388: Sessão lunar 31.03.2018

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

31032018@22:30: nova sessão lunar, pese o facto de o céu estar um pouco nublado e quando a Lua se encontrava posicionada no meu observatório do quintal (Backyard). A sessão abaixo, pelas 04:30am, foi efectuada na janela da frente do prédio.

31032018@04:30am: céu com alguma nebulosidade, Lua a 100%,com poucas condições para realçar os relevos das crateras devido à forte luminosidade na sua superfície. Tirei algumas imagens com o Mak 127 e outras com a câmara Nikon Coolpix L120 que insiro de seguida:

Ah! E como hoje é dia de Lua Azul, aqui fica ela:

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=e56ce2ba_1522475413142]

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

Lua Azul e outras coisas…

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

Amanhã, dia 31 de Janeiro às 13:37 horas, é dia de Lua Azul, mas com o estado do tempo que a Irene nos tem brindado, não sei se existirá hipótese de ver a Lua, tenha ela a cor que tiver…

As duas semanas para análise que a Bresser/Alemanha deu para verificação da não focagem do refractor Bresser-Messier AR ∅102mm/1000mm que lhes foi enviado no dia 26 de Fevereiro (há mais de UM MÊS), e apesar de lhes ter enviado um e-mail para fazerem o ponto de situação dessa análise, nem se dignaram responder.

O que demonstra, por parte desta empresa, uma enorme desconsideração para com o cliente, fazendo com que – independentemente do desfecho deste assunto -, NUNCA mais querer qualquer tipo de contacto comercial com a Bresser ou eventual aquisição de qualquer dos seus produtos para astronomia.

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=c6958112_1522434295358]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

386: Acessórios

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

Chegou hoje um suporte da Omegon para smartphone a fim de poder fotografar do telescópio directamente para o smart ou visualizar as imagens neste. O vídeo explica e mostra o acessório que ainda não foi testado, mas como o tempo está, por culpa da tempestade Irene, não sei quando poderei fazê-lo.

E aqui está um pequeno vídeo-teste com duas oculares: Uma SW Super 25mm e outra GSO Super View 15mm que entrou na braçadeira do suporte mas sem parafuso de aperto dado que era “gordinha” demais. Ou seja, este modelo de suporte dá para oculares 1,25″ estreitas e nem pensar nas de 2″ ou mais encorpadas. O teste foi feito com o SW Mak 127/1500 que não é um telescópio terrestre, por isso e mais tarde, será efectuado novo teste no refractor SW 80/400.

Entretanto, lembrei-me de um LCD de 7″ que habitualmente monitoriza os vídeos que produzo para o meu Blogue de Culinária, nomeadamente as reportagens dessas receitas – A Cozinha do Avô Chico -, e quando acontecer a próxima sessão lunar, o LCD será instalado no piggyback do refractor SkyWatcher 80/400mm, como poderão verificar pelas imagens seguintes. A ligação deste monitor LCD de 7″ à câmara Canon EOS 760D, faz-se por cabo de ligação HDMI.

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=4207cb8c_1522332459122]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

385: Sessão lunar 29.Mar.2018

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

29032018: Nem estava projectada esta sessão dado que, quando me deitei já de madrugada, o céu estava coberto de nuvens. Mesmo assim, às 03:00am levantei-me para ver como estava o céu e embora com algumas nuvens, dava para fazer uma sessão. Rapidamente montei o equipamento e pensei que iria fazer apenas meia dúzia de imagens e foi o que aconteceu. Como sou um tipo cheio de “sorte”, deu apenas para fazer as imagens abaixo porque depois, como por magia, a Lua ficou novamente coberta por nuvens densas que já não tinham aspecto de se desvanecerem.

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm com contrapesos Baader de 2 kg
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Ocular Kson 4mm Super Ortho ∅1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL 42mm ∅2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Powermate Televue 2.5x ∅1,25
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

29032018@05:00am: o céu estava limpo (!!!) e como já não estava com “paciência” para montar tudo de novo, limitei-me a fazer este boneco com a Nikon Coolpix L120:

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=96396639_1522316381321]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

Maratona de Messier OLA – 1ª edição

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

14 de Abril de 2018

1 noite – 110 objectos de céu profundo

Nesta noite, o OLA realiza a primeira maratona de Messier.

