1064: Máscara deixa de ser obrigatória na rua. Uso recomendado em aglomerados

– Quer dizer… fora dos “aglomerados”… não existe o bicho… apenas e só nos “aglomerados” é que ele mora…!!! ‘Tá bem! O uso de máscara é uma protecção individual e, concomitantemente, de terceiros com quem nos cruzamos. E numa PANDEMIA MORTAL como a que (ainda) estamos a viver, o uso ou não da máscara de protecção não pode, não deve ser arbitrária e ao gosto de cada um a não ser dos acéfalos indigentes intelectuais que sempre cagaram nas regras sanitárias do uso de máscaras e no distanciamento físico em grupos pequenos ou numerosos. Ainda estamos nesta “onda” pandémica:

– 0.911 – 12.09.2021 – 8 mortes
– 1.223 – 11.09.2021 – 10 mortes
– 1.323 – 10.09.2021 – 7 mortes
– 1.408 – 09.09.2021 – 10 mortes
– 1.778 – 08.09.2021 – 10 mortes
– 1.251 – 07.09.2021 – 6 mortes
– 0.663 – 06.09.2021 – 12 mortes

Total da semana – 8.557 infectados e 63 mortes

Quem quiser que se MATE… mas não CONTAGIE quem quer VIVER…!!!

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/”LIBERTAÇÃO”

Uso obrigatório de máscara durou 318 dias e chega ao fim esta segunda-feira, dia em que caduca o último diploma aprovado pelo parlamento e promulgado pelo Presidente da República.

© Artur Machado / Global Imagens

O uso de máscara no exterior deixa de ser obrigatório a partir desta segunda-feira, passando a ser facultativo e recomendado em algumas situações, como os aglomerados de pessoas.

Esta obrigação durou no total 318 dias, desde a aprovação da lei, a 28 de Outubro de 2020, em plena pandemia de covid-19, e foi sendo sucessivamente renovada pelo parlamento, o que não acontecerá agora.

Assim, o fim do uso obrigatório de máscaras em espaços públicos exteriores acontece no dia em que caduca o último diploma aprovado pelo parlamento e promulgado pelo Presidente da República, a 11 de Junho, por um período de 90 dias, não tendo a Assembleia da República proposto a sua renovação.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) avançou à Lusa que está a rever a orientação relativa à utilização de máscaras, que passam a ser facultativas no exterior e recomendadas em algumas situações, que reúnam aglomerados de pessoas.

“A orientação relativa à utilização de máscaras, que está a ser revista, irá no sentido de deixar de recomendar a utilização universal de máscaras no exterior, que poderá ser utilizada de forma facultativa”, segundo a DGS.

No entanto, salienta que, em “situações especiais, nomeadamente aglomerados previsíveis ou potenciais de pessoas, contextos específicos e situações clínicas particulares”, a máscara irá ser recomendada.

Numa audição na quarta-feira, no parlamento, a pedido do PSD, sobre a obrigatoriedade das máscaras, a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, apontou como excepções para a continuação do uso de máscara o recreio nas escolas, assim como em aglomerados populacionais e em eventos em espaços exteriores.

“A transmissão indirecta do vírus é por acumulação de aerossóis e obviamente essa via é muito menos eficaz no exterior do que no interior. De qualquer maneira, a recomendação vai no sentido de que, em aglomerados e em contextos especiais”, a máscara deve ser utilizada, avançou Graça Freitas na audição na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19.

A Direcção-Geral da Saúde faz recomendações sobre o uso de máscara e cabe à Assembleia da República determinar o seu uso obrigatório.

O diploma sobre a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos exteriores foi renovado três vezes pelo parlamento.

Por sua vez, a Associação de Médicos de Saúde Pública defende a continuidade do uso de máscara para prevenir a covid-19 e a gripe, e haver um inverno “mais controlado”, permitindo ao SNS retomar o atraso na actividade assistencial.

Em declarações à agência Lusa, o presidente em exercício da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Gustavo Tato Borges, afirmou que não existe uma data certa para deixar de se usar a máscara.

“A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública continua a sugerir que, especialmente nesta fase de inverno em que vamos entrar, a máscara continue a ser um equipamento de protecção individual utilizado por todos ou quase todos de maneira a que nos possamos proteger, não só da covid-19, mas também da gripe”, defendeu Gustavo Tato Jorge.

Diário de Notícias
Lusa
12 Setembro 2021 — 15:11

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