1044: Infarmed manda retirar do mercado máscaras com marcação CE indevida. Surto em Santa Cruz sobe para 46 infectados

– É lamentável que as autoridades apenas fiscalizem diversões nocturnas e afins, devendo incluir nessa fiscalização as diversões diurnas de acéfalos indigentes labregos que desconhecem o significado das palavras CIDADANIA e CIVISMO.

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/INFECÇÕES

Surto em festas em Santa Cruz sobe para 46 infectados

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, subiu para 46 infectados e não está circunscrito, segundo o boletim epidemiológico divulgado na segunda-feira.

O surto subiu de 33 para 46 infectados nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da autarquia explicou que “o surto não está circunscrito a um local específico e pode evoluir”.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos e outros 58 contactos directos encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

Lusa
Diário de Notícias
07 Set 08:06
Por Susete Henriques

Infarmed manda retirar do mercado máscaras com marcação CE indevida

O Infarmed mandou suspender a comercialização e retirar do mercado nacional uma máscara de protecção facial do fabricante BesilChem LLP por não estar comprovado o cumprimento de todos os requisitos legais europeus, anunciou a autoridade do medicamento.

Em comunicado, o Infarmed diz que a “Máscara Facial 3Ply Tipo II”, modelo M3PII, do fabricante BesilChem LLP, ostenta a marcação CE indevidamente pois não existe evidência de cumprimento de todos os requisitos legais aplicáveis a nível europeu, incluindo o facto de a documentação técnica se encontrar incompleta.

Por isso, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde mandou suspender a comercialização e retirar do mercado nacional esta máscara e acrescenta que as entidades que disponham de unidades deste dispositivo médico “não as devem utilizar e devem entrar em contacto com o mandatário”.

Diário de Notícias
Lusa
07 Set 07:58
Por Susete Henriques

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1043: PS não vai renovar obrigatoriedade do uso da máscara em espaços exteriores

– EU VOU CONTINUAR A UTILIZAR A MÁSCARA NOS ESPAÇOS EXTERIORES. QUE SE LIXEM OS PARTIDOS E AS SUAS OPÇÕES POLÍTICAS! Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde. Que sejam as entidades sanitárias a tomar esta decisão e não a merda política, tendo em conta as eleições autárquicas deste mês. Hoje, “apenas” existiram 663 infectados e 12 mortes. Será que estes números de infectados correspondem à realidade? Ontem, foram 1.190. Será que o bicho foi de férias?

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/MÁSCARAS

Vigência da obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos exteriores cessa a 12 de Setembro

© NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

O PS não vai propor no parlamento a renovação da obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços públicos exteriores, diploma cuja vigência cessa no próximo dia 12, disse esta segunda-feira à agência Lusa fonte da bancada socialista.

“A nossa posição é inteiramente coincidente com a da Direcção Geral da Saúde (DGS). Face à actual situação epidemiológica do país, não defendemos a obrigatoriedade do uso da máscara nos espaços exteriores”, declarou fonte da bancada do PS.

Esta segunda-feira, também, em declarações à TSF, o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Adão Silva, afirmou que só um agravamento súbito da pandemia da covid-19 nos próximos dias impediria os sociais-democratas de defender o fim das máscaras na rua.

“Face àquilo que foi dito pela senhora directora-geral da Saúde [Graça Freitas] e, por outro lado, ao nível de vacinação que Portugal já atingiu, o PSD, em princípio, tem toda a disponibilidade para que não haja a renovação da lei que torna obrigatório o uso da máscara”, referiu.

No domingo, na SIC Notícias, Graça Freitas adiantou que Portugal atingiu já 85% da população com uma dose da vacina contra a covid-19.

A questão da renovação ou não da obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços públicos exteriores é um dos assuntos que poderá ser objecto de análise na próxima quarta-feira, durante a reunião da conferência de líderes parlamentares, a qual fixará os primeiros agendamentos da nova sessão legislativa.

