2180: ESO Astronomy

ESO’s La Silla Observatory will be enveloped in darkness by a total solar eclipse on 2 July 2019 #LaSillaTSE. As shown in this artist’s impression, planets Venus and Mercury along with the bright stars Sirius, Procyon, Rigel and Betelgeuse are those which may be visible during the 2019 La Silla eclipse, should weather conditions be favourable. Credit: ESO Astronomy / M. Druckmüller, P. Aniol, K. Delcourte, Petr Horálek Photography , L. Calçada #Eclipse2019 #TSE2019 #Chile2019 #SolarEclipse2019 #2019Eclipse #totaleclipse #solareclipse http://socsi.in/YgNxv

O Observatório de la silla de eso será envolto na escuridão por um eclipse solar total em 2 de Julho de 2019 #lasillatse. Como mostrado na impressão deste artista, os planetas Vênus e mercúrio junto com as estrelas brilhantes sirius, procyon, rigel e betelgeuse são aqueles que podem ser visíveis durante o eclipse de 2019 la silla, as condições meteorológicas devem ser favoráveis. Crédito: Eso Astronomy / M. Druckmüller, p. Aniol, k. Delcourte, Petr Horálek Photography, l. Calçada #Eclipse2019 #Tse2019 #Chile2019 #Solareclipse2019 #2019 eclipse #totaleclipse #solareclipse http://socsi.in/YgNxv

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2179: ESO Astronomy

#ThrowbackThursday One of ALMA Observatory 66 antennas is being worked on here by specialist engineers, who also capture the moment. Image credit: J. C. Rojas / ESO Astronomy View larger image at: http://socsi.in/Fbfuj

#Throwbackthursday uma das antenas do ALMA Observatory 66 está a ser trabalhado aqui por engenheiros especialistas, que também captam o momento. Crédito da imagem: J. C. Rojas / Eso Astronomy vista a imagem maior em: http://socsi.in/Fbfuj

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2178: O Sol pode ter dupla personalidade

CIÊNCIA

NASA/SDO
Manchas solares

Através de uma simulação, uma equipa de cientistas descobriu pistas que indicam que o Sol pode ter dupla personalidade.

Através de simulações computacionais, uma equipa de cientistas da Universidade do Colorado, em Boulder, conseguiu capturar a turbulência interna do Sol. Ao fazer isso, os cientistas identificaram algo fora do comum: em raras ocasiões, a dinâmica interna da estrela pode sair das suas habituais rotinas e mudar para um estado alternativo.

Loren Matilsky, que integra a equipa responsável por estas observações, explica que a existência deste “alter ego solar poderia fornecer novas pistas sobre os processos que regem o relógio interno do Sol – ciclo segundo o qual a nossa estrela muda de períodos de alta para baixa actividade, a cada 11 anos”.

“Não sabemos o que define o período do ciclo do Sol ou por que motivo alguns ciclos são mais violentos do que outros. O nosso objectivo final é mapear o que observamos no modelo para a superfície do Sol, para que possamos fazer previsões futuras”, adianta, citado pelo Tech Explorist.

Na imagem, podemos observar as simulações do dínamo solar durante várias centenas de ano. Durante os ciclos colares ditos “normais” (em cima), o dínamo forma-se simetricamente nos hemisférios norte e sul e move-se em direcção ao equador antes de reiniciar. Pelo contrário, no ciclo “alternativo“, como os cientistas o baptizaram, o dínamo solar forma-se num hemisfério sobre o outro e depois vagueia durante vários anos.

Loren Matilsky / Juri Toomre
Dínamo solar

O dínamo solar é essencialmente uma concentração de energia magnética da estrela. É formado pela rotação e torção dos gases quentes dentro do Sol e pode ter grandes impactos. Um dínamo solar especialmente activo, por exemplo, pode gerar um grande número de manchas e explosões solares.

No entanto, estudar o dínamo solar é um verdadeiro desafio, devido à sua formação no interior da estrela, longe do alcance da maioria dos instrumentos científicos.

A equipa da universidade norte-americana analisou a actividade no terço externo desse interior, caracterizado pelos cientistas como “uma panela esférica de água a ferver”. Com o modelo, foram capazes de descobrir que o dínamo solar se formou a norte e a sul do equador do Sol. Depois de um ciclo regular, esse dínamo moveu-se em direcção ao equador e parou.

