700: As Férias de Natal no OAL! (17 a 21 Dez 2018)

Este ano, o OAL preparou um programa especial para crianças e jovens durante a primeira semana de férias do Natal. Consulta o programa de actividades e inscreve-te!

17 DE DEZEMBRO | OAL

As Constelações (entre as 9:00 horas e 12:30 horas)

Começamos a programação das férias no OAL com histórias que nos dão a conhecer os mitos de outros tempos e conhecer as constelações celestes, ao mesmo tempo que se as imaginam e as desenham, unindo estrelas num mapa do céu. Construir um pequeno observatório de constelações e através dele observá-las é outra das actividades. Para além das constelações falamos também dos planetas e das estrelas, de modo a conhecer as suas diferenças. Vamos ainda, construir e aprender a utilizar um planisfério celeste.

Há enfeites de Natal (entre as 14:00 horas e 17:30 horas)

No primeiro dia das férias, vamos realizar um atelier divertido, para fazer decorações de Natal: estrelinhas, bolas de planetas para decorar a árvore de Natal, foguetões em origami, o único limite é a imaginação.

 18 DE DEZEMBRO | OAL

O Sistema Solar (entre as 9:00 horas e 12:30 horas)

Neste atelier, viajamos ao sistema solar, para explorar e identificar os diferentes corpos que o constituem.
Vamos construir um Modelo à Escala do Sistema Solar.

Máscaras de planetas (entre as 14:00 horas e 17:30 horas)

Dançar a dança dos astros com as máscaras que iremos construir e pintar. Jogar alguns jogos elucidativos e realização de experiências planetárias, por fim, faz-se uma dramatização sobre o tema “O que é o Sistema Solar? “

19 DE DEZEMBRO | OAL

Peddy Paper (entre as 9:00 horas e 12:30 horas)

Bem-vindos ao OAL. Acompanhem-nos nesta aventura no Observatório Astronómico de Lisboa e conheçam o desafio que vos lançamos.

Visita ao OAL (entre as 14:00 horas e 17:30 horas)

Nesta tarde vamos entrar no edifício histórico do OAL para ver os seus telescópios e aprender como funcionava um observatório do século XIX. Vamos também visitar os aspectos menos conhecidos do património do OAL, como as miras, e as casas dos astrónomos. Depois da visita podemos desenhar algum dos edifícios ou instrumentos do OAL que vimos.

20 DE DEZEMBRO | OAL

A Lua (entre as 9:00 horas e 12:30 horas)

Na segunda metade do séc. XX a corrida espacial foi uma disputa ocorrida entre a União Soviética (URSS) e os Estados Unidos da América pela supremacia na exploração e tecnologia espacial, que culminou na chegada do Homem à lua.
Prepara-te para a descolagem … 3… 2 …1!  Vamos descobrir a lua através de imagens. Conhecer o seu movimento, as suas fases, os eclipses, as marés e também as missões que levaram o homem à lua, que instrumentos lá deixaram, onde pousaram e como regressaram à Terra. Iremos usar mapas da lua. Conhecer as figuras que outras culturas imaginavam ao olhar para a lua e, porque não, desenhá-las? Por fim, vamos ainda ver um filme ou documentário sobre as viagens espaciais da ida à Lua.

Montagem de um telescópio (entre as 14:00 horas e 17:30 horas)

Nesta tarde vamos aprender a montar um telescópio transportável: telescópio Meade de 8” em montagem equatorial.

21 DE DEZEMBRO | OAL

A Astronomia da Hora (entre as 9:00 horas e 12:30 horas)

Neste atelier vamos aprender sobre “O que é a hora?” e como tem sido medida ao longo dos tempos. Vamos construir e aprender a utilizar dois instrumentos históricos para medir a hora: o relógio solar equatorial e o nocturlábio.

Há Bolachas de Natal (entre as 14:00 horas e 17:30 horas)

No último dia das férias no OAL, vamos realizar um atelier divertido: cozinhamos as mais maravilhosas bolachas de Natal, com formas dos planetas e de outros objectos celestes.

INSCRIÇÕES

Este programa é para crianças e adolescentes dos 6 aos 17 anos.

