Missão: Eclipse da Lua – 20.Jan.2019

Lunar Eclipse Live Countdown

🌝🌞 There's a Total Lunar Eclipse this weekend!📆 The blood moon will be at Monday Jan 21 5:12am GMT, 12:12am EST or Sunday Jan 20 9:12pm PST. The eclipse will start about 90 minutes before this.⏳ For your local time, see: https://days.to/lunar-eclipse🔴 This is where the moon turns red and is the last one for over 2 years. It should be visible from North/South America, Africa and Western Europe (unless cloudy). We will not be showing live video of the actual moon here, but a live stream will be on youtube here: https://youtu.be/6E7pqfOHhy8This is a countdown to the middle of the #TotalEclipse, so look up from about 1hr 30 minutes to go for the start of the partial eclipse. #BloodMoon #Supermoon

Publicado por Days To em Quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Logo, de madrugada, dar-se-á o Eclipse total da Lua, um fenómeno que apenas será visível em Maio de 2021. O tempo,  embora a chuva tenha parado e o céu esteja com algumas nuvens, talvez consiga manter-se e poderão os amantes da astronomia, desfrutar o espectáculo da Lua de Sangue. Se tudo correr bem, ou seja, ter visibilidade lunar, apesar da intensa poluição luminosa, a sessão de logo será feita com o Mak 127/1500mm + Canon 760D (vídeo) e Nikon B500 (fotografia). Para os mais “distraídos”, o eclipse total da Lua dar-se-á nesta madrugada de segunda-feira, a partir das 02:35 horas. O eclipse total começará às 04:41 horas, “para se prolongar durante uma hora e dois minutos”. Nesta altura, a Lua costuma apresentar um tom avermelhado, escuro. Por agora, estamos assim:

20012019@15:50:

Céu com poucas nuvens, bastante luz solar, a esperança de logo estar desimpedido de nuvens e em posição ideal. O setup já está configurado:

20012019@18:30:

Em contagem decrescente para o eclipse total da Lua, parece que o céu está a fornecer uma boa limpeza de nuvens.

20012019@21:27

As primeiras imagens no meu backyard, apenas com a Nikon B500. Mas o céu está a encobrir-se de nuvens… será que o azar de não observar mais um eclipse vai surgir?

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 99.21% visível e está a crescer. Faltam 1 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 365.586.77 km
Idade da Lua: 13.93 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 99.21%

 

749: Michel Mayor: “É altamente provável que a vida exista algures”

O astrofísico suíço, co-responsável pela descoberta do primeiro planeta exterior ao nosso sistema solar, participante no Fórum do Futuro, no Porto, diz que desconhecemos a natureza da maior parte da matéria no universo

© rui duarte silva Expresso

Quando olha para o céu tem alguma angústia pelo muito que ainda não se sabe apesar do muito que já se sabe?

Nunca. Tenho uma atitude de admiração, de ver o céu, sobretudo a Via Láctea, no Hemisfério Sul, onde é muito brilhante. Não há um sentimento de angústia.

O que o fascina ao olhar o céu?

A beleza. Nos grandes observatórios, por exemplo no Chile, no topo da montanha, a 1400 metros, não há poluição luminosa. O céu é muito negro. Tudo aquilo provoca um grande prazer. É maravilhoso.

O que é que se pode descobrir de novo?

Essa é uma questão gigantesca. O facto de as pessoas trabalharem em astronomia há séculos não esgotou as questões. Pelo contrário, abriu a possibilidade de novas perguntas. A expansão do universo, e tudo o que resulta da evolução do universo como um todo, suscita questões gigantescas. Por um lado, aprendemos muito com os satélites, o fundo cósmico, e todas essas questões. Por outro, desconhecemos qual a natureza da maior parte da matéria no universo. A cosmologia tem questões enormes sobre a evolução do universo.

Por exemplo, a questão da vida?

Evidentemente. Essa é uma questão que toca muito o meu domínio. Já sabemos que há planetas exteriores ao nosso sistema solar. Há centenas de milhares e por isso defrontamo-nos com a questão que é colocada há milhares de anos: haverá outros mundos habitados? A diferença é que, hoje, a tecnologia diz-nos que poderemos, eventualmente, responder a essa pergunta. Sabemos como desenvolver instrumentos para detectar sinais de desenvolvimento da vida. Isso suscita uma segunda grande questão para a próxima geração, ou até para mais tarde, não sei. Há questões também ligadas às singularidades do universo, a que chamamos buracos negros. Como é que se formam? Qual é a sua origem? A astronomia está cheia de belíssimas questões.

