875: Restauração nos centros comerciais também exige teste negativo ou certificado

– Em vez de andarem a PROIBIR tudo e mais alguma coisa, PROIBAM a continuidade inexplicável de quem organiza, promove e realiza PASSEATAS, CAMINHADAS, FESTAS DE ANIVERSÁRIO, CASAMENTOS, BAPTIZADOS E AFINS. Esses é que DEVEM SER PROIBIDOS! Srs. da governança, NÃO ASFIXIEM, AINDA MAIS, O POVO! Hoje, desloquei-me para fora de Lisboa e em plena Avenida da Liberdade/Lisboa, passaram por mim dezenas de labregos SEM MÁSCARA NAS TROMBAS! Em pleno Rossio/Lisboa, a mesmíssima coisa! ONDE PARA A FISCALIZAÇÃO PARA ESTES GRUNHOS?

SAÚDE/COVID-19/TESTES

Medida aplica-se apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, a partir das 19:00 de sexta-feira e durante o fim de semana.

© Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

Desde as 19:00 de sexta-feira para comer no interior de um restaurante num dos 60 concelhos de risco elevado ou muito elevado é necessário apresentar certificado digital ou teste negativo à covid-19. A medida também se aplica aos Centros Comerciais… com excepção dos restaurantes com zonas de esplanada abertas.

A Resolução do Conselho de Ministros já fazia essa referência, ainda que abrisse excepção desde que “com as devidas adaptações”, o que levantou dúvidas quanto à aplicabilidade das regras nos mega-espaços de restauração dos shoppings, mas os centros comerciais já estão a transmitir as novas medidas e restrições aos consumidores. A única excepção são então para os restaurantes com zonas de esplanada.

“Nos termos legais, a partir de 10 de Julho, aos fins de semana e feriados todo o dia, bem como sextas-feiras a partir das 19:00, o consumo de refeições no interior dos restaurantes e na Praça de Alimentação apenas é permitido a Clientes portadores de Certificado Digital COVID da União Europeia ou de teste negativo à COVID (1), aplicando-se a maiores de 12 anos”, informou este sábado o centro comercial Via Catarina, no Porto.

O mesmo foi dado a conhecer pelo centro comercial Colombo, em Lisboa e o Norte Shopping, no Porto.

Se está a pensar ir fazer compras nos fins de semana e feriados e aproveitar para comer no centro comercial precisa de um destes quatro testes negativos: o PCR (com validade de 72 horas) e antigénio com resultado laboratorial (contemplados no certificado digital covid-19) com 48 horas de validade, um auto-teste feito presencialmente à entrada do estabelecimento ou feito numa farmácia por exemplo.

Já os certificados digitais de vacinação só são válidos 14 dias após a vacinação estar completa e os de recuperação atestam que passaram mais de 11 dias e menos de 180 dias após um teste positivo. Em Portugal, é possível pedir a emissão do certificado desde 16 de Junho, através do portal na Internet SNS 24, onde é possível escolher o certificado respectivo: de vacinação, de testagem ou de recuperação.

Estes comprovativos aplicam-se também aos alojamentos turísticos (incluindo hotéis e alojamento local), mas neste caso em todo o território continental, e não apenas aos concelhos mais afectados pela pandemia de covid-19, e em todos os dias da semana.

Diário de Notícias
DN
10 Julho 2021 — 17:49

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824: Testes rápidos feitos nas farmácias dão acesso a certificado digital

SAÚDE/COVID-19/FARMÁCIAS/TESTES/CERTIFICADO DIGITAL

ell brown / Flickr

De acordo com o Ministério da Saúde, caso a modalidade escolhida seja o certificado de testagem, e através de um teste rápido de antigénio, os testes feitos nas farmácias permitem a emissão do documento, desde que os resultados sejam comunicados ao SINAVE e mediante o “respectivo relatório laboratorial”.

Numa altura em que o certificado digital covid está prestes a entrar em vigor em Portugal, o gabinete de Marta Temido explica ao ECO que os testes feitos nas farmácias também são válidos para adquirir o comprovativo, mas têm de ser “testes rápidos de antigénio, com emissão de relatório e respectiva comunicação ao SINAVE Lab”.

O ministério explica que são considerados válidos os testes “que dão origem a um relatório laboratorial”.

Ou seja, para efeitos de pedido de emissão do certificado digital apenas são considerados os testes PCR (com validade de 72 horas) e os testes rápidos de antigénio (neste caso a validade é encurtada para 48 horas), estando, portanto, excluídos os auto-testes vendidos nas farmácias e para-farmácias, tal como tinha sido referido pela ministra da Presidência, após o Conselho de Ministros de quinta-feira.

