413: Sessão lunar 26.Abr.2018

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Actualização a 27042018@03:00 a.m.: captação lunar com a Nikon Coolpix L120:

26042018@21:00: céu ainda com claridade diurna, a próxima exposição será por volta das 03:30 a.m. mas não sei se vou ter disposição para tal dado que, como disse ontem, a luminosidade da Lua está a aumentar (85%), dissipando o relevo das crateras lunares e esta fase não é a melhor para fotografar. Ficam aqui uns tiros que efectuei pelas 21:00 horas:

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1,25″ Dielectric star Diagonal

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Através do Grupo Compra/venda-Astronomia Ibérica do Facebook, consegui uma diagonal dieléctrica 1,25″ Canadian.- telescopes.com, como nova. Se o tempo permitir, logo de madrugada vou testá-la com os SkyWatcher ∅80/400mm e ∅127/1500mm.

No Piggyback do SW 80/400mm, instalei uma rótula de bola Genesis ABH-36, modelo Arca-Swiss, com sistema duplo de nível de borbulha, que já tinha, para dar mais rapidez, segurança e fiabilidade ao conjunto Canon 760D + tele-objectivas. Esta rótula pesa 365 gramas.

Actualmente e depois de ter desistido (temporariamente) do refractor Bresser-Messier AR 102/1000mm, o actual setup para fotografia lunar via telescópios, será este:

Mas também vou fazer prevalecer a fotografia lunar via super tele-objectivas Samyang, como já fazia antes de ter os telescópios. O setup do Mak 127/1500mm, do refractor 80/400mm e da DSLR poderá parecer exagerado para quem não está habituado a este tipo de configurações, mas podem crer que, este tipo de setup, é o chamado 3 em 1, ou seja, com uma montagem equatorial, tenho 3 fontes de captura perfeitamente alinhadas, sem ter de andar à procura da Lua com cada uma delas.

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411: Sessão lunar 26.Abr.2018

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26042018@03:00 a.m.: céu com alguma nebulosidade, Lua a 85% o que vai dissipando o relevo das crateras pela forte iluminação vinda do Sol. Daqui para a frente nem vale a pena continuar a fotografar dado que é um disco branco sem relevo considerável.

Aliás, estou a considerar abandonar completamente a fotografia lunar via telescópios dado que as minhas várias tele-objectivas fotográficas de 500 a 2600mm, dão conta do trabalho, muito menos pesadas e com maior facilidade de manobra e transporte.

Encontra-se em vista uma Nikon Coolpix B700 ou uma Nikon Coolpix P900 que possuem fantásticos zoom’s digitais para este tipo de trabalho de astrofotografia lunar.

A sessão de hoje não me satisfez completamente, foi medíocre, dado não só pelas condições atmosféricas como pela própria fase da Lua. Não compensou o ter acordado às 03:00 a.m. e ter perdido uma hora na sessão. Ficam as imagens:

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Super tele-objectiva Samyang catadióptrica ∅95mm DF 500~1000mm f/6.3
  • Super tele-objectiva Samyang ∅95mm DF 650~2600mm f/8.0-16.0
  • Telescópio SkyWatcher reflector Maksutov ∅127/1500mm
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º 2″
  • Ocular de projecção GSO CPL Super Plossl ∅42mm 2″
  • Ocular Vixen ∅25mm 1.25″
  • Anel T2 de baixo perfil e anel T2 standard

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410: Sessão lunar 24.Abr.2018

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24042018@23:55: céu com alguma nebulosidade, prejudicando uma imagem nítida e precisa. Foram utilizados o refractor SkyWatcher ∅80/400mm, o reflector SkyWatcher Maksutov ∅127/1500mm e a câmara Nikon Coolpix L120. Penso que abandonei de vez o reflector Bresser-Messier ∅102/1000mm a não ser quando chegar o Verão e possa testar no meu backyard, mas já com um novo tripé SW EQ-5 ou Omegon EQ-500.

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio SkyWatcher reflector Maksutov ∅127/1500mm
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º 2″
  • Ocular de projecção GSO CPL Super Plossl ∅42mm 2″
  • Ocular Super Ortho ∅26mm 1.25″
  • Ocular Vixen ∅25mm 1.25″
  • Anel T2 de baixo perfil e anel T2 standard

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Anel T2 de baixo perfil e anel T2 standard

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Nikon Coolpix L120
  • Piggyback do SW Mak ∅127/1500
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level

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409: Sessão lunar 23.Abr.2018

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23042018@19:45: céu limpo, ainda de com luz dia, testei os dois refractores com o anel T2 de baixo perfil na câmara Canon EOS 760D. O resultado foi satisfatório mas não admite Barlow dado que não consigo foco, por isso, com ambos os refractores sem diagonal, directo ao tubo óptico, saíram estas imagens:

23042018@23:20: depois de a Lua passar por cima do prédio e aparecer do outro lado, termino a sessão com o SkyWatcher Mak ∅127/1500mm. As imagens desta sessão:

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407: Sessão lunar 22.Abr.2018