O diploma que se encontra em vigor sobre obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos foi promulgado pelo Presidente da República em 11 de Junho, por um período de 90 dias.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou então a “permanência de um consenso alargado” no plano político sobre essa matéria, consenso que considerou “muito importante” para o processo de desconfinamento “que se quer irreversível”.

“Sublinhando a permanência de um consenso alargado quanto ao uso de máscara em espaços públicos, o que pode ser muito importante para o processo, em curso, de gradual desconfinamento, que se quer irreversível, o Presidente da República promulgou o diploma da Assembleia da República que renova a imposição transitória da obrigatoriedade do uso de máscara nesses espaços públicos, prorrogando por 90 dias a vigência da Lei n.º 62-A/2020, de 27 de Outubro”, referiu a nota da Presidência.

Na Assembleia da República, este diploma foi aprovado na generalidade, especialidade e votação final global com votos contra do Chega e da Iniciativa Liberal, abstenção do BE, PCP, PAN e Verdes e deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, tendo contado com votos favoráveis do PS, do PSD, do CDS-PP e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues.

Nesta terceira renovação do diploma, o PS foi o autor do projecto-lei, ao contrário das duas vezes anteriores, em que a iniciativa tinha partido do PSD.

O diploma ainda em vigor determina que é obrigatório o uso de máscara (que não pode ser substituída por viseira) aos maiores de dez anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Pode haver dispensa desta obrigatoriedade “em relação a pessoas que integrem o mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros” ou mediante a apresentação de um atestado médico de incapacidade multiusos ou declaração médica que ateste que a condição clínica ou deficiência cognitiva não permitem o uso de máscaras.

Também não é obrigatório o uso de máscara quando tal “seja incompatível com a natureza das actividades que as pessoas se encontrem a realizar”.

A taxa de incidência de infecções por SARS-CoV-2 nos últimos 14 dias em Portugal registou esta segunda-feira nova descida face a sexta-feira, numa trajectória descendente igualmente acompanhada pelo índice de transmissão (Rt).

Segundo o boletim epidemiológico conjunto da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge divulgado esta segunda-feira, a taxa de incidência (média de novos casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias) nacional baixou de 295,5 para 276,0 casos.

Em Portugal continental, a taxa de incidência baixou de 302,6 para 283,8 casos.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de uma pessoa portadora do vírus – baixou dos 0,96 a nível nacional para 0,92 e de 0,97 em Portugal continental para 0,93.

O nível de risco na matriz de monitorização da pandemia de covid-19 fixa-se em 480 casos por 100 mil habitantes a 14 dias.

De acordo com o portal do Governo para a covid-19, “a monitorização da evolução da pandemia continuará a ser feita com base nos indicadores de incidência e Rt, adaptados de acordo com a evolução da vacinação (nível de alerta passa para 240, nível de risco passa para 480)”.

A covid-19 provocou pelo menos 4.565.622 mortes em todo o mundo, entre mais de 220,65 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.810 pessoas e foram contabilizados 1.047.710 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06 Setembro 2021 — 18:17

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1040: Graça Freitas explica os três cenários previstos para a evolução da pandemia

– Não sendo negacionista já que tenho as duas doses da Pfizer, confirmadas pelo Certificado Digital em papel e na app do SNS24, não creio que a pandemia vá abrandar tão facilmente como a responsável da DGS mencionou. Isto porque é notória – e quem anda na rua pode constatar -, continuar a existir indigentes acéfalos que ainda não encaixaram a perigosidade desta pandemia. Nas poucas vezes que saio para o exterior, deparo-me com gajos e gajas sem máscara, outros com a máscara no pescoço e outros com ela pendurada nos braços, maioritariamente de estrangeiros que nos visitam. Deduzo que estes anormais – estrangeiros e nacionais – são mesmo acéfalos porque os efeitos do coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19 mais as variantes existentes, não são ficção científica mas uma triste realidade do nosso dia a dia. E continuam a provocar MILHARES DE INFECTADOS e de MORTES diárias. E não é por Portugal ter já 85% da população vacinada com a primeira dose, que estamos a salvo de uma infecção. Nem da primeira, nem de uma segunda dose.  Já não falando de outros acéfalos indigentes intelectuais e morais (sem nenhuma moral) que continuam a fazer a sua vidinha “social” – e a gabarem-se disso -, sem se preocuparem com a comunidade que se cruza com eles.

