Missão: Lua – 14.Nov.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 39.60% visível e está a crescer. Faltam 1 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 405.500.60 km
Idade da Lua: 6.40 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 39.60%

 

14112018@19:31: O céu hoje estava quase, quase, a pregar a partida de esconder o nosso calhau. Ainda esteve assim por uns minutos, mas depois existiu uma janela e conseguiu-se o possível:

 

Missão: Lua – 13.Nov.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 30.60% visível e está a crescer. Faltam 2 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 404.911.32 km
Idade da Lua: 5.51 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 30.60%

 

13112018@19:46: O Verão de São Martinho este ano veio atrasado dois dias. Assim, ontem e hoje, o céu estava limpo, Sol a rodos e o calhau bem à vista para ser fotografado.

 

681: Missão: Lua -12.Nov.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 22.20% visível e está a crescer. Faltam 3 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 403.344.99 km
Idade da Lua: 4.61 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 22.20%

 

Dias de chuva, sem hipóteses de fotografar o nosso calhau. Hoje, o tempo encontra-se assim às 15:30 horas:

12112018@17:30: céu completamente limpo e o calhau a aparecer. ainda com Sol, no campo de visão:

 

680: Tempo instável

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Crescente

A lua de hoje está 8.42% visível e está a crescer. Faltam 5 dias para a fase Quarto Crescente.

Distância da Lua à Terra: 397.557.24 km
Idade da Lua: 2.77 dias
Fase da Lua: Crescente
Próxima fase da Lua: Quarto Crescente
Visibilidade da Lua: 8.42%

 

Mas com um tempo assim, quem é que consegur vislumbrar o nosso calhau?

 

679: Lista das Estrelas

OAL mantém e fornece a Hora Legal Portuguesa, desenvolve e apoia actividades de investigação científica em Astrofísica, de divulgação e formação, de estudo e preservação do excelente acervo patrimonial, além de manter um serviço público nas suas áreas de intervenção.

Imagens

Existem no céu cerca de 9100 estrelas com magnitude inferior a 6,5. Estas são as estrelas visíveis a olho nu. Destas, compilamos uma tabela com cerca de 300 estrelas,  apresentadas por ordem alfabética do nome oficial IAU. Destacamos ainda numa outra tabela as 29 estrelas mais brilhantes no céu (com magnitude inferior a 1,7) e ordenadas por magnitude. As tabelas contêm a seguinte informação:

Nome – As estrelas, principalmente as mais brilhantes ou as mais utilizadas, foram ganhando vários nomes ao longo dos séculos, atribuídos por diferentes culturas.  Até recentemente, muitas das mais conhecidas estrelas tinham não só múltiplos nomes como também não tinham uma ortografia oficial. Esta situação foi alterada a partir de 2016, quando a União Astronómica Internacional (IAU) estabeleceu um grupo de trabalho com o mandato de  definir um nome único e oficial para cada estrela. O critério para a definição dos nomes tem sido o de utilizar os nomes mais conhecidos e já bem estabelecidos, dando preferência a nomes com uma só palavra, curtos e que não sejam idênticos aos nomes de outras estrelas, planetas ou satélites. Este é um trabalho em curso, que no final de 2017 tinha oficializado o nome de 313 estrelas. São estas as estrelas que compõem a lista apresentada. Para conhecer os diversos nomes que estas estrelas têm tido nas várias culturas e seu significado, recomendamos a leitura do livro “Star-Names and Their Meanings” de R. H. Allen, publicado em 1899, que está disponível em versão digital “Google books”.

Nome em português – O nome em português tem também sofrido modificações ao longo do tempo. Uma das primeiras publicações a estabelecer os nomes em português foi a tradução portuguesa da versão Lalande de 1795 do “Atlas Celeste” de John Flamsteed, feita por Ciera e Villas-Boas e publicada em 1804. Desde então ocorreram várias modificações e novas formas ortográficas foram fixadas na tradução portuguesa da obra “Astronomia” da enciclopédia Fischer coordenada por Karl Strumpff. A edição portuguesa (Ed. Meridiano, 1962) supervisionada por E. Conceição Silva, teve tradução de J. Falcão de Campos e colaboração do então director do OAL A. Perestrello Botelheiro. Foi essa ortografia que o OAL seguiu nas suas publicações até aos anos 1990, altura em que a actualizou. É essa ortografia revista que utilizamos nesta lista. O nome português só é indicado quando difere do nome IAU.