Este é um desafio ambicioso. Observar 110 objectos do catálogo de Messier numa única noite!

Para tal, teremos vários telescópios disponíveis para quem quiser juntar-se a este desafio. Os objectos serão explicados durante as observações.

Convidamos também os astrónomos amadores, que poderão trazer os próprios equipamentos e utilizarem as nossas plataformas de observação. Esses terão entrada livre.

Para qualquer questão, estamos ao vosso dispor, através dos nossos contactos.
Programa

14 de Abril, sábado,

20h30 – Inicio da Maratona

15 de Abril, domingo

06h00 – Final da Maratona

Inscrição

Inscrições até 12 de Abril de 2018.

Para fazer inscrição, por favor, envie um email para: geral@olagoalqueva.pt, com o assunto “Maratona de Messier”.

Caso seja astrónomo amador e pretenda utilizar as nossas plataformas, deve mencionar essa pretensão no email de inscrição.

Preçário:

12€ – Participação na Maratona de Messier sem telescópio próprio.

0€ – Participação na Maratona de Messier com utilização das plataformas para telescópio próprio.

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=afa33918_1522251887447]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

383: Lua azul de Março de 2018

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

As duas luas cheias de Março

O fenómeno raro da chamada “lua azul”, ocasião em que a fase de Lua Cheia ocorre duas vezes no mesmo mês, voltará a acontecer em finais de Março, três anos após a última ocorrência.

Apesar do nome, o fenómeno da lua azul não tem qualquer relação com mudanças na cor do satélite. O apelido foi dado em função da raridade com que o ciclo lunar, cuja duração é de 29 dias e meio, ocorre por completo dentro de um único mês, possibilitando a aparição de dois períodos de lua cheia.
Neste mês de Março, o primeiro ciclo da lua cheia que ocorreu no dia 02 às 0h51. E o fenómeno da lua azul que ocorrerá no final do mês de Março dia 31 às 13h37.

Consulte aqui nesta tabela a lista das Luas Azuis que irão ocorrer até 2050, “As Luas Azuis até 2050” .

luaazulFig. 1 – Para ilustrar o conceito de lua azul

Conta-se que a origem da designação lua azul remonta ao século XVI, quando algumas pessoas que observavam a lua a olho nu achavam que ela era azul. Anos depois, discussões a respeito deste assunto, mostraram que era um absurdo a lua ser azul, o que gerou um novo conceito para lua azul como significado de “nunca”. Com esse significado de algo muito raro, começou-se a dizer que a segunda lua cheia de um mês era uma “lua azul”.

A aparição da segunda lua cheia no mesmo mês é mesmo algo raro. A última ocorrência foi registada em Julho de 2015. O fenómeno nada mais é do que uma lua cheia no céu.

Apesar de o fenómeno não ter relação com a coloração do satélite, conta-se que há registos na história de que a lua realmente aparentava a cor azul. Foi em 1883, quando houve uma explosão do vulcão Krakatoa, na Indonésia, e os gases em expansão na atmosfera fizeram com que a lua bem próxima do horizonte tivesse a aparência azulada. “Isso foi visto no mundo todo por quase um ano”, disse um astrónomo. As pessoas também viram a lua azul em 1983, após a erupção do vulcão El Chichón no México. E há também relatos de luas azuis causadas pelas erupções dos vulcões do Monte Santa Helena nos Estados Unidos em 1980 e do Monte Pinatubo  nas Filipinas em 1991. Outro episódio ocorreu em 1951, quando um grande incêndio nas florestas do Oeste do Canadá lançou muitas partículas na atmosfera, criando os mesmos efeitos que os vulcões, mas visível apenas na América do Norte.

