1169: Vacinados deixam de precisar de testes em eventos desportivos, culturais e familiares

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINADOS/TESTES

Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal, como medida de protecção adicional para estas populações mais vulneráveis.

© Paul Ellis/AFP

As pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias deixam de precisar de fazer testes de rastreio covid nalguns contextos, como reuniões familiares e eventos culturais, desportivos ou cooperativos, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

A norma actualizada esta quarta-feira pela DGS, indica que ficam também dispensados de testes de rastreio periódico os residentes, utentes e profissionais de alguns locais, designadamente unidades de Cuidados Continuados Integrados e instituições de apoio a migrantes e refugiados, assim como nos estabelecimentos prisionais e centros educativos que apresentem esquema completo há mais de 14 dias.

Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal, como medida de protecção adicional para estas populações mais vulneráveis.

Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, não terão de realizar testes regulares os doentes nem os acompanhantes, desde que tenham o esquema vacinal completo há mais de 14 dias.

Nas restantes situações anteriormente previstas na Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, mantém-se a indicação para a realização de testes independentemente do estado vacinal, como, por exemplo, a realização de procedimentos gerados de aerossóis e antes do internamento hospitalar

Mantém-se igualmente a realização de testes laboratoriais nas unidades prestadoras de cuidados de saúde antes da cirurgia electiva, da admissão para assistência ao parto e da admissão em unidades de cuidados intermédios e intensivos.

A norma da DGS refere ainda que as pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias devem manter a realização de testes de diagnóstico da covid-19 “em caso de suspeita de infecção por SARS-CoV-2” e “em contactos de risco com caso confirmado”.

A informação hoje actualizada, para adaptar a estratégia nacional de testes à elevada cobertura vacinal da população portuguesa e à actual situação epidemiológica, define ainda que os testes laboratoriais não devem ser realizados em pessoas com história de infecção por SARS-CoV-2 nos últimos 180 dias após o fim do isolamento, a menos que apresentem sintomas sugestivos da doença e sejam contacto de um caso confirmado nos últimos 14 dias.

Outra alteração introduzida pela Norma diz respeito à recomendação para a realização, em doentes com critério de internamento, de testes para o vírus da gripe (vírus influenza A e B16) e vírus sincicial respiratório (crianças com menos de 2 anos de idade).

Diário de Notícias
Lusa
13 Outubro 2021 — 09:45

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1129: Gripe. 79 mil pessoas vacinadas na primeira semana

SAÚDE PÚBLICA/GRIPE/VACINAÇÃO

Utentes e profissionais de lares de idosos e profissionais do Serviço Nacional de Saúde estão abrangidos pela primeira fase da vacinação.

Autoridades de saúde anteciparam o início da campanha de vacinação contra a gripe.
© Artur Machado / Global Imagens

Desde a última segunda-feira, dia em que arrancou a campanha de vacinação contra a gripe, até ao dia de ontem receberam a vacina 70 045 pessoas, avançou este sábado a Direcção-Geral da Saúde, em comunicado.

Nesta primeira fase estão a ser vacinados os utentes e profissionais dos Estabelecimentos Residenciais para Idosos (ERPI) e unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e instituições similares, bem como os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A vacinação destes grupos, bem como das grávidas, vai prolongar-se pelas próximas semanas. Na segunda fase serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, nomeadamente pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças.

Até ao momento, avança o comunicado, foram distribuídas “mais de 320 mil doses da vacina da gripe em todo o território nacional”. Para esta época gripal haverá 2,24 milhões de doses de vacinas contra a gripe, mais cerca de 146.000 doses face ao ano anterior.

Segundo a DGS a vacinação contra a gripe irá ocorrer em paralelo com o processo de vacinação contra a COVID-19, que ainda está em curso, nos Centros de Vacinação COVID. Este ano as autoridades de saúde decidiram antecipar o início da campanha de vacinação, que começa habitualmente em Outubro, devido à situação pandémica.

Diário de Notícias
DN
02 Outubro 2021 — 12:59

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1127: Vacina em adesivo promete resposta imunológica superior ao método tradicional

SAÚDE PÚBLICA/VACINAS

University of North Carolina at Chapel Hill

Uma equipa de cientistas desenvolveu uma vacina em adesivo com micro-agulhas que promete uma resposta imunológica muito superior do que a que é oferecida pelas vacinas tradicionais.

