1320: Negacionistas. Há centenas de polícias que se recusam a ser vacinados

– Se não querem ser vacinados, RUA COM ELES porque por força da sua actividade, contactam diariamente com a população e o NEGACIONISMO pode levar a um maior nível epidemiológico. Esta, é mais uma demonstração de completa imaturidade cívica e falta de profissionalismo, por quem deveria dar o exemplo e faz precisamente o contrário. Estes negacionistas, constituem um PERIGO EXTREMO para a população. Que moral, que competência ou que autoridade têm estes polícias negacionistas em aplicarem as regras sanitárias a quem não as cumpre?

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/NEGACIONISTAS/POLÍCIA

Tal como nas Forças Armadas, nas polícias há quem se recuse a ser vacinado, mas também não têm qualquer restrição operacional a não ser em missões internacionais. A PSP não sabe quantos agentes tem não vacinados

O maior sindicato da PSP, ASPP, critica que tenham sido colocados polícias não vacinados em operações de fiscalização
© Orlando Almeida / Global Imagens

São 1.017 na GNR, 76 na Polícia Judiciária (PJ) e a PSP não sabe sequer o número dos que não quiseram ser vacinados contra a covid-19, de acordo com as informações facultadas ao DN por fontes oficiais destas instituições. São centenas os polícias que rejeitam a vacina, tal com os militares das Forças Armadas, conforme tinha noticiado o DN.

Na GNR estes não vacinados representam cerca de 5,5%, na PJ pouco mais de 3%, percentagens ligeiramente superiores aos 2,3% estimados de recusa de vacinação na sociedade civil, mas ainda assim abaixo da taxa dos militares – 10% na Marinha, 6% no Exército (a Força Aérea não facultou dados).

“Estes dados são preocupantes, como já foram os das Forças Armadas, desde logo porque são pessoas que têm funções de responsabilidade na sociedade. Sou por princípio contra a vacinação obrigatória, mas em certas funções como estas, os militares ou os profissionais de saúde, a vacinação deve ser forte e reiteradamente recomendada”, sublinha o pneumologista Filipe Froes, coordenador do gabinete de crise para a covid-19 da Ordem dos Médicos.

Este especialista sublinha que “uma taxa de não vacinados como estas pode ter impacto no estado de prontidão e no absentismo. Estas pessoas que trabalham em condições de maior risco e exposição a doenças não estão devidamente protegidas e deviam estar. O facto de trabalharem em contacto intenso com outras pessoas pode facilitar também, perante formas assintomáticas da doença, a transmissão a terceiros”.

Além disso, “estes profissionais devem ser um exemplo para a sociedade, para as famílias e para a própria instituição”.

Proibidos de entrar em missões internacionais

Na GNR, com um efectivo de 23.102 militares, 94,46% têm a vacinação completa. Segundo o comando-geral, dos 1281 não vacinados (5,54%), 264 invocaram razões médicas e 1017 “manifestaram não intenção de vacinação, sem apresentar justificação, não obstante as várias campanhas internas de informação e apelo a vacinação”.

Ainda assim, salienta a GNR, “poderão sempre existir alguns destes militares que foram entretanto vacinados pelo SNS e que não tenham procedido ao devido carregamento da informação no portal interno, pelo que o número poderá ser inferior ao indicado”.

A Guarda diz que “os militares não vacinados têm indicação para cumprir as normas base de protecção individual, principalmente o uso constante de máscara cirúrgica na interacção com terceiros, bem como o auto isolamento imediato, contactando autoridade de saúde, sempre que surgirem sintomas sugestivos de infecção covid-19. Estão adicionalmente interditos à participação em missões internacionais, uma vez que não cumprem todos os pré-requisitos da preparação médico-sanitária preconizada para projecção no exterior”.

Desde o início da pandemia a GNR teve 3.200 militares infectados (13,8% do efectivo). Neste momento há 23.

Esta fonte oficial garante que “devido ao reduzido número de militares não vacinados e às medidas gerais de protecção, o impacto operacional é considerado como muito reduzido”.

César Nogueira, presidente da Associação de Profissionais da Guarda, a mais representativa desta força de segurança, assinala que “como a vacinação não é obrigatória cabe a cada um a decisão de a tomar ou não”

No entanto, assevera, “é uma situação que a alguns preocupa, a outros não e outros não querem saber mesmo“. Este dirigente associativo reconhece que a situação “pode trazer constrangimentos a nível funcional, apesar da maioria dos caso dos não vacinados não estarem no serviço operacional, mas os que estão certamente terão que seguir as determinações impostas aos demais cidadãos, com as devidas precauções.”

No seu entender, “o Comando deve impor e exigir testes com frequência”.