Mas, aproximadamente duas vezes a cada 100 anos, o Sol (na simulação) tinha um comportamento distinto: o dínamo solar não seguiu o mesmo ciclo. Em vez disso, agrupou-se num hemisfério sobre o outro.

Neste ciclo alternativo, “o dínamo ficaria num hemisfério por alguns ciclos, e passaria depois para o outro”, explica Matilsky, num comunicado. “Eventualmente, o dínamo solar retornaria ao seu estado original.”

Apesar de este padrão poder ser uma falha do modelo computacional, pode também ser o espelho do comportamento real e desconhecido do dínamo do Sol. Em várias ocasiões, astrónomos viram manchas solares a aparecer num hemisfério solar em detrimento do outro, uma observação que coincide com as descobertas desta equipa de cientistas.

ZAP //

Por ZAP
15 Junho, 2019

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2177: As luas fora do Sistema Solar podem esconder vida extraterrestre

CIÊNCIA

ESO/M. Kornmesser

As luas que orbitam planetas fora do Sistema Solar (exoluas) podem abrigar vida extraterrestre, segundo sustentam astrofísicos numa nova investigação.

Os planetas para lá do Sistema Solar são já mais de 4000, mas apenas uma pequena fatia destes mundos está na chamada zona habitável, isto é, tem condições para abrigar vida.

No entanto, e contrariando as baixas possibilidades de habitabilidade, alguns exoplanetas podem ter os seus próprios satélites (exoluas) com água no estado líquido. Partindo deste pressuposto, os cientistas defendem que as exoluas devem ser tidas em conta quando se procura por vida extraterrestre.

“Estas luas podem ser aquecidas no seu interior pela atracção gravitacional do planeta que orbitam. Por isso, podem conter água líquida mesmo estando fora da zona habitável, onde encontramos planetas semelhantes à Terra”, explicou Phil Sutton, cientista da Universidade de Lincoln, no Reino Unido.

Caso os cientistas consigam detectar as exoluas, estes satélites podem ser a chave para a tão procurada vida extraterrestre. “Acredito que, se pudermos encontrá-las, as luas oferecem um caminho mais promissor para encontrar vida extraterrestre”, frisou.

Devido ao seu tamanho e à distância a que se encontram da Terra, as exoluas são extremamente difíceis de encontrar. Por isso, explicou Sutton, os cientistas terão que debruçar o seu trabalho de localização através do efeito que produzem nos objectos à sua volta, como é o caso dos anéis planetários.

Para a nova investigação foram utilizadas simulações computorizadas para modelar os anéis em torno do exoplaneta J1407b, que são 200 vezes maiores do que os de Saturno. Sutton quis perceber se o espaço entre as luas era o resultado da acção das luas.

O estudo apontou que, apesar de as luas influenciarem a dispersão de partículas ao longo da borda do anel neste exoplaneta, é improvável que as lacunas tenham sido causadas por forças gravitacionais de uma lua desconhecida.

Apesar dos resultados inconclusivos, pesquisas publicadas anteriormente sugerem que existem muitas lacunas no maciço “disco formador da lua” do exoplaneta J1407b, que podem ser explicadas pelas exoluas.

A investigação, que será publicado na revista científica Monthly Notices da Astronomical Society, está disponível para visualização no arquivo de pré-publicação arXiv.

ZAP // SputnikNews

Por ZAP
15 Junho, 2019

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2176: O mistério dos buracos que se abrem na Antárctida foi finalmente resolvido

CIÊNCIA

Em 2016 e 2017, os cientistas fotografaram duas enormes polínias, espaços abertos de água cercados por gelo marinho, no meio do Mar de Weddell, a oeste da Antárctida.

O buraco de 2016 tinha cerca de 33.000 quilómetros quadrados, mas o de 2017 tinha uma área de cerca de 50.000 quilómetros quadrados – do tamanho de dois terços de Portugal.

Um grupo de investigadores da Universidade de Washington, nos EUA, tentou investigá-los, usando imagens de satélite, robôs e elefantes marinhos equipados com sensores. De acordo com o estudo publicado na revista Nature, a origem desse fenómeno está na acumulação de uma série de anomalias oceânicas.

