1503: Covid-19: Surto com 84 infectados em centro de recuperação de menores em Monforte

– Sinceramente que não entendo a analogia da imagem desta peça jornalística, com o surto em Assumar/Monforte/Portalegre… Não existiam imagens da origem da notícia? O Google resolve este tipo de situações:

Assumar/Monforte/Portalegre

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/SURTOS

Câmara municipal tem estado atenta ao surto, dando todo o apoio possível. “Equipamentos individuais, máscaras, luvas” já foram fornecidos pela autarquia, refere o presidente do município.

Porto, 31/03/2020 – Reportagem na urgência, área Covid, do Hospital São João no Porto Coronavirus, doente, teste Covid, Hospital de campanha do INEM, despiste da doença, sala de emergência, área dedicada à Covid, médicos com equipamento protecção individual, mascara, respiradores. (Pedro Correia/Global Imagens)
© Pedro Correia//Global Imagens

Oitenta e quatro pessoas estão infectadas pelo novo coronavírus num surto de covid-19 existente num centro de recuperação de menores em Assumar, no concelho de Monforte (Portalegre), disse esta quarta-feira o presidente da câmara, Gonçalo Lagem.

Em declarações à Lusa, o autarca explicou que o surto de covid-19 atinge o Centro de Recuperação de Menores do Assumar, instituição pertencente às Irmãs Hospitaleiras. Segundo Gonçalo Lagem, pelo menos 84 pessoas estão infectadas. Dos 120 utentes do centro, 68 estão infectados. Os restantes casos são em trabalhadores da instituição.

O autarca indicou que os casos foram descobertos através de testes rápidos, estando agora a chegar à instituição os primeiros resultados dos testes PCR. A câmara municipal tem estado “em contacto permanente com a instituição, que conta com funcionários exemplares, com muita entrega”, refere.

Fonte do Centro de Recuperação de Menores do Assumar disse à Lusa que “todos” os infectados estão assintomáticos, tendo o surto surgido no dia 5 de Janeiro. A mesma fonte garantiu que estão a ser cumpridas as normas de isolamento, o trabalho de equipas em espelho e que está a ser dada resposta às necessidades daquela instituição.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 19.161 pessoas e foram contabilizados 1.693.398 casos de infecção, segundo a última actualização da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Janeiro 2022 — 14:22

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1436: Portugal regista 607 surtos activos, a maioria em escolas

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SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/SURTOS ACTIVOS

De acordo com um ponto de situação feito pela DGS, a 27 de Dezembro, do total de surtos activos, 399 são em escolas (públicas e privadas), 41 em lares de idosos e 15 em instituições de saúde.

Portugal continental registava no início desta semana 607 surtos activos de covid-19, a maioria em escolas, onde existem mais 34 surtos do que na semana anterior, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com um ponto de situação feito pela DGS, em 27 de Dezembro, do total de surtos activos, 399 são em escolas (públicas e privadas), 41 em lares de idosos e 15 em instituições de saúde.

Os dados da DGS indicam que mais de metade (396) dos surtos activos se situam na área geográfica da Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo, 112 na ARS Norte, 50 na ARS Centro, 38 na ARS Algarve e 11 na ARS Alentejo.

O número mais elevado de surtos activos de covid-19 foi registado em Fevereiro deste ano, quando foram contabilizados 921.

Segundo a DGS, nos 399 surtos activos em estabelecimentos de educação e ensino dos sectores público e privado – escolas, ensino superior, creches e demais equipamentos sociais – existiam 3.186 casos de covid-19 acumulados, que dizem respeito a alunos, profissionais e seus coabitantes, parte dos quais já estarão recuperados.

Os 41 surtos em lares de idosos envolvem 408 casos de covid-19, segundo a DGS, que recorda a redução significativa do número de surtos neste sector. Em Fevereiro, Portugal registou o maior número de surtos activos em lares de idosos, com um total de 405, envolvendo 12 mil infectados.

