1778: SNS24 com prescrição automática para teste à COVID-19

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Face à actual situação epidemiológica, o SNS24 passou a ter prescrição automática para teste à COVID-19 em caso de auto-teste positivo. Infelizmente a linha tem estado bastante congestionada.

Os números mais recentes COVID-19 no nosso país revelam que o não uso da máscara fez aumentar o número de casos. Além disso, nota-se também uma subida no que diz respeito ao número de mortos.

NS24 está novamente com constrangimentos

A ministra da Saúde revelou que quem tiver um auto-teste positivo para o vírus SARS-CoV-2 e ligar para a linha Saúde 24 terá acesso a uma prescrição automática para teste rápido de antigénio.

A governante considerou que esta opção é adequada à actual situação epidemiológica e garante o atendimento e encaminhamento automático para o acesso à prescrição “sem os constrangimentos de espera”.

Segundo a CNN, há vários relatos, sobretudo nas redes sociais, por parte de utentes, mas os médicos também já começaram a fazer os seus alertas. Os hospitais e unidades de saúde familiar estão a receber mais pacientes com COVID-19 do que o esperado, muito por causa do fim dos testes gratuitos nas farmácias e daquilo que dizem ser uma referenciação feita “indevidamente” por parte da linha SNS24, que começa a acusar pressão face ao elevado número de novos casos diários – e cuja média diária está nos 14 mil, mas pode rapidamente alcançar os 30 mil.

Desde Janeiro até 10 de maio, foram atendidas mais de 5,8 milhões chamadas pela linha SNS 24, 474 mil das quais a partir de 22 de Abril, dia em que a máscara deixou de ser obrigatória na generalidade dos espaços fechados e que, dizem os especialistas, tem contribuído para o aumento do número de infecções.

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Autor: Pedro Pinto

 

1686: Dois testes gratuitos para cada cidadão mantém-se até final de Abril

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Até 30 de Abril, cada cidadão continua a ter o direito da comparticipação de testes rápidos de antigénio.

© Maria João Gala/ Global Imagens

O Governo estendeu até ao final de Abril as condições de comparticipação dos testes rápidos antigénio (TRAg), fazendo com que cada cidadão mantenha o direito a dois testes gratuitos.

Segundo a portaria publicada esta segunda-feira em Diário da República, estende-se até ao dia 30 de Abril as condições que vigoram actualmente no regime excepcional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional.

“No contexto da situação epidemiológica actual, importa continuar a assegurar a vigência do regime excepcional e temporário, até ao dia 30 de Abril de 2022, prosseguindo a utilização de testes para detecção do SARS-CoV-2, realizados de forma proporcional ao risco”, refere a portaria, assinada pelo secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes.

A portaria tinha sido actualizada no inicio de Março, quando passou de quatro para dois os testes gratuitos por mês para cada cidadão.

Na altura, a portaria apontava a evolução da situação epidemiológica e o levantamento de várias medidas aplicadas no âmbito da pandemia, designadamente o fim da exigência de apresentação de certificado digital, salvo no controlo de fronteiras, bem como da exigência de teste com resultado negativo para acesso a grandes eventos, recintos desportivos, bares e discotecas.

Desde essa altura, manteve-se em vigor a exigência de teste negativo ou certificado de recuperação ou de vacinação completa com dose de reforço apenas para visitas a lares e utentes internados em estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde.

O Governo prolongou na semana passada a situação de alerta devido à pandemia de covid-19 até ao dia 18 de Abril.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Março 2022 — 11:23

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1412: Todos os testes são admitidos para aceder a actividades e estabelecimentos

Devido ao nulo feedback e à quebra de visitas a este Blogue, será desactivado a partir de 31.12.2021.

Due to null feedback and broken visits to this Blog, it will be deactivated from 12.31.2021.

– … “Os três tipos de testes referidos serão, pois, admitidos, nos termos das decisões tomadas para o período de contenção de contactos, no acesso a estabelecimentos turísticos ou de alojamento local e a eventos de qualquer natureza (com excepção de celebrações religiosas)” O bicho é religioso, não entra nas igrejas ou em quaisquer outros locais de cultos religiosos… por isso não é necessário usar máscara. Protecção divina…

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O Governo esclarece que até 2 de Janeiro todos os tipos de testes são válidos nas medidas adicionais anunciadas na terça-feira. Para entrar em restaurantes, por exemplo, nos dias 24, 25, 30, 31 de Dezembro e 1 de Janeiro, bastará um auto-teste realizado no local.

