650: Cancelamento de actividade: Mais perto das Estrelas

Lamentamos informar que devido à previsão meteorológica não ser favorável, a actividade Mais Perto das Estrelas – Outubro foi cancelada.

Convidamo-lo a inscrever-se na próxima data desta actividade, que se realizará no dia 8 de Novembro, às 21h00, nas instalações do Planetário do Porto – Centro Ciência Viva (se as condições meteorológicas o permitirem).

 

Nuvens…

O céu deixou de estar “limpo”, embora a poluição seja enorme e começou a temporada das nuvens tão nefastas para quem deseja fazer uma sessão de astrofotografia. E já não falando da chuva que, segundo os entendidos na meteorologia, começa amanhã, dia 11, com o aproximar da nova fase lunar (quarto crescente), lá se vai a oportunidade de fotografar o nosso calhau.

Hoje, às 12:40, o panorama celestial era este (ainda sem chuva)…

648: Portugal poderá ter que aceitar hora única

© Expresso Portugal poderá ter que aceitar hora única

António Costa é, para já, uma das vozes mais claras a dizer que a mudança sazonal da hora deve ser mantida, pelo menos em Portugal. Mas se a Directiva que Bruxelas pôs em cima da mesa for adoptada, o país e os restantes Estados Membros deixam de poder acertar o relógio duas vezes por ano, a partir de Outubro de 2019.

A Comissão Europeia quer dar às capitais liberdade de escolha entre o horário de Verão e o de Inverno, mas não a opção de uns continuarem a ter mudança de hora e outros não. Ou mudam todos ou não muda nenhum. Bruxelas defende que a possibilidade de alguns países continuarem a ter mudança de hora poderia perturbar o funcionamento do mercado interno, que foi também a razão que antes levou à imposição da mudança coordenada da hora.

O assunto está já a ser debatido a nível técnico entre países. Ao Expresso, fonte da presidência austríaca da União Europeia diz que “o objectivo nesta altura é estruturar o debate e discutir todas as opções com os Estados Membros”. Mas ainda não é claro para que lado pende a vontade da maioria. Países como França, Itália e Espanha não chegaram ainda a uma posição sobre o tema. No caso de Madrid, o Governo de Pedro Sánchez mostra abertura para deixar avançar a proposta da Comissão, mas antes de tomar a decisão final, vai primeiro ouvir uma comissão de especialistas.

Costa apoia-se também nos técnicos. “Se a ciência entende que o regime horário mais adequado é este, quem sou eu para dizer o contrário?”, disse em entrevista à TVI, deixando claro que pretende seguir a posição defendida pelo Observatório Astronómico de Lisboa.

Um entendimento que colide com o do executivo de Jean-Claude Juncker, que entre as razão para acabar com as mudanças sazonais inclui “os efeitos negativos para a saúde, o aumento dos acidentes rodoviários e a inexistência de poupanças de energia”. Países como a Finlândia têm pedido a Bruxelas que ponha termo a este regime, e a consulta pública realizada este verão foi a gota de água que acelerou a apresentação da nova proposta: 84% dos 4,6 milhões de participantes, sobretudo alemães, apoiaram o fim da mudança de hora.

De acordo com fonte diplomática, será difícil para alguns Estados ignorarem os resultados da consulta. No entanto, a aprovação da directiva depende do Parlamento Europeu e dos Estados Membros, que vão decidir por maioria qualificada. E é aqui que Portugal poderá travar o processo e encontrar aliados.

A passagem para um só horário não está isento de dificuldades e implica também uma coordenação, sobretudo entre países vizinhos. É o que pretendem fazer Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Na Galiza, há quem defenda que Espanha deveria ter a mesma hora de Portugal.

msn notícias
Susana Frexes, correspondente em Bruxelas
05/10/2018

 

Missão: Lua – 05.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 17.59% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 364.105.23 km
Idade da Lua: 25.46 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 17.59%

 

05102018@07:10 a.m.

