674: Marte 2030: Sessão 2 – Ir para Marte

Se não for possível a um ser humano viver em Marte, então poderemos nunca nos libertar do confinamento da Terra. Mas deixar a Terra e viajar até ao planeta vermelho comporta inúmeros desafios tecnológicos e fisiológicos, entre outros.

O que é indispensável para a viagem? Que recursos serão necessários para viver? E como poderemos regressar a casa, ao planeta Terra?

Participe numa conversa com os investigadores Rui Agostinho e Pedro Fevereiro, respectivamente do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA) e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Moderação a cargo de Teresa Firmino (Público).

No final da conversa haverá observações astronómicas com telescópios, sujeita às condições meteorológicas.

O ciclo Marte 2030 é uma co-produção do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA), e do Centro Cultural de Belém (CCB).

Bilhetes à venda no website do Centro Cultural de Belém.


Rui Agostinho estuda o impacto do meio ambiente galáctico nas condições para a vida na Terra, como por exemplo os efeitos da radiação produzida pelo final da vida de estrelas massivas na vizinhança do Sol. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Astronomia. É investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Pedro Fevereiro é Biólogo e dedica-se a usar e desenvolver ferramentas moleculares e celulares para a selecção de plantas em programas de melhoramento, na aplicação de biotecnologia para a investigação e indústria e na divulgação e promoção da cultura científica nessa área. É Presidente do Centro de Informação em Biotecnologia, foi Bastonário da Ordem dos Biólogos e membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Viva. É Investigador e líder do laboratório de Biotecnologia de Células Vegetais no ITQB NOVA e Professor Auxiliar com Agregação (ITQB NOVA) na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Duração:

2 horas

Preço:

Bilhetes: € 2,5. Ciclo completo – 4 sessões: € 8

Inscrição

Bilhetes à venda no website do CCB.

Localização

Centro Cultural de Belém
Praça do Império
Lisboa

 

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673: Ignite IAstro – Tomar

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Programa

Vai chover em Vénus amanhã?
Gabriella Gilli

Já sabemos muito sobre a atmosfera da Terra. Sabemos o suficiente para estudarmos a atmosfera de outros planetas, como Vénus e Marte, e pensarmos como deverá ser a sua estrutura. Como é que o conseguimos? E o que é que este conhecimento nos ensina acerca do nosso planeta, e sobre as características de outros planetas semelhantes à Terra?

1001 receitas: exoplanetas
João Faria

As melhores maneiras para encontrar planetas fora do sistema solar, com dicas e instruções detalhadas. Encontre o seu próprio planeta em menos de 5 minutos!

Atmosfera: uma cortina sobre as estrelas
Solène Ulmer-Moll

A atmosfera é essencial à vida, mas torna difícil a observação das estrelas quando utilizamos telescópios muito potentes. A humidade, os ventos, mas também as actividades humanas como a agricultura e a pecuária, alteram continuamente a atmosfera.

Para que os astrónomos possam obter imagens nítidas e corretas dos objectos observados no céu, têm de utilizar diferentes métodos de correcção e adaptação.

A sinfonia das estrelas
Tiago Campante

Muitas das estrelas que vemos no céu nocturno fazem parte de uma autêntica sinfonia estelar, como que de instrumentos musicais se tratassem. Vamos saber como os astrónomos “ouvem” o som das estrelas, usando depois essa informação para medirem com elevada precisão as suas propriedades.

Um Universo cheio de pó
Ciro Pappalardo

Irei mostrar por que o pó, apesar de enlouquecer pessoas em dias de limpeza, é um elemento fundamental para compreender a evolução das galáxias.
O pó dar-nos-á novas dicas para construir um modelo evolutivo das galáxias, mas infelizmente este modelo não servirá para substituir o aspirador, as minhas desculpas.

1, 2, 3, ao infinito e mais além
José Pedro Mimoso

Uma veloz viagem aos confins… e ao início do Universo. Regresso garantido ao fim de cinco minutos.

