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251: Dieta mediterrânica? Sim mas só para quem ganha 1400 euros

A dieta mediterrânica, pelo alto teor de legumes, fruta, peixe e azeite, típico da cozinha de países como a Grécia e Itália, tem sido ao longo dos anos matéria de investigações que comprovam os seus benefícios para a saúde. No entanto, parece que este estilo de vida não é para todas as carteiras.

© Fornecido por Dinheiro Vivo

Um estudo, conduzido pelo Instituto Neurológico Mediterrânico, do Neuromed, analisou uma amostra de 18 mil indivíduos e comprovou, pela primeira vez, que a dieta mediterrânica tinha um impacto mais positivo, nomeadamente numa redução do risco de doenças cardiovasculares para 15%, das pessoas mais ricas e com maiores níveis de educação. Isto porque, foram estas as pessoas que optaram por alimentos mais ricos em antioxidantes e polifenóis e com menos índices de pesticidas, que são os mais caros.

Segundo o The Telegraph, para aderir à cozinha mediterrânica e optar por privilegiar os melhores produtos no mercado, uma família teria de ganhar cerca de 39,000 euros por ano (o que corresponde a um salário médio mensal de 1392 euros por elemento do casal, dividindo o valor anual por 14). Segundo dados do INE, os rendimentos médios anuais, em Portugal, são de 10 562 euros, e em Itália, local onde esta investigação decorreu, cerca de 20 mil euros. Estes números indicam que uma família de classe média em Portugal e em Itália não terá possibilidades de suportar os gastos destes alimentos. O médico Giovanni Caetano, director do instituto, afirma que os resultados permitem uma visão clara sobre o cenário socioeconómico actual na Europa e que transmitem a mensagem de que uma vida mais saudável, rica em nutrientes, não é para todos.

Dinheiro Vivo
04/08/2017

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249: DDE, o contaminante presente em alimentos ricos em gordura que pode causar diabetes e obesidade

Investigadores do Porto comprovaram que um dos contaminantes presentes em alimentos ricos em gordura pode levar os indivíduos a desenvolverem obesidade, inflamação, diabetes e hipertensão, mesmo quando utilizado em quantidades consideradas seguras pelas entidades europeias de segurança alimentar.

O contaminante em causa, designado DDE, deriva do pesticida DDT, utilizado para matar o mosquito da malária, cujo uso foi proibido na Europa e nos Estados Unidos entre os anos 70 e os anos 80, segundo um comunicado do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) do Porto, instituição responsável pelo estudo.

Apesar de já não serem utilizados, esses poluentes – conhecidos por poluentes orgânicos persistentes (POPs) -, persistem no solo e na água, contaminando os alimentos que são hoje produzidos e consumidos e afetando, sobretudo, os alimentos ricos em gordura, como as carnes vermelhas, os laticínios e os peixes gordos”.

Depois de ingeridos, têm uma ação similar a algumas das hormonas que o corpo humano produz naturalmente, alterando o equilíbrio hormonal e criando um maior risco de desenvolvimento de obesidade e de outros problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, entre outros”, lê-se no comunicado.

Esta investigação, realizada com animais, é o segundo estudo de um projeto que tem vindo a ser desenvolvido pelo CINTESIS desde 2010, em colaboração outros parceiros da área da ciência, com o objetivo de avaliar o risco para a saúde humana associado à exposição a contaminantes que persistem no ambiente.

Para saber quais os contaminantes que estão presentes nos humanos, a equipa realizou um primeiro estudo, entre 2010 e 2011, com amostras de tecido adiposo e sangue de indivíduos obesos que foram sujeitos a cirurgia bariátrica no Hospital de São João, do Porto.

Nessa amostra humana, foi possível “confirmar a presença dos contaminantes, mesmo daqueles cujo uso foi já há algumas décadas proibido em Portugal, como é o caso do insecticida DDT”, bem como “diversos problemas metabólicos”, explicou à Lusa o investigador do CINTESIS Diogo Pestana.

Esses dados, segundo indicou, levaram a concluir que existe uma associação entre a desregulação metabólica e a presença de poluentes no tecido adiposo (gordura), no entanto, só foi possível comprovar a relação no estudo com modelo animal, no qual participou a Universidade de Cambridge, do Reino Unido.