© Carlos Alberto / Global Imagens

Todos os tipos de testes de despiste à covid-19 são admitidos para aceder a actividades ou estabelecimentos até 2 de Janeiro, esclareceu, esta quinta-feira, o Governo, no âmbito das medidas adicionais adoptadas pelo Executivo e aprovadas na terça-feira em Conselho de Ministros.

O Executivo explica que, para aceder às actividades ou estabelecimentos para os quais passou a ser exigido um teste negativo, são admitidos os comprovativos de teste PCR, com uma antecedência de 72 horas e o de teste rápido de antigénio (TRAg), com uma antecedência de 48 horas. Até ao dia 2 de Janeiro, é permitido “o auto-teste realizado no local, mediante supervisão”

“Os três tipos de testes referidos serão, pois, admitidos, nos termos das decisões tomadas para o período de contenção de contactos, no acesso a estabelecimentos turísticos ou de alojamento local e a eventos de qualquer natureza (com excepção de celebrações religiosas)”, lê-se na nota.

O mesmo acontece nos dias 24, 25, 30, 31 de Dezembro e 1 de Janeiro, “no acesso a restaurantes e estabelecimentos de jogos de fortuna ou azar ou celebrações autorizadas de Ano Novo”.

“Estas alternativas visam diversificar as opções disponíveis ao alcance da população num momento excepcional e de elevada procura”, refere o Governo.

Portugal ultrapassou a fasquia dos 24 milhões de testes à covid-19

Portugal ultrapassou na segunda-feira a fasquia dos 24 milhões de testes à covid-19 realizados desde o início da pandemia. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), foram feitos no total 24 056 249 milhões de testes de despiste ao SARS-CoV-2. São “aproximadamente” 16 milhões de testes TAAN/PCR e cerca de 8,1 milhões de Testes Rápidos de Antigénio (TRAg) de uso profissional.

O INSA refere, em comunicado, que em apenas sete dias, o país voltou a ultrapassar a marca de 1 milhão de testes, dados que não incluem os auto-testes. Só entre 1 e 20 de Dezembro, realizaram-se perto de 2,7 milhões de testes de diagnóstico (870 mil TAAN/PCR e 1,8 milhões TRAg de uso profissional), com uma média diária de quase 133 mil testes.

Em Dezembro, Portugal tem registado números de testagem diária superiores a 100 mil testes em 15 dos 20 dias contabilizados, sendo que nunca se testou tanto como no dia 17, em que foram realizados 227.284 testes.

Testes gratuitos aumentam de quatro para seis por pessoa

Desde 19 de Novembro que os testes rápidos de antigénio efectuados nos laboratórios e farmácias aderentes ao regime excepcional de comparticipação voltaram a ser gratuitos. A medida abrange toda a população e foi reforçada, como anunciou na terça-feira o primeiro-ministro.

“Vamos passar de quatro para seis o número de testes gratuitos por pessoa em cada mês”, comunicou António Costa na conferência de imprensa após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros.

O Governo aprovou na terça-feira um conjunto de medidas para controlar a pandemia de covid-19, tendo em conta a ameaça da nova variante Ómicron, que pode ser responsável por cerca de 90% das infecções no final do ano.

Teste negativo obrigatório no acesso a hotéis, casamentos e baptizados

Estas medidas surgem cerca de um mês depois de o Governo ter, em 25 de Novembro, aprovado uma estratégia de prevenção e combate à pandemia, que o surgimento recente da Ómicron obrigou a actualizar.

Entre as medidas anunciadas estão a antecipação do período durante o qual o teletrabalho é obrigatório, determinando que este regime vigora a partir das 00:00 do dia 25 de Dezembro, e o encerramento de creches e ateliês de tempos livres (ATL), que estava previsto para a “semana de contenção” entre 3 e 9 de Janeiro.