No início fez-se luz
C. Sofia Carvalho

A luz cósmica transporta informação do Universo primordial e da sua história. É por isso uma sonda poderosa da física do Universo.

Fendas no Universo: as cordas cósmicas
José Correia

No início o Universo era muito quente. Depois terá arrefecido rapidamente. Tal como quando a água congela, existiram regiões independentes que ficaram separadas por fendas filamentares. Vamos saber um pouco sobre a evolução destes ‘defeitos’ e como os poderemos vir a observar.

O Universo dos telescópios
Alexandre Cabral

O Telescópio é um dos instrumentos mais fascinantes criados pelo ser humano. Com ele foi possível alargar os nossos horizontes a limites inimagináveis.
Nesta palestra vamos falar de uma forma muito simples do funcionamento de um telescópio e mostrar imagens dos mais actuais telescópios existente no mundo, utilizados por muitos dos cientistas do IA.


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada.
Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h30

Entrada livre

Localização

Auditório da Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca
Alameda dos Templários
Tomar


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662: Noites no Observatório – Universo Misterioso

A sessão terá início com a palestra às 21:30. Após a palestra haverá um pequeno espectáculo de música e efeitos na cúpula do Planetário. As observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.


Universo Misterioso

por Tiago Barreiro, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

A Teoria da Relatividade Geral de Einstein faz agora cem anos de idade. Foi com ela que começámos a conseguir ler a história do nosso Universo. Nos últimos vinte anos entrámos numa nova era de cosmologia de precisão, nunca se soube tanto sobre o nosso Universo.

Apesar destes progressos, nunca estivemos tão conscientes de saber tão pouco, porque descobrimos que a matéria comum constitui apenas 5% da energia do Universo. Os restantes 95% formam um lado escuro do Universo, constituído de mistério puro. Vamos explorar este lado escuro do Universo e tentar fazer luz sobre o desconhecido.

Nota Biográfica

Tiago BarreiroTiago Barreiro é licenciado em Eng. Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico e doutorado em Física pela Universidade de Sussex, tendo tido como supervisor Ed Copeland. A sua área de interesse é a cosmologia teórica, tendo trabalhado sobretudo em inflação primordial e em modelos de quintessência. Actualmente o Tiago é investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e professor na Universidade Lusófona.

As Noites no Observatório são organizadas pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, em parceria com o Planetário Calouste Gulbenkian – Centro Ciência Viva.

Duração:

3 horas

Entrada livre

Inscrição

Apesar de ter acesso gratuito, a actividade requer uma inscrição obrigatória que pode ser realizada aqui.

Atenção: De forma a garantir que o maior número possível de pessoas possa assistir às nossas actividades, e tendo em conta as desistências sem aviso prévio, serão solicitados por e-mail até dois pedidos de confirmação de presença no evento, por cada inscrição efectuada. A ausência de resposta até 48 horas após a recepção do pedido de confirmação de presença será tomada como uma desistência e a inscrição será cancelada. Por este motivo, esteja atento à sua caixa de correio electrónico de modo a poder confirmar a sua participação nas actividades, quando lhe for solicitado.

Atenção: Deverá levantar uma senha de inscrição na porta do Planetário Calouste Gulbenkian – Centro Ciência Viva entre as 21:00 e as 21:25 no dia do evento. Após as 21:25, as senhas não levantadas serão atribuídas a pessoas inscritas em lista de espera e, por ordem de chegada, a pessoas sem inscrição.

Importante: 

A existência de observações astronómicas está sujeita às condições meteorológicas. Como têm lugar no exterior, aconselha-se o uso de roupa confortável e quente.

A realização da palestra é independente das observações e as portas abrem meia hora antes do evento.