A partir de hoje já não serão captadas mais imagens da fase lunar dado que vai entrar em período de Lua Nova e também  porque a luz do dia já não permite um contraste razoável. Logo, ela estará no meu campo de observação cerca das 08:00 a.m., com mais luz de dia que hoje. As primeiras imagens dão para entender a luz de dia já existente às 07:00 a.m.

 

646: Mudança da Hora – 28 Outubro 2018

Na madrugada de 28 de Outubro de 2018 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Verão para o regime de Inverno.

– Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, às 2:00 horas da manhã atrasamos o relógio de 60 minutos, passando para a 1:00 hora da manhã.

– Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 1:00 hora da madrugada de domingo, dia 28 de Outubro, passando para a meia-noite (00:00), do mesmo dia.

Pode consultar mais informação sobre o calendário do período da hora de verão até 2021 e a legislação aplicável na página Mudança da Hora.

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
3 Out 2018

 

Missão: Lua – 04.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 27.33% visível e está a decrescer. Faltam 5 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 363.314.72 km
Idade da Lua: 24.36 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 27.33%

 

04102018@06:21 a.m.

 

Missão: Lua – 03.Out.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 38.18% visível e está a decrescer. Faltam 6 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 363.700.84 km
Idade da Lua: 23.27 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 38.18%

 

03102018@05:09 a.m.

 

643: Ignite IAstro – Guimarães

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

Programa

Vénus: O Gémeo Falso
Ruben Gonçalves

Vénus é o planeta mais próximo da Terra e tem muitas semelhanças com o nosso planeta. Na mitologia romana, Vénus é a deusa que representa o amor, a beleza, a fertilidade e a prosperidade.

Mas será que este planeta é um destino apelativo para as férias de 2118?

Medindo Exoplanetas
Sérgio Sousa

Hoje em dia já se descobriram mais de 2000 planetas extra-solares que orbitam outras estrelas na nossa galáxia.
Vamos explicar como muitos destes planetas foram descobertos, e falar de técnicas, ferramentas e missões que nos permitem medir e caracterizar estes novos mundos longínquos.

Estranhos sistemas planetários
Pedro Viana

Inúmeros sistemas planetários têm sido descobertos, mas poucos se assemelham ao Sistema Solar. Em boa parte, isso deve-se à dificuldade em detectar na vizinhança de outras estrelas planetas tão pequenos como os que habitam o interior do Sistema Solar.

No entanto, já temos informação suficiente para poder afirmar que, em certos aspectos, o Sol se fez rodear por uma família de planetas muito estranha.

Estrelas na idade do armário
Raquel Albuquerque

À semelhança dos seres vivos, as estrelas nascem, crescem e morrem. Uma das fases mais activas da vida estelar ocorre na sua ‘puberdade’, quando as estrelas encontram o equilíbrio entre ganhos e perdas de matéria. Nesta breve apresentação, irei explorar as características mais rebeldes das estrelas jovens.

A sinfonia das estrelas
Tiago Campante

Muitas das estrelas que vemos no céu nocturno fazem parte de uma autêntica sinfonia estelar, como que de instrumentos musicais se tratassem. Vamos saber como os astrónomos “ouvem” o som das estrelas, usando depois essa informação para medirem com elevada precisão as suas propriedades.

Novas estrelas em galáxias antigas
Jean Michel Gomes

Há galáxias muito antigas, mas onde estão ainda a nascer estrelas. Isto é uma surpresa.
Uma surpresa ainda maior é o facto de esta formação estelar recente se dar numa estrutura espiral, que não é típica desta família de galáxias.

Dentro de um enxame… de galáxias!
Catarina Lobo

A maioria das galáxias não se encontra isolada no Universo: tal como a nossa Via Láctea, muitas pertencem a grupos ou a enxames de galáxias.