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
28 Mar 2018

Também tenho uma “Lua azul”…

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=c543897f_1522244472171]

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

382: Sessão lunar 28.Mar.2018

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

28032018@03:15 am, céu limpo, mas com uma Lua bastante iluminada nesta fase, o que torna mais difícil mostrar o relevo das suas crateras porque a luz do Sol começa a incidir mais directamente na sua superfície. Mas ainda consegui estas imagens:

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm com contrapesos Baader de 2 kg
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Ocular Kson 4mm Super Ortho ∅1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL 42mm ∅2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Powermate Televue 2.5x ∅1,25
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=3f4d4343_1522237875631]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

381: EXPLORE O COSMOS COM ESASKY

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

O par de galáxias em interacção M51 (baixo) e NGC 5194 (topo), visto no ESASky, o portal interactivo da ESA para aceder a dados astronómicos recolhidos por missões científicas espaciais. Os rectângulos e quadrados verdes são “pegadas” no céu dos diferentes instrumentos a bordo do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA.
O ESASky é um portal de descoberta que fornece acesso total a todo o céu. A aplicação de ciência aberta contém mais de meio milhão de imagens, 300.000 espectros e mais de mil milhões de fontes de catálogos.
O ESASky possui uma interface fácil de explorar, visualizar e de transferir dados científicos de qualquer posição no céu.
Crédito: ESA

Conheça o ESASky, um portal de descoberta que fornece acesso total a todo o céu. Esta aplicação de ciência aberta permite que usuários de computadores, tablets e dispositivos móveis visualizem objectos cósmicos próximos e distantes ao longo do espectro electromagnético.

Um inovador atlas celestial, a aplicação ESASky, baseada na Internet, oferece aos astrónomos – profissionais e amadores – uma maneira fácil de aceder a dados científicos de alta qualidade. Contém mais de meio milhão de imagens, 300.000 espectros e mais de mil milhões de fontes de catálogos.

Dos raios-gama aos comprimentos de onda de rádio, a aplicação científica permite aos utilizadores explorar o cosmos com dados de uma dúzia de missões espaciais dos arquivos astronómicos das missões da frota espacial da ESA, bem como de algumas missões da NASA e da JAXA. ESASky não requer conhecimento prévio de cada missão em particular.

“Queremos ampliar o acesso a dados astronómicos das sofisticadas naves espaciais e telescópios espaciais da ESA, e oferecer aos usuários os melhores produtos científicos disponíveis de cada missão”, disse Bruno Merín, Director do Centro de Dados Científicos da ESA no Centro Europeu de Astronomia Espacial da ESA (ESAC), perto de Madrid, Espanha.

“Os especialistas optaram por simplificar as suas vidas, e o ESASky está aqui para ajudá-los”.

Todos os céus no seu navegador

ESASky possui uma interface de exploração de todo o céu. Os utilizadores podem facilmente focar qualquer lugar do céu para visualizar a estrela, a galáxia ou outro objeto cósmico do seu interesse e recuperar os dados relevantes capturados naquela área do céu, com apenas alguns cliques. Além disso, podem comparar observações da mesma fonte realizada em diferentes comprimentos de onda com diferentes missões espaciais. Por exemplo, os dados de infravermelho distante do Observatório Espacial Herschel podem ser combinados com observações do observatório de raios-X XMM-Newton.

A ferramenta também pode ser usada para ajudar a preparar futuras observações com o Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, comparando a porção relevante do céu como observada pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA ou por qualquer uma das outras missões incluídas no ESASky.

Existem muitas opções para visualizar e aceder aos dados astronómicos com o ESASky. Pegadas interactivas do campo de visão de cada instrumento no céu, fontes de catálogo, informações adicionais sobre cada observação e trajectórias de objectos do Sistema Solar podem ser combinadas e exibidas.

A plataforma promove colaborações entre cientistas, já que os utilizadores podem inspeccionar uma região do céu, partilhá-la com colegas e descarregar todos os dados sem ter de fazer login ou se registar, simplificando ainda mais o acesso aos arquivos de dados.

O que se pode encontrar?

O ESASky contém dados de mais de um milhão de observações astronómicas recolhidas desde 1978. As fontes cósmicas variam de planetas, satélites e cometas a estrelas, o meio interestelar que permeia a nossa Via Láctea e outras galáxias além da nossa.