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22042018@22:36: céu com alguma nebulosidade que nem convidava a perder tempo na montagem dos equipamentos. Mas deu uma aberta e apenas utilizei os refractores SkyWatcher 80/400mm e Bresser-Messier 102/1000mm que, mais uma vez não corresponderam ao que pretendia deles. Nem consegui foco com a Barlow Televue Powermate 2,5x. Veremos quando amanhã chegar o anel T2 de baixo perfil se vou conseguir melhorar o foco, mas tenho as minhas dúvidas. Mas ainda consegui estes tiros:

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Telescópio Bresser-Messier AR refractor ∅102/1000mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • 2 tubos extensores Bresser-Messier
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″

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404: Sessão lunar 19.Abr.2018

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19042018@19:50: Céu com alguma nebulosidade a preparar-se para um fim-de-semana de chuva, seguindo os meteorologistas de serviço. Hoje, consegui testar os três tubos ópticos e o resultado foi este:

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio SkyWatcher refractor ∅80/400mm
  • Telescópio Bresser-Messier AR refractor ∅102/1000mm
  • Telescópio SkyWatcher Maksutov ∅127/1500mm
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2 com 2 contrapesos Baader 2kg na dovetail
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • 2 tubos extensores Bresser-Messier
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada
  • Ocular Kson 4mm Super Ortho ∅1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL 42mm ∅2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″

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391: Mini-sessão lunar 05.Abr.2018

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05042018@03:00am: Céu com alguma nebulosidade, posicionamento lunar difícil para uma sessão com telescópios, optei por captar imagem apenas com a Nikon Coolpix L120:

 

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389: O céu nocturno de Abril em 2018

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Todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Abril de 2018

Mercúrio será visível ao amanhecer a partir do dia 8 na constelação de Peixes, e depois passa para a constelação da Baleia. Encontra-se na direcção Sudoeste.  A sua magnitude no inicio do mês varia de 3,1 a 0,3. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao anoitecer na constelação de Carneiro, movendo-se depois para as constelações de Touro. Encontra-se na direcção Sudoeste. No dia 17, Vénus estará a 5°N da Lua pelas 20 horas. A sua magnitude no inicio do mês é de -3,7. 

Marte será visível de madrugada na constelação de Sagitário, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,3 a -0,4.

Júpiter será visível durante toda a noite na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -2,4 a -2,5.

Saturno será visível de madrugada na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudeste. No dia 18, Saturno estará estacionário pelas 03 horas. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,5 a 0,3.

Fig. 1 – Céu visível às 20h30 do dia 1 de Abril em Lisboa mostrando o planeta Vénus.

Fig. 2 – Céu visível às 06h30 do dia 15 de Abril em Lisboa mostrando os planetas Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de Abril

Úrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Líridas

A partir de meados de Abril tem inicio as Líridas, umas das chuvas de meteoros de menor intensidade. Têm uma duração de visibilidade entre 14 a 30 de Abril, com a actividade máxima de apenas 18 meteoros (pode variar até 90 meteoros) na THZ (Taxa Horária Zenital). O pico desta chuva de meteoros ocorre às 19:00 horas do dia 22 de Abril o que impede de se observar o máximo da actividade. Como esta constelação só começa a nascer depois da meia-noite, a nordeste, as observações deverão iniciar-se na 2ª metade da noite. As Líridas são conhecidas desde os tempos antigos pois aparecem nos registos chineses de 687 a.C. onde os cronistas relataram que “as estrelas caem como chuva”.

As Líridas estão associadas aos restos de poeira deixados pela passagem do cometa Tatcher. Quando estas partículas entram na nossa atmosfera provocam um fenómeno de “chuva de meteoros” ou “estrelas cadentes”. O nome desta chuva de meteoros resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação da Lira.

Fig. 3 – A deslocação da posição do radiante das Líridas entre 15 a 25 de Abril. Créditos de imagem: IMO

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Líridas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Abril

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_lua

Fig. 3 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Abril

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
31 Mar 2018

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Maratona de Messier OLA – 1ª edição

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14 de Abril de 2018

1 noite – 110 objectos de céu profundo

Nesta noite, o OLA realiza a primeira maratona de Messier.

Este é um desafio ambicioso. Observar 110 objectos do catálogo de Messier numa única noite!

Para tal, teremos vários telescópios disponíveis para quem quiser juntar-se a este desafio. Os objectos serão explicados durante as observações.

Convidamos também os astrónomos amadores, que poderão trazer os próprios equipamentos e utilizarem as nossas plataformas de observação. Esses terão entrada livre.

Para qualquer questão, estamos ao vosso dispor, através dos nossos contactos.
Programa

14 de Abril, sábado,

20h30 – Inicio da Maratona

15 de Abril, domingo

06h00 – Final da Maratona

Inscrição

Inscrições até 12 de Abril de 2018.

Para fazer inscrição, por favor, envie um email para: geral@olagoalqueva.pt, com o assunto “Maratona de Messier”.

Caso seja astrónomo amador e pretenda utilizar as nossas plataformas, deve mencionar essa pretensão no email de inscrição.

Preçário:

12€ – Participação na Maratona de Messier sem telescópio próprio.

0€ – Participação na Maratona de Messier com utilização das plataformas para telescópio próprio.

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