A diminuição drástica neste contexto demonstra a importância que a vacinação tem tido no controlo da pandemia e na protecção da população mais vulnerável”, sublinha a DGS.

Em instituições de saúde estavam contabilizados no início da semana 15 surtos activos, com 202 casos confirmados de covid-19.

Um surto activo é constituído por dois ou mais casos confirmados com ligação epidemiológica entre si, no tempo e no espaço. Só depois de terem decorrido 28 dias após a data do diagnóstico do último caso confirmado (dois períodos de incubação sem novos casos) é que o surto é dado como encerrado pelas autoridades de saúde.

Portugal atingiu na terça-feira um máximo de novos casos diários de covid-19 desde o início da pandemia, com 17.172, e a ministra da Saúde admitiu que na primeira semana de Janeiro o país possa atingir os 37 mil novos casos diários de infecção com o coronavírus SARS-CoV-2.

Marta Temido acrescentou que houve um conjunto de aspectos “nos dias mais recentes que poderão ter suscitado mais contactos e até maior número de resultados de testes positivos”, lembrando que “as pessoas testaram-se muito, e bem, antes dos eventos do Natal, mas também estiveram mais expostas”.

Marta Temido adiantou que irá manter-se a avaliação que o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) tinha referido e que apontava para a realização de duas avaliações (29 de Dezembro e 04 de Janeiro) dos modelos de previsão da evolução da variante Ómicron, que na segunda-feira atingiu uma proporção de 75% dos casos em Portugal.

Diário de Notícias
DN/Lusa
29 Dezembro 2021 — 11:11

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1414: Surto associado a discoteca de Coimbra provoca pelo menos 50 casos

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– Por onde vegetam os paizinhos destas criancinhas com 16 a 18 anos que não se inibem de andar na borga, custe o que custar? E depois admiram-se do aumento de infectados e de mortos… Continuem assim, que apenas se vive uma vez mas de preferência com uma certa longevidade.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

Segundo a Administração Regional de Saúde do Centro, os 50 casos identificados apresentam todos “sintomatologia ligeira, sem necessidade de internamento”.

© Igor Martins / Global Imagens

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) afirmou esta quinta-feira que foram já identificados 50 casos de covid-19 em jovens entre os 16 e os 18 anos, num surto associado a uma discoteca de Coimbra.

Os casos começaram a ser detectados na terça-feira pela Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Mondego, que identificou jovens infectados “que frequentaram o mesmo evento num espaço de diversão nocturna do concelho de Coimbra”, disse a ARSC, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

“Dada a actividade em questão, de grande proximidade e em espaço fechado com intensa interacção durante várias horas, os casos iniciais geraram casos secundários, alguns estendendo-se a outros concelhos do distrito de Coimbra”, acrescentou.

Segundo a ARSC, até ao momento, já foram identificados 50 casos, todos com “sintomatologia ligeira, sem necessidade de internamento”.

“Estão a ser tomadas todas as medidas de prevenção, nomeadamente a realização de testes para diagnóstico, isolamento dos casos e dos seus contactos de alto risco, com vista à interrupção das cadeias de transmissão”, frisou.

De acordo com a entidade, face às características do surto, que terá “grande transmissibilidade”, a investigação prossegue para “monitorização do evento”.

No final da nota, a ARSC apela “ao cumprimento das regras e procedimentos para prevenção da infecção por SARS-Cov-2, nomeadamente o distanciamento, a higienização das mãos, o uso de máscara e a realização de testes antes da participação em eventos e encontros familiares”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Dezembro 2021 — 12:44

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1235: Mais de uma centena de alunos do 1.º ciclo de Vinhais em isolamento

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/SURTOS

De acordo com o director, os casos começaram a ser detectados na segunda-feira e até ao momento estão confirmados três casos de infecção pelo coronavírus em professores e um num aluno, todos relacionados com o 1.º ciclo.