Designação – Além do nome próprio oficial, cada estrela contém várias designações em diversos catálogos de estrelas. Uma das designações mais conhecidas foi a primeira a ser estabelecida: a de Bayer no seu atlas “Uranometria” de 1603. Consiste em atribuir uma letra grega às estrelas de uma mesma constelação por ordem (aproximada) da sua magnitude aparente, seguida do nome latim da constelação na forma genitiva. É esta designação que indicamos na tabela, com o nome da constelação na forma abreviada. Na tabela das constelações, que pode ser encontrada aqui, indicamos o nome em português, latim (no nominativo e genitivo) e a abreviatura oficial para cada uma das 88 constelações. Para estrelas não incluídas no atlas de Bayer, indicamos antes o número de Flamsteed. Este esquema foi implementado por Lalande na edição francesa (1783) do catálogo de Flamsteed e consiste em atribuir um número por ordem de ascensão recta às estrelas de cada constelação. As designações em catálogos modernos são alfanuméricas e menos conhecidas do público em geral.

Coordenadas – São indicadas as coordenadas equatoriais, ascensão reta e declinação, (época J2000).

Magnitude – A magnitude indicada é a magnitude visual no sistema UBV de Johnson. Os valores indicados são os disponibilizados pelo IAU, na sua maioria retirados do catálogo de estrelas brilhantes (Bright Star Catalogue: Harvard Revised Photometry, HR).

Observações – Na tabela das estrelas mais brilhantes é indicado se as estrelas são múltiplas ou variáveis, e ainda se são visíveis ou não de algum ponto de Portugal Continental. As estrelas variáveis têm magnitude variável no tempo que varia periodicamente num intervalo limitado. Os intervalos indicados na tabela são os publicados pelo “International Variable Star Index” da AAVSO. As estrelas múltiplas são sistemas de duas ou mais estrelas muito próximas entre si e gravitacionalmente ligadas. Quando estes sistemas não são resolvidos a olho nu, são apercebidos como sendo uma única estrela que tradicionalmente recebe um único nome e um único valor de magnitude. A tabela indica a magnitude (m_A e m_B) de cada uma das estrelas constituintes do binário e a magnitude do sistema (m_S). Esta última corresponde à soma dos fluxos das estrelas constituintes e é por isso um valor menor do que as magnitudes individuais. É calculada pela seguinte fórmula.

Curiosidades –  A tabela maior contém uma coluna de curiosidades, incluindo por exemplo o significado dos nomes de algumas das estrelas, ou nomes populares porque foram conhecidas em Portugal.

Este artigo incluindo as tabelas encontra-se disponível em pdf neste link: http://oal.ul.pt/documentos/2018/11/lista-das-estrelas-artigo.pdf

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
7 Nov 2018

 

678: PROTOMUSEU do RELÓGIO DE SOL

OFIUCO – Associação de Divulgação da Astronomia

Pela mão de Pedro Gomes de Almeida (membro da OFIUCO!), abriu em Vila Chã de Sá (Viseu) um espaço dedicado exclusivamente ao Relógio de Sol: o PROTOMUSEU do RELÓGIO DE SOL.

É pois possível, a partir de agora, acompanhar a evolução daquele que se julga ser o primeiro objecto de carácter científico que o Homem criou…

Nesse espaço está exposta a maior parte dos mais de 150 relógios de sol da colecção privada de Pedro Almeida, dos quais cerca de 90% são de construção própria; inclui ainda uma pequena loja, onde é possível adquirir relógios de sol de vários tipos.

Por último, lembro que este Protomuseu é, em princípio, o primeiro e único espaço de Portugal dedicado a este tema!

Uma visita a não perder!