PJ exigiu vacina a novos inspectores

Na PJ a contabilização feita aos vacinados e não vacinados junta inspectores e pessoal de apoio. Segundo a direcção nacional “3,15% do efectivo de recursos humanos – inclui trabalhadores da investigação criminal e apoio `investigação criminal -, num total de 76 pessoas, não está vacinado”.

Apresentaram duas razões: “rejeição pessoal do processo de vacinação e impossibilidade por razões médicas (gravidez, alergias, etc)”, sendo que estas últimas serão, de acordo com esta fonte oficial, “a maior parte”. Ao contrário do que, aparentemente, sucede na GNR.

Desde o início da pandemia e até à presente data, existiram 297 casos de infectados na PJ (12% dos 2400 funcionários).

A direcção da PJ salienta como exemplo que em relação aos “100 novos inspectores, do 43º Curso de Formação de Inspectores iniciado em 5 de Julho, foi possível garantir a vacinação prévia de todos os formandos, bem como o acompanhamento semanal, por testagem de despiste, evitando-se o risco de interrupção lectiva.

O presidente da Associação Sindical da Carreira de Investigação Criminal (ASFIC), que representa os inspectores, confirma que o número de não vacinados é muito baixo na PJ. “Haverá 2 ou 3 não vacinados na investigação criminal. Pessoalmente não conheço nem trabalho com nenhum. São casos tão isolados que são um não caso”, afiança.

Questionada sobre se estão em vigor medidas restritivas operacionais em relação a não vacinados, a PJ diz que “a legislação não permite a discriminação entre trabalhadores vacinados e não vacinados na exacta medida em que actualmente a inoculação é uma decisão pessoal, optando a PJ por aplicar” algumas medidas de “organização interna, que permitam o distanciamento social” e quando não for possível “o uso de equipamentos de protecção individual”.

Quanto à “resposta investigatória e pericial cometida à PJ, nada ficou por ser feito, por causa da pandemia, de resto reflectido em várias operações de maior dimensão tornadas públicas ao longo destes quase dois anos”.

PSP desconhece taxa de não-vacinados

Na PSP não há informação sistematizada sobre esta matéria, conforme reconhece o porta-voz oficial: “No início do processo de vacinação da população portuguesa, 50% dos Polícias a nível nacional foram vacinados (cerca de 11 mil) por se integrarem no grupo prioritário. Para gestão desse processo, a PSP desencadeou um processo interno de registo, tendo sido verificada uma adesão maciça com uma taxa mínima de reservas (inferior a 1%). Atingida essa fasquia de vacinação, os polícias foram canalizados para o processo geral de vacinação. Nessa fase, não sendo a vacinação obrigatória, a PSP deixou de proceder à sistematização de informação neste âmbito, pelo que não nos é possível disponibilizar informação quantitativa”.

Esta força de segurança garante que “desde o início do processo, tem incentivado todo o pessoal a vacinar-se como importante medida de prevenção e contenção da pandemia, ademais atendendo ao grau de risco inerente ao exercício da missão policial: contacto diário com múltiplos cidadãos; frequência de variados espaços onde decorram ocorrências a solucionar; competências de controlo de pessoas infectadas ou sob confinamento médico preventivo”.

A PSP afirma que “já teve cerca de 9 centenas de pessoas em confinamento obrigatório, 1.400 em isolamento profilático e quase 1.600 recuperados” e assegura que tem “sido possível manter todas as esquadras e serviços em funcionamento permanente, assegurando continuamente a prestação de segurança aos cidadãos”.

O porta-voz da direcção nacional assinala que “todo o efectivo, polícias e pessoal sem funções policiais, executa normalmente todas as suas atribuições em cumprimento das medidas de prevenção em vigor (nomeadamente uso de máscara e frequente higiene das mãos, entre outras)”.

Refere que “tem sido verificado que, mesmo após o processo de desconfinamento, a grande maioria dos polícias, mesmo em locais e circunstâncias nos quais não é obrigatório o uso de máscara, prefere usar este meio de prevenção, numa clara interiorização do nível de risco e da importância da prevenção individual.

O presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) tem, no entanto, algumas críticas. “A ASPP considerada importante a vacinação, pois é evidente que tem evitado situações mais graves, no entanto, é uma decisão que assenta na liberdade de cada um, para já”.

Paulo Jorge Santos acrescenta que “obviamente estamos preocupados com esta pandemia que nos assola enquanto comunidade, e apelamos ao sentido de responsabilidade, mas não deixamos de referir que outras variáveis neste combate foram descuradas pelo governo e pela direcção nacional da PSP. Principalmente outros mecanismos de combate à pandemia e combate à infecção, em concreto a vacinação, modelos de organização de trabalho, meios e instrumentos físicos de combate e procedimentos pós detecção de infectados. Temos registo passado de situações que após polícias sinalizados a PSP não aplicou as normas da DGS”.