Os resultados do segundo estudo revelaram que os ratos submetidos à ingestão de contaminantes apresentaram maiores índices de hipertensão, diabetes, inflamação e dislipidemia, quando comparados com os ratos não sujeitos à ingestão de DDE.

Apesar de ser um resultado mais evidente nos ratos sujeitos a uma dieta obesogénica (que induz à obesidade), este padrão de agravamento observou-se também nos ratos que fizeram uma alimentação normal.

A líder da equipa de investigação em nutrição do CINTESIS, Conceição Calhau, defende que é necessário haver maior regulação política e literacia sobre nutrição, visto que, atualmente, não é possível definir recomendações precisas sobre padrões de consumo ideais, tendo em conta níveis de contaminação, devido à escassez de dados.

Os poluentes orgânicos persistentes “não são significativamente eliminados do nosso organismo, acumulando-se ao longo dos anos”, referiu, acrescentando que estes “provêm de uma grande diversidade de fontes, o que faz com que estejamos constantemente expostos à sua ação, por via oral, inalada e transdérmica [através da pele]”.

Sapo24
04/08/2017

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248: Se pertencer a um destes grupos de pessoas, jamais coma gengibre!

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.Alguns dos seus benefícios:- Melhorar a digestão- Tratar de doenças respiratórias

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.

Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.

Alguns dos seus benefícios:

– Melhorar a digestão

– Tratar de doenças respiratórias

– Combater inflamações

– Atua como analgésico natural
 
- Fortalecer o sistema imunológico

– Prevenir câncer

A lista de benefícios é extensa, não para por aqui.

Mas é preciso saber que há pessoas que devem evitar essa raiz, pois ela piora alguns problemas de saúde.

Saiba em que casos você deve evitar o consumo de gengibre:

1. Pessoas que têm problemas de coagulação do sangue

O gengibre facilita a fluxo de sangue, o que seria um problema para quem tem distúrbios hemorrágicos.

2. Diabéticos

O gengibre ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue.

O problema é que se você já toma remédios controlados para equilibrar o açúcar no sangue – estamos falando de medicamentos como metformina ou similar -, o gengibre pode causar hipoglicemia.

Portanto, se você é diabético e consome medicamentos para controlar a doença, é preciso procurar um médico antes de consumir a raiz.

3. Pessoas hipertensas

Remédios para hipertensão e gengibre não combinam, pois a frequência cardíaca pode diminuir.

Portanto, se você consome remédios, como Norvasc, Cardizem ou qualquer outro do gênero, fuja da raiz de gengibre.

Além disso, em algumas pessoas, o gengibre eleva a pressão.

4. Pessoas com cálculos biliares

O gengibre aumenta a produção de bílis, o que exige maior esforço para a vesícula biliar.

Com isso, o cálculo biliar é levado a se alojar nos condutores que transportam a bílis, causando muita dor no paciente.

Se isso ocorrer, a cirurgia de emergência poderá ser a única solução.

Por outro lado, na medicina chinesa, encontramos recomendações de consumo de gengibre para cálculos biliares.

Então, o que fazer?

Já que existe essa contradição, se você tiver pedras na vesícula, é melhor evitar o gengibre.

E isso pode ser ainda pior se o paciente toma remédios químicos, pois o gengibre interfere no efeito das drogas farmacêuticas.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Fonte: www.curapelanatureza.com.br
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203: Alheira de Mirandela pode ser um bom alimento para os doentes renais

Um médico prescrever uma alheira para a dieta de um doente renal pode parecer estranho, mas numa clínica de hemodiálise de Mirandela é isso que vai acontecer. A clínica pegou na receita e adaptou o enchido às necessidades de quem padece da doença.

tsf13012015O alimento foi apresentado hoje e resulta de um desafio lançado pela empresa Tecsam, responsável pela unidade de Mirandela, à Faculdade de Ciências de Nutrição do Porto, que encontrou o que procurava na receita original da alheira à base de aves criada pelos judeus e que ao longo dos tempos foi sendo adaptada à tradições transmontanas da carne de porco.

Os promotores prometem, a partir da terra da famosa alheira de Mirandela, criar um alimento que pode também ajudar a atenuar o problema de subnutrição de proteínas de que padecem alguns doentes renais em hemodiálise, por não comerem carne e peixe.