Inscrição de 1 dia: 12€ | Inscrição de 5 dias: 50€

A inscrição inclui lanche da tarde, mas não inclui almoço. Os almoços terão lugar na cafetaria do Instituto Superior de Agronomia no interior da Tapada da Ajuda e rondarão os 4€ – 5€.

Inscrição obrigatória através do endereço info@oal.ul.pt

Informações: 213 616 734

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
29 Nov 2018

 

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699: O céu nocturno de Dezembro em 2018

Todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Dezembro de 2018

Mercúrio será visível ao amanhecer na constelação de Sagitário, movendo-se para a constelação de Ofiúco. Encontra-se na direcção Sudeste.  A sua magnitude no inicio do mês varia de 2,9 a -0,6. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao amanhecer na constelação de Balança, e depois move-se para a constelação de Escorpião, por fim move-se para a constelação de Ofiúco. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -4,5 a -4,6.

Marte será visível durante a noite na constelação de Virgem, e depois move-se para a constelação de Balança, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. No dia 14, Marte estará a 4°N da Lua pelas 23 horas. Encontra-se na direcção Sul. A sua magnitude ao longo do mês varia de -0,1 a -0,4.

Júpiter será visível ao amanhecer a partir do dia 4 na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -1,7 a -1,8.

Saturno será visível ao anoitecer na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês é de 0,5.

Fig. 1 – Céu visível às 18:30 horas do dia 1 de Dezembro em Lisboa mostrando os planetas Marte e Saturno.
Fig. 2 – Céu visível às 6:30 horas do dia 15 de Dezembro em Lisboa mostrando os planetas Mercúrio, Vénus e Júpiter.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de Dezembro

Úrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano. Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Gemínidas e das Úrsidas em Dezembro.

Este mês a Terra cruza a órbita do Asteróide Faetonte e são os “detritos” deixados por este asteróide os responsáveis pelo enxame de meteoros que decorre anualmente entre 4 e 17 de Dezembro: o enxame das Gemínidas. O nome deste enxame resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação dos Gémeos (o radiante).
Os apaixonados por este tipo de fenómenos, e os curiosos em geral, poderão nas próximas noites perder algumas horas de sono para apreciar este belo espectáculo. Para as observar aconselhamos evitar noites nubladas, a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido.

A observação do pico das Gemínidas ocorre no dia 14 pelas 12h30, com o número bastante elevado de 120 meteoros por hora. Não será uma possível observar o seu pico que ocorre durante o dia.

A Terra também cruza a órbita do Cometa Tuttle e são os seus restos responsáveis pela chuva de meteoros das Úrsidas, que decorre anualmente entre 17 e 26 de Dezembro. As previsões mostram que o dia 22 de Dezembro, é o pico de intensidade máxima desta chuva. O número de estrelas cadentes observado não é muito elevado, apenas de 10 meteoros por hora. O nome deste enxame resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação da Ursa Menor (o radiante). O radiante das Úrsidas é circumpolar na maioria dos locais do hemisfério norte, como é o caso em Portugal. A lua estará em fase de Lua Cheia, dificultando as condições de observação.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Gemínidas.

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Gemínidas e das Úrsidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Dezembro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Dezembro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 5 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
30 Nov 2018

 

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679: Lista das Estrelas

OAL mantém e fornece a Hora Legal Portuguesa, desenvolve e apoia actividades de investigação científica em Astrofísica, de divulgação e formação, de estudo e preservação do excelente acervo patrimonial, além de manter um serviço público nas suas áreas de intervenção.

