1758: Portugal é o país da UE com maior média de novos casos diários

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/UE

A nível mundial, Portugal é o terceiro país com mais de um milhão de habitantes em número de novos casos diários.

© PAULO SPRANGER / Global Imagens

Portugal é o país da União Europeia com mais novos casos diários de infecção por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, segundo o site estatístico Our World in Data.

Com uma média diária de 1150 novos casos por milhão de habitantes, Portugal está à frente da Alemanha (826), Finlândia (766), Luxemburgo (743) e Itália (696). A nível mundial, Portugal é o terceiro país com mais de um milhão de habitantes em número de novos casos diários, atrás da Austrália (1630) e Nova Zelândia (1480).

A média diária da União Europeia neste indicador está em 447 novos casos, enquanto a mundial está em 64.

Em relação ao número de novas mortes diárias atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes, Portugal é o oitavo país da União Europeia, com uma média de 1,97 óbitos nos últimos sete dias.

A Finlândia é o Estado-membro com mais novas mortes diárias por milhão de habitantes (5,4), seguida de Malta (3), Grécia (2,9), Eslováquia (2,6) e Hungria (2,4).

A nível mundial, e considerando apenas países ou territórios com mais de um milhão de habitantes, a Finlândia é também o país com a maior média neste indicador, seguida de Grécia (2,9), Nova Zelândia (2,7), Reino Unido (2,7) e Eslováquia (2,6). Portugal é o nono país com maior média mundial de novas mortes por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

A média na União Europeia de novas mortes é de 1,43 novas mortes diárias com covid-19 e a mundial é de 0,2.

A pandemia da covid-19 já provocou mais de 500 milhões de infecções pelo coronavírus SARS-CoV-2 e mais de seis milhões de mortes foram atribuídas à doença em todo o mundo.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em Novembro, na África do Sul.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Maio 2022 — 11:57


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine

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1739: COVID-19: UE anunciou o fim de “fase de emergência”

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/UE

Ao longo de dois anos, o mundo tem-se defendido da pandemia por COVID-19. Com o aparecimento das vacinas, foi possível controlar, de certa forma, as infecções, e baixar bastante o número de casos graves e mortes.

Hoje a União Europeia (UE) anunciou o fim de “fase de emergência” da COVID-19.

A Comissão Europeia 8CE) propôs hoje um conjunto de acções para gerir a actual fase da pandemia de COVID-19 e preparar a próxima (fase). Graças à vacina, foi possível “poupar” centenas de milhares de vidas.

Na nova fase da pandemia, onde a preparação e a resposta precisam ser sustentadas, a coordenação será, mais uma vez, essencial. A Comissão apela, por conseguinte, aos Estados-Membros para que tomem medidas antes do outono para garantir a vigilância e a coordenação contínua da preparação e resposta à saúde.

Num comunicado, Ursula von der Leyen, presidente da CE, referiu que…

Estamos a entrar numa nova fase da pandemia, à medida que passamos do modo de emergência para uma gestão mais sustentável da COVID-19

Ursula von der Leyen assume que “temos de permanecer vigilantes”, porque “os números das infecções continuam elevados na União Europeia e muitas pessoas continuam a morrer devido à COVID-19 em todo o mundo”.

A comissária europeia para a Saúde e Segurança Alimentar, Stella Kyriakides, considera que este é o momento para prepara novas formas de combater a pandemia.

A vacinação, a nossa forte abordagem coordenada da UE e a imunidade natural constituem uma oportunidade muito bem-vinda para passar do modo de emergência para uma gestão mais sustentável da COVID-19. O número de infecções continua elevado na UE, mas a pressão sobre o sector dos cuidados de saúde foi reduzida e as nossas sociedades e economias reabriram novamente

A comissária europeia refere que “após dois anos e meio extraordinários e difíceis”, os cidadãos podem “beneficiar deste período com muito menos restrições à vida quotidiana”. Ao mesmo tempo, Stella Kyriakides avisa que “é fundamental que os Estados-Membros mantenham um elevado nível de vigilância e preparação para novos surtos e variantes”, porque “a pandemia ainda não terminou”.

Pplware
Autor: Pedro Pinto


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pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
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