Apesar de os adesivos com micro-agulhas estarem em desenvolvimento há vários anos, os fabricantes têm mostrado dificuldades na produção em massa. Por outro lado, adaptar o adesivo aos diferentes tipos de vacinas também pode ser um desafio.

Contudo, um novo estudo mostra agora que é possível superar estes problemas que foram condicionando o desenvolvimento do adesivo. Os avanços deram-se através de uma técnica de impressão 3D avançada denominada produção de interface líquida contínua (CLIP).

O método usa luz ultravioleta e uma resina especial para criar os adesivos que são consistentes em tamanho, forma e espaçamento de agulha, independentemente da quantidade em que são produzidos.

“A nossa abordagem permite-nos imprimir directamente as micro-agulhas em 3D, o que nos dá margem para fazer as melhores micro-agulhas do ponto de vista de desempenho e custo”, refere o microbiologista Shaomin Tian, ​​da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.

A facilidade e a velocidade com que estes adesivos de micro-agulha podem ser desenvolvidos pode levá-los a um uso muito mais amplo, referem os investigadores em comunicado.

Por outro lado, escreve o Science Alert, evitam totalmente as agulhas convencionais, e podem ser auto-administrados, ou seja, não há a necessidade de marcar uma consulta antecipadamente com um técnico que possa fazer a inoculação.

O método de administração caracteriza-se por ser mais simples, uma vez que as agulhas presentes no adesivo só precisam de penetrar abaixo da camada superficial da pele (transdérmica) para serem eficientes.

O estudo refere ainda que o líquido é inoculado directamente nas proximidades das células imunológicas da pele, o que é perfeito para vacinas. Com um sistema de entrega mais eficiente, é possível que as dosagens possam ser reduzidas.

Em testes de laboratório em ratos, os especialistas perceberam que o adesivo criou uma resposta de células T e anticorpos específicos cerca de 50 vezes maior do que uma injecção subcutânea tradicional aplicada sob a superfície da pele.

“Demonstramos que a aplicação de micro-agulhas impressas em 3D resultou em maior retenção de carga na pele, activação de células imunes e respostas imunes mais potentes, em comparação com as técnicas de vacinação tradicionais”, explicam os investigadores no estudo.

A equipa afirma que o projecto pode ser adaptado para o uso de vacinas contra a gripe, sarampo, hepatite e até mesmo de covid-19.

Outra vantagem é o facto de não haver necessidade de manutenção especial ou refrigeração no transporte, o que pode ajudar a aumentar as taxas de vacinação. Os adesivos podem ainda usar melhorias recentes para combinar vários medicamentos no mesmo adesivo.

Embora os adesivos ainda não tenham sido testados em humanos, espera-se que quando isso acontecer sejam observados os mesmos benefícios que foram analisados nos testes em ratos.

Agora, os investigadores estão a tentar perceber de que forma o seu adesivo de vacina de micro-agulha pode ser adaptado às vacinas contra a covid-19, especialmente nas de mRNA – como é o caso da Moderna e da Pfizer.

O estudo foi publicado na revista PNAS a 28  Setembro.

Por Ana Isabel Moura
1 Outubro, 2021

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1112: Mais de dois milhões de vacinas contra a gripe começam hoje a ser administradas

– Não percebi a que se refere “residentes”…

SAÚDE PÚBLICA/VACINAS/GRIPE

Esta primeira fase destina-se a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do SNS e grávidas.

© Ivo Pereira / Global Imagens

A vacinação contra a gripe arranca hoje em Portugal, mais cedo do que o habitual devido à pandemia de covid-19, havendo 2,24 milhões de vacinas para serem distribuídas gratuitamente a grupos de risco pelo Serviço Nacional de Saúde.

Hoje inicia-se a primeira fase da vacinação gratuita destinada a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e também as grávidas, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Na segunda fase, serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, destacando-se pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou outras condições previstas na norma da vacinação contra a gripe 2021/22.

Para esta época gripal (2021/2022), haverá 2,24 milhões de doses de vacinas contra a gripe, mais cerca de 146.000 doses face à época gripal 2020/2021, o que representa um aumento de 7%, de acordo com a DGS.

À semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, as vacinas disponíveis em Portugal serão tetravalentes, incluindo quatro tipos de vírus da gripe: Dois do tipo A e dois do tipo B.