“Pensamos que este grande buraco era estranho, talvez um processo que tinha desaparecido. Mas os eventos de 2016 e 2017 mostraram que não”, disse Ethan Campbell, director da investigação, em comunicado. “As observações mostraram que as polínias recentes abriram-se por causa de uma combinação de factores: algumas são as condições incomuns do oceano e as outras uma série de intensas tempestades que rodopiavam em redor do Mar de Weddell com quase a força de um furacão”.

Normalmente as polínias formam-se perto da costa por causa do impulso do vento. Mas também podem aparecer no interior e, nesse caso, tornam-se um oásis para pinguins, baleias e focas, já que podem emergir e respirar lá.

No Mar de Waddell, as primeiras polínias foram detectados em 1974, 1975 e 1976, graças ao lançamento dos primeiros satélites. Até então, esses buracos eram do tamanho da Nova Zelândia e mostraram que conseguiam persistir apesar das baixas temperaturas. Mas não se soube nada sobre o fenómeno até às deteções de 2016 e 2017. Por essa razão, os investigadores perguntaram-se por que estava a acontecer novamente e se a mudança climática poderia alterar esse fenómeno.

O Oceano Antárctico é um agente fundamental no clima do planeta, especialmente através das correntes oceânicas e do ciclo do carbono, do fluxo de dióxido de carbono da atmosfera para os oceanos e vice-versa. É um dos oceanos com as tempestades mais poderosas do mundo. No entanto, o eu comportamento é difícil de entender.

Nesta ocasião, os cientistas usaram as observações do projecto SOCCOM, que está a tentar registar o que está a acontecer nesta região extrema do planeta, através de múltiplos instrumentos meteorológicos, satélites e até sensores ligados a elefantes marinhos.

O estudo mostra que os ventos precisam de se aproximar da costa, o que favorece a mistura de água no mar de Weddell. Lá, nas profundezas, existe uma montanha submersa, conhecida como Elevação Maud, que aprisionam a água mais densa.

Quando a água da superfície é especialmente salgada, ventos fortes podem gerar uma inversão da corrente, na qual a água da superfície começa a circular de modo que o gelo não se pode formar. Em particular, sal e água quente permanecem ancorados à superfície, mas o vento arrefece e afunda e é substituído por um pouco de água mais quente. Isso cria um ciclo que permite a troca entre águas superficiais e profundas.

Isso tem relevância para o clima, porque as correntes dependem das águas profundas, frias e densas da Antárctida. “Neste momento, as pessoas acreditam que a água se forma na plataforma antárctica, mas as polínas poderiam ter sido mais comuns no passado”, segundo Stephen Riser, co-autor do estudo. “Precisamos de melhorar os nossos modelos para estudar estes processos, o que poderia ter grandes implicações para o clima”.

Os modelos prevêem que a mudança climática aumentará o derretimento do gelo e que isso reduzirá a formação de polínias, porque a água derretida reduzirá a salinidade da água. No entanto, outras previsões indicam que os ventos em torno da Antárctida serão fortalecidos, o que implicaria um aumento na formação de polínias. Além de moldar as correntes oceânicas, as polínias podem afectar o ciclo do carbono.

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15 Junho, 2019

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2175: Troféus feitos de crânios podem explicar o fim da civilização Maia

CIÊNCIA

axelrd / Flickr

A descoberta recente de dois crânios usados como troféu nas selvas de Belize pode ajudar a esclarecer o colapso pouco explicado da civilização maia clássica.

Os crânios humanos foram pintados e tinham o propósito de serem usados como um colar em volta do pescoço. Foram enterrados há mais de mil anos com um guerreiro na cidade maia de Pacbitun e, possivelmente, eram troféus de guerra feitos dos restos de inimigos derrotados, de acordo com o artigo do antropólogo Gabriel D. Wrobel no The Conversation.

Os autores destes pendentes extravagantes gastaram muito tempo a prepará-los. Primeiro, tiraram a carne ao crânio com uma lâmina afiada e, depois, fizeram dois furos em cada extremidade, a fim de ancorar uma corda para suspender o crânio. Um dos troféus do crânio foi esculpido com um desenho ornamentado e pintado com pigmento vermelho.