A responsável pelo estudo para o projecto produtos alimentares adaptados a doentes em hemodiálise, Olívia Pinho, confessou que quando foi confrontada com o desafio hesitou por lhe parecer um contra-senso dar alheira, um enchido gordo e salgado, a estes doentes. As desconfianças desapareceram depois de a empresa de Mirandela lhe ter apresentado a ideia que surgiu da dificuldade em alimentar os hemodialisados, que ficam com um baixo teor de proteína, com perda de músculo e por vezes desnutrição.

A investigadora analisou várias alheiras produzidas nesta região de Trás-os-Montes e encontrou aquela que tem o ponto certo para estes doentes: um enchido à base de carne de aves, com azeite, pão e ervas aromáticas, em vez da carne de porco, banha e alho. É uma alheira que tem menos potássio e sódio, que estes doentes não podem ingerir. A investigadora alerta, contudo que «tem de se ter muito cuidado e alguma vigilância sobre os restaurantes que vão aderir» e «atenção à quantidade» que os doentes vão ingerir.

Os produtores vão poder comercializar este enchido com um rótulo adaptado a chamar a atenção de que pode ser consumido por estes doentes.

O administrador da empresa responsável pelo centro de hemodiálise, Nunes Azevedo, explicou como surgiu esta ideia e que o novo produto já foi experimentado entre os cerca de 100 doentes que fazem tratamento nesta unidade.

As conclusões deste trabalho serão apresentadas no congresso português de nefrologia e na Associação europeia de diálise e transplante.

In TSF online
Publicado em 13/01/2015 às 22:32

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184: Beba água às refeições

O papel fundamental que a água desempenha nos mais diversos sistemas do nosso organismo e na manutenção de funções vitais é do senso comum. Contudo, não é raro serem detetados sinais claros do estado de desidratação, especialmente em populações idosas e crianças.

O papel fundamental que a água desempenha nos mais diversos sistemas do nosso organismo e na manutenção de funções vitais é do senso comum. Contudo, não é raro serem detectados sinais claros do estado de desidratação, especialmente em populações idosas e crianças.

Sabia que está comprovado que as pessoas bebem mais água quando esta tem algum sabor? E que o envelhecimento tende a dissociar a sensação de sede do nível de líquidos no organismo, facto que leva adultos mais velhos a desidratar sem darem conta?

O RITUAL: Por regra, acompanhe as suas refeições principais com água, incluindo os vários tipos de água com sabores disponíveis, em vez de bebidas alcoólicas ou refrigerantes, que reserva apenas para as ocasiões especiais.

O papel fundamental que a água desempenha nos mais diversos sistemas do nosso organismo e na manutenção de funções vitais é do senso comum. Contudo, não é raro serem detectados sinais claros do estado de desidratação, mesmo que a níveis sub clínicos – especialmente em populações idosas e crianças. Isto pode e deve ser evitado pois é causa de pior qualidade de vida, traduzida em cansaço prematuro, dores de cabeça, pele seca e cieiro, entre outros sintomas que às vezes se atribuem a outros factores.

Nem sempre a implementação de estratégias para a ingestão de vários copos de água ao longo do dia resulta. Ora porque o transporte de água para o trabalho é esquecido, ora porque os muitos afazeres desviam a atenção da necessidade de ingestão de água, ora porque…, a realidade é que muitas pessoas têm episódios frequentes de sede, um dos sintomas a evitar. As refeições são por isso uma oportunidade ideal para se hidratar, mas não às custas da ingestão excessiva de álcool ou açúcar.

Assim, o ritual que lhe propomos é adoptar a ingestão habitual de água à refeição. Pense que ao ingerir dois copos de água a cada uma das principais refeições, bem como um copo de água ao acordar e outro ao deitar, terá obtido uma parte significativa das recomendações diários de líquidos, que rondam entre 1,5-2 litros por dia.

A CONSIDERAR:

  • Se não aprecia beber água natural às refeições, experimente adicionar-lhe algumas gotas de limão, chá, ou beber águas com sabor! Conseguirá bebidas saborosas com poucas ou nenhumas calorias.
  • Varie o tipo de águas e varie entre água da torneira e águas minerais naturais engarrafadas, não só pela variedade de minerais mas também pela variedade de sabores – todas sabem diferente.
  • Experimente filtros de água disponíveis no mercado, desde as versões portáteis (em recipientes próprios) até às que se instalam nas torneiras da cozinha – vai surpreender-se com a melhoria no sabor e evitar alguns poluentes correntes na água canalizada.
  • Se não deseja abdicar dos refrigerantes, aprecie-os mas escolha versões sem calorias (com edulcorantes, também conhecidos por adoçantes).
  • Ou, para as versões calóricas de refrigerantes ou sumos (que muitas vezes são demasiado doces) opte por diluí-los em água, fazendo “render” uma bebida para duas pessoas!