O encerramento de discotecas e bares com espaço de dança que o Governo definiu para o território continental na primeira semana de Janeiro vai ser também antecipado, entrando em vigor a partir das 00:00 de sábado e prevendo apoios às empresas.

Passa a ser obrigatório um teste negativo para o acesso a hotéis e estabelecimentos de alojamento local a partir das 00:00 de 25 de Dezembro, assim como para eventos empresariais e ainda festas familiares, como casamentos ou baptizados.

O acesso a eventos desportivos e culturais dependerá também da apresentação de teste negativo ao coronavírus, independentemente do número de espectadores.

Foi também determinado que a lotação dos espaços comerciais vai passar a estar limitada a uma pessoa por cada cinco metros quadrados para evitar ajuntamentos que acontecem na semana a seguir ao Natal para trocas de presentes.

Os ajuntamentos na via pública de mais de 10 pessoas são proibidos na passagem de ano, assim como o consumo de bebidas alcoólicas nestes espaços públicos.

Centenas de restaurantes vão encerrar em protesto no Natal e passagem de ano

Na sequência das novas medidas contra a covid-19 nas semanas do Natal e da passagem de ano muitos restaurantes vão encerrar em protesto.

O presidente da PRO.VAR, Daniel Serra, disse na quarta-feira à Lusa que várias centenas de restaurantes vão encerrar em protesto no Natal e passagem de ano, e insistiu na reversão das medidas anunciadas pelo Governo na terça-feira.

“Estamos neste momento em conversa com muitos empresários e, neste momento, está aqui uma posição com alguma dimensão: muitos restaurantes vão encerrar em protesto”, afirmou Daniel Serra, sem adiantar um número exacto de restaurantes que pretendem encerrar nas semanas do Natal e da passagem de ano, mas garantindo que “várias centenas” já comunicaram a intenção à associação PRO.VAR – Promover e Inovar a Restauração Nacional.

Segundo o responsável, tendo em conta o número de testes à covid-19 que estão a ser feitos diariamente, cerca de 133 000, e dado que passa a ser obrigatória a apresentação de um teste negativo para frequentar restaurantes nos dias 24, 25, 30 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro, apenas três em cada 100 portugueses estará em condições de o fazer.

“É um valor quase residual, a maioria dos portugueses não terá condições”, apontou o responsável, acrescentando que para muitos empresários, abrir portas naquelas semanas, “é perder dinheiro”.

Com Lusa

Notícia actualizada às 07:58

Diário de Notícias
DN
23 Dezembro 2021 — 07:35

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1400: Câmara de Lisboa muda regras para testes gratuitos nas farmácias

– Então mas os que votaram no Carlinhos dos Trocos para a C.M.L., agora protestam??? Aguentem!!!

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Mudança entrou em vigor desde sábado e foi esta segunda-feira criticada por PS e BE

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A Câmara de Lisboa só assegura testes gratuitos à covid-19 nas farmácias depois de o utente esgotar os quatro mensais comparticipados pelo SNS, uma mudança em vigor desde sábado que foi esta segunda-feira criticada por PS e BE.

Por outro lado, desde sábado, tanto nas farmácias como nos postos fixos de testagem da câmara, os testes comparticipados pelo município passam a poder ser feitos apenas a cada três dias, seguindo a “lógica dos especialistas em saúde”, disse esta segunda-feira à Lusa fonte da assessoria de imprensa da Câmara Municipal de Lisboa (CML).

“Cada pessoa poderá fazer um teste a cada três dias. Testes continuam a estar disponíveis para residentes e não residentes”, lê-se na informação publicada no domingo nas redes sociais e na página na Internet da CML sobre as regras em vigor desde sábado.

Até agora, a CML comparticipava testes rápidos à covid-19 numa rede de 150 farmácias da cidade, sem limite de número por mês ou de frequência.

Os vereadores do PS e do BE na câmara criticaram esta segunda-feira esta mudança de regras na comparticipação de testes pela CML, que coincidem com as festas de Natal e Ano Novo e com mais exigências e recomendações de testes por parte das autoridades.

Os partidos realçaram que há em Lisboa 130 farmácias aderentes ao programa de comparticipação de testes pela autarquia, mas que são só 59 as que têm protocolo idêntico com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), dificultando o acesso aos rastreios gratuitos.