SAÚDE PÚBLICA/EVOLUÇÃO DA PANDEMIA/COVID-19

Portugal atingiu 85% da população com uma dose da vacina contra a covid-19, anunciou a directora-geral da Saúde, adiantando que estão previstos três cenários de resposta face à evolução da pandemia nos próximos meses.

Graça Freitas, directora-geral da Saúde
© Paulo Spranger / Global Imagens

“Hoje é um dia importante para todos nós. 85% da população portuguesa tem uma dose da vacina e esse é um resultado que devemos todos, enquanto povo, estar bastante orgulhosos”, salientou Graça Freitas na SIC Notícias.

Segundo a responsável da Direcção-Geral da Saúde (DGS), “há sempre algum cuidado em encarar o outono e o inverno”, estações de “grande stress em termos da saúde”, devido à circulação de vírus respiratórios, mas salientou que, este ano, ao contrário do que aconteceu em 2020, a maior parte da população vai estar imunizada contra o SARS-CoV-2.

De acordo com Graça Freitas, há três cenários possíveis para a evolução da pandemia.

O “bom cenário” prevê que se mantenha a actual “tendência estável e decrescente” da pandemia, em que a variante Delta continuará a ser a predominante e a vacina não perde a sua eficácia.

“No segundo cenário pode acontecer uma subida lenta do número de casos porque a vacina pode ir perdendo o seu efeito ao longo do tempo, mas ainda sem uma nova variante. Será um cenário de mais casos, provavelmente, mais ligeiros do que graves”, adiantou a directora-geral.

O “cenário pior, que não está posto fora de questão”, contempla o surgimento de uma nova variante do vírus, o que obrigaria à adopção de medidas para “aguentar, novamente, uma grande pressão sob o Serviço Nacional de Saúde e sob o sistema de saúde”, admitiu.

Sobre a possibilidade de administração uma terceira dose a grupos vulneráveis, como os idosos, Graça Freitas adiantou que a farmacêutica Pfizer submeteu, nos últimos dias, à Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) o pedido para aprovação deste reforço de imunização.

“Teremos de esperar que o regulador nos diga se sim, se não. De qualquer maneira, estamos a fazer o trabalho de casa em duas frentes: a científica, que vai acompanhando toda a evolução, e a logística. Continuamos a adquirir vacinas para um cenário de ser necessário a terceira dose ou de reforço”, assegurou.

No que se refere ao fim da obrigatoriedade do uso de máscara, a directora-geral da Saúde recordou que essa é uma decisão da Assembleia da República, mas adiantou que, com 85% da população vacinada, a “circulação do vírus será muito menor”.

No entanto, Graça Freitas defende que será necessário ainda usar máscara ao ar livre em algumas excepções, como no caso de ajuntamentos de pessoas em que não é possível manter o distanciamento.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Setembro 2021 — 23:18

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1038: Surto com 33 infectados após festas de diversão nocturna em Santa Cruz

– Ainda bem para os funcionários que não foram afectados pelos acéfalos indigentes que lixam terceiros sem se importarem absolutamente nada com isso! Mas essa gajada criminosa continua na sua vidinha parasitária “social” sem qualquer entrave por parte das autoridades competentes!

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTO INFECCIOSO/SANTA CRUZ

O contágio aconteceu durante uma festa privada e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, subiu para 33 infectados e não está circunscrito, afirmou este domingo fonte oficial do município.