Na antiguidade as questões sobre o universo eram apenas filosóficas ou havia uma procura com alguma base científica?

Havia a hipótese atomista, segundo a qual a natureza é formada por átomos. Há aquela frase que ilustra bem o seu pensamento: “Não vemos por que motivo a natureza teria esgotado as possibilidades combinando os átomos de modo a formar um único mundo.” É muito profundo, como ideia, e ao mesmo tempo muito certeiro. É, a esse nível, uma reflexão filosófica. Devemos imaginar que existem outros mundos. Depois há Epicuro que, no século III a.C., numa carta muito famosa, admite a existência de uma infinidade de mundos no cosmos, em que alguns certamente devem ser habitados e outros não. Faz uma nuance ao sublinhar que não haverá vida em todo o lado. É interessante poder imaginar há uns dois mil anos um filósofo sentado em cima de um calhau à beira-mar a discutir este tipo de matérias.

Disse que, com os actuais instrumentos, eventualmente teremos a possibilidade de responder àquela pergunta fundamental. Qual é o peso deste “eventualmente”?

É preciso perceber que vamos analisar a composição química das atmosferas dos planetas. Se tomarmos o sistema solar, temos o Sol e a Terra, que reflete uma pequena parte da luz que recebe do Sol. Se está a uma distância muito grande, isso significa que a luz que nos chega do planeta é muito pequena. Temos essa dificuldade enorme. É preciso esconder a luz da estrela para isolar a luz que vem do planeta, de modo a conseguirmos fazer uma análise química da atmosfera do planeta. Está fora de questão enviar uma qualquer sonda ou nave até esses planetas extras-solares. É muito, muito longe. Mas podemos analisar à distância a química do planeta e ver se tem biomarcadores, assinaturas químicas na atmosfera que nos permitam concluir que possa haver vida a desenvolver-se. Identificámos certos átomos, ou certas moléculas, que nos permitem ter fortes suspeitas de que possa haver vida por ali. O primeiro elemento que nos diz algo neste domínio é uma afirmação que foi feita há uns 30 anos. Se compararmos a luz emitida por Vénus, Terra e Marte, três planetas irmãos, concluímos que a Terra é a única a ter 20% de oxigénio. Se alguém, a uma grande distância, observasse a Terra, e visse essa assinatura, poderia concluir pela probabilidade de existência de vida na Terra. Não é uma prova. Até porque há outras possibilidades.

Há vida noutros locais?

Um prémio Nobel de biologia, Christian de Duve, via a vida como um imperativo cósmico. Ou seja, se todas as condições estão presentes, a vida emergirá. Não está só nesta ideia de que a vida emerge de uma maneira natural. Esse ponto de vista seria provado se encontrássemos vida em muitos planetas extras-solares. Potencialmente, somos um subproduto normal da evolução do Universo.

É provável que haja noutros planetas não apenas vida como vida mais elaborada? É possível encontrar essa vida?

Primeiro, é altamente provável que a vida exista algures. Em segundo lugar, temos muito provavelmente os instrumentos técnicos. Mas quando falamos de vida, não pressupomos uma vida idêntica à que conhecemos na Terra. Uma unidade celular já é vida. A vida elaborada, complicada, no limite pensante, consciente, tecnologicamente desenvolvida, é toda uma outra questão. A maior parte da vida na Terra era ocupada por uma forma de vida unicelular. Encontrámos colónias unicelulares há 3500 milhões de anos. O homem apareceu no último milhão de anos. Chegámos verdadeiramente tarde. É preciso olhar para estas coisas com alguma distância. Uma célula é já vida com um dado fundamental: soube transmitir a sua informação às gerações seguintes. O código genético é uma maravilha. É uma longa sequência de átomos, muito longa e muito complicada, mas que cobre a totalidade de como funcionamos. Isso é inacreditável e admirável.

Teremos sempre o problema da distância dos outros planetas?