Imagens

Existem no céu cerca de 9100 estrelas com magnitude inferior a 6,5. Estas são as estrelas visíveis a olho nu. Destas, compilamos uma tabela com cerca de 300 estrelas,  apresentadas por ordem alfabética do nome oficial IAU. Destacamos ainda numa outra tabela as 29 estrelas mais brilhantes no céu (com magnitude inferior a 1,7) e ordenadas por magnitude. As tabelas contêm a seguinte informação:

Nome – As estrelas, principalmente as mais brilhantes ou as mais utilizadas, foram ganhando vários nomes ao longo dos séculos, atribuídos por diferentes culturas.  Até recentemente, muitas das mais conhecidas estrelas tinham não só múltiplos nomes como também não tinham uma ortografia oficial. Esta situação foi alterada a partir de 2016, quando a União Astronómica Internacional (IAU) estabeleceu um grupo de trabalho com o mandato de  definir um nome único e oficial para cada estrela. O critério para a definição dos nomes tem sido o de utilizar os nomes mais conhecidos e já bem estabelecidos, dando preferência a nomes com uma só palavra, curtos e que não sejam idênticos aos nomes de outras estrelas, planetas ou satélites. Este é um trabalho em curso, que no final de 2017 tinha oficializado o nome de 313 estrelas. São estas as estrelas que compõem a lista apresentada. Para conhecer os diversos nomes que estas estrelas têm tido nas várias culturas e seu significado, recomendamos a leitura do livro “Star-Names and Their Meanings” de R. H. Allen, publicado em 1899, que está disponível em versão digital “Google books”.

Nome em português – O nome em português tem também sofrido modificações ao longo do tempo. Uma das primeiras publicações a estabelecer os nomes em português foi a tradução portuguesa da versão Lalande de 1795 do “Atlas Celeste” de John Flamsteed, feita por Ciera e Villas-Boas e publicada em 1804. Desde então ocorreram várias modificações e novas formas ortográficas foram fixadas na tradução portuguesa da obra “Astronomia” da enciclopédia Fischer coordenada por Karl Strumpff. A edição portuguesa (Ed. Meridiano, 1962) supervisionada por E. Conceição Silva, teve tradução de J. Falcão de Campos e colaboração do então director do OAL A. Perestrello Botelheiro. Foi essa ortografia que o OAL seguiu nas suas publicações até aos anos 1990, altura em que a actualizou. É essa ortografia revista que utilizamos nesta lista. O nome português só é indicado quando difere do nome IAU.

Designação – Além do nome próprio oficial, cada estrela contém várias designações em diversos catálogos de estrelas. Uma das designações mais conhecidas foi a primeira a ser estabelecida: a de Bayer no seu atlas “Uranometria” de 1603. Consiste em atribuir uma letra grega às estrelas de uma mesma constelação por ordem (aproximada) da sua magnitude aparente, seguida do nome latim da constelação na forma genitiva. É esta designação que indicamos na tabela, com o nome da constelação na forma abreviada. Na tabela das constelações, que pode ser encontrada aqui, indicamos o nome em português, latim (no nominativo e genitivo) e a abreviatura oficial para cada uma das 88 constelações. Para estrelas não incluídas no atlas de Bayer, indicamos antes o número de Flamsteed. Este esquema foi implementado por Lalande na edição francesa (1783) do catálogo de Flamsteed e consiste em atribuir um número por ordem de ascensão recta às estrelas de cada constelação. As designações em catálogos modernos são alfanuméricas e menos conhecidas do público em geral.

Coordenadas – São indicadas as coordenadas equatoriais, ascensão reta e declinação, (época J2000).

Magnitude – A magnitude indicada é a magnitude visual no sistema UBV de Johnson. Os valores indicados são os disponibilizados pelo IAU, na sua maioria retirados do catálogo de estrelas brilhantes (Bright Star Catalogue: Harvard Revised Photometry, HR).

Observações – Na tabela das estrelas mais brilhantes é indicado se as estrelas são múltiplas ou variáveis, e ainda se são visíveis ou não de algum ponto de Portugal Continental. As estrelas variáveis têm magnitude variável no tempo que varia periodicamente num intervalo limitado. Os intervalos indicados na tabela são os publicados pelo “International Variable Star Index” da AAVSO. As estrelas múltiplas são sistemas de duas ou mais estrelas muito próximas entre si e gravitacionalmente ligadas. Quando estes sistemas não são resolvidos a olho nu, são apercebidos como sendo uma única estrela que tradicionalmente recebe um único nome e um único valor de magnitude. A tabela indica a magnitude (m_A e m_B) de cada uma das estrelas constituintes do binário e a magnitude do sistema (m_S). Esta última corresponde à soma dos fluxos das estrelas constituintes e é por isso um valor menor do que as magnitudes individuais. É calculada pela seguinte fórmula.