In Rituais

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178: Consumo de tomate reduz risco de cancro da próstata

foto Reuters/David Mdzinarishvili

foto Reuters/David Mdzinarishvili

Homens que comem mais de 10 porções de tomates por semana têm um risco 18 por cento menor de desenvolver cancro da próstata, sugere uma nova pesquisa realizada pelas universidades britânicas de Cambridge, Oxford e Bristol.

De acordo com o estudo hoje publicado na revista médica “Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention”, que pertence à Associação Americana de Pesquisa do Cancro, homens que comem essas porções de tomate e seus derivados semanalmente demonstraram ter menor risco de aumentar cancro da próstata, a segunda variedade de tumor maligno mais comum nas pessoas de sexo masculino em todo o mundo.

Os pesquisadores das universidades de Cambridge Oxford e Bristol avaliaram as dietas e estilo de vida de 1.806 homens com idades entre 50 e 69, com cancro da próstata, e compararam com a dos outros 12.005 homens sem a doença.

A equipa de investigadores avaliou o estilo de vida dos dois grupos, nomeadamente se na sua dieta se incluía o selénio, cálcio e alimentos ricos em licopeno, produtos associados à prevenção do cancro da próstata.

E no final, apurou-se que os homens que tiveram ingestão ideal desses três componentes alimentares tiveram um menor risco da doença, refere a revista médica Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention.

A redução do risco do desenvolvimento da doença deve-se ao licopeno, um antioxidante que repele as toxinas que podem provocar danos nas células e ADN, disse a pesquisadora da Faculdade de Medicina da Universidade de Bristol, Vanessa Er, que liderou o estudo.

«Os nossos resultados sugerem que o tomate pode ser importante na prevenção do cancro da próstata. No entanto, mais estudos precisam ser realizados para confirmar os nossos resultados, especialmente por meio de testes em humanos. Os homens ainda devem comer uma grande variedade de frutas e legumes, manter uma alimentação saudável, controlar o peso e manterem-se activos», afirmou Vanessa Er.

In TSF online
Lusa
Publicado 27/08/2014 às 19:33

168: Adiar a chegada do Alzheimer

Prevenção

«O que é bom para o coração é bom para o cérebro.» Por isso, o que comemos ajuda a prevenir a doença.

Foto: DR

Foto: DR

Quais os sintomas da doença de Alzheimer? É possível curar a doença? Quando é que se deve deixar de trabalhar? A estas perguntas sobre Alzheimer juntam-se muitas outras, que preocupam os doentes e quem deles cuida. E juntam-se também dúvidas, assim como mal-entendidos que a neurologista Belina Nunes, directora da clínica com o mesmo nome, quer ver respondidas num livro – Alzheimer – 50 questões essenciais – que, explica ao Destak, pretende ao mesmo tempo contribuir para que esta doença deixe «de ser sussurrada como era o cancro há uma década».

«É muito difícil para o médico falar abertamente da doença em frente ao doente e à família porque existem mais receios da parte destes do que vontade de saber», salienta Belina Nunes. Um comportamento que, diz, «tem de mudar, ainda que de modo progressivo, para que os primeiros sintomas sejam percebidos mais cedo e que o tratamento e o apoio necessários aos doentes e famílias estejam cada vez mais acessíveis a todos que deles precisam». A detecção precoce da doença é cada vez mais importante. Até porque, explica a médica, «não existe no momento um marcador da doença que permita a sua identificação segura».

Mas isso não significa que não seja possível prevenir, algo que «passa por evitar as doenças que aumentam o risco, tais como a hipertensão arterial, a diabetes, a dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicerídeos), a obesidade, o tabagismo». «Dizemos habitualmente que o que é bom para o coração é bom para o cérebro, pois evita os enfartes cerebrais e a doença coronária», refere a especialista, que chama a atenção para a importância da alimentação.

