1593: Menos internados em dia com mais 41.511 casos e 44 mortes

– Estatísticas até hoje, Sábado:

DIA              INFECTADOS   MORTOS
05.02.2022         41.511             44
04.02.2024         47.199             50
03.02.2022         50.447             53
02.02.2022         54.693             56
01.02.2022         50.888             63
31.01.2022         27.916             49

Total até hoje (6 dias): 272.654 infectados – 315 mortos

– Enquanto existir uma choldra acéfala indigente paranóica, que arrasta consigo outra choldra da mesma espécie acéfala, os números acima não vão diminuir por muitas doses de “reforço” vacinal que tenham de dar às pessoas que infelizmente têm de se cruzar com os walking deads merdosos que continuam, sem parar, a desenvolverem as suas actividades pseudo-“socializantes”. BARDAMERDA para todos eles…!!!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Há agora 2.409 pessoas internadas (menos 36 que ontem) com covid-19, refere o boletim diário da DGS e menos cinco pessoas unidades de cuidado intensivo (UCI), totalizando 169 doentes em UCI.

Portugal registou, em 24 horas, 41.511 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Foram reportadas mais 44 mortes devido à infecção por SARS-CoV-2, indica anda o relatório deste sábado (5 de Fevereiro).

Nos hospitais portugueses estão agora 2.049 pessoas internadas com a doença, menos 36 do que no dia anterior, das quais 169 em unidades de cuidados intensivos, menos cinco do que na sexta-feira.

Neste momento, há menos 4.972 casos activos e mais 46.439 recuperados da doença e ainda mais 5.359 casos em vigilância.

A região do norte é a que apresenta maior registo de casos, com 15.984 e 13 mortos, logo seguida da de Lisboa e Vale do Tejo, com 11.856 novos casos de infecção e 17 mortos. Na região centro foram registados mais 8.265 novos casos e mais 9 óbitos, na do Algarve mais 1.898 e um morto e na do Alentejo 1.809 e dois mortos.

O arquipélago dos Açores tiveram mais 1.097 casos de covid-19 notificados e dois mortos e a região autónoma da Madeira 605 novos casos de infecção, sem registo de qualquer óbito.

Casa Aberta para as crianças

As crianças entre os 5 e os 11 anos podem vacinar-se contra a covid-19, em regime de “Casa Aberta”, durante o fim de semana de manhã.

Os pais que não tenham agendado a vacinação de crianças entre os 5 e os 11 anos contra a covid-19, e que não tenham sido infectadas com covid-19 nos últimos três meses, podem levar os seus filhos este fim de semana, durante a manhã, aos postos de vacinação em regime de “Casa Aberta”.

Durante a tarde, no mesmo regime, continua a decorrer o processo de vacinação para utentes com idade igual ou superior a 18 anos e contra a gripe para os que tenham idade igual ou superior a 50 anos.

A modalidade Casa Aberta está disponível para os cidadãos com 18 ou mais anos que tenham completado o esquema vacinal primário contra a COVID-19 há 150 ou mais dias, e para os utentes inoculados com a vacina da Janssen há 90 ou mais dias, esclarece a Direcção-Geral da Saúde.

A directora-geral da Saúde, Graça Freitas, tem vindo a apelar aos pais para vacinem as crianças dos cinco aos 11 anos, reforçando a confiança na vacina pediátrica.

Diário de Notícias
Paula Sá
05 Fevereiro 2022 — 14:12

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1564: Mortalidade aumenta 39% numa semana em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/MORTALIDADE

Portugal regista uma mortalidade por covid-19 de 52,2 óbitos por um milhão de habitantes, um aumento de 39% numa semana e superior ao limiar europeu definido para este indicador, alerta a análise de risco da pandemia.

© EPA/GIUSEPPE LAMI

“A 26 de Janeiro, a mortalidade específica por covid-19 registou um valor de 52,2 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes, o que corresponde a um aumento de 39% relativamente ao último relatório (37,6), indicando uma tendência crescente do impacto da pandemia na mortalidade”, indicam as “linhas vermelhas” do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) e da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o documento, o valor registado em Portugal é superior ao limiar de 20 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) e superior ao limite de 50 óbitos, o que se traduz, de acordo com referencial das “linhas vermelhas”, “num impacto muito elevado da epidemia na mortalidade específica por covid-19”.

Relativamente aos serviços de saúde, o relatório do INSA e da DGS refere que, na quarta-feira, estavam em unidades de cuidados intensivos (UCI) 147 doentes com covid-19, o que corresponde a 58% do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas, quando na semana anterior este indicador estava nos 60%.

“Na última semana o número de doentes internados em UCI apresenta uma tendência estável”, mas os hospitais da região Norte estão a 84% do nível de alerta de ocupação em cuidados intensivos.

Entre 20 e 26 deste mês, a proporção de casos com resultado positivo nos testes realizados para SARS-CoV-2 foi de 18,3% (15,5% no último relatório), valor que se encontra acima do limiar dos 4% e com tendência crescente.

As “linhas vermelhas” indicam ainda que, nos últimos sete dias, foram realizados mais de 2,1 milhões de testes de despiste do coronavírus, quando na semana anterior tinham sido feitos cerca de 1,8 milhões.

Quanto às variantes, a análise de risco da pandemia refere que a variante Ómicron (BA.1) continua dominante em Portugal, tendo atingido uma proporção estimada máxima de cerca de 93% das infecções entre 7 e 9 de Janeiro.

Desde essa data, tem-se verificado um decréscimo da proporção de amostras positivas com “falha” na detecção do gene S, o indicador de caso suspeito de Ómicron, “possivelmente relacionado com a entrada em circulação da linhagem BA.2, adianta o INSA.

