordos de Artemis (que vão buscar o nome ao novo programa da NASA de colocar humanos novamente na Lua) querem substituir um debate longo nas Nações Unidas, com os EUA a alegar que negociar com países que não têm qualquer presença espacial seria improdutivo.

A Administração Trump irá apresentar os seus planos nas próximas semanas aos parceiros que considera terem um interesse semelhante ao dos EUA na Lua, como o Canadá, o Japão, os países europeus e os Emirados Árabes Unidos. Contudo, não há planos para contactar a Rússia (parceiro na Estação Espacial Internacional) ou a China (que acaba de testar um novo foguetão, com um protótipo de um vaivém espacial e uma nave de carga, sendo que esta se desintegrou no regresso à atmosfera).

A 27 de maio, a NASA tem previsto voltar a lançar uma missão tripulada a partir de solo norte-americano pela primeira vez em quase nove anos, depois de uma parceria com a Space X de Elon Musk. Desde 2011 e do fim do programa de vaivéns espaciais que a NASA depende dos russos para colocar astronautas na Estação Espacial Internacional.

Diário de Notícias

DN