828: Centros de vacinação passam a ter forças de segurança e voluntários

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De acordo com a orientação da Direcção-Geral da Saúde, a força de segurança deve “evitar aglomerados” e “garantir o distanciamento físico”.

© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Os centros de vacinação contra a covid-19 vão passar a ter a presença de uma força de segurança, indica uma orientação da Direcção-Geral da Saúde hoje publicada, que prevê ainda voluntários no apoio às pessoas a vacinar.

“Deve garantir-se uma Força de Segurança para zelar pela segurança do local e evitar aglomerados populacionais e garantir o distanciamento físico durante o horário de funcionamento, em articulação com outros profissionais e voluntários, quando aplicável”, refere actualização da orientação sobre o funcionamento dos Centros de Vacinação Covid-19 (CVC).

O documento da Direcção-Geral da Saúde (DGS) aponta ainda que “deve ser considerada a participação de voluntários na gestão da circulação das pessoas a vacinar ao longo do circuito sentido único dos CVC”, especialmente para as pessoas portadoras de deficiência, com mobilidade reduzida ou que não falem a língua portuguesa.

Os CVC são constituídos sob a coordenação dos agrupamentos de centros de saúde e unidades locais de saúde, em articulação com as autoridades de saúde territorialmente competentes, as autarquias e parceiros locais.

Segundo os últimos dados do ministério da Saúde, metade da população de Portugal continental já recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19 e mais de 30% têm a vacinação completa.

O plano de vacinação contra a covid-19, que arrancou no final de Dezembro de 2020, está na fase 2, tendo como objectivo administrar uma média de 100 mil doses por dia, para cumprir a meta de ter 70% da população vacinada com pelo menos uma dose em Agosto.

Diário de Notícias
Lusa
29 Junho 2021 — 15:56

 

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Um comentário em “828: Centros de vacinação passam a ter forças de segurança e voluntários”

  1. Ah! E não esquecer o controlo individual, pelas “forças de segurança”, de quem entra nos Centros de Vacinação, tais como revista electrónica pessoal e de objectos, como se efectua nos aeroportos, não vá alguém entrar com uma Kalashnikov, bazooka ou outra arma que coloque em perigo as pessoas que aguardam ser vacinadas…

    Mas que raio de merda é esta? Portugal virou estado policial? Já se esqueceram dos anos negros do fascismo salazarista? Voltámos a esses tempos?

    Deixam andar à solta uma choldra de gajos e gajas a colocarem em perigo a vida de outras pessoas que cumprem as regras sanitárias, choldra essa sem respeitar o distanciamento físico, o uso de máscara nas trombas e o aglomerado ao molho e fé em deus, nas suas andanças “sociais” e quem está calmamente sentado à espera de ser vacinado, tem uma “força de segurança” a controlar o ambiente?

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