De acordo com o director, os casos começaram a ser detectados na segunda-feira e até ao momento estão confirmados três casos de infecção pelo coronavírus em professores e um num aluno, todos relacionados com o 1.º ciclo.

Mais de uma centena de alunos do 1.º ciclo de Vinhais, no distrito de Bragança, estão desde esta quarta-feira em casa, como medida preventiva da propagação da covid-19, depois de terem sido detectados quatro casos positivos.

A decisão de isolar as crianças foi da Direcção-Geral da Saúde, o que levou a encerrar a escola do 1.º ciclo com seis turmas e aproximadamente 105 alunos, segundo disse esta quarta-feira à Lusa Rui Correia, director do Agrupamento de Escolas D. Afonso III.

De acordo com o director, estão confirmados três casos de infecção pelo coronavírus em professores e um num aluno, todos relacionados com o 1.º ciclo.

Os casos começaram a ser detectados na segunda-feira e, seguindo as orientações da Autoridade de Saúde, a partir desta quarta-feira todos os alunos e os professores que testaram positivo ficam em isolamento, apesar de os docentes estarem vacinados contra a covid-19.

O director explicou que este período de isolamento será de 10 dias, se fizerem dois testes com resultado negativo, um agora e outro antes de regressarem à escola, ou de 14 dias se não realizarem o teste.

A solução que a escola vai adoptar é a do ensino à distância, como já aconteceu durante os períodos anteriores de confinamento ditado pela pandemia.

Rui Correia lembrou que as actuais regras sanitárias não obrigam as crianças do primeiro ciclo ao uso de máscara e, embora não tenham sintomas, são transmissores do vírus, pelo que o isolamento é uma medida para evitar a propagação.

Neste agrupamento de escolas há também uma turma do 7.º ano, com 12 alunos, a faltar às aulas, mas por decisão dos pais que não deixaram os filhos ir à escola mediante o que se está a passar.

O número de casos de infecção tem vindo a aumentar nos últimos dias no distrito de Bragança, de acordo com o boletim oficial das autoridades de saúde citado na comunicação social regional.

Na terça-feira foram divulgados um total de 275 casos nos 12 concelhos do distrito de Bragança, com o concelho mais populoso, Bragança, a contabilizar 175.

O concelho de Vinhais tinha 20 casos, segundo os dados oficiais.

Diário de Notícias
Lusa
10 Novembro 2021 — 11:59

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1222: Surtos estão a atingir creches, escolas, lares, faculdades e unidades de saúde

– Enquanto os grunhos labregos acéfalos intelectualóides Walking Dead’s & afins, não se convencerem que esta merda não é uma “gripezinha” mas uma PANDEMIA MORTAL, continuando nas suas vidinhas e prazeres “sociais”, sem qualquer preocupação para com a comunidade onde infelizmente estão inseridos, não existirá vacina que consiga travar o bicho.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/SURTOS

Na primeira semana de Novembro, Portugal tinha 231 surtos activos, correspondendo a 2.015 infectados. A maioria, 111, são em estabelecimentos de ensino, seguem-se os lares, com 41, e as unidades de saúde com oito. Os restantes 81 foram registados em locais distintos, como ambientes de trabalho, familiar e social.

Surtos em unidades de saúde tem um impacto forte na actividade diária e na sobrecarga de trabalho. Ordem defende vacinação de profissionais o mais rápido possível.

Portugal ultrapassou esta semana os mil casos diários de covid-19, mais cedo do que o previsto pela ministra da Saúde, Marta Temido, que, na semana passada, alertou para o facto de podermos chegar até aos 1.300 até final do ano. Na quinta-feira foram 1.382 casos, hoje 1.289. Os especialistas justificam a situação como sendo normal e expectável, à semelhança do que tem estado a acontecer em outros países da Europa, embora, reconheçam, com muito menos gravidade, devido à elevada taxa de vacinação que o país já atingiu.