As autoridades de saúde decidiram antecipar o início da campanha de vacinação, que começa habitualmente em Outubro, devido à situação pandémica.

“Em 2021, em contexto de pandemia covid-19, mantêm-se medidas excepcionais e específicas no âmbito da vacinação gratuita contra a gripe, nomeadamente o início mais precoce, a vacinação faseada e a gratuitidade para os profissionais que trabalham em contextos com maior risco de ocorrência de surtos e/ou de maior susceptibilidade e vulnerabilidade”, refere a DGS em comunicado.

Na sexta-feira, a ‘task force’ que coordena a vacinação contra a covid-19 informou em comunicado que os centros onde são administradas as vacinas anti-covid iriam “em breve” ser empenhados na vacinação da gripe.

A Lusa pediu mais informações à ‘task force’ sobre este processo de administração da vacina da gripe nestes centros, mas não foi disponibilizada mais informação.

A Direcção-Geral da Saúde apela à adesão das pessoas que têm critério para a vacinação contra a gripe, num processo que será feito de forma organizada, decorrendo nos próximos meses.

A DGS recorda que habitualmente a gripe é curada espontaneamente, mas podem ocorrer complicações, particularmente em pessoas com doenças crónicas ou com 65 ou mais anos.

A vacina contra a gripe é fortemente recomendada para grupos prioritários da população e é uma medida de prevenção primária com impacte na ocorrência e gravidade da doença.

Em Portugal, a vacina é gratuita para cidadãos a partir dos 65 anos, para residentes e internados em instituições, mas também para um grupo de pessoas com doenças específicas, profissionais de saúde do SNS e para os bombeiros.

Diário de Notícias
Lusa
27 Setembro 2021 — 07:46

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‘Task force’ está a preparar transição para a vacina da gripe

SAÚDE PÚBLICA/VACINAS/GRIPE/TASK FORCE

“Vim a descobrir aqui na saúde uma humildade e uma entrega que, eventualmente, supera a dos próprios militares”, elogiou Gouveia e Melo.

O vice-almirante e coordenador da task-force para a vacinação, Gouveia e Melo
© TIAGO PETINGA/LUSA

A ‘task force’ criou um núcleo que vai ajudar a assegurar a transição da vacinação contra a covid-19 para a vacinação contra a gripe, afirmou este sábado o coordenador daquela estrutura, Henrique Gouveia e Melo.

“Na minha ‘task force’, já preparámos um núcleo de transição que ajudará a fazer esse processo de transição para o internalizar no Ministério da Saúde, como deve ser, e passar a operações correntes e a não ser uma operação extraordinária como o foi até agora”, disse aos jornalistas Henrique Gouveia e Melo, que falava à margem das comemorações do Dia do Farmacêutico, no Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra.

Segundo o responsável, o processo de vacinação deverá terminar entre o fim de Setembro e o início de Outubro, acreditando que a ‘task force’ terminará quando acabar também esse esforço de vacinação contra a covid-19.

Henrique Gouveia e Melo recordou que a infra-estrutura usada contra a covid-19 vai manter-se disponível, “com pequenas adaptações”, para vacinar a gripe e também para vacinar quem necessitar de uma terceira dose contra a covid-19.

“Vamos continuar todos de alguma forma ligados a este processo para ajudar nesta transição, para que a transição seja suave e para que todos os portugueses beneficiem do seu sistema nacional de saúde na sua máxima extensão”, referiu, salientando que, apesar de se sair de uma crise, surge agora um período também “preocupante”, porque as máscaras e todas as restrições face à pandemia poderão ter retirado “alguma protecção natural à gripe”.

Durante a cerimónia, organizada pela Ordem dos Farmacêuticos, o coordenador da ‘task force’ realçou que sempre julgou – “até de forma ~’snob'” -, que os militares tinham “o condão da entrega e da missão”.

“Vim a descobrir aqui na saúde uma humildade e uma entrega que, eventualmente, supera a dos próprios militares”, frisou.

Na cerimónia, também participaram a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, e a ministra da Saúde, Marta Temido, através de uma mensagem em vídeo.