Curiosidades –  A tabela maior contém uma coluna de curiosidades, incluindo por exemplo o significado dos nomes de algumas das estrelas, ou nomes populares porque foram conhecidas em Portugal.

Este artigo incluindo as tabelas encontra-se disponível em pdf neste link: http://oal.ul.pt/documentos/2018/11/lista-das-estrelas-artigo.pdf

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
7 Nov 2018

 

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677: O céu nocturno de Novembro em 2018

Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Novembro de 2018

[N.W. – se as nuvens e a chuva deixarem…]

Mercúrio será visível ao anoitecer até dia 22 na constelação de Escorpião, movendo-se para a constelação de Ofiúco, e a partir do dia 30 será visível ao amanhecer  na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste ao anoitecer e na direcção Sudeste ao amanhecer .  A sua magnitude no inicio do mês varia de -0,3 a 2,9. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao amanhecer na constelação de Virgem. Encontra-se na direção Sudeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -3,1 a -4,6.

Marte será visível durante a noite na constelação de Capricórnio, e depois move-se para a constelação de Aquário, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sul. A sua magnitude ao longo do mês varia de -0,1 a -0,7.

Júpiter será visível ao anoitecer até dia 14 na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês é de -1,7.

Saturno será visível ao anoitecer na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,5 a 0,6.

Fig. 1 – Céu visível às 19:30 horas do dia 1 de Novembro em Lisboa mostrando os planetas Marte e Saturno.

Fig. 2 – Céu visível às 6:30 horas do dia 1 de Novembro em Lisboa mostrando o planeta Vénus e as estrelas mais brilhantes Sírio, Capela, Rígel, Prócion, Betelgeuse, Aldebarã e Arcturo.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de Novembro

Úrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano. Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Oriónidas e das Leónidas em novembro

Nesta altura do ano, o céu encontra-se habitualmente muito nublado, o que dificulta a observação de chuvas de meteoros. As Oriónidas (008 ORI) ainda terão um período de actividade até 7 de Novembro, apesar da data da máxima actividade ter ocorrido em Outubro. As Oriónidas de Novembro (250 NOO) terão um período de actividade de 13 de Novembro até 6 de Dezembro, a data da máxima actividade ocorrerá no dia 28 de Novembro. Também neste momento a Terra cruza a órbita do Cometa Tempel-Tuttle e são os restos deste cometa os responsáveis pela chuva de meteoros das Leónidas. Este ano a sua actividade decorre entre 6 a 30 de Novembro, e a actividade máxima de intensidade desta chuva de meteoros será no dia 17 de Novembro pelas 22:30 horas. Como esta constelação só começa a nascer depois da meia-noite a nordeste, as observações deverão iniciar-se na 2ª metade da noite. O nome desta chuva de meteoros resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Leão (o radiante).
O mesmo acontece com o nome da chuva das Oriónidas pois o seu radiante está na constelação de Orionte.
Para as observar aconselhamos evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Leónidas de Novembro (em Leão).

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Oriónidas e das Leónidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Novembro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Novembro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 5 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
31 Out 2018

 

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646: Mudança da Hora – 28 Outubro 2018

Na madrugada de 28 de Outubro de 2018 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Verão para o regime de Inverno.

– Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, às 2:00 horas da manhã atrasamos o relógio de 60 minutos, passando para a 1:00 hora da manhã.

– Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 1:00 hora da madrugada de domingo, dia 28 de Outubro, passando para a meia-noite (00:00), do mesmo dia.

Pode consultar mais informação sobre o calendário do período da hora de verão até 2021 e a legislação aplicável na página Mudança da Hora.

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
3 Out 2018

 

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639: Portugal não vai acabar com a mudança da hora

(CC0/PD) Comfreak / pixabay

O primeiro-ministro defendeu que Portugal deve manter o actual regime bi-horário e ter uma hora de verão e uma hora de inverno. “Não vejo razão para que se contrarie a ciência”, considerou António Costa.