A questão é que os surtos continuam a aumentar em creches, escolas, faculdades, lares e em unidades de saúde, havendo nesta primeira semana de Novembro 231 surtos activos, o que corresponde a 2.015 infectados. Mesmo assim, um número muito inferior ao registado no mesmo período homólogo no ano passado, em que havia 921 surtos activos.

Ao DN o coordenador do Gabinete de Crise para a Covid-19 da Ordem dos Médicos, Filipe Froes, diz que embora o número seja muito inferior continua a ser uma preocupação, “sendo preciso continuar a analisar cada uma das situações em termos de origem da infecção, características da população para se perceber onde devemos intervir”. Filipe Froes considera que este tipo de monitorização não pode deixar de ser feita, porque é normal e expectável que o número de casos e de surtos continuem a aumentar.

De acordo com os dados disponibilizados ao DN pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), nesta primeira semana de Novembro estão activos no país 231 surtos, a maioria em estabelecimentos de ensino, 111, nomeadamente em creches, escolas e faculdades com 979 infectados no total. Depois, há 41 em lares, com 908 infectados e depois as unidades de saúde, com oito surtos activos e 128 infectados.

Os restantes 81 surtos ocorreram em contextos distintos, como em ambientes laborais, familiares e sociais. A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) destaca-se no número de surtos activos ao registar 132, enquanto algumas ARS não atingem sequer os 20 surtos. A ARS do Centro aparece em segundo lugar com 37 surtos, depois a ARS do Norte, com 29, a do Algarve com 16 e a do Alentejo com 17.

No caso dos lares, por exemplo, e nos dados enviados ao DN, a DGS destaca que, no mês de Fevereiro foi quando o país mais registou surtos em lares, no total houve 405, o que correspondeu a cerca de 12 mil infectados.

Para o coordenador do Gabinete de Crise da Ordem “a existência destes surtos revelam aspectos importantes, nomeadamente o envolvimento das pessoas mais vulneráveis, utentes de lares e funcionários e os profissionais de saúde. Uns e outros têm em comum o facto de terem sido vacinados na primeira fase da vacinação, tendo-se ultrapassado um período superior aos seis meses da vacinação completa. Portanto, é normal que comecem a aparecer novos episódios de infecções e até de re-infecções nestas populações”. O médico defendeu mesmo que, nesta altura, “já há uma necessidade imperiosa de acelerar o reforço de vacinação contra a covid-19 nestes grupos mais vulneráveis”.

Neste momento, a 3.ª dose está só a ser administrada em instituições de idosos e à população em geral com mais de 80 anos, ao mesmo tempo que está a ser dada a vacina contra a gripe. Esta semana a própria Ordem dos Médicos lançou um comunicado a relembrar que “nos estamos a aproximar do Inverno e em que os casos de infecção respiratória estão em crescimento”, sendo “urgente agilizar a administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 aos profissionais de saúde”.

No texto, assinado pelo bastonário, era sublinhado também que “o risco de exposição a que os médicos e outros profissionais de saúde têm, e numa altura em que já sabemos o impacto que a redução do acesso aos serviços de saúde tem nos cidadãos, é fundamental que a terceira dose da vacina contra a covid-19 possa ser administrada rapidamente aos profissionais de saúde. Não podemos ficar apenas no plano das intenções, tem de ser concretizado na prática e em tempo efectivo”.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, veio confirmar depois a terceira dose iria ser dada aos profissionais de saúde, embora não se saiba ainda quando é que este processo irá avançar. No entanto, o coordenador do Gabinete de Crise da Ordem defende que para avançar com este processo “basta utilizar a metodologia que foi feita na primeira fase da vacinação: disponibilizem as vacinas aos hospitais e aos centros de saúde que os profissionais serão vacinados através dos serviços de saúde ocupacional em dois ou três dias”.