No interior destas enormes estruturas, as galáxias sofrem vários processos que as transformam ao longo do tempo cósmico e alteram a sua forma e a sua capacidade para formar novas estrelas. Nesta breve apresentação, vamos acelerar o tempo e ver a evolução das galáxias de enxame.

Somar a luz, ou telescópios em equipa
Tiago Magalhães

Ver melhor e mais longe implica aumentar a quantidade de luz que os telescópios captam. Uma alternativa a construir telescópios maiores, que são grandes desafios de engenharia, é somar a luz de vários telescópios mais pequenos.

Vamos falar sobre a interferometria da luz e como ela permite ‘construir’ telescópios virtuais.

O lado escuro da força
Tiago Barreiro

Mais de metade de todo o Universo conhecido pertence ao “lado escuro”. Ele não é observado directamente e o que o compõe continua a ser para nós um mistério.
Vamos dar um pouco de luz ao lado mais escondido do Universo.


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada. Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Conheça o calendário da digressão na página do projecto.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h 30m

Entrada livre

 

642: Marte 2030: Sessão 1 – Vida em Marte

“Vida em Marte” será a primeira sessão do ciclo MARTE 2030. Nesta primeira conversa, a 13 de Outubro, moderada por David Marçal, do iNOVA Media Lab, os investigadores Adriano Henriques (ITQB-NOVA) e Zita Martins (IST) vão convidar o público para uma viagem à procura de vida em Marte, explorando o passado do planeta e os últimos avanços científicos nesta área.

Depois da Terra, o planeta vermelho será o corpo do Sistema Solar onde é mais provável ter já existido vida. Que dados nos permitem acreditar nisso? E que relação existe entre a procura de Vida em Marte e o envio de seres humanos em 2030?

Participe numa conversa com os investigadores Adriano Henriques e Zita Martins, respectivamente do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA) e Instituto Superior Técnico (IST). Moderação a cargo de David Marçal (iNOVA Media Lab).

O ciclo Marte 2030 é uma co-produção do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA), e do Centro Cultural de Belém (CCB).

Bilhetes à venda no website do Centro Cultural de Belém.


Adriano Henriques é Microbiólogo, estuda bactérias em especial os mecanismos biológicos e moleculares que levam a que alguns desses organismos façam esporos e consigam assim resistir a condições extremas de temperatura, oxigénio e pressão. É Professor Associado no Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa, onde lidera o Laboratório de Desenvolvimento Microbiano.

Zita Martins é Astrobióloga, ou seja, estuda as condições para o aparecimento de vida e a sua existência fora da Terra. Trabalhou durante cerca de dois anos para a missão a Marte ExoMars, e é co-investigadora de duas missões espaciais que serão instaladas na Estação Espacial Internacional (ISS). É Professora Associada no Departamento de Engenharia Química do Instituto Superior Técnico.

Duração:

2 horas

Preço:

Bilhetes: € 2,5. Ciclo completo-4 sessões: €8

Inscrição

Bilhetes à venda no website do CCB

641: Mais Perto das Estrelas

Mais perto das Estrelas é um ciclo de observação astronómica mensal, nas noites da 2ª quinta-feira de cada mês, que se realiza ininterruptamente desde o ano 2000 no Planetário do Porto – Centro Ciência Viva.

Às 21h00, o público é convidado a assistir a uma breve demonstração no interior da cúpula do planetário, onde em cerca de 10 minutos se apresentará o céu que se poderá observar nessa noite.

No final da demonstração, sempre que as condições meteorológicas o permitam, o público desloca-se para o exterior do edifício, onde terá lugar observação astronómica com telescópio.

Duração:

2 horas

Entrada livre

Localização

Planetário do Porto – Centro Ciência Viva
Rua das estrelas S/N
Porto

Como chegar

De carro
GPS: 41.150716, -8.638462

De autocarro (Paragem “Planetário”)
200, 204, 207, 209, 1M