A frequência relativa estimada da linhagem BA.2 não tem revelado um aumento acentuado e consistente nas últimas duas semanas, sublinha o relatório.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Janeiro 2022 — 19:32

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1529: Recorde de 43.729 casos, 46 mortes e desde Fevereiro que não havia tantas mortes

– E pretendem os “especialistas” que isto passe a endemia… Diz um deles: “Estamos cada vez mais imunes ao vírus”… Adoro quando eles se auto-definem como “especialistas”… 🙂 

– Estatísticas até hoje, Terça-feira:

18.01.2022 – 43.729 infectados – 46 mortos
17.01.2022 – 21.917 infectados – 31 mortos

Total até hoje (dois dias): 65.646 infectados – 77 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Houve 46 mortos nas últimas 24 horas, o número mais alto desde 26 de Fevereiro de 2021. Há agora 1.955 pessoas internadas (mais 17 que ontem) e há mais 42.055 recuperados da doença, indica o relatório diário da DGS.

Centro de vacinação no Parque das Nações, em Lisboa
© Diana Quintela/ Global Imagens

Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, 43.729 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta terça-feira (18 de Janeiro) refere ainda que morreram mais 46 pessoas devido à infecção, o número mais alto desde Fevereiro do ano passado.

De sublinhar que só em Lisboa e Vale do Tejo foram 25 os mortos nas últimas 24 horas.

Sobre a situação nos hospitais, os dados mostram que há agora 1.955 internados (mais 17), dos quais 160 estão em unidades de cuidados intensivos, menos 14 pessoas.

Foram, no entanto, registados mais 42.055 casos de pessoas que recuperaram da doença, refere a a DGS no dia em que arranca a testagem dos alunos das escolas públicas.

Estudantes começam hoje a ser testados

Cerca de um milhão de estudantes das escolas públicas de todo o país vão poder ser testados a partir desta terça-feira através de um acordo entre os directores escolares e as farmácias.

A decisão foi avançada à Lusa na semana passada pelo presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, que explicou que este projecto resultava de um protocolo entre a ANDAEP e a Associação Nacional das Farmácias (ANF).

“A iniciativa de testagem covid-19 arranca hoje”, anunciam as duas entidades num comunicado conjunto enviado às redacções, explicando que o objectivo é “garantir a segurança dos alunos durante o novo período lectivo”.

O programa agora organizado pela ANF e ANDAEP prevê que o serviço de testagem seja articulado localmente entre cada escola e as farmácias de proximidade, podendo a testagem ser realizada nas instalações da farmácia ou da escola. Para o presidente da ANDAEP, a iniciativa “vai permitir que os alunos possam ser todos testados a custo zero para as famílias e para as escolas”.

Portugal ultrapassa os 30 milhões de testes à covid-19

Desde o início da pandemia, já foram realizados em Portugal mais de 30 milhões de testes à covid-19, indica esta terça-feira o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA). Na sexta-feira (14 de Janeiro), o país atingiu um total de 30.074.386 milhões de testes à infecção por SARS-CoV-2. No total, são “aproximadamente 17,7 milhões de testes TAAN/PCR e perto de 12,4 milhões de Testes Rápidos de Antigénio (TRAg) de uso profissional”.

O INSA refere, em comunicado, que em apenas quatro dias, de 11 a 14 de Janeiro, Portugal “voltou a ultrapassar a marca de um milhão de testes, dos quais mais de 770 mil (70%) foram TRAg de uso profissional”. Dados que não incluem os auto-testes..

Já entre os dias 1 e 14 de Janeiro, foram realizados perto de 3,3 milhões de testes de diagnóstico à covid-19 (cerca de 1 milhão TAAN/PCR e mais de 2,2 milhões TRAg de uso profissional), com uma média diária de mais de 233 mil testes.

Diário de Notícias
DN
18 Janeiro 2022 — 15:18

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1441: Restaurantes só com teste, etc. Restrições para o ano novo já entraram em vigor

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– Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.921 pessoas e foram contabilizados 1.330.158 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/RESTRIÇÕES FIM DE ANO

Além do teste em restaurantes, na via pública estão proibidos ajuntamentos de mais de 10 pessoas, bem como o consumo de bebidas alcoólicas.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

As restrições para conter a pandemia de covid-19 no período de Ano Novo entraram às 00:00 desta quinta em vigor e vão manter-se até sábado, devido ao agravamento da situação epidemiológica e recente aumento de casos.

As medidas, que também vigoraram nos dias 24 e 25 de Dezembro, foram decididas no início da semana passada num Conselho de Ministros extraordinário em que o Governo decidiu também antecipar a estratégia de prevenção e combate à pandemia definida cerca de um mês antes, face à ameaça da nova variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2.

Desde esta quinta e até ao final do dia de sábado será obrigatória a apresentação de um teste negativo para entrar em restaurantes, casinos e festas de passagem de ano.

Na via pública estão proibidos ajuntamentos de mais de 10 pessoas, bem como o consumo de bebidas alcoólicas.

O reforço das restrições durante a época festiva surge em resposta ao agravamento da situação epidemiológica devido à nova variante Ómicron do SARS-CoV-2, que já é dominante em Portugal, e numa altura em que o país regista novos máximos de infecções diárias (26.867 casos na quarta-feira) e um aumento exponencial da incidência e do índice de transmissibilidade.

Para os próximos dias, o Governo recorda ainda as recomendações dadas no Natal, designadamente o incentivo à realização de testes de diagnóstico, evitar encontros com muita gente, em espaços fechados, pequenos e pouco arejados e evitar estar muito tempo sem máscara.

A par das medidas decretadas pelo Governo, vários municípios têm vindo a cancelar festas de passagem de ano no espaço público.

O arquipélago dos Açores está na totalidade em situação de contingência desde quarta-feira, sendo por isso obrigatório apresentar um teste negativo para aceder aos eventos sociais e festejos da passagem do ano nas nove ilhas (PCR realizado nas 72 horas anteriores ou antigénio nas 48 horas anteriores), independentemente da vacinação.