Receba os anúncios antecipadamente:

O tema da palestra e o programa são divulgados na segunda-feira da semana anterior ao evento. A divulgação é realizada através da página internet do IA, assim como da newsletter do IA. Pode ainda receber os anúncios através da página de facebook do IA assim como do grupo facebook das Noites no Observatório.

Localização

Planetário Calouste Gulbenkian – Centro Ciência Viva
Museu de Marinha
Praça do Império
Lisboa

Como chegar

De carro
GPS – 38.698140, -9.208919

De autocarro
714, 727, 28, 729, 751 e 201

De eléctrico
15

De barco
Estação fluvial de Belém ( Transtejo)

 

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659: Ignite IAstro – Tomar

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Programa a anunciar em breve


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada.
Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h30

Entrada livre

 

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657: Há Estrelas na Fábrica

Zita Martins é a convidada para o primeiro Café de Ciência da Fábrica (C.C.V. de Aveiro).

A vida na Terra está intimamente ligada ao Universo. Se queremos procurar as nossas origens, podemos começar com escavações no subsolo africano; mas para procurar e compreender a origem da vida na Terra é lá fora, entre as estrelas, que temos de começar a busca.

Sexta-feira, dia 19 às 21h30.

 

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656: Cancelado: Evento Ciclo Marte 2030 – Vida em Marte

O evento Ciclo Marte 2030 | Sessão 1: Vida em Marte foi cancelado devido às condições meteorológicas previstas para a região de Lisboa.

Será agendada uma nova data em breve.

ia – instituto de astrofísica e ciências do espaço
13 Outubro, 2018

 

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643: Ignite IAstro – Guimarães

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Vamos viajar do Sistema Solar às estrelas e às galáxias, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

Programa

Vénus: O Gémeo Falso
Ruben Gonçalves

Vénus é o planeta mais próximo da Terra e tem muitas semelhanças com o nosso planeta. Na mitologia romana, Vénus é a deusa que representa o amor, a beleza, a fertilidade e a prosperidade.

Mas será que este planeta é um destino apelativo para as férias de 2118?

Medindo Exoplanetas
Sérgio Sousa

Hoje em dia já se descobriram mais de 2000 planetas extra-solares que orbitam outras estrelas na nossa galáxia.
Vamos explicar como muitos destes planetas foram descobertos, e falar de técnicas, ferramentas e missões que nos permitem medir e caracterizar estes novos mundos longínquos.

Estranhos sistemas planetários
Pedro Viana

Inúmeros sistemas planetários têm sido descobertos, mas poucos se assemelham ao Sistema Solar. Em boa parte, isso deve-se à dificuldade em detectar na vizinhança de outras estrelas planetas tão pequenos como os que habitam o interior do Sistema Solar.

No entanto, já temos informação suficiente para poder afirmar que, em certos aspectos, o Sol se fez rodear por uma família de planetas muito estranha.

Estrelas na idade do armário
Raquel Albuquerque

À semelhança dos seres vivos, as estrelas nascem, crescem e morrem. Uma das fases mais activas da vida estelar ocorre na sua ‘puberdade’, quando as estrelas encontram o equilíbrio entre ganhos e perdas de matéria. Nesta breve apresentação, irei explorar as características mais rebeldes das estrelas jovens.

A sinfonia das estrelas
Tiago Campante

Muitas das estrelas que vemos no céu nocturno fazem parte de uma autêntica sinfonia estelar, como que de instrumentos musicais se tratassem. Vamos saber como os astrónomos “ouvem” o som das estrelas, usando depois essa informação para medirem com elevada precisão as suas propriedades.

Novas estrelas em galáxias antigas
Jean Michel Gomes

Há galáxias muito antigas, mas onde estão ainda a nascer estrelas. Isto é uma surpresa.
Uma surpresa ainda maior é o facto de esta formação estelar recente se dar numa estrutura espiral, que não é típica desta família de galáxias.

Dentro de um enxame… de galáxias!
Catarina Lobo

A maioria das galáxias não se encontra isolada no Universo: tal como a nossa Via Láctea, muitas pertencem a grupos ou a enxames de galáxias.

