933: Recolher obrigatório termina no Domingo. Restaurantes até às 2 horas

Ei malta!!! Já podemos ir p’rá borga! Quando andei na recruta (Exército), tinha dispensa de recolher e de pernoita (já era casado, podia ir a casa); agora com o bicho ainda à solta por aí, acabou-se o recolher obrigatório!

SAÚDE/COVID-19/RECOLHER OBRIGATÓRIO

29 jul 17:26

Fase 2. Máscaras na rua só em ajuntamentos

Na segunda fase do alívio das medidas de restrição, a partir do início de Setembro, a máscara só será exigível na via pública em situação de ajuntamentos.

Os espectáculos culturais, bem como casamentos ou festividades similares podem ter uma taxa de ocupação até aos 75%.

Deixa de haver limitação de lotação nos transportes públicos.

29 jul 17:22

Medidas da primeira fase do confinamento, que avançam domingo:

– Acaba o recolher obrigatório.

– Fim das restrições horárias: restaurantes, comércio e espectáculos “podem retomar horários normais”, com encerramento até às duas da manhã.

– Eventos desportivos com público.

– Espectáculos culturais com dois terços da lotação.

– Bares e discotecas continuam encerrados.

– Festividades e romarias continuam proibidas.

29 jul 17:13

Recolher obrigatório acaba domingo

Costa anuncia que o recolher obrigatório entre as 23 horas e as cinco da manhã acaba no próximo domingo.

29 jul 17:10

António Costa. Imunidade de grupo em Outubro

António Costa inicia a conferência de imprensa após o Conselho de Ministros. Primeiro-ministro passa em revista a evolução da pandemia desde meados de Março, atribuindo o aumento do numero de contágios ao “impacto da variante delta”, que resultou num “crescimento muito acentuado, o que levou às medidas restritivas aplicadas a partir de 17 de Junho”.

Invocando a taxa de vacinação, António Costa avança novos números: “Prevemos que no próximo dia 1 de Agosto 57% da população portuguesa esteja completamente vacinada”, 70% no início de Setembro e 85% (o valor em que se deverá atingir a imunidade de grupo) em Outubro.

Costa anuncia um plano de desconfinamento em três fases. Já num primeiro, as medidas deixam de ter um âmbito concelhio e passam a abranger todo o território nacional.

Já numa primeira fase vão ser eliminadas as restrições horárias à restauração, que pode ficar aberta até às duas da manhã.

29 jul 17:05

António Costa apresenta novas medidas aprovadas em Conselho de Ministros

Siga aqui a emissão:

Diário de Notícias
29/07/2021



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874: Clientes podem entrar em restaurantes sem teste ou certificado para pagar ou usar sanitários

SAÚDE/COVID-19/RESTRIÇÕES

Esta é uma das excepções às novas restrições decretadas pelo Governo que constam da Resolução do Conselho de Ministros

© Leonardo Negrão / Global Imagens

– Apenas uma questão: o bicho não ataca durante as excepções?

As pessoas em esplanadas que precisarem de entrar nos restaurantes para acesso aos serviços comuns, como instalações sanitárias, ou para efectuarem pagamento, estão dispensadas de apresentar um teste negativo à covid-19 ou o certificado digital.

Esta é uma das excepções às novas restrições decretadas pelo Governo que constam da Resolução do Conselho de Ministros publicada esta tarde em Diário da República e que preveem que os restaurantes em concelhos de risco elevado ou muito elevado – um total de 60 – passam a ter de exigir certificado digital ou teste negativo à covid-19 a partir das 19:00 de sexta-feira e aos fins de semana para refeições no interior.

Segundo o diploma, esta exigência é dispensada “para a permanência dos cidadãos em esplanadas abertas, cujo funcionamento é permitido, nos horários previstos (…), independentemente da realização de teste, bem como para a mera entrada destes cidadãos no interior do estabelecimento para efeitos de acesso a serviços comuns, designadamente o acesso a instalações sanitárias e a sistemas de pagamento”.

Ficam também dispensados do teste ou do certificado digital os “trabalhadores dos espaços ou estabelecimentos”, bem como “fornecedores ou prestadores de serviços que habilitem o funcionamento dos mesmos, excepto, em ambos os casos, se a respectiva testagem for exigida ao abrigo de outras normas”.

A resolução estabelece ainda que “nas áreas de consumo de comidas e bebidas (food-courts) – Cafetarias? – dos conjuntos comerciais deve prever-se a organização do espaço por forma a evitar aglomerações de pessoas e a respeitar, com as devidas adaptações, as orientações da DGS [Direcção-Geral da Saúde] para o sector da restauração”.

Por sua vez, o decreto-lei publicado na sequência das medidas anunciadas pelo Governo na quinta-feira, prevê as sanções no caso de incumprimento, tal como já tinha sido divulgado.

Assim, as pessoas que não apresentarem certificado digital ou teste negativo à covid-19 no acesso a restaurantes e alojamentos turísticos, quando exigíveis no âmbito das novas restrições, incorrem no pagamento de coimas entre 100 e 500 euros.

O incumprimento constitui contra-ordenação, sancionada com coima de 100 a 500 euros, no caso de pessoas singulares, e de 1.000 a 5.000 euros no caso de pessoas colectivas.

A nova medida para a restauração começará a ser aplicada sábado, a partir das 15:30.

