Missão: Lua – 30.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 71.24% visível e está a decrescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 371.253.27 km
Idade da Lua: 20.09 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 71.24%

 

30092018@02:37 a.m.

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635: O céu nocturno de Outubro em 2018

Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Outubro de 2018

Mercúrio será visível ao anoitecer a partir do dia 7 na constelação de Virgem, e depois move-se para a constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste.  A sua magnitude no inicio do mês varia de -0,5 a 0,1. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao anoitecer até dia 8 na constelação de Virgem. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -3,8 a -3,7.

Marte será visível durante a noite na constelação de Capricórnio, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sudeste. A sua magnitude ao longo do mês é de 1,8.

Júpiter será visível ao anoitecer na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de -2,1 a -1,9.

Saturno será visível ao anoitecer na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,5 a 0,6.

Fig. 1 – Céu visível às 20h do dia 1 de Outubro em Lisboa mostrando os planetas Marte, Júpiter e Saturno.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de OutubroÚrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano.

Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Dracónidas e  das Oriónidas em Outubro

Nesta altura do ano, temos as duas chuvas de meteoros das Dracónidas e das Oriónidas. O instante da actividade máxima das Dracónidas é no dia 9 à 1h10min, perto da Lua Nova (a 9 de Outubro) e um período de actividade muito curto (Período de Visibilidade de 06/10 a 10/10). As Dracónidas (também chamado Giacobínidas) é uma chuva de meteoros que está associada ao cometa Giacobini-Zinner.

Fig. 2 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Dracónidas em Outubro, que encontra-se na constelação do Dragão.

As Oriónidas terão no dia 21 a data de actividade máxima perto da Lua Cheia (a 24 de Outubro) e um período de actividade mais alargado (Período de Visibilidade de 02/10 a 07/11). Esta chuva de meteoros resulta dos detritos deixados pelo cometa Halley, que passou a última vez pela Terra em 1986.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Oriónidas em Outubro, que encontra-se na constelação de Orionte.

Como tanto as Dracónidas como as Oriónidas são chuvas de fraca intensidade, para as observar aconselhamos evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido.

O nome “Dracónidas” resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Dragão, assim o radiante da chuva das Dracónidas encontra-se na constelação do Dragão.
O mesmo acontece com o nome da chuva das Oriónidas pois o seu radiante está na constelação de Orionte.

Informação sobre as Dracónidas e as Oriónidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Outubro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fases_da_lua

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Outubro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 5 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL-Observatório Astronómico de Lisboa
28 Set 2018

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Missão: Lua – 29.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 80.59% visível e está a decrescer. Faltam 3 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 375.381.14 km
Idade da Lua: 19.05 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 80.59%

 

29092018@01:38am

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Missão: Lua – 28.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 88.36% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 379.946.76 km
Idade da Lua: 18.04 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 88.36%

 

28092018@01:01am

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632: Notícias do ESO

A Irlanda junta-se ao Observatório Europeu do Sul

Irlanda assina acordo tornando-se assim o 16º Estado Membro do ESO

No dia 26 de Setembro, John Halligan, ministro irlandês de Formação, Competências, Inovação, Investigação e Desenvolvimento, e Xavier Barcons, Director Geral do ESO, assinaram o Tratado de Adesão que permite que a Irlanda se junte ao Observatório Europeu do Sul (ESO) — o observatório astronómico mais produtivo do mundo. O ESO aguarda com expectativa acolher a Irlanda nesta organização e trabalhar com os astrónomos e indústria da nação para fazer avançar a fronteira do conhecimento na astronomia.

Os astrónomos irlandeses preparam-se para ter acesso aos telescópios astronómicos terrestres mais avançados do mundo, no seguimento da assinatura do Tratado de Adesão da Irlanda ao ESO em Dublin hoje, dia 26 de Setembro de 2018. A assinatura do Tratado vem no seguimento da aprovação por unanimidade da adesão da Irlanda ao ESO por parte do Conselho desta organização, na sua reunião do passado dia 6 de Junho de 2018.

O processo formal de ratificação da adesão irlandesa ao ESO está praticamente completo, tendo tido já a aprovação da Assembleia National e do Senado irlandeses (Dáil Éireann e Seanad Éireann). Este processo estará completo quando o instrumento da ratificação — um documento oficial — for entregue ao ministro dos Negócios Estrangeiros francês, o que se espera que aconteça nos próximos dias. O dia da entrega do documento marcará a data oficial da adesão da Irlanda ao ESO.

Temos o maior prazer em acolher a Irlanda como o nosso membro mais recente” declarou o Director Geral do ESO, Xavier Barcons. ”A comunidade astronómica irlandesa, bastante próspera e bem consolidada, representa uma mais valia a acrescentar à enorme variedade de competências dos Estados Membro do ESO, fortalecendo a posição do ESO na vanguarda da astronomia global. Os astrónomos irlandeses terão acesso ao complemento dos telescópios astronómicos terrestres mais avançados do mundo e terão ainda a oportunidade de participar na construção da próxima geração de instrumentos do ESO, em parceria com os restantes Estados Membros do ESO. Aguardamos igualmente com expectativa trabalhar com parceiros da indústria irlandesa na construção e operação dos telescópios de vanguarda do ESO.