«Cada vez mais a dieta de tipo mediterrânea, com consumo de peixe e outros produtos marinhos, frutos secos, azeite, vegetais e fruta fresca se revela benéfica», confirma. Fora do prato ficam as refeições ricas em gorduras de origem animal, sal e açúcares a mais, assim como as bebidas alcoólicas. Uma teoria que um estudo recente, desenvolvido por investigadores da Universidade de Cambridge, confirma: mudar o estilo de vida pode atrasar o aparecimento da doença.

In Destak online
30 | 07 | 2014 13.31H
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

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161: Suplemento de tomate traz benefícios para pacientes com doença cardiovascular

Um suplemento diário retirado de uma substância encontrada no tomate pode melhorar a função dos vasos sanguíneos em pacientes com doença cardiovascular. É o que revela um estudo realizado na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e publicado na revista PLOS One.

dd18062014Outros estudos já relacionaram o licopeno, substância presente no tomate, com a redução do risco de desenvolver doenças cardiovasculares. No entanto, a nova pesquisa avaliou os seus efeitos na função dos vasos sanguíneos localizados no antebraço, que dão indícios se o paciente desenvolverá problemas vasculares ou não.

Trinta e seis pacientes com doenças cardiovasculares e 36 voluntários saudáveis participaram do estudo. Os voluntários receberam um suplemento com sete miligramas de licopeno ou um tratamento com placebo.

Os pacientes com doença cardiovascular tomaram estatinas, medicamentos com a função de baixar o colesterol. No entanto, eles ainda apresentaram a função prejudicada do endotélio – o revestimento interno dos vasos sanguíneos – em comparação com os voluntários saudáveis. Ter um endotélio saudável é um factor importante para prevenir a evolução das doenças cardíacas.

Os investigadores descobriram que a suplementação oral com sete miligramas de licopeno melhorou a função endotelial dos pacientes com doenças cardiovasculares, mas não fez efeito algum nos voluntários saudáveis.

O licopeno melhorou em 53% o alargamento dos vasos sanguíneos em comparação com os pacientes que foram tratados com o placebo. O resultado foi considerado pelos estudiosos como positivo, já que a constrição dos vasos sanguíneos é um dos principais factores que pode levar a ataques cardíacos e AVC.

O estudo constatou que o suplemento não teve qualquer efeito sobre a pressão arterial, a rigidez arterial e os níveis de lipídios.

«Mostramos claramente que o licopeno melhora a função dos vasos sanguíneos em pacientes com doenças cardiovasculares», afirma Joseph Cheriyan, professor da universidade e um dos autores do estudo.

«Isso reforça a necessidade de uma dieta saudável em pessoas com risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral. O suplemento de tomate não é um substituto para outros tratamentos, mas pode fornecer benefícios adicionais. Entretanto, serão necessários mais estudos para verificar se esta solução é capaz de reduzir doenças cardíacas», completa Cheriyan.

In Diário Digital online
18/06/2014 | 14:33

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157: Truques de publicidade para tornar a comida mais apetitosa

Alimentação

1. Óleo para os carros em vez de mel

1. Óleo para os carros em vez de mel

Já viu um belo hambúrguer num anúncio e depois na realidade não era nada igual? Saiba porquê e os outros truques que são usados

Os anúncios dos produtos de beleza são normalmente os mais criticados. Ou porque as modelos são muito magras ou porque usam demasiado Photoshop… Mas a manipulação da publicidade vai muito para além desta indústria.

Concentremo-nos nos produtos alimentares. Vê uns morangos num anúncio e não sabe porque nunca encontra uns no supermercado com tão bom aspecto? Ou então porque é que o hambúrguer na realidade nunca está tão apetitoso como o que está na publicidade? Já lhe aconteceu? Provavelmente sim. É que os alimentos que vemos nas publicidades às vezes não são realmente alimentos e outras vezes estão bem “maquilhados”.

1. Óleo para os carros em vez de mel

O ‘Finances Online’, um site que ajuda as famílias a organizar melhor as suas finanças, fez um estudo recente sobre como somos manipulados pela publicidade. O site comparou as imagens dos anúncios de produtos alimentares, hotéis e também outros produtos para crianças e cosméticos.

Com o estudo fizeram uma lista de truques que são usados nos anúncios para tornar a comida mais deliciosa.