A CML garantiu que o objectivo é “precisamente o contrário”, é aumentar “ao máximo” o número de farmácias que integram o sistema de comparticipação nacional e também “a capacidade de testagem” e o número de pessoas que conseguem testar-se, face à grande procura.

O princípio para esta mudança foi o de integrar os dois sistemas de comparticipação, segundo a mesma fonte, que explicou que na sequência de reuniões entre as diversas entidades, a Associação Nacional de Farmácias (ANF) enviou aos seus associados uma informação no início do mês, com a necessidade de as farmácias “integrarem os dois sistemas”.

Meios de comunicação social relataram que no fim de semana houve farmácias de Lisboa que cobraram testes a utentes, invocando as novas regras para comparticipação pela autarquia.

“Da parte da CML importa garantir que não haverá qualquer perturbação e muito menos interrupção na disponibilização dos testes em Lisboa, numa altura em que a testagem é considerada crucial para o combate à situação pandémica e para a manutenção da confiança social e económica na cidade”, disse à Lusa a mesma fonte, que explicou que o município está disponível, se for necessário, para assegurar um “período transição”, o que foi esta segunda-feira transmitido à oposição numa reunião do executivo camarário em que a questão foi levantada.

Em declarações ao jornal Público no fim de semana, a presidente da ANF, Ema Paulino, assumiu que “pode haver necessidade de clarificar procedimentos”, o que a associação tem estado a fazer “junto das farmácias”.

“Queremos encontrar formas de simplificar os processos e de garantir que há até um aumento da capacidade de testagem das farmácias já a partir da próxima semana”, disse ainda Ema Paulino, que revelou que há novas reuniões agendadas sobre esta questão entre as farmácias, o Infarmed e a CML para esta semana.

Num comunicado, o PS condenou esta segunda-feira que o município liderado por Carlos Moedas (PSD) tenha mudado “as regras de forma unilateral e sem dar tempo para as farmácias se adaptarem, restringindo as condições de acesso ao programa” de testes gratuitos à covid-19.

“O resultado foram centenas de pessoas a quem foi pedido dinheiro no fim de semana e que, de acordo com relatos na imprensa ou redes sociais, ora deixaram de fazer os testes ou tiveram de os pagar do seu bolso”, escreveram os socialistas.

Para o PS, “restringir o acesso aos testes, dificultando a sua comunicação” neste momento é “inconcebível e incompreensível” e “mais ainda quando o programa de testagem tem amplo cabimento orçamental nas contas da autarquia”.

Também a vereadora do BE, Beatriz Gomes Dias, considerou que estas mudanças, “uma semana antes do Natal”, foram “um erro grave”, que causou “o caos em Lisboa”, sublinhando que “em vez de mais de uma centena com testes gratuitos, há apenas 59 farmácias para testar quem vive ou trabalha na capital”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Dezembro 2021 — 20:33

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1377: Câmara de Lisboa reforça testagem de rua com abertura de mais três postos

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Tendo em conta “a época festiva de Natal e fim de ano”, a partir desta quinta-feira entram em funcionamento dois postos de testagem à covid-19 no Parque das Nações e um em Belém, informou a autarquia.

© TIAGO PETINGA/LUSA

A Câmara de Lisboa vai reforçar a capacidade de testagem à covid-19, a partir desta quinta-feira e até 31 de Dezembro, inclusive com mais três postos de rua, para responder à época festiva, disse fonte oficial do município.

Os novos equipamentos para testagem de rua em Lisboa, dois no Parque das Nações e um em Belém, vão funcionar de segunda a sábado (excepto feriados), das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00, indicou à Lusa a mesma fonte.

Além da abertura destes três novos postos de testagem a partir desta quinta-feira, 16 de Dezembro, a Câmara de Lisboa vai alargar o período de funcionamento dos mesmos no início da próxima semana, em 20 de Dezembro, passando a funcionar também das 20:00 às 24:00.

“Considerando a época festiva de Natal e fim de ano, a Câmara Municipal de Lisboa vai reforçar a capacidade de testagem de 16 a 31 de Dezembro, com mais três postos de testagem”, referiu fonte oficial do município, em resposta escrita à Lusa.