A medida aplica-se apenas ao fornecimento de refeições no interior dos restaurantes, deixando de fora as pastelarias e cafés, assim como as refeições servidas em esplanadas.

São quatro as tipologias de testes aceites: os PCR e antigénio com resultado laboratorial (contemplados no certificado digital covid-19) e também os auto-testes feitos presencialmente (à entrada do estabelecimento) ou perante um profissional de saúde (nas farmácias, por exemplo).

Já no caso dos estabelecimentos turísticos, estão abrangidos pelas novas regras todos os estabelecimentos turísticos e de alojamento local, em todo o território continental, independentemente da taxa de incidência existente no concelho em causa.

A medida não abrange crianças até aos 12 anos de idade.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Julho 2021 — 21:02

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870: Saiba os testes que pode apresentar para entrar nos hotéis e restaurantes

– Nesta informação, apenas reside o problema que não sei se é da governança que não explicou sucintamente a questão ou se é da comunicação social que não publicou toda a informação disponibilizada, ou se é apenas a simples estupidez da minha parte ou seja: a entrada nos restaurantes ou nos hotéis, exigem a apresentação dos certificados covid. Ok, tudo bem. Mas basta o certificado com a primeira vacinação (que eu já possuo, estando à espera de tomar a segunda dose) ou tem de ter as duas doses de vacina, seja ela qual for, para ter entrada nestes estabelecimentos de restauração?

O governo anunciou novas regras para o acesso aos hotéis e restaurantes que apenas pode acontecer com certificado covid ou teste negativo. São quatro tipos de testes admitidos.

São vários os testes que podem dar acesso aos restaurantes e hotéis.
© PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

O governo aprovou esta quinta-feira novas regras para acesso aos restaurantes e hotéis que será permitido com a apresentação do certificado digital covid ou um teste negativo.

No caso dos hotéis, é preciso apresentar o certificado ou o teste negativo em todo o território do continente. A exigência para ir almoçar ou jantar apenas se aplica nos concelhos de risco elevado e muito elevado.

Assim, “às sextas-feiras a partir das 19h00, ao fim de semana e aos feriados, o funcionamento de serviço de refeições no interior dos restaurantes apenas é permitido a clientes portadores de Certificado Digital COVID da União Europeia ou teste negativo”, indica o comunicado do Conselho de Ministros.

Também a entrada nos hotéis depende da apresentação pelos clientes, no momento do check-in, de Certificado Digital COVID da União Europeia ou teste negativo.

Os testes admitidos pelo governo são: os testes de amplificação de ácidos nucleicos (TAAN), realizado nas 72 horas anteriores à sua apresentação, conhecido por PCR, através de zaragatoa. Também pode apresentar o resultado de teste rápido de antigénio (TRAg), verificado por entidade certificada, realizado nas 48 horas anteriores.

Também são admitidos os testes rápidos de antigénio (TRAg), na modalidade de auto-teste, nas 24 horas anteriores à sua apresentação, “na presença de um qualquer profissional de saúde ou da área farmacêutica que certifique a realização do mesmo e o respectivo resultado” e ainda o teste rápido de antigénio (TRAg), na modalidade de auto-teste, “no momento, à porta do estabelecimento ou do espaço cuja frequência se pretende, com a supervisão dos responsáveis pelos mesmos.”

Os menores de 12 anos estão dispensados da obrigação de apresentarem testes de despistagem para acesso a locais ou estabelecimentos, para participar em eventos e para efeitos de circulação.

Paulo Ribeiro Pinto

Paulo Ribeiro Pinto
08 Julho, 2021 • 18:51

 

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713: Distanciamento de 2 metros e lugares cruzados. Há novas regras para restaurantes e cafés

 

SAÚDE/COVID-19/DISTANCIAMENTO SOCIAL

Patrícia de Melo Moreira / AFP

As orientações para restaurante e cafés mudaram. Apenas pessoas que vivem juntas não são obrigadas a manter um distanciamento de dois metros entre si.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) actualizou as orientações para restaurantes e cafés durante a pandemia de covid-19. As novas regras devem estar visíveis para os clientes e o distanciamento de dois metros deve ser garantido em todas as ocasiões — até no pagamento.

Apenas as pessoas que viviam juntas podem estar a menos de dois metros de distância e frente a frente ou lado a lado, escreve o Jornal de Notícias. A actualização foi publicada no site da DGS esta sexta-feira.

Para os que não vivem juntos, “a disposição das cadeiras e mesas no interior do estabelecimento tem de garantir uma distância de, pelo menos, 2 metros”, lê-se na norma.

A orientação da DGS pressupõe que os cidadãos saibam exactamente a norma em vigor ou que quem os serve pergunte se são coabitantes, esclarece o Expresso.

Os clientes também estão impedidos de mudar a disposição das mesas e das cadeiras. Apenas os trabalhadores do estabelecimento o podem fazer, cumprindo sempre com as orientações da DGS.

Os clientes devem sentar-se na diagonal e os estabelecimentos devem colocar as mesas desfasadas, aumentando a distância entre as pessoas.

Por sua vez, os lugares de pé são desaconselhados, uma vez que é difícil controlar o distanciamento físico desta forma. O mesmo aplica-se às “operações do tipo self-service”.

A DGS pede ainda aos cafés e restaurantes que criem “circuitos” para manter o distanciamento “entre as pessoas que circulam e as que estão sentadas”.

Por Daniel Costa
22 Maio, 2021

 

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