A presença de público está limitada até três quartos da lotação do espaço onde as iniciativas se realizam (em eventos únicos ou em discotecas, que estão abertas) e as celebrações e os ajuntamentos na via pública estão proibidos.

Já na Madeira, onde a ocupação hoteleira ronda os 90%, as festividades vão decorrer sem restrições adicionais às que já estão em vigor desde Novembro, como a obrigatoriedade de apresentar teste antigénio negativo (com validade de uma semana) e certificado de vacinação para aceder à maioria dos recintos públicos e privados.

Em 2020, o Governo Regional apelou aos madeirenses para que assistissem ao tradicional espectáculo de fogo de artifício em casa e também definiu 2.060 quadrados desenhados no pavimento nos locais mais procurados, para um máximo de cinco pessoas cada, de preferência familiares, mas este ano esta medida não se aplica.

Além das medidas anunciadas em Conselho de Ministros especificamente para o período de Natal e Ano Novo, estão em vigor desde 25 de Dezembro outras restrições no continente inicialmente previstas apenas para a primeira semana de Janeiro, como o regresso ao teletrabalho obrigatório, o encerramento de creches e ateliês de tempos livres (ATL) e de bares e discotecas.

Até dia 09 de Janeiro, é também obrigatório um teste negativo para o acesso a hotéis e estabelecimentos de alojamento local, para eventos empresariais e festas familiares, como casamentos ou baptizados, e para eventos desportivos e culturais, independentemente do número de espectadores.

A lotação dos espaços comerciais foi limitada a uma pessoa por cada cinco metros quadrados para evitar ajuntamentos que acontecem na semana a seguir ao Natal para trocas de presentes.

Portugal Continental está em situação de calamidade desde 01 de Dezembro devido ao aumento do número de casos.

A covid-19 provocou mais de 5,41 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.921 pessoas e foram contabilizados 1.330.158 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a ​​​​​​​Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de Novembro, foram notificadas infecções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Dezembro 2021 — 00:16

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Ómicron é “um alerta da ameaça” que representa o vírus, dizem cientistas

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SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/OMICRON

Cientistas consideram que as novas variantes podem evoluir a partir da Delta, serem totalmente diferentes e, inclusive, “podem ser recombinações de variantes devido a infecções mistas dentro de hóspedes individuais”.

© D.R.

O surgimento de variantes como a ​​​​​​​Ómicron é “um alerta da ameaça que significa” o SARS-CoV-2 e da importância das vacinas que, com a terceira dose, podem restaurar a eficácia em mais de 90%, face a doença grave.

A conclusão consta numa análise publicada na revista Science.

O microbiólogo da Universidade de Cambridge Ravindra Gupta e o investigador do Scripps Research Translational Institute Eric Topol analisaram estudos recentes sobre infecções após a vacinação e sobre a eficácia das doses de reforço na protecção contra variantes, em especial a Delta.

Os autores recordam os elevados níveis de protecção das vacinas de ARNm, como a Pfizer e a Moderna, contra a covid-19 sintomática, mas que diminui com o tempo, especialmente nas pessoas com mais idade e nas imuno-deprimidas.

Os estudos indicam que o tempo é um factor chave na diminuição da eficácia das vacinas e que a perda de protecção “provavelmente se amplificou pelo aumento da prevalência da variante Delta”, escrevem os cientistas.

Os estudos imunológicos da resposta às injecções de reforço administradas seis meses depois da vacinação completa mostram “de forma uniforme da indução de quantidades muito elevadas de anticorpos neutralizantes”.

Os autores citam um estudo realizado em Israel, onde mais de 1,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos receberam um reforço de uma vacina de ARNm e se conseguiu restaurar uma eficácia de mais de 90% contra a covid-19 grave.

Apesar dos esforços serem importantes e poderem continuar a ser durante algum tempo, as intervenções não farmacêuticas, como o uso de máscaras e o distanciamento social, não só ajudam a reduzir os casos de covid-19, como também limitam a oportunidade de surgirem variantes que podem evadir a imunidade.

As novas variantes podem evoluir a partir da Delta, serem totalmente diferentes e, inclusive, “podem ser recombinações de variantes devido a infecções mistas dentro de hóspedes individuais”.

Os dois especialistas referem-se, também, à variante B.1.1.529 (Ómicron), que vai ganhando terreno em todo o mundo e que apresenta múltiplas mutações.

A continuidade da transmissão do coronavírus em populações muito vacinadas “sublinha a necessidade de ampliar a vacinação em todos os grupos etários, mantendo ao mesmo tempo as medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras”, consideram Gupta e Topol.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Dezembro 2021 — 07:29

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“Se quisermos evitar situações mais graves devem ser já aprovadas medidas mais restritivas”

– Já não referindo as “socializações” de ajuntamentos, infracções às regras básicas sanitárias como a falta de uso de máscara e sem distanciamento físico dos grunhos labregos acéfalos indigentes sociais de nenhuma estatura moral e/ou cívica, os transportes públicos são uma fonte de contaminação extremamente perigosa. Das vezes que utilizo as viaturas da Carris, em Lisboa, é tipo sardinha enlatada quando deveria existir limitação de passageiros, mais carreiras e uma higienização das viaturas que acredito não existir com a frequência adequada ao actual estado da pandemia. O especialista Carlos Antunes disse que “… o comportamento das pessoas pode não ser o mais adequado e potenciar ainda mais o aumento dos casos“. Eu digo que o comportamento das pessoas NÃO É ADEQUADO ao actual estado de calamidade pandémica, por estupidez, por falta de civismo e de cidadania, por acefalia crónica.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/RESTRIÇÕES

A variante Ómicron é mais contagiosa do que a Delta. E o combate à doença deve reflectir isso mesmo. Carlos Antunes, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, diz que, nesta fase, já se deveria estar a reforçar os recursos da saúde pública, a limitar a lotação de pessoas em espaços fechados e a ter teletrabalho obrigatório. Senão, em Janeiro podemos ter entre 10 mil a 12 mil casos, quase o pico que tivemos no ano passado.