De acordo com a mesma informação, nos dias 24 e 31 de Dezembro os postos de testagem de rua funcionam das 09:00 às 16:00 e “nos dias 25 de Dezembro e 01 de Janeiro, bem como aos domingos, os postos estarão encerrados”.

O alargamento de horário previsto a partir de segunda-feira, 20 de Dezembro, das 20:00 às 24:00, também se aplica aos postos de testagem a funcionar durante o período diurno nos Restauradores, Martim Moniz e Campo Pequeno.

Além disso, os quatro postos de testagem que estavam a funcionar apenas às quintas, sextas e sábados, das 20:00 às 02:00, no Cais do Sodré, Príncipe Real, Praça Luís de Camões e Largo de Santos, passam a estar também abertos durante o período diurno de segunda a sábado, com o mesmo horário dos restantes, das 09:00 às 13:00, das 14:00 às 18:00 e das 20:00 às 24:00, sem alteração do serviço que já prestavam durante a noite.

“Tínhamos uns que funcionavam só de dia e depois abrimos outros que funcionavam só de noite, então o que conseguimos fazer foi pôr todos a funcionar de dia e de noite, sendo que há uns que fecham às 24:00 e há outros que às quintas, sextas e sábados fecham às 02:00”, afirmou a directora do Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa, Margarida Castro Martins, em declarações à agência Lusa.

“No Cais do Sodré reforçamos com mais um contentor, porque havia uma procura muito grande”, adiantou a responsável da Protecção Civil de Lisboa.

O reforço da capacidade de testagem à covid-19 em Lisboa passa por “abrir de dia os postos que só estavam a funcionar de noite, abrir de noite os que só estavam a funcionar de dia – não até às 02:00, mas até às 24:00 -, e abrir mais três no mesmo regime do Campo Pequeno, Martim Moniz e Restauradores”, disse Margarida Castro Martins.

Assim, a partir desta quinta-feira e até 31 de Dezembro, o município de Lisboa dispõe de 11 contentores para testagem de rua à covid-19, localizados no Martim Moniz, Restauradores, Campo Pequeno, Belém, Parque das Nações (2), Praça Luís de Camões, Santos, Príncipe Real e Cais do Sodré (2).

Em 03 de Dezembro, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), disse que depois de o município ter negociado com os fornecedores que asseguram a testagem à covid-19 o alargamento do funcionamento dos postos nocturnos para incluir também o dia de quinta-feira, ficou também definido que “a partir do dia 16 de Dezembro pudessem estar até ao Natal todas as noites”.

Os quatro postos de testagem à covid-19 localizados junto às zonas de diversão nocturna lisboeta, da responsabilidade da Câmara de Lisboa, realizaram um total de 5.708 testes em sete dias, no período entre 02 e 11 de Dezembro, tendo sido detectado 42 casos positivos.

Os dados referem-se aos postos de testagem no Cais do Sodré, Príncipe Real, Praça Luís de Camões e Largo de Santos, que só estavam abertos no período nocturno, das 20:00 às 02:00, às quintas, sextas e sábados, bem como nas vésperas de feriado.

A entrada nos bares com espaço de dança e discotecas, que reabriram em 01 de Outubro depois de encerrados cerca de 19 meses devido à pandemia, esteve inicialmente cingida à apresentação do certificado digital, que podia ser relativo a vacinação, recuperação ou à realização de teste negativo.

No entanto, a partir de 1 de Dezembro, o acesso a lares e nas visitas a utentes em estabelecimentos de saúde e em grandes eventos culturais ou desportivos e discotecas passou a ser exigida a apresentação de teste de detecção do vírus SARS-CoV-2 com resultado negativo, uma medida que se aplica mesmo a pessoas vacinadas contra a covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Dezembro 2021 — 21:23

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1350: Visitas a lares e unidades de saúde possível com auto-teste desde que supervisionado

– Não consigo compreender estes testes e auto-testes, cuja validade são de 48 horas, ou seja, as pessoas têm de efectuar testes de dois em dois dias para poderem ter acesso aos estabelecimentos de restauração, lares, hospitais, etc.?

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/AUTO-TESTES

De acordo com uma norma da Direcção-Geral da Saúde, o auto-teste, quando feito nas 24 anteriores à utilização, deve ser supervisionado e certificado por um profissional de saúde.