O certificado digital Covid atesta o estado de imunização do seu portador com base em três critérios: se foi vacinado contra o novo coronavírus, se desenvolveu anticorpos contra o Sars-CoV-2, por ter sido infectado ou se fez, recentemente, um teste negativo à covid-19 (os testes PCR têm uma validade de 72 horas, ao passo que nos testes rápidos a validade é encurtada para 48 horas).

O documento pode ser obtido no portal do SNS 24, através de aplicação móvel ou enviado ao titular para o endereço de correio electrónico registado no Registo Nacional de Utente ou no Registo de Saúde Electrónico.

ZAP //

Por ZAP
28 Junho, 2021

 

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769: DGS recomenda testes em casamentos e baptizados com mais de 10 pessoas

 

SAÚDE/COVID-19/TESTES

Em relação aos eventos de natureza cultural ou desportiva, a DGS recomenda a realização de testes “sempre que o número de participantes/espectadores seja superior a mil, em ambiente aberto, ou superior a 500, em ambiente fechado”.

Direcção-Geral da Saúde recomenda testes de despiste à covid-19 em casamentos, baptizados e outros eventos familiares que tenham mais de 10 pessoas
© Unsplash

Os testes à covid-19 passam a ser recomendados em eventos familiares com mais de dez pessoas, como casamentos e baptizados. A Direcção Geral da Saúde (DGS) quer também testes em eventos culturais e desportivos, serviços públicos e empresas, um reforço no rastreio “como medida de controlo da transmissão comunitária”.

A norma, referente à Estratégia Nacional de Testes para a SARS-CoV-2, actualizada na terça-feira pela DGS, recomenda “a realização de rastreios laboratoriais em eventos familiares, designadamente casamentos e baptizados, bem como quaisquer outras celebrações similares, com reunião de pessoas fora do agregado familiar, aos profissionais e participantes sempre que o número de participantes seja superior a dez”.

Também em eventos de natureza cultural ou desportiva, a testagem é recomendada “sempre que o número de participantes/espectadores seja superior a mil, em ambiente aberto, ou superior a 500, em ambiente fechado”.

Testagem em explorações agrícolas e no sector da construção de 14 em 14 dias

Já em contexto laboral, nos locais de maior risco de transmissão, como as explorações agrícolas e o sector da construção, aconselha-se a testagem com uma periodicidade de 14/14 dias, pode ler-se na norma da DGS.

Esta recomendação é igualmente aplicada em serviços públicos e locais de trabalho com 150 ou mais trabalhadores, independentemente do seu vínculo laboral, da modalidade ou da natureza da relação jurídica, adianta ainda.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3 813 994 mortos no mundo, resultantes de mais de 176,1 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17 049 pessoas dos 859 045 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Diário de Notícias
DN/Lusa
16 Junho 2021 — 07:45

 

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651: Cuidadores informais com apoio privado para testes do covid

 

SAÚDE(VACINAS/CUIDADORES INFORMAIS

No programa da Missão Continente estão abrangidas 70 famílias de cuidadores informais no território continental português, um total de cerca de 220 pessoas e 4000 testes a serem efectuados entre Março e Julho

© Carlos Alberto / Global Imagens

A Missão Continente vai financiar um programa para testar cuidadores informais de todo o país.

O programa “Famílias Seguras”, promovido pelo Centro de Testes de Ciências e pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em parceria com a Associação Nacional de Cuidadores Informais, permitirá testar centenas de cuidadores informais à covid-19 durante quatro meses, recorrendo a testes de saliva.

A Missão Continente vai financiar cerca de 2700 testes, ou seja, o rastreio de cerca de 40 famílias.

Actualmente, estão abrangidas 70 famílias de cuidadores informais no território continental português, um total de cerca de 220 pessoas e 4000 testes a serem efectuados entre Março e Julho, podendo posteriormente alargar-se a mais famílias de todo o país.

O rastreio será feito através de testes semanais em amostras de saliva, colhidas em casa pelos próprios participantes e enviadas para testagem no Centro de Testes de Ciências.

Segundo os dados da Eurocarers, há 1,1 milhões de Cuidadores Informais em Portugal, número que terá aumentado durante a pandemia. As pessoas cuidadas pertencem muitas vezes a grupos de risco para a covid-19, com pior prognóstico da doença, surgindo neste cenário o dilema de precisarem do respectivo Cuidados Informal, ao mesmo tempo que seria preferível a ausência de contacto social.

“A missão da Faculdade é expandir o conhecimento e transferi-lo para a sociedade. Com esta iniciativa colocamos a nossa capacidade de inovação e colaboração ao serviço duma população vulnerável e que carece de muitos apoios”, explica Luís Carriço, director da Ciências Universidade de Lisboa Lisboa, acrescentando ainda que “este é um excelente exemplo de cooperação entre a academia, a sociedade civil, empresas e instituições”.