Questionado, em entrevista à TVI, qual a posição do Governo português sobre a discussão no âmbito da União Europeia sobre este tema, António Costa salientou o que, até agora, foi expresso pela “entidade competente”, o Observatório Astronómico de Lisboa.

“O que foi expresso até ao momento é o entendimento de que em Portugal devemos manter este regime bi-horário, com hora de verão e hora de inverno. Não vejo razão para que se contrarie a ciência e se faça algo de forma discricionária”, afirmou.

António Costa salientou não ser “nem contra, nem a favor” do fim da mudança da hora, mas considerou que “há matérias sobre as quais não vale a pena ter doutrinas políticas”.

“Vale a pena seguir o que é a informação da ciência. Se a ciência entende que o regime horário mais adequado é este, quem sou eu para dizer o contrário?”, afirmou.

Recentemente, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já tinha defendido que a União Europeia tem assuntos mais importantes a resolver do que a questão da mudança da hora, sobre a qual não quis revelar já a sua posição.

No final de Agosto, o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, anunciou que esta instituição vai propor formalmente o fim da mudança de hora na União Europeia, depois de um inquérito não vinculativo feito a nível comunitário, segundo o qual mais de 80% dos inquiridos disseram preferir manter sempre o mesmo horário.

Já em Setembro, Juncker defendeu a supressão da mudança da hora, responsabilizando cada Estado-membro por escolher o horário de inverno ou de verão no seu último discurso sobre o Estado da União. “Em maio de 2019 [data das eleições europeias], os europeus não vão aplaudir-nos se continuarmos a mudar a hora duas vezes por ano”, disse.

“A mudança de hora deve ser suprimida. Os Estados-membros devem decidir por si próprios se querem que os cidadãos vivam no horário de verão ou no de inverno”, disse.

A ser formalizada, a proposta da comissão terá de ser aprovada pelo Parlamento Europeu e depois pelo Conselho Europeu.

ZAP // Lusa

Por ZAP
2 Outubro, 2018

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635: O céu nocturno de Outubro em 2018

Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Outubro de 2018

Mercúrio será visível ao anoitecer a partir do dia 7 na constelação de Virgem, e depois move-se para a constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste.  A sua magnitude no inicio do mês varia de -0,5 a 0,1. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao anoitecer até dia 8 na constelação de Virgem. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -3,8 a -3,7.

Marte será visível durante a noite na constelação de Capricórnio, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês é de 1,8.

Júpiter será visível ao anoitecer na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -2,1 a -1,9.

Saturno será visível ao anoitecer na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,5 a 0,6.

Fig. 1 – Céu visível às 20h do dia 1 de Outubro em Lisboa mostrando os planetas Marte, Júpiter e Saturno.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de OutubroÚrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Dracónidas e  das Oriónidas em Outubro

Nesta altura do ano, temos as duas chuvas de meteoros das Dracónidas e das Oriónidas. O instante da actividade máxima das Dracónidas é no dia 9 à 1h10min, perto da Lua Nova (a 9 de Outubro) e um período de actividade muito curto (Período de Visibilidade de 06/10 a 10/10). As Dracónidas (também chamado Giacobínidas) é uma chuva de meteoros que está associada ao cometa Giacobini-Zinner.

Fig. 2 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Dracónidas em Outubro, que encontra-se na constelação do Dragão.

As Oriónidas terão no dia 21 a data de actividade máxima perto da Lua Cheia (a 24 de Outubro) e um período de actividade mais alargado (Período de Visibilidade de 02/10 a 07/11). Esta chuva de meteoros resulta dos detritos deixados pelo cometa Halley, que passou a última vez pela Terra em 1986.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Oriónidas em Outubro, que encontra-se na constelação de Orionte.

Como tanto as Dracónidas como as Oriónidas são chuvas de fraca intensidade, para as observar aconselhamos evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido.

O nome “Dracónidas” resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Dragão, assim o radiante da chuva das Dracónidas encontra-se na constelação do Dragão.
O mesmo acontece com o nome da chuva das Oriónidas pois o seu radiante está na constelação de Orionte.