© Orlando Almeida / Global Imagens

As visitas a lares de idosos, estruturas de cuidados continuados ou utentes internados em unidades de cuidados de saúde podem ser feitas com recurso a auto-testes, realizados no local ou até 24 horas antes, desde que o processo seja supervisionado.

Segundo uma norma da Direcção-Geral da Saúde (DGS) actualizada esta semana, nas visitas a instituições de apoio ou acolhimento a populações mais vulneráveis (lares, unidades de cuidados continuados ou entidades de acolhimento de crianças e jovens), assim como nas visitas a doentes internados em instituições de saúde, independentemente do estado vacinal dos visitantes, estes devem usar teste rápido de antigénio (TRAg), realizado 48 horas antes, teste rápido de antigénio na modalidade de auto-teste ou teste PCR (até 72 horas antes).

A norma remete para uma circular conjunta da DGS, Infarmed e Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), que refere que o auto-teste, quando feito nas 24 anteriores à utilização, deve ser supervisionado e certificado por um profissional de saúde.

Essa certificação, acrescenta a circular conjunta, “deve ser comprovada, através da emissão de um documento pelo profissional de saúde” no qual deve constar a identificação do cidadão, o n.º de utente do SNS ou n.º de documento de identificação, data e hora da realização do auto-teste, identificação da marca comercial, fabricante e do lote, resultado do auto-teste e identificação do responsável pela supervisão e certificação”.

Segundo a mesma circular, a supervisão do auto-teste quando feito no momento de acesso ao estabelecimento ou espaço a frequentar, “deve ser efectuada por responsável designado para o efeito, devidamente identificado, no estabelecimento ou espaço”.

“Neste contexto, o estabelecimento/entidade deverá garantir a existência de comprovativo de supervisão de realização de teste, com identificação da pessoa que realizou o auto-teste, do responsável pela supervisão e da entidade, com validade, apenas para o acesso e durante a permanência no estabelecimento ou espaço cuja frequência se pretende”, acrescenta a circular.

A norma da DGS refere ainda que nas instituições de apoio ou acolhimento a populações mais vulneráveis devem ser realizados rastreios periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do estado vacinal.

Lembra ainda que a realização de testes de rastreio para SARS-CoV-2 está indicada, independentemente do esquema vacinal, para acesso a eventos de grande dimensão, eventos desportivos, eventos que não tenham lugares marcados ou eventos que impliquem a mobilidade de pessoas por diversos espaços ou eventos que se realizem em recintos provisórios ou improvisados, cobertos ou ao ar livre, sempre que o número de participantes/espectadores seja superior a 5.000, em ambiente aberto, ou superior a 1.000, em ambiente fechado.

Já para quem não tem o esqueça vacinal completo, a norma define que o teste de rastreio é necessário para acesso a eventos de qualquer natureza, bem como espectáculos.

Em todos estes casos é igualmente possível usar o auto-teste, nas mesmas condições definidas na circular conjunta.

Diário de Notícias
DN/Lusa
03 Dezembro 2021 — 15:34

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1329: Farmácias garantem disponibilidade de testes apesar do aumento da procura

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“Os portugueses podem estar tranquilos, que as farmácias dispõem de quantidade suficiente para responder ao aumento da procura do serviço de realização de testes antigénio e auto-testes”, assegurou a presidente da Associação Nacional das Farmácias.

© André Rolo / Global Imagens

A Associação Nacional das Farmácias (ANF) assegura que existe disponibilidade de testes rápidos à covid-19 nas farmácias portuguesas para responder ao aumento da procura do serviço.

“Os portugueses podem estar tranquilos, que as farmácias dispõem de quantidade suficiente para responder ao aumento da procura do serviço de realização de testes antigénio e auto-testes”, assegurou a presidente da ANF, Ema Paulino, citada num comunicado divulgado na segunda-feira, ao final do dia.

Ema Paulino diz que após a declaração do estado de calamidade por parte do Governo, a vigorar a partir de quarta-feira, verificou-se um pico de procura por este tipo de testes, adiantando que o abastecimento de testes será reforçado.