Quanto aos surtos activos nesta primeira semana de Novembro, Filipe Froes sublinha que, apesar de não serem em número significativo quando se compara com o período homólogo de 2020 ou pré vacinação, “continuam a ser uma preocupação”, defendendo, por isso, a necessidade de se continuar a analisar as origens e as características das populações para se intervir. Ao mesmo tempo, ressalva que os surtos “são uma oportunidade para se verificar que, apesar destes, continuamos com números baixos de casos graves, de internamentos e de mortos”, o que só é possível ao número de vacinados que Portugal atingiu, mais de 86%.

Contudo, o médico alerta mais uma vez para a necessidade da vacinação dos profissionais de saúde e do impacto que tem quando os surtos atingem hospitais e centros de saúde. “Nos profissionais de saúde a infecção e as re-infeções têm outro impacto, porque são pessoas que estão muito expostas à doença e que são também potenciais transmissores da doença, mas há uma agravante é que quando são atingidos condicionam ainda mais a actividade nos seus serviços e a sobrecarga de trabalho que já existe nas instituições de saúde aumenta ainda mais”.

Para a DGS, os 231 surtos activos nesta primeira semana representam “uma diminuição drástica” em reacção ao ano anterior e ao pico da doença, em Fevereiro, “o que demonstra a importância que a vacinação tem tido no controlo da pandemia e na protecção da população mais vulnerável”.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
05 Novembro 2021 — 16:43

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1201: Lar em Leiria com 39 utentes e 10 funcionários infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS/LARES

Segundo a coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral, o surto terá começado na sexta-feira, mas só foi detetado no domingo.

© Henriques da Cunha /Arquivos

O lar Nossa Senhora da Encarnação, em Leiria, tem 39 utentes e 10 funcionários infectados com o SARS-CoV-2, todos estáveis, disse à agência Lusa a responsável da Unidade de Saúde Pública, Odete Mendes.

Segundo explicou a coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral, o surto terá começado na sexta-feira, mas foi detectado no domingo.

“Os utentes fizeram o reforço da terceira dose da vacinação e a instituição associou os sintomas aos efeitos secundários. Na sexta-feira, uma utente deu uma queda e foi ao hospital, onde realizou um teste à covid-19. No dia seguinte, o resultado deu positivo”, revelou Odete Mendes.

Entretanto, nove funcionários começaram com sintomas gripais e uma trabalhadora deu também positivo, quando realizou um auto-teste à covid-19.

“Desencadeámos, no domingo, a testagem a todos os utentes da ala que tinha testado positivo e 39 utentes testaram positivo. Dois estão no hospital (a primeira e uma segunda situação), mas todos estão estáveis”, assegurou a responsável.

Odete Mendes explicou ainda que o lar tem 107 utentes e está dividido em duas alas, mas apenas uma delas registou casos positivos. “Também efectuámos testes na outra ala, mas os resultados foram todos negativos. Realizámos ainda testes PCR aos 90 funcionários e dez deram positivo”, informou também.

A coordenadora da Unidade de Saúde Pública adiantou que na região não existem mais surtos. “À semelhança do que está a acontecer no país, os casos têm vindo a subir, mas não temos surtos activos. Há casos pontuais nas escolas, mas como temos a população vacinada, são situações isoladas e acompanhadas caso a caso”, esclareceu.

Reconhecendo que “existe um desgaste” de todos, com a “necessidade de voltar à normalidade”, a médica de saúde pública apelou a que as pessoas cumpram as orientações da Direcção-Geral da Saúde.

Odete Mendes sublinhou ainda que o inverno está a preocupar as autoridades de saúde, tendo em conta um possível aumento das doenças respiratórias agudas.

“A população mais idosa está a ser também vacinada contra a gripe. Estamos na expectativa e há uma apreensão”, insistiu.

De acordo com a responsável, a “vacinação foi fundamental, como se sabia”, para o controlo da pandemia.