Se nada for feito em termos de restrição de contactos, novos casos podem chegar aos 10 mil e aos 12 mil por dia.
© Igor Martins Global Imagens

O primeiro-ministro António Costa anunciou ontem, em directo de Bruxelas, que as medidas restritivas em vigor poderiam ser prolongadas para lá de 9 de Janeiro, altura em que termina o estado de calamidade decretado a partir de 1 de Dezembro. Mais tarde, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, pedia aos portugueses que limitassem os contactos nessa primeira semana de Janeiro, mas há especialistas que já dizem que só isso não chega para evitar uma situação mais grave.

Ao DN, Carlos Antunes, professor da Faculdade de Ciências (FC) da Universidade de Lisboa defende mesmo: “Se quisermos evitar uma situação mais grave devem ser aprovadas já medidas mais restritivas”. O professor que integra a equipa da FC que desde o início da pandemia faz a modelação da evolução da doença vai mais longe: “Nessa altura, pode não bastar o prolongamento das medidas, podemos ter de puxar um travão de mão mais forte”.

Na opinião deste especialista, os governantes e o país já deveriam ter aprendido alguma coisa com os quase dois anos de pandemia, por isso, diz, “temos de ser proactivos e não reactivos, como temos sido sempre”.

Carlos Antunes sustenta que se queremos diminuir o ritmo de crescimento de novos casos, até perante a ameaça da nova variante, Ómicron, sobre a qual já se sabe que é mais contagiosa do que a Delta, “é preciso avançar em duas frentes, com medidas de reforço dos meios da saúde pública, como de rastreadores de contactos, para se quebrar mais cedo as cadeias de transmissão, e aumentar a capacidade de testagem, tentando mantê-la igual ao fim de semana”. Por outro lado, especifica, “já se deveria estar a tornar o teletrabalho obrigatório, porque é a medida que mais reduz a circulação e a exposição ao risco, e a impor limites à lotação de pessoas em espaços interiores”.

A memória do que foi o Natal passado e os meses de Janeiro e de Fevereiro não pode ser apagada. É verdade que, este ano, a pandemia em Portugal será mediada por uma cobertura vacinal de cerca de 88%, o que é muito superior à de outros países, que vivem situações muito complicadas e que já estão a tomar decisões mais restritivas.

No entanto, salienta o especialista da Faculdade de Ciências, “olhando para os números, embora haja alguma incerteza, as previsões apontam para que, nas próximas semanas, possamos chegar aos 10 mil ou aos 12 mil novos casos. Tudo dependerá se já tivermos ou não a nova variante como dominante”.

Por isto, sublinha, “tendo este cenário, a solução é o reforço de medidas. Agora, cabe aos especialistas definirem o que é melhor em termos de menor impacto para a economia”, admitindo que “não podemos fechar tudo, ninguém quer isso, sobretudo nesta época do ano, mas é preciso tomar medidas que possam reduzir o contágio. Temos de avaliar o beneficio e o risco desta fase da pandemia”.

Teletrabalho reduziria impacto da Ómicron

Na sua perspectiva, uma das medidas que deveria ser já tomada “é o limite de lotação nos restaurantes, nos eventos, nos transportes públicos e em outros espaços interiores”. E em relação à obrigatoriedade do teletrabalho diz que “se antecipássemos esta medida a Ómicron teria menor impacto. Estou certo disto”.

No fundo, só voltando a algumas das medidas que já foram impostas nas vagas anteriores “é que conseguiremos conter a evolução da doença. Caso contrário será difícil”, argumenta. Embora, “haja uma diferença entre Portugal e outros países, como o Reino Unido ou a África do Sul, que tem a ver com o facto de termos uma cobertura vacinal superior à deles. No geral, temos maior protecção”.

Carlos Antunes confessa até que “gostaria de estar errado, mas já fiz várias simulações de R(t), calculados para os EUA, para o Reino Unido, para a África do Sul, Dinamarca, Noruega, extrapolando para Portugal, e mesmo assumindo que a nossa cobertura vacinal é superior, não nos devemos livrar dos tais 10 mil a 12 mil casos diários até ao fim do ano”, o que “é praticamente o pico do ano passado em Janeiro”.

Recordando que, no ano passado, quando se partiu da segunda para a terceira vaga estávamos com 3.000 casos diários, agora partimos para a 6.ª. vaga com 4.200. Portanto, o ponto de partida da variante Ómicron é superior ao da Delta e “se quisermos antecipar e travar uma situação mais grave em Janeiro temos de actuar já. Hoje (ontem), o Conselho de Ministros deveria estar a aprovar mais medidas. A obrigatoriedade da máscara não chega”.

O especialista lembra que, no último relatório das Linhas Vermelhas publicado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA), o país ainda estava sob influência da variante Delta, já que a presença da Ómicron era da ordem dos 9% a 10%, mas “é preciso dar atenção a outros indicadores que estão no relatório e que são muito importantes, porque podem impactar os cuidados no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”. E dá exemplos: “Na semana passada, o relatório do INSA referia que estavam a trabalhar cerca de 600 rastreadores, segundo os especialistas, cada um consegue, no máximo, rastrear os contactos de seis novos casos por dia. Ora, isto, ao fim de dez dias, equivale a 60 contactos, se cada caso tiver, no mínimo, três contactos para fazer, ao todo são 180 contactos”.

A questão é que os 600 rastreadores já não chegam. Na semana passada, “havia 600, mas precisávamos de 700. Já estamos aquém das necessidades, imagine se chegarmos aos 6.000 casos, aí precisamos de 1.000 rastreadores e se chegarmos aos 12 mil casos vamos precisar de 2.000”. No ano passado, relembra, o máximo que tivemos foi de 1.400, e se, neste momento, “já não temos os rastreadores necessários, isso quer dizer que há casos que podem ser detectados mais tardiamente”.