Sim, indiscutivelmente. O homem foi à Lua. A luz demora um segundo a chegar lá. Uma estrela que se situe a uma dezena de anos-luz representa um bilião de segundos a mais. Considerar esta hipótese é simplesmente absurdo. Depois temos de perceber que vamos pagar o preço da utilização de combustíveis. Não podemos ir. Temos de saber viver aqui e saber preservar o planeta que temos. Não há plano B.

O que é que se sabe hoje sobre os planetas extras-solares?

Sabemos que há planetas por todo o lado. E muitos. Quase todas as estrelas têm sistemas planetários. Isso significa centenas de milhares de planetas. Há planetas muito pequenos, rochosos, e outros gasosos. Creio que actualmente já foram detectados quatro mil sistemas planetários. Sabemos que os sistemas planetários são muito diferentes uns dos outros. Não são cópias do nosso sistema solar.

É uma diversidade complexa?

É, mas ao mesmo tempo diz-nos muito sobre os mecanismos de como se formam os planetas. Ou como se formou o sistema solar. Penso que entrámos agora numa época em que temos os instrumentos para analisar a composição química das atmosferas. A Europa construiu um telescópio com 39 metros de diâmetro. A espectroscopia, a análise das atmosferas planetárias, vai conhecer grandes desenvolvimentos.

Está optimista?

Estou optimista. Não será no próximo ano que teremos respostas. É tudo muito caro. As missões espaciais são caras, é verdade. Mas, se reparar, desde a antiguidade que os reis e outros poderes pagaram para que se investigassem estas coisas. Kepler era um astrónomo pago pelo rei. Porquê? Porque se considerava que isso fazia parte da cultura, do saber necessário. Era importante perceber como evoluiu o nosso universo. Nos tempos primitivos havia uma espécie de angústia perante o céu. Sabemos de todas as angústias ligadas aos cometas, ou das mensagens de infelicidade. Viver numa sociedade que elimina tudo o que não é rentável — a ópera, a pintura, o bailado, a música — seria muito triste.

msn noticias
20/01/2019

 

748: Vem aí um eclipse total da Lua. Para vê-lo, “basta olhar para o céu”

– Embora o título desta notícia seja enganador dado que se o céu estiver coberto de nuvens, a Lua não ficará visível, logo, não basta olhar para o céu porque não se verá o Eclipse da Lua mas apenas as nuvens.

Prepare-se para virar os olhos para o céu a partir das 2h35, se fizer questão de seguir todas as fases do fenómeno. Para o apreciar no momento máximo basta acordar um pouco depois das 5h. Verá uma Lua avermelhada, uma Super Lua aliás

© Matthias Hangst/Getty Expresso

Se a intenção é a de não perder pitada do próximo eclipse lunar – acontece na madrugada da próxima segunda-feira – às 2h35 deve começar a olhar pela janela (ou ir para a rua, no caso dos menos friorentos que tenham essa coragem). É nessa altura que a Lua entra na penumbra da Terra, descreve o site do Observatório Astronómico de Lisboa, instante a partir do qual o satélite da Terra começa a escurecer “progressivamente, adquirindo tons mais acinzentados”. O eclipse é total e atingirá o seu ponto máximo às 5h12. E se adormecer? Resta-lhe esperar pelas fotografias do dia seguinte ou pelo dia 26 de maio de 2021, data em que acontecerá um novo eclipse total da Super Lua.

Daniel Folha, astrónomo do Instituto de Astrofísica e Ciências do Porto, antecipou ao Expresso o que se deve esperar. “Trata-se de um fenómeno demorado, mas com várias fases”, explicou o também director executivo do Planetário do Porto. Na primeira fase falamos do “eclipse penumbral”, sendo que penumbra é o nome dado quando se fala da sombra menos intensa produzida pela Terra (a mais intensa é conhecida por umbra).

Cerca de uma hora mais tarde (existem variações ligeiras quanto aos minutos exactos, em função do local onde quem observa se encontre), “começará o eclipse parcial, fase em que apenas numa parte da Lua começarão a ser visíveis tons mais avermelhados”.

Segundo Daniel Folha, o eclipse total começará às 4h41, “para se prolongar durante uma hora e dois minutos”. Nesta altura, “a Lua costuma apresentar um tom avermelhado, escuro”.