Nessa mensagem, a ministra realçou o papel dos farmacêuticos no combate à pandemia, mas também apontou para o futuro, considerando que é altura de “continuar o caminho de tornar o Serviço Nacional de Saúde mais justo, mais inclusivo e com mais respostas de proximidade”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Setembro 2021 — 20:23

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1101: Investigador diz que terceira dose generalizada só faz sentido com vacina actualizada

– Miguel Castanho diz que persistir nas mesmas vacinas “é chover no molhado”. A terceira dose “só faz sentido” com “uma vacina actualizada”

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO/TERCEIRA DOSE

Miguel Castanho diz que persistir nas mesmas vacinas “é chover no molhado”. A terceira dose “só faz sentido” com “uma vacina actualizada”, assume.

© EDUARDO COSTA/LUSA

A administração generalizada de uma terceira dose só faz sentido com uma vacina contra a covid-19 actualizada às novas variantes do vírus SARS-CoV-2, defendeu esta quinta-feira o investigador Miguel Castanho, para quem persistir nas mesmas vacinas “é chover no molhado”.

“Não creio que seja necessário, a breve trecho, uma terceira dose de forma generalizada – eventualmente para doentes do sistema imunitário, sim – e, em minha opinião, só faz sentido considerar essa hipótese para uma vacina actualizada”, adiantou à Lusa o investigador do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Segundo disse, a administração generalizada na população de uma dose de reforço com as vacinas que já estão a ser utilizadas é “chover no molhado”, face às novas variantes do coronavírus que provoca a covid-19, caso da Delta, predominante em Portugal e considerada mais transmissível.

“A imunidade conferida pelas vacinas em uso neste momento durará tempo suficiente para se actualizar, produzir e distribuir as vacinas actualizadas”, defendeu Miguel Castanho.

Já para José Aranda da Silva, especialista em indústria farmacêutica e antigo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, a evolução da pandemia “será favorável” nos próximos meses, uma vez que os “dados referentes à vacinação são muito positivos”, mas admitiu a possibilidade de um reforço da imunização.

“A evolução será favorável, mas possivelmente teremos de ter um reforço da vacinação. Até ao momento, as notícias sobre medicamentos que possam erradicar a doença, como acontece com outros vírus, não são animadoras”, disse à Lusa o primeiro presidente do Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed).

Segundo Aranda da Silva, como acontece em todos os medicamentos, a eficácia das vacinas contra a covid-19 não é de 100%, “pelo que haverá sempre uma parte da população que não fica imunizada”.

“Esta é uma realidade com todas as vacinas e a verdade é que, mesmo assim, com as vacinas conseguimos erradicar do planeta doenças infecciosas que foram devastadoras para a população de diversos continentes durante séculos”, salientou o especialista.

O virologista José Miguel Pereira reitera também que a vacina contra a covid-19 não confere 100% de imunidade, uma vez que “há sempre um grupo de indivíduos que não adquirem a capacidade de criarem uma resposta imunologicamente competente para este agente viral”.

Segundo o especialista, as vacinas actualmente em uso, sendo eficazes a prevenir a covid-19, “não permitem aparentemente evitar que o vírus SARS-CoV-2 infecte e colonize as células das vias respiratórias dos vacinados”, apesar de se tratar, na maioria dos casos, de infecções assintomáticas ou benignas.

No entanto, diversos estudos revelam que as pessoas vacinadas e que ficam infectadas possuem menores cargas virais e de menor duração nas vias respiratórias, adianta o investigador.

“Ou seja, a probabilidade de haver transmissão a partir de um hospedeiro vacinado que tenha sido infectado é muito menor do que a que se verifica quando essa infecção ocorre num hospedeiro não vacinado”, assegura José Miguel Pereira.

A administração de uma terceira dose de vacina contra a covid-19 pode vir a ser administrada a dois grupos distintos da população, admitiu quarta-feira a directora-geral da Saúde (DGS), Graça Freitas.

“A questão da terceira dose tem duas componentes: para os imuno-suprimidos é uma outra oportunidade de ficarem imunizados; para as pessoas que tiveram a sua vacinação, mas porque são velhos, doentes ou terem outra condição que não os deixou duradouramente protegidos, está a ser equacionado um reforço. São estes estudos que estão a ser feitos e que têm muito a ver com a duração da imunidade”, afirmou a responsável da DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 4.461.431 mortes em todo o mundo, entre mais de 213,79 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.689 pessoas e foram contabilizados 1.028.421 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Agosto 2021 — 16:48

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