“Não podemos ir outra vez atrás do prejuízo”

Por isso, defende: “Neste momento, já se deveria estar a fazer todos os esforços para termos a capacidade máxima que conseguíssemos de rastreadores para “não irmos atrás do prejuízo”. Mas para Carlos Antunes, além do indicador dos rastreadores, há outro igualmente “importante e através do qual percebemos que estamos a ficar atrasados. É a percentagem de contactos que foram identificados, contactados e rastreados”.

O relatório do INSA indicava que, até à semana passada, “os contactos de novos casos rastreados estava abaixo dos 70%, quando deveria estar acima dos 90%. Isto é um indício claro de que os rastreadores já não têm capacidade de resposta”.

Mas há mais. A testagem é outro indicador se estamos a ter ou não controlo na infecção. Como salienta o professor, “houve um esforço extraordinário em Novembro para se aumentar a testagem, mas, neste momento, já há farmácias com agendas cheias para a realização de testes e auto-testes esgotados. E isto não pode acontecer”, exemplificando: “Na quarta-feira, o país chegou aos 70 mil testes PCR diários, mas para mantermos a positividade da testagem abaixo dos 4%,quando chegarmos aos 6.000 casos deveríamos estar a fazer 150 mil por dia e se chegarmos aos 12 mil teríamos de fazer 300 mil”.

O que significa que “a capacidade de testagem teria de duplicar e o país, provavelmente, não tem essa capacidade. Para os laboratórios estarem a testar no seu máximo teriam de deixar para trás outras análises e outras doenças”, argumenta.

O epidemiologista concorda que, apesar de já estarmos a viver a 5.ª vaga, não é fácil gerir a situação, por isso mesmo, e para não ficarem também para trás os cuidados primários, os internamentos e cuidados intensivos de outras doenças, é preciso “agir”.

As medidas referidas não são novas. Aliás, há quase dois anos que se fala na combinação de medidas de saúde pública e de protecção individual e colectiva para reduzir a exposição ao vírus e suprimir os contágios. Foi assim no ano passado, pode ser assim este ano: “A melhor solução será avançar já para tais medidas, porque o comportamento das pessoas pode não ser o mais adequado e potenciar ainda mais o aumento dos casos”.

Carlos Antunes reforça o alerta: “É preciso olhar para todos os indicadores das linhas vermelhas e não ficarmos só a basear-nos nas 250 camas de cuidados intensivos que são a linha de risco”. Os internamentos em UCI mantém uma taxa de 4% relativamente ao total de casos, se esta proporção se mantiver e se chegarmos aos 12 mil casos teremos 480 a 500 internamentos, o que ultrapassa o limite definido da linha vermelha. Em termos de óbitos, se a taxa for da ordem dos 10% ou 20% teremos 50 a 100 óbitos diários, o que é muito”.

Para o professor, “as pessoas começam a antecipar o que aí vem, mas o ideal era que a decisão viesse de cima e com medidas restritivas, com o menor impacto possível na economia, mas que pudessem suster a contenção da doença”.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
17 Dezembro 2021 — 00:17

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Variante Ómicron “já representará 9 a 10% dos casos de covid-19 em Portugal”, diz investigador do INSA

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/OMICRON

Investigador do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge​ explicou que os 69 casos confirmados da variante Ómicron estão associados a historial de viagens ou contactos com pessoas já diagnosticadas. João Paulo Gomes avançou que a variante está a circular na comunidade.

João Paulo Gomes é investigador do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge
© Orlando Almeida / Global Imagens

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) indicou esta terça-feira que até ao final da semana apresentará o cenário expectável sobre a prevalência da variante Ómicron em Portugal, que é actualmente de cerca de 10%.

“Os dados em Portugal são muito precoces e estamos nestes dias a fazer precisamente simulações para fazer uma projecção sobre o cenário que é expectável que aconteça nos próximos dias e semanas. Espero dentro de dois ou três dias poder dizer exactamente aquilo que esperamos ter, não só nos próximos dias, como nas próximas semanas, em termos da prevalência real da (variante) Ómicron no nosso país“, disse à Lusa o investigador do INSA João Paulo Gomes.

O investigador avançou que a variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2 está a circular na comunidade.

INSA está a afazer uma monitorização a nível nacional

João Paulo Gomes explicou que os 69 casos confirmados da variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2 registados até à data em Portugal são aqueles que foram confirmados no âmbito de suspeitas indicadas pelas autoridades de saúde e normalmente estão associados a historial de viagens ou contactos com pessoas já diagnosticadas.

O investigador revelou que, paralelamente, o INSA está a fazer uma monitorização a nível nacional e que “nada tem a ver com a pesquisa de casos suspeitos”.

“Essa monitorização está a mostrar um cenário completamente diferente. Já não estamos a falar nas dezenas de casos, podemos falar sim em termos da prevalência da Ómicron em Portugal que suspeitamos que nos últimos dias tenha atingido já 9% a 10%“, precisou o coordenador do estudo da diversidade genética do SARS-CoV-2.

Segundo o investigador, o INSA está a fazer dois tipos de monitorização baseada nas amostras dos laboratórios, permitindo uma dessas metodologias monitorizar em tempo real a nova variante e verificar o crescimento proporcional no país.

“Há uma semana não tínhamos este cenário. Desde quinta-feira passada verificamos um aumento da prevalência desta variante. Os números continuaram a crescer, no fim de semana e até ao dia de ontem [segunda-feira], ela já representará 9 a 10% dos casos de covid-19 em Portugal”, frisou.

Segundo o investigador, a variante Ómicron demorou algum tempo a instalar-se em Portugal, ao contrário de outras variantes, como a Alfa, que entrou no Natal do ano passado no país através de voos do Reino Unido e de emigrantes portugueses.