No interior destas enormes estruturas, as galáxias sofrem vários processos que as transformam ao longo do tempo cósmico e alteram a sua forma e a sua capacidade para formar novas estrelas. Nesta breve apresentação, vamos acelerar o tempo e ver a evolução das galáxias de enxame.

Somar a luz, ou telescópios em equipa
Tiago Magalhães

Ver melhor e mais longe implica aumentar a quantidade de luz que os telescópios captam. Uma alternativa a construir telescópios maiores, que são grandes desafios de engenharia, é somar a luz de vários telescópios mais pequenos.

Vamos falar sobre a interferometria da luz e como ela permite ‘construir’ telescópios virtuais.

O lado escuro da força
Tiago Barreiro

Mais de metade de todo o Universo conhecido pertence ao “lado escuro”. Ele não é observado directamente e o que o compõe continua a ser para nós um mistério.
Vamos dar um pouco de luz ao lado mais escondido do Universo.


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada. Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Conheça o calendário da digressão na página do projecto.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h 30m

Entrada livre

 

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642: Marte 2030: Sessão 1 – Vida em Marte

“Vida em Marte” será a primeira sessão do ciclo MARTE 2030. Nesta primeira conversa, a 13 de Outubro, moderada por David Marçal, do iNOVA Media Lab, os investigadores Adriano Henriques (ITQB-NOVA) e Zita Martins (IST) vão convidar o público para uma viagem à procura de vida em Marte, explorando o passado do planeta e os últimos avanços científicos nesta área.

Depois da Terra, o planeta vermelho será o corpo do Sistema Solar onde é mais provável ter já existido vida. Que dados nos permitem acreditar nisso? E que relação existe entre a procura de Vida em Marte e o envio de seres humanos em 2030?

Participe numa conversa com os investigadores Adriano Henriques e Zita Martins, respectivamente do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA) e Instituto Superior Técnico (IST). Moderação a cargo de David Marçal (iNOVA Media Lab).

O ciclo Marte 2030 é uma co-produção do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA), e do Centro Cultural de Belém (CCB).

Bilhetes à venda no website do Centro Cultural de Belém.


Adriano Henriques é Microbiólogo, estuda bactérias em especial os mecanismos biológicos e moleculares que levam a que alguns desses organismos façam esporos e consigam assim resistir a condições extremas de temperatura, oxigénio e pressão. É Professor Associado no Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa, onde lidera o Laboratório de Desenvolvimento Microbiano.

Zita Martins é Astrobióloga, ou seja, estuda as condições para o aparecimento de vida e a sua existência fora da Terra. Trabalhou durante cerca de dois anos para a missão a Marte ExoMars, e é co-investigadora de duas missões espaciais que serão instaladas na Estação Espacial Internacional (ISS). É Professora Associada no Departamento de Engenharia Química do Instituto Superior Técnico.

Duração:

2 horas

Preço:

Bilhetes: € 2,5. Ciclo completo-4 sessões: €8

Inscrição

Bilhetes à venda no website do CCB

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641: Mais Perto das Estrelas

Mais perto das Estrelas é um ciclo de observação astronómica mensal, nas noites da 2ª quinta-feira de cada mês, que se realiza ininterruptamente desde o ano 2000 no Planetário do Porto – Centro Ciência Viva.

Às 21h00, o público é convidado a assistir a uma breve demonstração no interior da cúpula do planetário, onde em cerca de 10 minutos se apresentará o céu que se poderá observar nessa noite.

No final da demonstração, sempre que as condições meteorológicas o permitam, o público desloca-se para o exterior do edifício, onde terá lugar observação astronómica com telescópio.