“Temos assistido a pessoas que não se vacinaram por opção própria, a repensar a sua decisão inicial. O apelo que faço é para que os que não se vacinaram por opção decidam agora vacinar-se. Vão sempre a tempo. A vacinação de cada um contribui para o bem-estar de todos. Não podemos pensar só no individual, mas num bem colectivo”, rematou.

Diário de Notícias
Lusa
27 Outubro 2021 — 11:59

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1197: Surto obriga ao encerramento de 1.º ciclo de escola no Funchal

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS

Sete alunos e dois docentes da escola básica da Nazaré, no Funchal, testaram positivo à covid-19 e o Governo da Madeira decidiu encerrar, até 5 de Novembro, o primeiro ciclo deste estabelecimento de ensino.

Funchal; 12/01/2012 Funchal-Madeira
(Helder Santos / Aspress)

O Governo da Madeira decidiu encerrar, até 5 de Novembro, o primeiro ciclo da escola básica da Nazaré, no Funchal, devido ao surgimento de um surto de covid-19, anunciou esta terça-feira a Secretaria Regional da Educação.

Na sua página oficial, este departamento do executivo madeirense refere que sete alunos e dois docentes do estabelecimento de ensino, localizado na freguesia de São Martinho, testaram positivo.

“Na sequência, tendo sido declarada situação de surto, com casos distribuídos por cinco das 12 turmas deste estabelecimento de ensino, impôs-se o encerramento do 1.º ciclo até ao próximo dia 5 de Novembro”, lê-se na mesma informação.

A Secretaria Regional da Educação acrescenta que 12 turmas desta escola, num total de 227 alunos e 14 docentes, estão a cumprir isolamento profilático.

Segundo fonte da tutela, as valências de creche e pré-escolar deste estabelecimento de ensino encontram-se a funcionar, uma vez que estão instaladas num edifício diferente.

Os alunos, os professores e o pessoal não docente vão ser testados em 30 de Outubro.

De acordo com os últimos dados divulgados pela Direcção Regional de Saúde, na segunda-feira, a Madeira registou 11 novos casos de covid-19, reportando 103 situações activas e três pessoas hospitalizadas.

A covid-19 provocou pelo menos 4.945.746 mortes em todo o mundo, entre mais de 243,56 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência AFP.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Outubro 2021 — 12:07

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1088: DGS confirma 31 surtos activos em creches, ATL e jardins de infância

SAÚDE PÚBLICA/INFECÇÕES/COVID-19

© EPA/DANIEL DAL ZENNARO

Portugal registava na segunda-feira um total de 31 surtos activos de covid-19 em creches, centros de actividades de tempos livres (ATL) ou jardins de infância, que resultaram em 232 casos de infecção, confirmou hoje a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com os dados fornecidos pela autoridade de saúde, estes 232 casos de contágio envolvem alunos, funcionários e coabitantes dos mesmos, sendo que alguns já estarão inclusivamente recuperados da doença. Em relação aos agrupamentos de escolas, a DGS adiantou que “apenas foram identificados casos isolados na sequência da política de testagem implementada”.

Comparando o actual número de surtos com o início de 2021, quando as actividades lectivas presenciais ainda decorriam e antes da pior vaga da pandemia no país, durante os meses de Janeiro e Fevereiro, a descida é evidente, pois nesse período chegaram a ser contabilizados 190 surtos nos estabelecimentos escolares.

Além dos surtos em contexto escolar, a DGS divulgou ainda os números relativos aos lares de idosos, onde se verificavam até 20 de Setembro 43 surtos, com um acumulado de 676 casos de covid-19, entre os quais alguns já terão sido dados como recuperados. A situação nestes estabelecimentos residenciais é também melhor face ao início do ano, quando em Fevereiro o número de surtos activos ascendeu a 405 e os infectados eram aproximadamente 12 mil.

Em termos totais, o território continental somava até há dois dias 184 surtos activos, que se traduziram em 1915 casos confirmados. A nível regional, a grande maioria dos 184 surtos estava concentrada na região de Lisboa e Vale do Tejo (100), seguida do Norte (26), Centro (24), Alentejo (22) e Algarve (12).