Sílvia Artilheiro Alves, presidente da ANCI, acredita que “a inclusão dos cuidadores informais neste projecto trará benefícios aos próprios cuidadores e respectivos agregados familiares; mas também trará benefícios a todos os outros cuidadores, no sentido do reconhecimento, possibilitando uma sensação de confiança e segurança, tendo em conta a vigilância activa do programa”.

“Este é um projecto que muito nos orgulha”, diz Ricardo Dias, coordenador do CT Ciências ULisboa, acrescentando que “temos o dever de cuidar de quem cuida”. “Ao fazê-lo damos também um sinal aos nossos alunos do papel vital que a Ciência pode ter na participação cívica e melhoria da sociedade”, referiu.

Diário de Notícias
DN
01 Abril 2021 — 19:40

 

 

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504: EUA aprovam primeiro teste à covid para fazer em casa. Dá resultados em apenas 30 minutos

 

SAÚDE/COVID-19/TESTES

Guillaume Horcajuelo / EPA

A Food and Drug Administration (FDA), responsável pela aprovação de tratamentos médicos nos EUA, deu “luz verde” a um kit que vai permitir fazer o teste à covid-19 em casa.

Esta terça-feira, a Food and Drug Administration (FDA), responsável pela aprovação de tratamentos médicos nos Estados Unidos, aprovou a utilização de emergência do primeiro teste rápido para detectar o Sars-CoV-2. O teste pode ser realizado em casa e apresenta resultados em 30 minutos.

“Ainda que tenham sido já autorizados testes de diagnóstico que podem ser recolhidos em casa, este é o primeiro que pode ser auto-administrado e fornecer os resultados em casa”, afirma a FDA, citada pela Reuters.

O kit descartável só pode ser utilizado por pessoas com 14 anos ou mais e exigirá uma prescrição médica, limitando provavelmente a utilização inicial. O regulador informou ainda que o kit pode também ser usado em hospitais e locais de atendimento, mas as amostras deverão ser recolhidas por um profissional se os indivíduos testados tiverem menos de 14 anos.

O resultado, positivo ou negativo, será conhecido em apenas 30 minutos, de acordo com a fabricante Lucira Health.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (247.229) e também com mais casos de infecção confirmados (mais de 11,2 milhões).

ZAP //

Por ZAP
18 Novembro, 2020

 

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380: Portugueses estão a desenvolver teste de saliva para a covid-19

SAÚDE/COVID-19

Resultados da equipa liderada por Nuno Rosa, da Universidade Católica Portuguesa, mostram que a ideia funciona. Os investigadores estão agora à procura de parcerias para produzir o futuro teste que, se tudo correr bem, poderá estar disponível em meados do próximo ano.

O investigador Nuno Rosa
© Miguel Pereira da Silva / GLOBAL IMAGENS

E se bastasse uma pequena gota de saliva para verificar se alguém está, ou já esteve, infectado com o novo coronavírus? Pode parecer futurista, mas em Portugal um grupo de médicos e investigadores liderados por Nuno Rosa, professor da Universidade Católica Portuguesa (UCP) e investigador de um dos seus laboratórios, o Saliva Tec, sediado no campus de Viseu da UCP, está a trabalhar no desenvolvimento de um teste desse tipo. E os resultados não podiam ser mais promissores.

“Estamos ainda a recolher os últimos dados, mas os nossos resultados mostram que a ideia funciona, a prova de conceito está feita”, garante Nuno Rosa, sublinhando que o grupo está agora “na fase de encontrar parceiros para desenvolver e criar um teste miniaturizado para aplicação em larga escala”.

O caminho até lá é complexo, mas o objectivo é ter o teste disponível, “talvez, em meados do próximo ano, se tudo correr bem”.

A ideia de criar um método para detectar, não só a presença de partículas do SARS-CoV-2, mas também de anticorpos contra ele, usando apenas uma amostra de saliva, surgiu de forma natural entre os investigadores do Saliva Tec. Afinal o que ali fazem é isso mesmo: investigação sobre este fluido biológico, que é muito rico em informação, para aplicação ao diagnóstico em saúde.

“Trabalhamos nesta área há anos, e em 2014 ganhámos um financiamento do Portugal 2020 para montar este laboratório, o único no país especificamente criado para a investigação fundamental nesta área”, diz Nuno Rosa. E explica: “Usamos a saliva como fluido informativo sobre a saúde e a partir daí desenvolvemos estratégias de diagnóstico para diferentes patologias, nomeadamente a diabetes, para a qual já temos vários estudos publicados.”