Duração:

2 horas

Entrada livre

Localização

Planetário do Porto – Centro Ciência Viva
Rua das estrelas S/N
Porto

Como chegar

De carro
GPS: 41.150716, -8.638462

De autocarro (Paragem “Planetário”)
200, 204, 207, 209, 1M

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573: Ignite IAstro – Oliveira do Hospital

Os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) estão a percorrer Portugal e a levar o Universo a vilas e cidades longe dos grandes centros urbanos.

O formato dos eventos Ignite IAstro permite expor, de modo divertido e acessível, cerca de uma dezena de temas da investigação em ciências do espaço feita em Portugal.

Vamos viajar das estrelas às galáxias e aos confins do Universo, e falar dos instrumentos que nos permitem chegar tão longe.

Programa

Espreitar para dentro do berço das estrelas
Pedro Palmeirim

As estrelas nascem em nuvens extremamente compactas e frias compostas por gás e por poeira, que obscurece toda a luz visível. Contudo, comprimentos de onda como o infravermelho revelam-nos o brilho destas nuvens, invisível a olho nu.

Em poucos minutos, vamos observar a nossa Galáxia através dos olhos dos astrónomos, e aprender como a matéria fria destas nuvens se transforma no céu estrelado que todos conhecemos.

[Título a anunciar em breve]
João Camacho

Galaxódromo
José Afonso

Galaxódromo é um autódromo de galáxias. Vou mostrar um pouco sobre o que é que nós sabemos sobre as galáxias, como é que pensamos que elas se terão formado e evoluído ao longo dos 14 mil milhões de anos que tem o Universo, e com que instrumentos as conseguimos estudar.

Astrobytaites
Ana Afonso

Sabia que, para compreender como as galáxias evoluíram ao longo da história do Universo, precisaríamos de uma pessoa a analisar uma galáxia diferente a cada segundo e durante pelo menos 32 anos? Não parece uma tarefa fácil, mas você pode ajudar!

Vou contar-lhe como pode usar o seu computador, tablet ou smartphone para explorar o Universo.

O ciclo da vida, da célula à galáxia
Leandro Cardoso

Uma das preocupações da ciência consiste em reconhecer padrões entre fenómenos. É por isso de particular interesse quando um destes padrões se repete no Universo a escalas físicas diferentes, revelando, por exemplo, o que há de comum entre uma célula e uma galáxia.

No início fez-se luz
C. Sofia Carvalho

Vamos fazer uma biografia da Luz em 5 minutos.

Turbilhões no espaço-tempo
Francisco Cabral

A teoria da Relatividade Geral de Einstein prevê que as estrelas e os planetas em rotação “torçam” o espaço-tempo à sua volta segundo um fenómeno chamado gravito-magnetismo.

Vamos explorar a missão Gravity Probe B que conseguiu medir o campo gravito-magnético da Terra e revelou o dinamismo do tecido do espaço-tempo tal como previam as equações de Einstein.

[Título a anunciar em breve]
David Alves

O Espaço: a última fronteira
Mário Monteiro

O acesso ao Espaço abriu novas oportunidades aos Astrónomos, permitindo observar e estudar o Universo de formas que nos são inacessíveis a partir do solo. Portugal, através da Agência Espacial Europeia (ESA) também participa nesta aventura.

Iremos viajar pelos grandes projectos científicos da ESA, incluindo aqueles em que Portugal está envolvido, e que estão a abrir novas fronteiras do conhecimento em Astronomia e Astrofísica. O céu já não é o limite!


Em cada evento Ignite IAstro, entre oito e dez investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço apresentam a sua investigação em apenas cinco minutos cada. Seguindo o conceito dos eventos Ignite, cada investigador terá de falar a compasso de uma sequência de 20 slides que avança automaticamente a cada 15 segundos.

Conheça o calendário da digressão na página do projecto.

Pode acompanhar a digressão através da newsletter IAstro, e também no Facebook e no Twitter.

Duração:

1h 30m

Entrada livre

Localização

Casa da Cultura César de Oliveira
Rua do Colégio,
Oliveira do Hospital


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