A mesma fonte explicou que “o surto não está circunscrito a um local específico e pode evoluir”.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos e outros 58 contactos directos encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu durante uma festa privada e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

Os primeiros casos foram detectados, no início da semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que, por sua vez, frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em, pleno menos, outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

As autoridades de saúde aconselham “quem esteve nos bares da localidade ou participou em festividades com aglomeração de pessoas no fim de semana de 28 e 29 de Agosto a realizar de imediato auto-teste e a ligar para o SNS 24 em caso de resultado positivo”.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.904 casos confirmados, dos quais 125 estão activos, 6.603 recuperaram e 176 morreram, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Setembro 2021 — 10:50

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1037: Covid-19 em Portugal. Mais 1.190 novos casos de infecção e 13 mortes

– Na semana que hoje termina – a segunda após a “libertação” pela governança- , o resumo diário de infecções e mortes foi o seguinte:

– 1.190 – 05.09.2021 – 13 mortes
– 1.713 – 04.09.2021 – 13 mortes
– 1.822 – 03.09.2021 – 6 mortes
– 2.830 – 02.09.2021 – 9 mortes
– 1.565 – 01.09.2021 – 14 mortes
– 1.908 – 31.08.2021 – 13 mortes
– 1.072 – 30.08.2021 – 9 mortes

Total da semana -12.100 infectados + 77 mortes

O bicho não foi de férias e ainda mora cá.

Os casos activos de covid-19 atingem nesta altura um total de 42.423 pessoas. Nas últimas 24 horas estão internados 665 infectados e recuperaram da doença 1.112.

Centro de vacinação contra a covid-19
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Foram registados em Portugal 1.190 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há mais 13 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica o relatório deste domingo (5 de Setembro).

Os dados sobre a situação nos hospitais portugueses indicam que o número de internados subiu para 665 (mais um face ao reportado na sexta-feira), mas há menos um doente em unidades de cuidados intensivos, são agora 138, no total.

Já em relação às pessoas que recuperaram da doença, ​​​​​registaram-se mais 1.112 casos (mais recuperados do que infectados nas últimas 24h), o que eleva para 986.826 o número total de recuperados. Os casos activos de covid-19 no país sobem para 42.423 (mais 65).

Desde o início da pandemia foram infectadas 1.047.047 pessoas em Portugal, de acordo com registos oficiais da DGS.

Os valores da matriz de risco mantém-se com o R(t) em 0,96 a nível nacional e 0,97 se tivermos só em conta o território continental.

A região Norte foi a que registou o maior número de casos nas últimas 24h (460), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (367) que ontem liderava a tabela.

O Algarve passou a liderar o número de mortes, com seis óbitos a registas. Lisboa e Vale do Tejo, Norte e Centro tiveram cada uma duas mortes e o Alentejo uma.

Mais de 4,5 milhões de mortos

A covid-19 fez pelo menos 4.560.565 mortos no mundo desde que a doença foi identificada na China no final de 2019, segundo um balanço deste domingo da agência de notícias AFP feito com dados oficiais.

Mais de 220.278.710 infecções com o vírus que provoca a doença foram oficialmente confirmadas em todo o mundo no mesmo período.

Estes valores são elaborados pela AFP a partir dos balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país, mas excluem as revisões feitas posteriormente por alguns organismos responsáveis pelos dados estatísticos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, devido à mortalidade directa e indirecta ligada à covid-19, o balanço da pandemia pode ser duas ou três vezes superior ao que tem sido registado.

Uma parte importante dos casos menos graves ou assintomáticos continua por detectar apesar da intensificação dos meios de despistagem incrementados em vários países.

No sábado, desde o balanço anterior feito pela AFP, foram confirmadas mais 10.417 mortes de pessoas infectadas com o coronavírus SARS-CoV-2 em todo o mundo.

Os países que registaram mais mortes nos seus relatórios da pandemia mais recentes foram os Estados Unidos (mais 2.914), a Rússia (793) e o Brasil (692).

Os Estados Unidos são o país mais afectado pela pandemia, em números absolutos, tanto nas mortes como nas infecções, com 648.121 óbitos e 39.906.862 casos confirmados, segundo o balanço que faz a Universidade Johns Hopkins (norte-americana).