A cor explica-se pelo facto de “a atmosfera da Terra funcionar como um filtro”, diz o astrónomo. O texto do Observatório Astronómico de Lisboa explica-o também, dizendo que “essa luz é avermelhada pois os comprimentos de onda menores (luz azul e verde) são filtrados e espalham-se pela nossa atmosfera”. “Os tons azuis dispersam-se”, conclui Daniel Folha.

Ainda que o máximo do eclipse ocorra às 5h12, ele manter-se-á visível durante cerca de meia hora, para progressivamente começar o movimento inverso. Ou seja, apesar de até às 7h48 ser possível detectar alguma diferença na Lua, quem só acordar ao romper do dia perderá o melhor do espectáculo.

Quanto à regularidade deste fenómeno, Daniel Folha lembra que ela existe, “mas temos de falar em repetições de acordo com ciclos variáveis”. Os eclipses da Lua acontecem necessariamente em fases de Lua cheia, o que não significa estarmos perante eventos todos iguais.

Pelo facto de a órbita lunar ser elíptica, a lua cheia pode ocorrer quando o satélite está mais perto ou mais longe da Terra. É quando está mais próxima (fala-se em perigeu) que se usa a designação Super Lua, embora não exista grande “motivo científico” para o uso do termo, adianta Daniel Folha.

Aliás, esquecendo a questão de ser ou não uma Super Lua, o astrónomo refere que o próximo eclipse total do satélite da Terra, visível em Portugal, acontecerá apenas a 16 de maio de 2022.

Quanto a recomendações que melhorem a observação na madrugada de segunda-feira, nada de especial há a mencionar, adianta o astrónomo. “Usar binóculos ou telescópio será interessante”, mas na prática “basta olhar para o céu”, não sendo sequer determinante que o céu esteja completamente sem nuvens. Quem preferir assistir ao eclipse de forma mais ‘profissional’, poderá rumar a Constância. O Centro de Ciência Viva desta localidade tem prevista uma observação acompanhada.

msn notícias
Mafalda Ganhão
18/01/2019

– Desde que abracei o meu interesse e curiosidade pela astronomia, aliás, facto que já vem de criança mas sem orçamento para possuir um simples telescópio, até porque naquele tempo não existiam os equipamento que hoje estão à nossa disposição, conforme as bolsas e orçamentos pessoais, dizia eu que nunca tive oportunidade de registar um Eclipse lunar ou porque a posição do nosso calhau não entrava na minha zona (minúscula) de observação ou porque existia mau tempo (nuvens, chuva) e este eclipse que só será visível de novo daqui a dois anos (Maio de 2021), altura em que não sei se ainda estarei na Terra ou se o tempo estará também desfavorável como hoje. Apesar de ultimamente terem existido tardes enevoadas e chuvosas, tenho tido a “sorte” de o céu limpar um pouco na hora das últimas sessões fotográficas e seria excelente que acontecesse o mesmo na madrugada de segunda-feira, dia 21, para poder captar esse fenómeno extraordinário. Em última análise e caso não se concretize essa visibilidade, sempre se pode “imaginar” como seria a captação deste eclipse, utilizando algumas ferramentas de edição de imagem e então seria assim:

© F Gomes – Eclypse
Edição artística

 

Missão: Lua – 19.Jan.2019

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 95.62% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 368.433.17 km
Idade da Lua: 12.78 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 95.62%

 

19012019@01:00

Dia com chuva e enevoado. No final da tarde de ontem, o céu estava neste estado:

19012019@01:44

Com alguma nebulosidade e algumas abertas que permitiram a captação destas imagens abaixo. Será que amanhã de madrugada, dia de eclipse total lunar, estará, no mínimo, assim???

O dia de hoje amanheceu assim:

– Cada uma destas imagens, assim como todas as que publico neste Blogue, são imagens individuais, captadas cada uma com a sua distância focal e zoom digital próprios.

 

746: Este fim de semana encerra com um eclipse total da Super Lua

Os entusiastas pela observação do céu nocturno terão bons motivos para ficarem acordados pela madrugada dentro.