“Com a Ómicron isso não aconteceu. A importação foi essencialmente devido a voos da África Austral, onde actualmente não temos o histórico que temos com o Reino Unido, portanto houve um reduzido número de introduções, e isso foi um elemento retardador quando comparamos com outras variantes. No entanto, dada a sua maior transmissibilidade, isso fez que se estabelecessem algumas cadeias de transmissão e é isso que estamos a ver com o sistema de monitorização a tempo real”, referiu.

Dados do Reino Unido e da Dinamarca indicam uma taxa de duplicação de casos Ómicron a cada dois dias

João Paulo Gomes disse também que, caso se passe em Portugal aquilo que se espera que aconteça no Reino Unido e Dinamarca, a Ómicron “em poucas semanas vai sobrepor-se à Delta e vai passar a ser variante dominante”.

Questionado sobre a taxa de crescimento desta variante, o investigador afirmou que o INSA está agora a fazer essas estimativas, mas os dados que surgem de países com prevalências superiores, como Reino Unido e Dinamarca, indicam que existe uma taxa de duplicação de casos Ómicron, ou seja, a cada dois dias a prevalência pode duplicar.

O mesmo responsável sublinhou também que os dados sobre a eficácia das vacinas “são muito precoces”, existindo poucos estudos, que ainda não foram validados cientificamente.

Esses estudos indicam que esta variante torna “um pouco menos eficazes as vacinas”, mas nas pessoas com a terceira dose ou com vacinação completa e infecção prévia de covid-19 “a taxa de eficácia vacinal manter-se-á bastante boa”.

Esta nova variante, classificada como “preocupante” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em 24 de Novembro, foram notificadas infecções em mais de 60 países de todos os continentes.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.687 pessoas e foram contabilizados 1.200.193 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Dezembro 2021 — 20:15

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1331: Portugal regressa à situação de calamidade na quarta-feira. O que muda?

– Os que sempre CUMPRIRAM as elementares regras básicas sanitárias, os confinamentos, podem agora agradecer aos burgessos acéfalos idiotas indigentes intelectualóides, negacionistas, walking deads & restante choldra de energúmenos, o facto de o país voltar novamente ao ESTADO DE CALAMIDADE. Continuem as passeatas, as idas aos futebóis, às discotecas, ao RAIO QUE OS PARTA A TODOS…!!!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ESTADO DE CALAMIDADE

Regressa o estado de calamidade na quarta-feira e novas medidas para controlar a pandemia em Portugal, como a obrigatoriedade do uso da máscara e o reforço da testagem.

© Paulo Spranger/Global Imagens

O regresso da obrigatoriedade do uso de máscara, o reforço da testagem e uma semana de contenção em Janeiro são algumas das medidas anunciadas pelo Governo para travar a propagação da covid-19 no país. As novas regras de controlo da pandemia entram já em vigor esta quarta-feira (1 de Dezembro).

As medidas, aprovadas em Conselho de Ministros, foram justificadas pelo primeiro-ministro, António Costa, com o facto de o país “não está tão bem” quanto aquilo que queria estar”, apesar da vacinação e da situação melhor do que a generalidade da Europa.

Com o regresso à situação de calamidade, a partir desta quarta, a generalidade das medidas que entram em vigor no mesmo dia assentam, sobretudo, no reforço da utilização de máscara, da testagem e do certificado digital.

Situação de calamidade a partir de 1 de Dezembro

Para assegurar que as medidas aprovadas em Conselho de Ministros têm um enquadramento legal, Portugal continental vai entrar em situação de calamidade na quarta-feira (1 de Dezembro), data em que começam a vigorar as restrições.

O país regressa à situação de calamidade pela segunda vez este ano, depois de ter estado neste nível entre 1 de maio e 30 de Setembro.

A situação de calamidade é o nível de resposta a situações de catástrofe mais alto previsto na Lei de Base da Protecção Civil, acima da situação de contingência e de alerta, que é a que vigora neste momento em Portugal.

Máscaras obrigatórias em todos os espaços fechados e na rua

Sendo a utilização da máscara um dos três principais instrumentos do executivo para conter o agravamento da pandemia de covid-19, o uso de máscara passa a ser novamente obrigatório em todos os espaços fechados.

Poderão ficar de fora desta regra os espaços que a Direcção-Geral da Saúde definir como excepções.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou na segunda-feira o decreto que habilita o Governo a estabelecer o uso de máscara na rua sem a autorização da Assembleia da República.

Numa nota divulgada na segunda-feira à noite no sítio oficial da Internet da Presidência, é assinalada a promulgação do “decreto que estabelece as condições de determinação, a título excepcional, da obrigatoriedade do uso de máscara para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas”.

O parlamento aprovou na sexta-feira o projecto do PS que habilita o Governo a decretar o uso de máscara na rua sem a autorização da Assembleia da República, diploma que cessará a vigência em 1 de Março de 2022.

O diploma do PS prevê um “regime transitório de obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos”, cuja necessidade será decidida pelo Governo.

“Se a medida se afigurar necessária, adequada e proporcional à prevenção, contenção ou mitigação de infecção epidemiológica por covid-19, o Governo pode, através da Resolução do Conselho de Ministros que declare uma situação de alerta, contingência ou calamidade, determinar a obrigatoriedade do uso de máscara por pessoas com idade a partir dos 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”, refere o diploma.

Quanto às condições que determinam essa necessidade, o projecto-lei refere apenas que será “aferida a partir dos dados relativos à evolução da pandemia, designadamente com base no aumento do número de infecções e no índice de transmissibilidade da doença”, sem quantificar.

Foi adicionado ao projecto, no final do debate, um artigo que define a cessação da vigência desta iniciativa em 1 de Março de 2022.