Segue-se o Brasil (583.362 mortos e 20.877.864 infecções), a Índia (440.533 mortos e 32.988.673 infecções), o México (262.868 mortos e 3.420.880 infecções) e o Peru (198.447 mortos e 2.154.132 infecções).

Entre os países mais atingidos pela pandemia, o Peru é aquele em que o número de mortos é maior em relação ao total da população, com 602 óbitos por 100.000 habitantes, seguido da Hungria (311), Bósnia (301), Macedónia do Norte (290), República Checa (284) e Montenegro (279).

A América Latina e as Caraíbas totalizam este domingo 1.448.903 mortes e 43.545.672 casos, a Europa 1.258.810 mortes e 63.862.042 casos, a Ásia 791.698 mortes e 50.920.192 casos, os Estados Unidos e o Canadá 675.120 mortes e 41.420.051 casos, a África 198.915 mortes e 7.903.091 casos, o Médio Oriente 185.356 mortes e 12.498.759 casos e a Oceânia 1.763 mortes e 128.909 casos.

Diário de Notícias
DN
05 Setembro 2021 — 14:11

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

413: Governo prolonga situação de contingência em Portugal continental até às 23:59 de 14 de Outubro

 

SAÚDE/COVID-19

Situação de contingência em Portugal continental será reavaliada pelo executivo dentro de duas semanas, então já com uma análise mais aprofundada sobre o impacto das primeiras semanas de aulas nas escolas

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O Conselho de Ministros decidiu esta quinta-feira prorrogar a vigência da situação de contingência em Portugal continental até às 23:59 de 14 de Outubro face a um quadro de aumento de casos de covid-19 nas últimas cinco semanas.

A decisão do Governo foi anunciada pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, adiantando que a situação de contingência em Portugal continental será reavaliada pelo executivo dentro de duas semanas, então já com uma análise mais aprofundada sobre o impacto das primeiras semanas de aulas nas escolas.

Na sequência da evolução da situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, em Conselho de Ministros realizado no passado dia 10, o Governo decidiu declarar a situação de contingência em todos o território nacional continental.

Essa resolução a declarar a situação de contingência, com a fixação de regras de protecção individual e coletiva dos cidadãos, entrou em vigor às 00:00 do dia 15 de Setembro e prolonga-se às 23:50 de 30 deste mês.

A Madeira está em situação de calamidade, decretada pelo Governo Regional, até ao final do mês de Setembro, o mesmo nível mantido pelo Governo dos Açores até 01 de Outubro nas cinco ilhas com ligação aérea ao exterior do arquipélago (Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial).

As restantes quatro ilhas açorianas (Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo) permanecem em situação de alerta até à mesma data.

No comunicado, o Conselho de Ministros dá conta da aprovação de um decreto-lei “que altera as medidas excepcionais e temporárias relativas à pandemia”, nos quais se destacam a “prorrogação, até 31 de Dezembro, do procedimento temporário de contratação de trabalhadores, pelo período de quatro meses, nos órgãos, organismos, serviços e demais entidades, incluindo o sector público empresarial do Ministério da Saúde, criado para fazer face ao aumento excepcional e temporário da actividade”; prolongamento até 30 de Setembro de 2021 das “medidas excepcionais de protecção dos créditos das famílias, empresas, instituições particulares de solidariedade social, e demais entidades da economia social”; a “cessação dos efeitos das medidas de apoio extraordinário à liquidez em caso de “distribuição de lucros”; a “prorrogação suplementar” das medidas de apoio extraordinário à liquidez pelo período de seis meses; e a “prorrogação da proibição de realização ao vivo em recintos cobertos ou ao ar livre de festivais e espectáculos de natureza análoga”.

Também foi aprovada a resolução que cria o programa Saber-Fazer, que contém a estratégia nacional para as artes e ofícios tradicionais para os anos 2021-2024 e estabelece as medidas para a salvaguarda, o reconhecimento e o desenvolvimento sustentável da produção artesanal.

Diário de Notícias

DN/Lusa
24 Setembro 2020 — 13:39

 

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