A partir de Março de 2018, a plataforma incorpora dados de missões anteriores e actuais da ESA, como EXOSAT, Gaia, Herschel, Hipparcos, Telescópio Espacial Hubble, Explorador Ultravioleta Internacional, INTEGRAL, Observatório Espacial de Infravermelho (ISO), Planck, e XMM- Newton. Também inclui dados dos telescópios espaciais Chandra da NASA e Suzaku da NASA/JAXA.

A versão mais recente do ESASky, lançada no mês passado, inclui acesso a publicações científicas.

“Os utilizadores podem destacar no céu todos os objectos astronómicos que são apresentados em publicações científicas”, explica Deborah Baines, Líder Científica do Arquivo de Astronomia do ESAC.

“Ao clicar num ícone específico, é possível abrir a lista de publicações disponíveis para cada objecto, dirigindo-se directamente à publicação no Sistema de Dados Astrofísicos da NASA”, acrescenta.

“Esta é uma maneira útil de procurar e relacionar visualmente publicações científicas com fontes astronómicas. “

ESASky está em desenvolvimento contínuo. Novas funcionalidades e conjuntos de dados serão adicionados em versões futuras para tornar a aplicação mais robusta e completa. As próximas versões fornecerão uma melhor usabilidade para telemóveis e a possibilidade de procurar mudanças ao longo do tempo em qualquer área do céu que tenha sido observado mais de uma vez.

“Encorajamos todos a experimentar o ESASky e a mergulhar no cosmos com a ponta dos dedos”, conclui Merín.

Astronomia On-line
27 de Março de 2018

– link para este site: http://sky.esa.int/

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=9f369c68_1522161388476]

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

380: Sessões lunares 26.Mar.2018

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

26032018@23:55: com céu limpo, Lua a 75%

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm com contrapesos Baader de 2 kg
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Ocular Kson 4mm Super Ortho ∅1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL 42mm ∅2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Powermate Televue 2.5x ∅1,25
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

26032018@19:30: com céu mais ou menos limpo, luz de dia, consegui as imagens a seguir, mas logo com o céu mais escuro, farei nova sessão.

Imagens acima obtidas com:

  • Câmara Canon EOS 760D
  • Disparador remoto Canon RS-60E3
  • Telescópio Skywatcher Mak ∅127/1500mm com contrapesos Baader de 2 kg
  • Montagem Equatorial SW EQ3-2
  • DX steel tube field tripod for astronomical mounts – Vixen Level
  • Ocular Kson 4mm Super Ortho ∅1,25″ em projecção fotográfica
  • Ocular GSO CPL 42mm ∅2″ em projecção fotográfica com extensor variável
  • Diagonal dieléctrica GSO 90º  2″
  • Filtro planetário #8
  • Filtro Explore Scientific ND-0.9 1,25″
  • Powermate Televue 2.5x ∅1,25
  • Tubos extensores
  • Adaptadores diversos
  • Buscador Skywatcher 9×50 com retícula iluminada

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=1b4f1d41_1522093231274]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

379: Actualização de setup foto-lunar

Spread the love
  •  
  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •  

Efectuadas as últimas instalações, configurações e montagens, o actual setup óptico com que trabalho na fotografia lunar é o que se encontra nas imagens abaixo. A este setup, há a considerar as diagonais de 1,25″, as várias oculares, o adaptador para projecção através de oculares, os filtros planetários, a lente de Barlow Powermate Televue 2,5x, anéis e tubos extensores, adaptadores e conversores de 1,25″ a 2″ e vice-versa, etc..

Na próxima sexta-feira, termina o prazo dado pela Bresser/Alemanha, para dar uma resposta sobre o refractor Bresser-Messier AR ∅102/1000mm que ali se encontra para análise sobre a não focagem da óptica. Veremos qual o desfecho desta situação.

[vasaioqrcode]

[SlideDeck2 id=1831]

[powr-hit-counter id=9f56726a_1522065722370]

 

  •  
  •  
  •  
  •   
  •  
  •