O primeiro truque: para parecer que o mel tem uma consistência mais uniforme, os publicitários costumam substituí-lo por óleo para os motores dos automóveis. Claro que não é para comer, é só mesmo para ficar mais bonito no anúncio.

2. Champô e cola branca em vez de leite Nos anúncios, os cereais têm de ficar com um óptimo aspecto, sem aquele ar empapado por estarem mergulhados em leite. Os publicitários decidem então substituir o leite por champô ou cola branca. O efeito acaba por ser basicamente o mesmo, mas os cereais não correm o risco de ficar com um mau aspecto.

2. Champô e cola branca em vez de leite
Nos anúncios, os cereais têm de ficar com um óptimo aspecto, sem aquele ar empapado por estarem mergulhados em leite. Os publicitários decidem então substituir o leite por champô ou cola branca. O efeito acaba por ser basicamente o mesmo, mas os cereais não correm o risco de ficar com um mau aspecto.

3. Graxa de cor castanha usada para colorir os hambúrgueres Aqui está uma das razões pela qual o hambúrguer que vê na televisão ou nos cartazes na rua não é igual àquele que lhe aparece à frente na vida real. Como se de base se tratasse, os hambúrgueres são aprimorados com graxa de cor castanha para “tapar” as imperfeições. A cor da carne do hambúrguer vai ficar mais uniforme e viva, tornando-o muito mais apetitoso para quem o vê.

3. Graxa de cor castanha usada para colorir os hambúrgueres
Aqui está uma das razões pela qual o hambúrguer que vê na televisão ou nos cartazes na rua não é igual àquele que lhe aparece à frente na vida real. Como se de base se tratasse, os hambúrgueres são aprimorados com graxa de cor castanha para “tapar” as imperfeições. A cor da carne do hambúrguer vai ficar mais uniforme e viva, tornando-o muito mais apetitoso para quem o vê.

4. Spray para o cabelo usado nas frutas Para dar um aspecto bastante fresco às frutas, estas antes de serem mostradas ao público são borrifadas com spray que normalmente é usado no cabelo.

4. Spray para o cabelo usado nas frutas
Para dar um aspecto bastante fresco às frutas, estas antes de serem mostradas ao público são borrifadas com spray que normalmente é usado no cabelo.

5. Pôr antiácidos nos refrigerantes Outra técnica que talvez desconhecia é colocar-se antiácidos para que os refrigerantes aparentem ter ainda mais bolhas e gás do que na realidade têm. Assim, as bebidas terão um melhor aspecto e serão mais apelativas para quem gosta de as consumir.

5. Pôr anti-ácidos nos refrigerantes
Outra técnica que talvez desconhecia é colocar-se anti-ácidos para que os refrigerantes aparentem ter ainda mais bolhas e gás do que na realidade têm. Assim, as bebidas terão um melhor aspecto e serão mais apelativas para quem gosta de as consumir.

6. Usar puré de batata em vez de gelados Sabia que os gelados que vê nos anúncios podem ser puré de batata? A verdade é que mesmo sem saber, pode estar a desejar comer aquele gelado delicioso que aparece nos anúncios e na realidade estar a salivar por puré de batata com corantes.

6. Usar puré de batata em vez de gelados
Sabia que os gelados que vê nos anúncios podem ser puré de batata? A verdade é que mesmo sem saber, pode estar a desejar comer aquele gelado delicioso que aparece nos anúncios e na realidade estar a salivar por puré de batata com corantes.

7. Desodorizante em spray para embelezar as uvas As uvas têm um tratamento especial antes de apareceram em frente ao público. Para que sejam mais cativantes aos olhos de quem as vê, são revestidas por desodorizante em spray.

7. Desodorizante em spray para embelezar as uvas
As uvas têm um tratamento especial antes de apareceram em frente ao público. Para que sejam mais cativantes aos olhos de quem as vê, são revestidas por desodorizante em spray.

7. Desodorizante em spray para embelezar as uvas As uvas têm um tratamento especial antes de apareceram em frente ao público. Para que sejam mais cativantes aos olhos de quem as vê, são revestidas por desodorizante em spray.

7. Desodorizante em spray para embelezar as uvas
As uvas têm um tratamento especial antes de apareceram em frente ao público. Para que sejam mais cativantes aos olhos de quem as vê, são revestidas por desodorizante em spray.

Sábado
13-06-2014
Por Sofia Martins

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