Lua de Hoje – 17.Jul.2018

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 25.25% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 372018.98 km
Idade da Lua: 4.95 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 25.25%

 

Nuvens – 17072018

Poluição do ar em Lisboa: Mapa da qualidade do ar em tempo real – 17072018

Poluição luminosa – 17072018

Astronomical seeing Lisbon

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520: Pode ver agora o Vesta, o asteróide mais brilhante de todos. Ou esperar 20 anos

 

Actualização 14072018@17:20:

Com um céu destes não há Vesta que se aviste…

O único asteróide visível a olho nu está a passar próximo da Terra. Situa-se perto de Saturno e pode ser observado durante a lua nova

© NASA

Se perder esta oportunidade, terá de esperar quase 20 anos para tentar observar novamente o Vesta a olho nu. É agora, durante a lua nova, que o asteróide mais brilhante de todos será mais facilmente identificado no céu à vista desarmada. Para isso, só tem de procurar um sítio escuro e, de preferência, tentar identificá-lo com o recurso a um mapa celeste. Um pequeno telescópio também pode ajudar.

O asteróide Vesta situa-se na constelação de Ofiúco, próximo de Saturno. Observá-lo poderá, contudo, não ser uma missão fácil. “A sua magnitude está no limite do que o olho humano consegue ver. Estas são as condições óptimas para o observar, porque é quando está mais próximo [da Terra]. Atinge um brilho que lhe permite ser visível a olho nu, mas não é um espectáculo assombroso no céu, porque está no limiar do que a vista humana consegue ver”, explica Rui Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).

Convém procurar um local com pouca poluição luminosa, por isso a cidade está fora de questão. “Na cidade, ou nas vilas, com luz, é para esquecer. Não vai conseguir vê-lo”. Como “a luz ofusca estes objectos fraquinhos”, a lua nova “é a melhor altura” para observar o asteróide.

Se tiver um mapa celeste, deve procurar Saturno, “mais fácil de ver porque é um ponto mais brilhante e não cintila”. Depois, é tentar identificar Vesta, que fica aproximadamente a 170 milhões de quilómetros da Terra. “É comparável às estrelas mais fraquinhas que estarão no céu, mas não cintila tanto”.

A melhor hora para o observar é durante a sua passagem meridiana, quando está mais alto no céu e se encontra na direcção sul (azimute 0º). No dia 16, por exemplo, acontece às 23.28, mas no dia 31 de Julho a passagem ocorre mais cedo, às 22.25. Contudo, quantos mais dias passam, mais difícil será a sua identificação. Outros horários podem ser encontrados na página no OAL.

Telescópio pode ajudar

Um pequeno telescópio pode, segundo o astrónomo, tornar a missão “mais interessante”. Mas convém que seja um bom equipamento, com uma óptica de qualidade, calibrado e automatizado. “Se for bom, nota-se que o pontinho é circular, contrariamente às estrelas, que são pontos matemáticos. Ampliando-se, vê-se que tem um pequeno diâmetro, ao contrário das estrelas, que nunca têm diâmetro”, esclarece o professor do departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Para imaginar a dimensão de Vesta, Rui Agostinho diz que “caberia dentro da Península Ibérica e não ocuparia uma boa parte”.

Estas alturas de maior aproximação da Terra, que ocorrem a cada 20 anos, adianta o especialista, “não são particularmente importantes para estudar as propriedades físicas do asteróide, porque as sondas conseguem fazê-lo [e já fizeram] muito melhor do que os telescópios terrestres”. Mas, para quem o quiser fazer com um telescópio, é a melhor altura, “porque é quando se consegue ver o lado direito e esquerdo”.

Vesta foi descoberto a 29 de Março de 1807 por Heinrich Wilhelm Olbers e está localizado na cintura de asteróides entre Marte e Júpiter. “Sabe-se que tem uma superfície altamente reflectora, mais do que a lua. Há modelos que mostram que terá sido um pequeno planeta em formação – um protoplaneta. Não teve massa suficiente para fica completamente esférico”, afirma o director do OAL.

Diário de Notícias
Joana Capucho
14 Julho 2018 — 14:57

Seria óptimo se o céu estivesse limpo de nuvens, não tivesse uma tremenda poluição luminosa e atmosférica, mas mesmo assim, logo vou tentar se descortino essa rocha… porque daqui a 20 anos já não devo pertencer a este planeta.

– Infelizmente o céu, como esperado, estava coberto com nuvens e de Vesta. nem se avistou nada… Fica para a próxima encarnação…

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