(www.relogiosdesol.com)

06/11/2018

 

 

677: O céu nocturno de Novembro em 2018

Quase todos os planetas visíveis a olho nu podem ser observados no céu nocturno de Novembro de 2018

[N.W. – se as nuvens e a chuva deixarem…]

Mercúrio será visível ao anoitecer até dia 22 na constelação de Escorpião, movendo-se para a constelação de Ofiúco, e a partir do dia 30 será visível ao amanhecer  na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste ao anoitecer e na direcção Sudeste ao amanhecer .  A sua magnitude no inicio do mês varia de -0,3 a 2,9. Consulte aqui toda a informação sobre a “Observação de Mercúrio” e sobre a “Visibilidade de Mercúrio em 2018”.

Vénus será visível ao amanhecer na constelação de Virgem. Encontra-se na direção Sudeste. A sua magnitude no inicio do mês varia de -3,1 a -4,6.

Marte será visível durante a noite na constelação de Capricórnio, e depois move-se para a constelação de Aquário, a sua tonalidade avermelhada auxiliará a sua identificação. Encontra-se na direcção Sul. A sua magnitude ao longo do mês varia de -0,1 a -0,7.

Júpiter será visível ao anoitecer até dia 14 na constelação de Balança. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês é de -1,7.

Saturno será visível ao anoitecer na constelação de Sagitário. Encontra-se na direcção Sudoeste. A sua magnitude ao longo do mês varia de 0,5 a 0,6.

Fig. 1 – Céu visível às 19:30 horas do dia 1 de Novembro em Lisboa mostrando os planetas Marte e Saturno.

Fig. 2 – Céu visível às 6:30 horas do dia 1 de Novembro em Lisboa mostrando o planeta Vénus e as estrelas mais brilhantes Sírio, Capela, Rígel, Prócion, Betelgeuse, Aldebarã e Arcturo.

Tabela do nascimento, passagem meridiana e ocaso dos planetas.

Úrano e Neptuno também visíveis no céu nocturno de Novembro

Úrano, estará visível na constelação de Peixes e Neptuno estará visível na constelação de Aquário, onde permanecerá durante todo o resto do ano. Os planetas Úrano e Neptuno terão de ser observados com telescópio, já que nunca são visíveis à vista desarmada.

Para obter mais informação sobre a “Visibilidade dos Planetas” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Visibilidade dos Planetas em 2018 e consulte também a tabela Nascimento, Passagem Meridiana e Ocaso dos planetas (Lisboa).

A chuva de meteoros das Oriónidas e das Leónidas em novembro

Nesta altura do ano, o céu encontra-se habitualmente muito nublado, o que dificulta a observação de chuvas de meteoros. As Oriónidas (008 ORI) ainda terão um período de actividade até 7 de Novembro, apesar da data da máxima actividade ter ocorrido em Outubro. As Oriónidas de Novembro (250 NOO) terão um período de actividade de 13 de Novembro até 6 de Dezembro, a data da máxima actividade ocorrerá no dia 28 de Novembro. Também neste momento a Terra cruza a órbita do Cometa Tempel-Tuttle e são os restos deste cometa os responsáveis pela chuva de meteoros das Leónidas. Este ano a sua actividade decorre entre 6 a 30 de Novembro, e a actividade máxima de intensidade desta chuva de meteoros será no dia 17 de Novembro pelas 22:30 horas. Como esta constelação só começa a nascer depois da meia-noite a nordeste, as observações deverão iniciar-se na 2ª metade da noite. O nome desta chuva de meteoros resulta dos traços das suas estrelas cadentes nos parecerem sair dum ponto da constelação do Leão (o radiante).
O mesmo acontece com o nome da chuva das Oriónidas pois o seu radiante está na constelação de Orionte.
Para as observar aconselhamos evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido.

Fig. 3 – (figura do IMO) mostra o radiante da chuva de meteoros das Leónidas de Novembro (em Leão).

Tabela com a informação sobre as chuvas de meteoros das Oriónidas e das Leónidas

Para obter mais informação sobre “Enxames de meteoróides”, e também um a pequena informação sobre a história deste enxame, consulte no nosso site a página Enxames de Meteoroides.

Fases da Lua em Novembro

Como é bem conhecido, as fases da lua são determinadas pelas posições relativas do sistema sol-lua-terra. À medida que a Lua se move à volta da Terra, ambos os astros progridem à volta do sol, ocorrendo todos os meses Lua Cheia quando há um alinhamento do tipo Sol–Terra–Lua. A Lua Nova ocorre quando há um alinhamento do tipo Sol–Lua–Terra e nas posições intermédias ocorrem o Quarto Crescente e Quarto Minguante. O período que a Lua demora para passar pela mesma fase é de 29,5 dias, conhecido como mês sinódico (ou uma lunação).