A adesão solidifica a posição da comunidade astronómica de investigadores da Irlanda como uma mais valia para a astronomia mundial. Com esta adesão, a Irlanda passa a ter acesso aos telescópios e instrumentos de vanguarda do ESO, incluindo o Very Large Telescope (VLT), instalado no Paranal, e o Atacama Large Millimeter/submillimiter Array (ALMA), colocado no Chajnantor, tendo ainda a oportunidade de contribuir para a construção do Extremely Large Telescope (ELT) nos próximos anos.

Ao juntar-se ao ESO, a Irlanda aumenta a sua já rica história astronómica, a qual se estende ao longo de vários séculos. Durante várias décadas do séculos XIX, a Irlanda acolheu o maior telescópio do mundo — o Leviatã de Parsonstown — um telescópio reflector de 1,8 metros instalado em Bir Castle (local que acolhe actualmente o l-LOFAR, um rádio telescópio de baixa frequência alargado à Europa). A vibrante comunidade irlandesa de investigadores e o sector industrial de alta tecnologia apoiaram a adesão ao ESO durante muitos anos, tendo agora acesso a uma variedade de instrumentação e oportunidades industriais como resultado desta adesão.

Durante o discurso da cerimónia de assinatura, o ministro Halligan enfatizou este importante passo no processo de adesão da Irlanda ao ESO: “Estou muito contente por ter assinado o Tratado de Adesão com o Observatório Europeu do Sul. Este ato representa o culminar de um trabalho significativo levado a cabo pelo nosso governo e pelo ESO, assim como pela comunidade astrofísica irlandesa. Como membro da organização astronómica líder mundial, a Irlanda tem a oportunidade de aceder a excelente investigação, inovação, colaborações e contratos industriais. Este investimento significativo na nossa comunidade científica demonstra bem o empenhamento continuado do governo irlandês na investigação e desenvolvimento dos nossos sectores tanto académico como industrial.”

Informações adicionais

O ESO é a mais importante organização europeia intergovernamental para a investigação em astronomia e é de longe o observatório astronómico mais produtivo do mundo. O ESO tem 16 Estados Membros: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça, para além do país de acolhimento, o Chile, e a Austrália, um parceiro estratégico. O ESO destaca-se por levar a cabo um programa de trabalhos ambicioso, focado na concepção, construção e operação de observatórios astronómicos terrestres de ponta, que possibilitam aos astrónomos importantes descobertas científicas. O ESO também tem um papel importante na promoção e organização de cooperação na investigação astronómica. O ESO mantém em funcionamento três observatórios de ponta no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor. No Paranal, o ESO opera  o Very Large Telescope e o Interferómetro do Very Large Telescope, o observatório astronómico óptico mais avançado do mundo, para além de dois telescópios de rastreio: o VISTA, que trabalha no infravermelho, e o VLT Survey Telescope, concebido exclusivamente para mapear os céus no visível. O ESO é também um parceiro principal em duas infraestruturas situadas no Chajnantor, o APEX e o ALMA, o maior projecto astronómico que existe actualmente. E no Cerro Armazones, próximo do Paranal, o ESO está a construir o Extremely Large Telescope (ELT) de 39 metros, que será “o maior olho do mundo virado para o céu”.

Contactos

Margarida Serote
Representante da Rede de Divulgação Científica do ESO em Portugal
Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, Portugal
Telm.: 964951692
Email: eson-portugal@eso.org

Calum Turner
ESO Public Information Officer
Garching bei München, Germany
Tel.: +49 89 3200 6655
Telm.: +49 151 1537 3591
Email: pio@eso.org

Connect with ESO on social media

Este texto é a tradução da Nota de Imprensa do ESO eso1831, cortesia do ESON, uma rede de pessoas nos Países Membros do ESO, que servem como pontos de contacto local com os meios de comunicação social, em ligação com os desenvolvimentos do ESO. A representante do nodo português é Margarida Serote.

ESO
26 de Setembro de 2018

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Missão: Lua – 27.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 98.13% visível e está a decrescer. Faltam 6 dias para a fase Quarto Minguante.

Distância da Lua à Terra: 389.386.86 km
Idade da Lua: 16.05 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Quarto Minguante
Visibilidade da Lua: 98.13%

 

27092018@00:02am

27092018@06:12am

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Missão: Lua – 25.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 99.88% visível e está a decrescer. Faltam 0 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 393.780.71 km
Idade da Lua: 15.09 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 99.88%

.

25092018@23:15

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629: Missão: Lua 24.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 99.56% visível e está a crescer. Faltam 1 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 397677.22 km
Idade da Lua: 14.14 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 99.56%

 

24092018@22:38:

Esta fase lunar é a menos propícia a fotografia dado que não existe relevo em virtude do Sol incidir directamente em toda a superfície, por isso, dediquei-me apenas a utilizar a Nikon B500 e os seus cinco filtros internos. Temos Lua colorida naturalmente.

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Missão: Lua – 23.Set.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 97.29% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 400909.13 km
Idade da Lua: 13.21 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 97.29%

 

23092018@17:30:

Montagem do SW Mak 127/1500mm para a sessão de logo à noite. Como habitualmente, vai também ser utilizada a Nikon B500 instalada no piggyback holder camera no Mak.

23092018@22:46

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