Este achado, juntamente com o crescente número de descobertas em Belize, Honduras e México, parece mostrar que eclodiu um conflito civil entre os poderes do norte e as dinastias estabelecidas do sul. Em muitas cidades do norte, as descobertas deste período têm um sentido militarista.

Os vasos de cerâmica encontrados próximos aos crânios datam do século 8 ou 9, quando se iniciou o declínio da cidade de Pacbitun, enquanto os centros políticos no norte se tornaram dominantes.

Estudos anteriores concentraram-se na degradação ambiental como a principal causa do colapso do poderoso império. No entanto, embora os factores ambientais tenham tido um grande impacto, não explicam o declínio ao longo de um século e meio.

Para explicar a complexidade do que aconteceu, segundo o estudo publicado na revista Latin American Antiquity, os arqueólogos contemplam agora a violência e a guerra como factores que contribuem para o declínio de algumas cidades do sul, como evidenciado pelas fortificações construídas tão rapidamente em alguns lugares.

Embora as evidências dos crânios não mostram conclusivamente que as planícies do sul foram invadidas por guerreiros do norte, está claro que foi a violência e a guerra que puseram um ponto final na ordem política do império.

Anteriormente, os especialistas da Universidade de Cambridge mostraram que, no momento do colapso, produziram-se graves secas, que a chuva reduziu até 70%. As condições climáticas severas terão sido um golpe fatal para a civilização.

Enquanto a razão para o colapso permanece incerta, esta relíquia talvez sirva como uma horrível lembrança da sua queda no caos e na ruína.

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15 Junho, 2019

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2174: Breaks in the Perfect Symmetry of the Universe Could Be a Window Into Completely New Physics

Credit: Shutterstock

The bible of particle physics is dying for an upgrade. And physicists may have just the thing: Some particles and forces might look in the mirror and not recognize themselves. That, in itself, would send the so-called Standard Model into a tailspin.

Just about all fundamental reactions between the universe’s subatomic particles look the same when they are flipped around in a mirror. The mirror-image, called parity, is then said to be symmetrical, or to have parity symmetry, in physics speak.

Of course, not everyone follows the rules. We know that, for instance, reactions involving the weak nuclear force, which is also weird for a whole bunch of other reasons, violates parity symmetry. So it stands to reason other forces and particles in the quantum world are also rule-breakers in this area.

Physicists have some ideas about these other hypothetical reactions that wouldn’t look the same in the mirror and hence would violate parity symmetry. These strange reactions could point us toward new physics that could help us move past the Standard Model of particle physics, our current summary of all things subatomic.

Unfortunately, we will never see most of these strange reactions in our atom smashers and laboratories. The interactions are just too rare and weak to detect with our instruments, which are tuned to other kinds of interactions. But there might be some rare exceptions. Researchers at the world’s largest atom smasher, the Large Hadron Collider (LHC), located near Geneva, have been hunting for these rare interactions. So far, they’ve come up empty-handed, but even that result is illuminating. Those negative results help weed out fruitless hypotheses from consideration, allowing physicists to focus on more-promising avenues in the hunt for new physics. [18 Times Quantum Particles Blew Our Minds]

One of the most important concepts in all of physics is that of symmetry. You could even reasonably argue that physicists are just symmetry hunters. Symmetries reveal the fundamental laws of nature that govern the innermost workings of reality. Symmetry is a big deal.

So what is it? A symmetry means that if you change one element in a process or interaction, the process stays the same. Physicists then say that the process is symmetric with respect to that change. I’m being deliberately vague here because there are so many different kinds of symmetry. For example, sometimes you can change the sign of the charges on particles, sometimes you can run processes forward or backward in time, and sometimes you can run a mirror-image version of the process.

This last one, looking at a process in the mirror, is called the symmetry of parity. Most subatomic interactions in physics give you the exact same result whether they’re done right in front of you or in the mirror. But some interactions violate this symmetry, like the weak nuclear force, especially when neutrinos are produced in interactions involving that force.

Neutrinos always spin “backward” (in other words, the axis of their spin points away from their direction of motion), while antineutrinos spin “forward” (their axis of spin points straight ahead as they fly around). That means there are very subtle differences in the numbers of neutrinos and antineutrinos produced when you run a regular, versus a mirror-flipped experiment that relies on the weak nuclear force. [Strange Quarks and Muons, Oh My! Nature’s Tiniest Particles Dissected]

As far as we know, the weak nuclear force and the weak nuclear force alone violates the symmetry of parity. But maybe it’s not alone.