Lusa

Diário de Notícias
22 set 17:11
Por Nuno Fernandes

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1077: Portugal tem cerca de 45 surtos de covid-19 em lares

SAÚDE PÚBLICA/SURTOS COVID-19/LARES

Informação foi dada por Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Portugal regista actualmente cerca de 45 surtos de covid-19 em lares no país, com efeitos menores nas pessoas, disse hoje a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

Neste momento temos cerca de 45 surtos em lares em todo o país e o que está a acontecer é que mesmo na situação em que há surtos, os efeitos do próprio surto e da doença nas pessoas são menores”, disse Ana Mendes Godinho.

A ministra falava aos jornalistas no final da apresentação do “maior estudo” sobre imunidade em lares, realizado em Agosto, na região do Alentejo e Algarve a um universo de 5.174 pessoas: 2.303 funcionários de lares e 2.871 utentes residentes.

O estudo aponta, segundo o responsável, para uma “diminuição abrupta dos anticorpos em pessoas com mais de 70 anos que tenham tido duas doses de vacina e quatro meses após a vacinação completa”.

“Contrariamente, as pessoas que tiveram covid-19 e que receberam uma dose de vacina mantêm níveis altos de anticorpos ao longo de todo o tempo”, segundo a apresentação do estudo, hoje em Viseu.

Intitulado “Protector covid-19”, o estudo foi realizado pelo Algarve Biomedical Center, em parceria com a fundação Champalimaud, contou com o apoio do Ministério do Trabalho, Solidariedade e da Segurança Social.

A população do estudo foi maioritariamente feminina, e entre os funcionários a idade média foi de 47 anos enquanto nos utentes foi de 85 anos. Destes, 2.277 têm mais de 80 anos e mais de 1.000, têm mais de 90 anos.

Ainda assim, a ministra disse aos jornalistas que a evolução nos lares “tem sido muitíssimo positiva do ponto de vista do impacto que a pandemia tem tido nas organizações” e nas instituições, comparando com Janeiro, em que se registaram “números muito grandes de surtos” nos lares.

A situação veio a diminuir à medida também que a vacinação foi acontecendo, nós priorizámos desde o momento zero a vacinação nos lares (…) com efeitos muitíssimo positivos no impacto dos surtos nos lares”, afirmou.

Actualmente, as instituições têm “uma capacidade de gestão das situações de uma forma completamente diferente, até porque, os funcionários também estão vacinados” e “há uma capacidade de gestão dos recursos humanos de uma forma muito mais eficaz e controlada”.

Lusa

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1059: Surto em festas em Santa Cruz aumenta para 63 infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS/SANTA CRUZ

Os 63 infectados associados às festas em Santa Cruz têm idades entre os 15 e os 25 anos. A Câmara de Torres Vedras alega que “o surto está controlado”.

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, aumentou para 63 infectados, segundo o mais recente boletim epidemiológico deste município.

O surto teve um aumento de 52 para 63 infectados, com idades entre os 15 e os 25 anos, nas últimas 48 horas, e regista os primeiros três recuperados, de acordo com o boletim divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da Câmara de Torres Vedras explicou que “o surto está controlado”, havendo agora 10 contactos de risco em vigilância activa.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu no último fim de semana de Agosto, durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantêm abertos, uma vez que não há funcionários afectados.

Os primeiros casos foram detectados, no início dessa semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em pelo menos outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.985 casos confirmados, dos quais 161 estão activos. Outras 6.648 pessoas recuperaram e 176 morreram, de acordo com o boletim epidemiológico.

A covid-19 provocou pelo menos 4.593.164 mortes em todo o mundo, entre mais de 222,46 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.836 pessoas e foram contabilizados 1.052.127 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
10 Setembro 2021 — 13:10

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