Certificado digital para restaurantes, estabelecimentos turísticos, ginásios e alguns eventos

O certificado digital covid-19 volta a ser obrigatório no acesso a restaurantes, estabelecimentos turísticos e alojamento local, ginásios e eventos com lugares marcados.

A apresentação de certificado digital, que pode ser de vacinação, testagem ou recuperação, tinha sido dispensada no âmbito das últimas medidas de desconfinamento, mas a obrigatoriedade regressa agora face ao agravamento da situação epidemiológica.

Acesso a lares, estabelecimentos de saúde, grandes eventos e discotecas só com teste negativo

Na próxima fase do combate à pandemia, o Governo decidiu também reforçar a testagem e, nesse âmbito, o acesso a lares, estabelecimentos de saúde, grandes eventos culturais ou desportivos e discotecas passa a exigir a apresentação de teste de detecção do vírus SARS-CoV-2 com resultado negativo.

A medida aplica-se mesmo a pessoas vacinadas contra a covid-19.

Quanto aos eventos, António Costa salientou a apresentação de teste negativo é obrigatória em “todos os grandes eventos, qualquer que seja a sua natureza, cultural ou desportiva, que se verifiquem em lugares improvisados, sem lugares marcados e em todos os recintos desportivos, cobertos ou ao ar livre”.

Teste negativo também para voos que cheguem a Portugal e companhias sujeitas a sanções

A apresentação de um teste de diagnóstico com resultado negativo vai passar também a ser obrigatória a todos os passageiros que voem para Portugal a partir de 1 de Dezembro, “seja qual for o ponto de origem e seja qual for a nacionalidade do passageiro”.

Além desta obrigatoriedade, as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à covid-19 incorrem em multas de 20 mil euros por pessoa e o Governo vai também “agravar as sanções acessórias que podem culminar com a suspensão das licenças de voo dessas companhias para território nacional”.

Passageiros dos Açores e Madeira com destino ao continente dispensados de teste negativo

Os passageiros provenientes dos Açores e da Madeira com destino ao continente português estão dispensados de apresentar teste negativo à covid-19 para embarcar a partir de quarta-feira, esclareceu fonte da Presidência do Conselho de Ministros.

Teste negativo será também exigido nas fronteiras terrestres, marítimas e fluviais

As regras para a entrada em território nacional por via área aplicam-se “com as necessárias adaptações, às fronteiras terrestres, marítimas e fluviais”.

Os trabalhadores transfronteiriços – que exercerem a sua actividade profissional até 30 quilómetros da fronteira – e os trabalhadores de serviços essenciais, como transportes de mercadorias e de passageiros, emergência e socorro, segurança e serviços de urgência, devem igualmente apresentar o certificado digital em qualquer das três modalidades.

“A Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) vão realizar operações de fiscalização aleatórias nos pontos de passagem fronteiriça”, avisa o MAI.

O Governo lembra ainda que quem não apresentar um dos certificados ou comprovativos atrás referidos é notificado para realizar um teste de despiste do vírus SARS-CoV-2 a suas próprias expensas, nos locais a indicar pelas autoridades de saúde, que devem situar-se num raio de 30 quilómetros do local da fiscalização e onde os cidadãos devem aguardar o respectivo resultado.

Cidadãos fora da UE precisam de teste ou certificado de recuperação para entrar no país via terrestre

Cidadãos de países exteriores à União Europeia e dos países considerados de risco vermelho ou vermelho escuro sem certificado digital europeu de teste ou recuperação precisam de teste PCR negativo ou comprovativo de teste rápido antigénio para entrar em Portugal via terrestre.

Segundo o alerta lançado esta terça-feira pelo Governo português, a um dia de entrarem em vigor as novas regras, o teste PCR precisa de ser efectuado até 72 horas antes e o antigénio, com comprovativo laboratorial, até 48 horas.

De acordo com as regras de entrada em Portugal que estarão em vigor a partir de quarta-feira, quem não apresentar um dos testes referidos ou se recusar a fazer um dos testes indicados pelas autoridades terá de pagar uma multa de 300 a 800 euros.

O alerta de hoje do Ministério da Administração Interna (MAI) diz ainda que os cidadãos oriundos dos países da UE considerados de risco baixo ou moderado devem ter certificado digital europeu de vacinação, teste ou recuperação para entrarem Portugal.

Primeira semana de Janeiro com reforço de medidas para conter a pandemia depois das festividades

Durante a primeira semana de Janeiro, vai estar em vigor um conjunto de medidas para reduzir os contactos, com o objectivo de conter a propagação do SARS-CoV-2 após o período do Natal e Ano Novo.

Por isso, o reinício do ano lectivo foi adiado para 10 de Janeiro, em vez da data inicialmente definida no calendário escolar, que previa o início do 2.º período no dia 3. O adiamento, aplicado a todas as escolas públicas e privadas e às creches, será compensado com dois dias na interrupção do Carnaval e outros três nas férias da Páscoa.

Entre 2 e 9 de Janeiro vão estar também encerradas as discotecas e bares, e o teletrabalho será obrigatório.

Governo recomenda teletrabalho e testagem regular

O teletrabalho e a testagem regular não entram na lista de novas regras, mas são recomendações do Governo para ajudar a conter a pandemia da covid-19.

Diário de Notícias
Lusa
30 Novembro 2021 — 10:48

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1280: Mais de 1,5 milhões de pessoas vacinadas contra a gripe e 750.000 com 3.ª dose da covid-19

– Os profetas da desgraça, acoitados nos partidos da extrema-esquerda burguesa urbana (BE), dos sociais-fascistas da esquerda ditatorial (PCP/Verdes), da direita (PPD) e extrema-direita fascista (CDS/Chega & afins), não lhes interessa referir estes números porque não convém aos seus interesses pessoais de assalto ao poder ou interesses partidários, preferindo chafurdar na pocilga em que se tornou a política e os seus intervenientes, debitando mentiras a fim de baralharem os menos esclarecidos.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/GRIPE/VACINAÇÃO

A DGS lembra que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

Mais de 1,5 milhões de pessoas já foram vacinadas contra a gripe, tendo sido também administradas mais de 750.000 doses de reforço e adicionais da covid-19, segundo dados divulgados este domingo pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

“Portugal já administrou cerca de 1.561.000 doses de vacina contra a gripe (incluindo cerca de 400 mil em farmácias) e mais de 750 mil doses de reforço e adicionais da vacina contra a covid-19. Estes resultados foram possíveis com a aceleração da vacinação diária dos centros de vacinação, incluindo ao fim de semana, através da modalidade ‘Casa Aberta'”, indica a DGS num comunicado.