We know that physics beyond what we currently understand must exist. And some of those hypothetical ideas and concepts also violate the symmetry of parity. For example, some of these theories predict subtle asymmetries in otherwise-normal interactions that involve the kinds of particles the LHC typically examines.

Of course, these hypothetical ideas are exotic, complex and very hard to test. And in many cases, we’re not exactly sure what we’re looking for.

The problem is that while we know that our current conception of the particle world, called the Standard Model, is incomplete, we don’t know where to look for its replacement. Many physicists hoped that the LHC would reveal something — a new particle, a new interaction, anything at all — that would point us toward something new and exciting, but so far all those searches have failed.

Many of the former front-runner theories for what’s beyond the Standard Model (like supersymmetry) are slowly being ruled out. This is where parity-symmetry violation might come in handy.

Almost all common hypothetical extensions to the Standard Model include the limitation that only the weak nuclear force violates parity symmetry. (This is baked into the fundamental mathematics of the models, in case you were wondering how this works.) That means concepts like supersymmetry, axions and leptoquarks all keep this symmetry breaking exactly where it is, and nowhere else.

But look, folks, if these common extensions aren’t panning out, maybe it’s time to broaden our horizons.

For that reason, a team of researchers searched for parity violations in a cache of data released by the Compact Muon Solenoid (CMS) experiment at the LHC; they detailed their results in a study published April 29 to the preprint server arXiv. This was a pretty tricky search, since the LHC isn’t really set up to look for parity violations. But the researchers cleverly figured out a way to do it by examining the leftovers in interactions between other particles.

The result: No hints of parity violation were found. Hooray for the Standard Model (again). Though it’s a tad disappointing that this research didn’t open up a new frontier of physics, it will help clarify future searches. If we keep searching and still turn up no evidence for parity violation outside of the weak nuclear force, then we know that whatever lies beyond the Standard Model must have some of the same mathematical structures as that mainstay theory and allow only the weak nuclear force to look different in the mirror.

Originally published on Live Science.

By Paul Sutter, Astrophysicist

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2173: Inteligência artificial gerou caras de pessoas através das suas vozes

CIÊNCIA

Uma rede neural artificial ouviu várias vozes e, de seguida, gerou uma imagem de como os seus rostos poderiam ser. Apesar dos bons resultados, a tecnologia ainda tem algumas limitações.

As pessoas têm a tendência de associar uma voz a uma determinada cara. Mesmo quando nunca viram a cara, tendem a construir uma imagem mental de como poderá parecer essa pessoa. Agora, a inteligência artificial fez um teste que não esteve longe de confirmar esse pressuposto.

Os resultados da investigação foram pré-publicados na revista online arXiv, mas ainda não foram revistos pelos pares.

A rede neural artificial chamada Speech2Face foi treinada por cientistas para gerar caras de pessoas com base nas suas vozes. Para o efeito, ouviu áudios de mais de 100 mil pessoas a falarem. Associando certas características vocais a determinadas características físicas, a inteligência artificial tornou-se capaz de recriar uma cara foto-realista.

Comparação entre a cara da pessoa e o rosto reconstruido a partir da voz.

As caras geradas pela Speech2Face são bastante semelhantes às reais, mas de acordo com o Live Science, a rede neural ainda não tem a capacidade de determinar as características físicas exactas através da voz. Para chegar a este resultado final, a inteligência artificial tem como base indicadores do género, idade e etnia das pessoas.

“Como tal, o modelo apenas produz caras mais ou menos parecidas com as reais”, escreveram os cientistas. Apesar do realismo das simulações não ser perfeito, a IA acertou com sucesso no género, faixa etária e etnia de maior parte das pessoas.

O problema surgiu quando a rede neural era confrontada com variações na linguagem. Por exemplo, quando um asiático foi gravado a falar chinês, a inteligência artificial gerava o rosto de um asiático. No entanto, num outro clip em que falava inglês, o Speech2Face gerava uma cara de um ocidental caucasiano.

A tecnologia também associava normalmente vozes agudas a mulheres e vozes graves a homens, mesmo quando não era esse o caso.

ZAP //

Por ZAP
14 Junho, 2019

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