Ao contrário do que acontece com as análises sanguíneas que são hoje rotina no diagnóstico em saúde, a saliva, apesar de ter muita informação biológica – contém mais de quatro mil moléculas diferentes e outros tantos microrganismos que, no seu conjunto, são o microbioma oral -, está muito pouco explorada nesse sentido. “É necessário fazer essa investigação fundamental, estudar e estabelecer os parâmetros que para cada molécula definem a diferença entre a saúde e a doença, para se poder operacionalizar ferramentas de diagnóstico a partir da saliva. É isso que fazemos no Saliva Tec “, explica Nuno Rosa.

Entretanto, surgiu a pandemia. Com todas as suas vítimas, os pesados problemas económicos e as muitas restrições sociais que gerou, a covid-19 acabou por ser também uma oportunidade de desenvolver investigação inovadora, que poderá agora ter um impacto positivo na saúde da comunidade, num momento difícil e cheio de incertezas.

“Quando surgiu a pandemia pensámos logo em fazer este estudo”, conta Nuno Rosa. A criação de um programa especial de apoio financeiro à investigação em covid-19 por parte da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), logo em Abril, foi a oportunidade certa para avançar.

Nuno Rosa reuniu uma equipa entre o seu próprio grupo no Saliva Tec, o Instituto Politécnico de Viseu e o centro hospitalar da cidade, concorreu ao programa da FCT e ganhou um financiamento de 30 mil euros para o projecto.

A primeira fase do trabalho, que implicou acompanhar a evolução de mais de 20 doentes de covid-19 no centro hospitalar de Viseu, avaliar a par e passo a sua carga viral e os seus níveis de anticorpos, determinar todos esses parâmetros e padrões em amostras de saliva de todos os doentes, e estabelecer as comparações, está praticamente concluída – e com bons resultados.

“Estamos muito satisfeitos, as nossas expectativas confirmaram-se, é possível fazer um teste deste tipo, e agora podemos ir melhorando o método, nomeadamente para obter um teste rápido”, explica o investigador.

A técnica desenvolvida pela equipa permite determinar com exactidão os níveis virais e os anticorpos presentes em amostras de saliva dos doentes. E essa dupla capacidade é justamente uma das mais-valias do futuro produto que, assim, poderá servir não só para o diagnóstico da doença, mas também para verificar quem já esteve infectado e ficou imunizado – pelo menos temporariamente, uma vez que não se sabe ainda qual é a duração dessa imunidade.

“Além das partículas do vírus, com o nosso método detectamos dois anticorpos, o IGM e o IGG, que nos mostram fases distintas da infecção”, explica Nuno Rosa.

O primeiro desses anticorpos, o IGM, é produzido pelo sistema imunitário logo na fase inicial da infecção, e o segundo (IGG) permanece no organismo por mais tempo, após a recuperação, e confere a tal imunidade duradoura. A possibilidade que a breve prazo se abre de detectar esses anticorpos num simples teste de saliva poderá tornar-se um contributo importante na gestão de futuras vagas da pandemia.

Mas esta não é a única vantagem de um teste de saliva para a infecção pelo coronavírus. Outra é a sua fácil aplicação, que é simples, indolor e não invasiva, ao contrário do que acontece com actuais testes de diagnóstico que são feitos com recurso a uma zaragatoa, introduzida no interior das fossas nasais

“Os testes de zaragatoa são muito desagradáveis, e há doentes que têm de os repetir muitas vezes”, explica o líder do projecto.

De resto, a ideia de usar a saliva para testes de diagnóstico da covid-19 não é um exclusivo dos investigadores do Saliva Tec. “Há outros grupos no mundo a trabalhar”, afirma Nuno Rosa.

Nos Estados Unidos acaba, aliás, de ser aprovado um primeiro teste de saliva para a covid-19. O SalivaDirect, como se chama, foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Yale e já testado com sucesso em jogadores de basquetebol da NBA, a National Basketball Association.

Concebido como um teste rápido e barato, que pode usar diferentes reagentes, ele poderá sobretudo agilizar o diagnóstico, alargando o número de pessoas testadas de forma a identificar mais doentes assintomáticos, que são uma fonte silenciosa de contágio, como explicaram os cientistas que o desenvolveram.

Já o teste que a equipa de Nuno Rosa pretende criar tem as duas valências: a de diagnóstico e a serológica. Trabalhar para chegar a um produto final é agora o que se segue. Mas no caminho feito há algo mais que já se consolidou: a plataforma de trabalho entre todas as instituições da zona de Viseu que integram o projecto. “Isto fica para o futuro e tornará mais fácil a resposta a outras situações de emergência em saúde”, garante Nuno Rosa.

Este artigo faz parte de uma série dedicada aos investigadores portugueses e é apoiada por Abbvie.

Diário de Notícias
23 AGO 2020