Na sequência deste aumento, segundo a presidente da ANF, têm vindo a ser distribuídas quantidades controladas de testes a cada farmácia por forma a garantir um fornecimento homogéneo no território nacional.

Na sexta-feira, 26 de Novembro, as farmácias portuguesas realizaram 30.147 testes de antigénio, número ainda inferior aos 35 475 registado a dia 30 de Julho.

Várias farmácias contactadas pela agência Lusa na sexta-feira, já adiantavam que se estavam a preparar para uma maior procura por testes para detecção de covid-19, aumentando os ‘stocks’ e alargando horários para a testagem, sujeita a marcação prévia.

O primeiro-ministro anunciou na quinta-feira que o acesso a lares, alguns estabelecimentos de saúde e grandes eventos culturais ou desportivos passa a exigir a apresentação de teste de detecção do vírus SARS-CoV-2 com resultado negativo, mesmo para pessoas vacinadas contra a covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Novembro 2021 — 07:44

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1169: Vacinados deixam de precisar de testes em eventos desportivos, culturais e familiares

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Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal, como medida de protecção adicional para estas populações mais vulneráveis.

© Paul Ellis/AFP

As pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias deixam de precisar de fazer testes de rastreio covid nalguns contextos, como reuniões familiares e eventos culturais, desportivos ou cooperativos, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

A norma actualizada esta quarta-feira pela DGS, indica que ficam também dispensados de testes de rastreio periódico os residentes, utentes e profissionais de alguns locais, designadamente unidades de Cuidados Continuados Integrados e instituições de apoio a migrantes e refugiados, assim como nos estabelecimentos prisionais e centros educativos que apresentem esquema completo há mais de 14 dias.

Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal, como medida de protecção adicional para estas populações mais vulneráveis.

Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, não terão de realizar testes regulares os doentes nem os acompanhantes, desde que tenham o esquema vacinal completo há mais de 14 dias.

Nas restantes situações anteriormente previstas na Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, mantém-se a indicação para a realização de testes independentemente do estado vacinal, como, por exemplo, a realização de procedimentos gerados de aerossóis e antes do internamento hospitalar

Mantém-se igualmente a realização de testes laboratoriais nas unidades prestadoras de cuidados de saúde antes da cirurgia electiva, da admissão para assistência ao parto e da admissão em unidades de cuidados intermédios e intensivos.

A norma da DGS refere ainda que as pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias devem manter a realização de testes de diagnóstico da covid-19 “em caso de suspeita de infecção por SARS-CoV-2” e “em contactos de risco com caso confirmado”.

A informação hoje actualizada, para adaptar a estratégia nacional de testes à elevada cobertura vacinal da população portuguesa e à actual situação epidemiológica, define ainda que os testes laboratoriais não devem ser realizados em pessoas com história de infecção por SARS-CoV-2 nos últimos 180 dias após o fim do isolamento, a menos que apresentem sintomas sugestivos da doença e sejam contacto de um caso confirmado nos últimos 14 dias.

Outra alteração introduzida pela Norma diz respeito à recomendação para a realização, em doentes com critério de internamento, de testes para o vírus da gripe (vírus influenza A e B16) e vírus sincicial respiratório (crianças com menos de 2 anos de idade).

Diário de Notícias
Lusa
13 Outubro 2021 — 09:45

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875: Restauração nos centros comerciais também exige teste negativo ou certificado

– Em vez de andarem a PROIBIR tudo e mais alguma coisa, PROIBAM a continuidade inexplicável de quem organiza, promove e realiza PASSEATAS, CAMINHADAS, FESTAS DE ANIVERSÁRIO, CASAMENTOS, BAPTIZADOS E AFINS. Esses é que DEVEM SER PROIBIDOS! Srs. da governança, NÃO ASFIXIEM, AINDA MAIS, O POVO! Hoje, desloquei-me para fora de Lisboa e em plena Avenida da Liberdade/Lisboa, passaram por mim dezenas de labregos SEM MÁSCARA NAS TROMBAS! Em pleno Rossio/Lisboa, a mesmíssima coisa! ONDE PARA A FISCALIZAÇÃO PARA ESTES GRUNHOS?

SAÚDE/COVID-19/TESTES

Medida aplica-se apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, a partir das 19:00 de sexta-feira e durante o fim de semana.

© Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

Desde as 19:00 de sexta-feira para comer no interior de um restaurante num dos 60 concelhos de risco elevado ou muito elevado é necessário apresentar certificado digital ou teste negativo à covid-19. A medida também se aplica aos Centros Comerciais… com excepção dos restaurantes com zonas de esplanada abertas.

A Resolução do Conselho de Ministros já fazia essa referência, ainda que abrisse excepção desde que “com as devidas adaptações”, o que levantou dúvidas quanto à aplicabilidade das regras nos mega-espaços de restauração dos shoppings, mas os centros comerciais já estão a transmitir as novas medidas e restrições aos consumidores. A única excepção são então para os restaurantes com zonas de esplanada.

“Nos termos legais, a partir de 10 de Julho, aos fins de semana e feriados todo o dia, bem como sextas-feiras a partir das 19:00, o consumo de refeições no interior dos restaurantes e na Praça de Alimentação apenas é permitido a Clientes portadores de Certificado Digital COVID da União Europeia ou de teste negativo à COVID (1), aplicando-se a maiores de 12 anos”, informou este sábado o centro comercial Via Catarina, no Porto.

O mesmo foi dado a conhecer pelo centro comercial Colombo, em Lisboa e o Norte Shopping, no Porto.

Se está a pensar ir fazer compras nos fins de semana e feriados e aproveitar para comer no centro comercial precisa de um destes quatro testes negativos: o PCR (com validade de 72 horas) e antigénio com resultado laboratorial (contemplados no certificado digital covid-19) com 48 horas de validade, um auto-teste feito presencialmente à entrada do estabelecimento ou feito numa farmácia por exemplo.

Já os certificados digitais de vacinação só são válidos 14 dias após a vacinação estar completa e os de recuperação atestam que passaram mais de 11 dias e menos de 180 dias após um teste positivo. Em Portugal, é possível pedir a emissão do certificado desde 16 de Junho, através do portal na Internet SNS 24, onde é possível escolher o certificado respectivo: de vacinação, de testagem ou de recuperação.

Estes comprovativos aplicam-se também aos alojamentos turísticos (incluindo hotéis e alojamento local), mas neste caso em todo o território continental, e não apenas aos concelhos mais afectados pela pandemia de covid-19, e em todos os dias da semana.

Diário de Notícias
DN
10 Julho 2021 — 17:49

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824: Testes rápidos feitos nas farmácias dão acesso a certificado digital

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De acordo com o Ministério da Saúde, caso a modalidade escolhida seja o certificado de testagem, e através de um teste rápido de antigénio, os testes feitos nas farmácias permitem a emissão do documento, desde que os resultados sejam comunicados ao SINAVE e mediante o “respectivo relatório laboratorial”.

Numa altura em que o certificado digital covid está prestes a entrar em vigor em Portugal, o gabinete de Marta Temido explica ao ECO que os testes feitos nas farmácias também são válidos para adquirir o comprovativo, mas têm de ser “testes rápidos de antigénio, com emissão de relatório e respectiva comunicação ao SINAVE Lab”.

O ministério explica que são considerados válidos os testes “que dão origem a um relatório laboratorial”.

Ou seja, para efeitos de pedido de emissão do certificado digital apenas são considerados os testes PCR (com validade de 72 horas) e os testes rápidos de antigénio (neste caso a validade é encurtada para 48 horas), estando, portanto, excluídos os auto-testes vendidos nas farmácias e para-farmácias, tal como tinha sido referido pela ministra da Presidência, após o Conselho de Ministros de quinta-feira.

O certificado digital Covid atesta o estado de imunização do seu portador com base em três critérios: se foi vacinado contra o novo coronavírus, se desenvolveu anticorpos contra o Sars-CoV-2, por ter sido infectado ou se fez, recentemente, um teste negativo à covid-19 (os testes PCR têm uma validade de 72 horas, ao passo que nos testes rápidos a validade é encurtada para 48 horas).

O documento pode ser obtido no portal do SNS 24, através de aplicação móvel ou enviado ao titular para o endereço de correio electrónico registado no Registo Nacional de Utente ou no Registo de Saúde Electrónico.

ZAP //

Por ZAP
28 Junho, 2021

 

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