© Reuters Este fim de semana encerra com um eclipse total da Super Lua

Será na madrugada do próximo dia 21 – entre domingo e segunda-feira – que terá lugar um eclipse total da Super Lua, o que dará bons motivos para ficar acordado madrugada dentro. Sobretudo para os apaixonados da observação do céu nocturno.

Diz o Observatório Astronómico de Lisboa que o eclipse começará pelas 2h35, com a Lua a entrar na penumbra da Terra, e o eclipse total tem início às 4h41. O apogeu do eclipse total dar-se-á 5h12, sendo que será apenas quatro minutos depois que o nosso satélite natural entra na fase de Lua Cheia, o que resultará no tão esperado eclipse total da Super Lua.

Será às 5h44 que o eclipse total acaba, com a Lua a perder progressivamente o tom avermelhado característico deste fenómeno.

O eclipse total da Super lua pode ter lugar a uma hora tardia mas, caso esteja em dúvida se deve assistir em não, leve em conta que o próximo fenómeno deste tipo acontece apenas no dia 26 de maio de 2021.


© Fornecido por New adVentures, Lda. Notícias ao Minuto © Observatório Astronómico de Lisboa

msn notícias
18/01/2019

– Apesar da hora, penso que mais uma vez não vai ser possível assistir a mais este fenómeno da Super Lua, aliado ao facto de o tempo estar incerto e com bastantes nuvens. Boa sorte para quem puder apreciar o eclipse.

18012018@14:00:

Missão: Lua – 18.Jan.2018

17012019

No final da tarde, em Lisboa, o céu estava assim:

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 89.55% visível e está a crescer. Faltam 3 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 372.190.34 km
Idade da Lua: 11.67 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 89.55%

 

18012019@01:03

Embora com alguma nebulosidade, ainda consegui sacar umas imagens ao nosso calhau:

 

Missão: Lua – 17.Jan.2019

Embora ontem estivesse quase todo o dia a chover, de madrugada constatei uma abertura e o calhau apareceu embora com alguma nebulosidade. A imagem a seguir era a situação ao final da tarde de ontem:

Mas eis que surgiu a tal aberta:

17012019@01:07

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 81.57% visível e está a crescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 376.614.07 km
Idade da Lua: 10.59 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 81.57%

 

 

743: 15.Jan.2019

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 62.42% visível e está a crescer. Faltam 6 dias para a fase Lua Cheia.

Distância da Lua à Terra: 386.335.23 km
Idade da Lua: 8.56 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Lua Cheia
Visibilidade da Lua: 62.42%

 

15012019@11:30

Continua o nevoeiro e pelos vistos, hoje não vai existir possibilidade de fotografar o calhau…

15012019@18:30

Manhã de nevoeiro.

 

Missão: Sol – 14.Jan.2019

Infelizmente nem tenho orçamento para um Takahashi ou para um “simples” SkyWatcher Esprit 150ED Pro Triplet, nem condições de visualização e espaço, além de intensa poluição luminosa e atmosférica.

Por isso, limito-me a todas as limitações ao meu dispor: espaço, planetas, nebulosas, constelações, népias! Apenas posso dedicar-me ao nosso calhau – sempre que o tempo permite -, e já posso dar-me por muito satisfeito. Nem um simples sistema GoTo me serviria dado que não tendo espaço para ver o espaço, ter ou não ter um GoTo seria igual a nada.

Mas hoje e antes que o Sol desapareça dado que o IPMA dá uma previsão a partir de amanhã, para céu encoberto, chuviscos, etc., desenterrei o refractor Bresser Messier ∅102/1000mm, acoplei a Canon EOS 760D e um filtro solar caseiro (película Baader AstroSolar Safety Film ND 5.0) e uma adaptação de uma tampa de um qualquer utensílio em plástico que tanto serve no Skywatcher Maksutov ∅127/1500mm como neste Bresser-Messier. E o resultado foi este, pobrezinho é certo dado que não tenho filtros solares adequados à função (o cenário de fundo não faz parte da imagem original, apenas o Sol):

Equipamento utilizado:

 

Missão: Lua – 14.Jan.2019

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 52.30% visível e está a crescer. Faltam 0 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 391.069.04 km
Idade da Lua: 7.60 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 52.30%

 

14012019@21:58