Informação sobre as Dracónidas e as Oriónidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Outubro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_lua

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Outubro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 5 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL-Observatório Astronómico de Lisboa
28 Set 2018

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619: Equinócio de Outono 2018

Em 2018 o Equinócio de Outono ocorre no dia 23 de Setembro às 02:54 horas. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte.

Esta estação prolonga-se por 89,812 dias até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 22:23 horas.

A figura mostra o ângulo de incidência dos raios solares em relação ao eixo da Terra, durante os equinócios.

Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa no equador celeste. A palavra de origem latina aequinoctium agrega o nominativo aequus (igual) com o substantivo noctium, genitivo plural de nox (noite).

Assim significa “noite igual” (ao dia), pois nestas datas o senso comum diz-nos que o dia e a noite têm igual duração. No entanto não é bem assim. Os equinócios estão definidos como o instante em que o ponto central do sol passa no equador e, por isso, efectivamente o centro solar nasce no ponto cardeal Este e põe-se exactamente a Oeste, encontrando-se durante 12 horas acima do horizonte matemático em qualquer lugar da Terra nestes dias.

Contudo, este facto não resulta numa duração do dia solar de 12 horas pois o Sol não é um ponto, tem um diâmetro. A luz directa no chão surge quando o bordo superior do sol nasce e, no ocaso, a luz directa desaparece quando o bordo superior toca o horizonte.

O diâmetro aparente do Sol é de 32′ (minutos de arco). Além disso a refracção atmosférica  faz com que quando vemos o bordo superior no horizonte, o centro do sol se encontra cerca de 50abaixo do horizonte (ou seja mais abaixo do que os 32′ que estaria se não houvesse refracção).

Assim, estes 100 minutos de arco extra (50′ x 2) produzem 7 minutos a mais de luz solar directa. Por esta razão, no equinócio a duração do dia é cerca de 7 minutos maior do que a duração da noite. Só uns dias mais tarde, quando o Sol tiver uma declinação um pouco menor, teremos a duração da noite e do dia efectivamente iguais.

Isso acontecerá no dia 26 de Setembro de 2018, em que haverá 12,00 horas com luz solar directa no solo. Nesse dia o disco solar nasce às 07:27:40 horas e põe-se às 19:27:26 horas (em Lisboa), com apenas 14 segundos de desvio às 12h certas.

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
17 Set 2018

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604: Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

Como surgiram e evoluíram o Sol, a Terra e os planetas do Sistema Solar? Não perca a nova edição do curso “Sistemas Planetários: o nosso e os outros”.

Começa já neste sábado, 8 de Setembro, orientado por Rui Agostinho, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Ainda há vagas para estas quatro sessões, sempre aos sábados, no Observatório Astronómico de Lisboa.

Contacte-nos para mais informações e inscrições através do endereço em http://divulgacao.iastro.pt/pt/contactos/


Créditos da imagem: NASA/FUSE/Lynette Cook

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599: O céu nocturno de Setembro em 2018

Todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Setembro de 2018

Mercúrio será visível ao amanhecer até dia 14 na constelação de Leão, e depois move-se para a constelação de Virgem. Encontra-se na direcção Nordeste.  A sua magnitude no inicio do mês varia de -0,5 a -1,2. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao anoitecer na constelação de Virgem. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -4,4 a -4,5.

Marte será visível durante a noite na constelação de Capricórnio, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -2,2 a -1,4.

Júpiter será visível ao anoitecer na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -1,9 a -1,8.

Saturno será visível durante a noite na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sul. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,3 a 0,5.

Fig. 1 – Céu visível às 21h do dia 1 de Setembro em Lisboa mostrando os planetas Vénus, Marte, Júpiter e Saturno.

Fig. 2 – Céu visível às 06h do dia 1 de Setembro em Lisboa mostrando o planeta Mercúrio.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de Setembro

Úrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

Fases da Lua em Setembro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_lua

Fig. 3 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Setembro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
31 Ago 2018

(Foram corrigidos 16 erros ortográficos ao texto original)

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