Fig. 4 – A órbita lunar com excentricidade aproximada, para mostrar o conceito.

Para obter mais informação sobre as “Fases da Lua” consulte no nosso site a página Almanaques/Dados de 2018/ Fases da Lua e consulte também a tabela Nascimento, e Ocaso da Lua (Lisboa)

A órbita lunar em Novembro

A órbita da Lua é aproximadamente uma elipse de excentricidade média 5,5%. A lua demora 27,3 dias a completar a translação (um mês lunar). A órbita elíptica faz com que a Lua ora esteja mais perto, ora mais longe da Terra. O ponto orbital mais próximo da Terra é denominado Perigeu e o ponto mais afastado chama-se Apogeu. A distância média Terra-Lua é <dTL>= 384.400 km. A tabela abaixo indica os instantes do apogeu e perigeu lunar com a distância da Terra à Lua em unidades de RT (Raio Terrestre).

Apogeu

Fig. 5 – A órbita lunar com excentricidade muito exagerada, para mostrar o conceito.

Tabela com a informação sobre o Apogeu e Perigeu lunar

OAL – Observatório Astronómico de Lisboa
31 Out 2018

 

Informação – 04.Nov.2018

… e continua a chover…

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 11.84% visível e está a decrescer. Faltam 3 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 370.844.46 km
Idade da Lua: 26.23 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 11.84%

 

 

Informação – 03.Nov.2018

Lua de Hoje

Em que lua estamos?

Lua Decrescente

A lua de hoje está 20.11% visível e está a decrescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Nova.

Distância da Lua à Terra: 367.468.23 km
Idade da Lua: 25.16 dias
Fase da Lua: Decrescente
Próxima fase da Lua: Lua Nova
Visibilidade da Lua: 20.11%

 

A ausência de imagens lunares neste Blogue, deve-se ao facto de o tempo estar instável, ora com nuvens, ora com chuva. Hoje à tarde, o céu apresentava-se assim:

continuando encoberto nesta altura (23:38 horas).

 

674: Marte 2030: Sessão 2 – Ir para Marte

Se não for possível a um ser humano viver em Marte, então poderemos nunca nos libertar do confinamento da Terra. Mas deixar a Terra e viajar até ao planeta vermelho comporta inúmeros desafios tecnológicos e fisiológicos, entre outros.

O que é indispensável para a viagem? Que recursos serão necessários para viver? E como poderemos regressar a casa, ao planeta Terra?

Participe numa conversa com os investigadores Rui Agostinho e Pedro Fevereiro, respectivamente do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA) e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Moderação a cargo de Teresa Firmino (Público).

No final da conversa haverá observações astronómicas com telescópios, sujeita às condições meteorológicas.

O ciclo Marte 2030 é uma co-produção do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA), e do Centro Cultural de Belém (CCB).

Bilhetes à venda no website do Centro Cultural de Belém.


Rui Agostinho estuda o impacto do meio ambiente galáctico nas condições para a vida na Terra, como por exemplo os efeitos da radiação produzida pelo final da vida de estrelas massivas na vizinhança do Sol. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Astronomia. É investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Pedro Fevereiro é Biólogo e dedica-se a usar e desenvolver ferramentas moleculares e celulares para a selecção de plantas em programas de melhoramento, na aplicação de biotecnologia para a investigação e indústria e na divulgação e promoção da cultura científica nessa área. É Presidente do Centro de Informação em Biotecnologia, foi Bastonário da Ordem dos Biólogos e membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Viva. É Investigador e líder do laboratório de Biotecnologia de Células Vegetais no ITQB NOVA e Professor Auxiliar com Agregação (ITQB NOVA) na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Duração:

2 horas

Preço:

Bilhetes: € 2,5. Ciclo completo – 4 sessões: € 8

Inscrição

Bilhetes à venda no website do CCB.

Localização

Centro Cultural de Belém
Praça do Império
Lisboa