De acordo com o balanço, nos últimos dois dias, e até às 18:00 de hoje, foram administradas mais de 66 mil doses de vacina contra a gripe e cerca de 80 mil doses contra a covid-19, das quais cerca de 73 mil foram doses de reforço.

A DGS salienta no comunicado que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

Apelando para que as pessoas se vacinem contra a gripe e contra a covid-19, a DGS acrescenta que os utentes continuam a ser convocados preferencialmente por SMS, através de agendamento centralizado e, localmente, pelos respectivos pontos de vacinação, para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a covid-19 (ou só contra a gripe se não forem elegíveis para a vacina da covid-19).

A covid-19 provocou pelo menos 5.144.573 mortes em todo o mundo, entre mais de 256,54 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.321 pessoas e foram contabilizados 1.122.283 casos de infecção, segundo dados da DGS.

Diário de Notícias
Lusa
21 Novembro 2021 — 20:34

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1279: 11 mortes e 2.499 casos. Aumento de internados é o maior desde 12 de Julho

– Estatísticas até hoje, Domingo:

21.11.2021 – 2.499 infectados – 11 mortos
20.11.2021 – 2.333 infectados – 10 mortes
19.11.2021 – 2.371 infectados – 5 mortos
18.11.2021 – 2.398 infectados – 12 mortos
17.11.2021 – 2.527 infectados – 9 mortos
16.11.2021 – 1.693 infectados – 9 mortos
15.11.2021 – 0.974 infectados – 8 mortos

Total da semana: 14.795 infectados – 64 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Portugal registou mais 11 mortes e 2.499 casos confirmados de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Portugal registou mais 11 mortes e 2.499 novos casos confirmados de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo.

Os dados mais recentes mostram que há agora 597 internados (mais 53 que no dia anterior), dos quais 88 em unidades de cuidados intensivos (mais um do que no dia anterior).

Este é o maior aumento de internados desde 12 de Julho, data em que o boletim da Direcção-Geral da Saúde apresentou um aumento de 57 internados em relação ao dia anterior, num total de 729 internados, dos quais 163 nos cuidados intensivos. Esse boletim dava ainda conta da existência de 1.782 novos casos.

No que diz respeito aos números deste domingo, Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais óbitos (4) e mais novos casos (873). A região Norte é a segunda com mais novos casos (641), mas não registou qualquer óbito, tal como o Algarve.

A zona Centro (3) é a segunda região com mais óbitos, seguida do Alentejo (2).

Manifesta tendência de subida

Nos últimos sete dias registaram-se em Portugal 14.795 casos, o que representa que, quando comparando com os sete dias anteriores, houve um aumento de 4864 casos.

Também no que diz respeito ao número de mortes, a tendência é de subida: nos últimos sete dias, foram declaradas 64 mortes, enquanto que na semana anterior o registo foi de 54 óbitos.

Esta tendência de aumento também se nota nos internamentos e nas unidades de cuidados de intensivos – este domingo estão internadas 597 pessoas, 89 das quais em UCI, já no domingo passado o número de internados era de 465, 75 dos quais nos cuidados intensivos.

O cenário ascendente verifica-se igualmente na incidência nacional e no R(t), que no domingo passado era de 134,2 casos por 100 mil habitantes e um R(t) nacional de 1,15 e o boletim da DGS de hoje aponta para uma incidência nacional de 191,2 casos e um R(t) nacional de 1,17.

Mortes desnecessárias no Reino Unido

Este domingo, no programa de Andrew Marr na BBC, o ministro da Saúde britânico afirmou que o preconceito racial nos oxímetros poderá ter causado mortes desnecessárias por covid-19.

“O que descobri foi um preconceito racial em alguns instrumentos médicos. Não é intencional, mas existe e os oxímetros são um bom exemplo disso”, declarou Sajid Javid, que é de origem paquistanesa. “Se eu tivesse um oxímetro portátil aqui, e se você o usasse, ele daria uma leitura precisa. Se for eu a colocar o meu dedo, é mais provável que dê uma leitura imprecisa. Isso não é aceitável a nenhum nível”, afirmou o ministro, citado pelo The Guardian.

Marr perguntou então a Javid se morreram pessoas devido as estas leituras imprecisas. “Penso que é possível, sim. Não tenho todos os factos”. “Muitos destes aparelhos médicos – e existem mesmo alguns medicamentos e procedimentos e livros didácticos – são fabricados em países de maioria branca. E eu acho que este é um problema sistémico”.

“Um terço das pessoas nas unidades de cuidados intensivos covid eram de minorias étnicas negras, o dobro da representação na população geral. Quero garantir que fazemos algo em relação a isto”, declarou o ministro da Saúde no programa de Andrew Marr.

Na edição de hoje do The Sunday Times, é noticiado que Sajid Javid ordenou a abertura de uma investigação ao preconceito racial em equipamento médico devido ao receio de que milhares de doentes pertencentes a minorias étnicas morreram de covid quando deviam ter sobrevivido.

Esta investigação surge depois de dados da Public Health England mostrarem que as mortes por coronavírus entre pessoas de cor foram duas a quatro vezes mais altas do que entre a população branca em Inglaterra.

Diário de Notícias
DN
21 Novembro 2021 — 14:08

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