Este dirigente sindical confirma que não foram notadas limitações operacionais a não vacinados. “Os polícias como qualquer cidadão, receiam partilhar espaços com indivíduos que sabem não estar vacinados, não somos diferentes dos demais cidadãos. Aliás, a PSP colocou vários polícias no terreno em operações de fiscalização sem estarem vacinados. Algo que na altura criticámos”.

Diário de Notícias
Valentina Marcelino
28 Novembro 2021 — 00:18

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1052: PSP vai avançar com queixa-crime contra o juiz negacionista

– Porque tem a ver com saúde pública, infracções às regras sanitárias de uso de máscara e distanciamento físico, publico esta notícia que demonstra, sem qualquer dúvida, até onde chega a acefalia de indigentes intelectuais e morais deste país, face à pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19 e seus derivados.

SOCIEDADE/SAÚDE PÚBLICA/QUEIXA-CRIME

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Rui Fonseca e Castro

A Polícia de Segurança Pública (PSP) vai avançar com uma queixa-crime contra o juiz negacionista, que esta terça-feira falou de forma insultuosa com os agentes que faziam o cordão de segurança numa manifestação em frente ao Conselho Superior da Magistratura (CSM).

Esta terça-feira à tarde, o juiz Rui Fonseca e Castro, que está suspenso de funções, foi ouvido no Conselho Superior da Magistratura, onde falou de forma insultuosa com os elementos do órgão de disciplina.

À porta destas instalações, o negacionista também se dirigiu de forma provocatória aos agentes da PSP que faziam o cordão de segurança, depois de estes lhe terem pedido para colocar a máscara e para incentivar os seus apoiantes a fazerem o mesmo.

“Devido aos comportamentos do Sr. Juiz Rui Fonseca e Castro, aquando da sua interacção com os polícias que ali se encontravam de serviço, a cumprir a sua missão, a PSP participará, ainda hoje, às entidades judiciárias competentes os factos ocorridos”, referiu a PSP, citada pelo semanário Expresso.

De acordo com a mesma polícia, os comportamentos do juiz “tiveram o aparente objectivo de provocar os polícias em serviço, que, no entanto, mantiveram uma postura profissional, calma e serena, própria de quem está ciente da sua missão, o que se salienta e enaltece”.

Além do juiz, a PSP salientou que se verificou “o incumprimento das regras em vigor para a prevenção da disseminação da pandemia”, pelo que “adoptará as diligências necessárias para a identificação dos infractores, a fim de proceder ao levantamento dos respectivos autos por contra-ordenação”.

O magistrado está suspenso temporariamente de funções, punição que termina em meados de Novembro. O CSM terá de decidir se poderá voltar ao activo ou se será expulso da magistratura.

Após ameaçar polícias, juiz negacionista insultou membros do Conselho da Magistratura (e pode ser expulso)

O juiz negacionista da covid-19, Rui Fonseca e Castro, foi ouvido, nesta terça-feira, no Conselho Superior da Magistratura (CSM) e…

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ZAP //

Por ZAP
8 Setembro, 2021

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Há uma pulseira que diz “estou aqui” e que ajuda idosos a regressar a casa

 

SAÚDE/AJUDA/IDENTIFICAÇÃO

Este ano, diferentes esquadras do país atenderam a 12 idosos perdidos na via pública. Uma simples pulseira tornou possível levá-los de volta a casa ou para junto dos familiares, através do programa Estou Aqui Adultos, que resulta de uma parceria entre a PSP e a Santa Casa da Misericórdia.

Maria Fernanda, 87 anos, é uma das idosas que aderiu ao programa
© Annette Monheim / Global Imagens

Na mão direita ou na esquerda? Mais ou menos apertado? À porta de um número ímpar da Rua Diário de Notícias, em Lisboa, o agente da PSP Lopes da Silva coloca com delicadeza uma pulseira no pulso fino e de pele engelhada de Maria Fernanda, 87 anos e residente no Bairro Alto há 60. “Está óptimo”, ela garante. E o agente continua. “Olhe, sabe para que é que isto é, não sabe?”. “Já tenho ouvido falar.” Mais vale repetir. “Isto tem aqui um numerozinho, no qual vão ficar [associados] os seus contactos [de familiares], no caso de se perder, de ter algum problema na via pública, e não trazer nada consigo.” Então, Maria Fernanda atira a sua conclusão: “Quer dizer, a partir de agora, sou uma mulher protegida. Boa!”. Saltita levemente os pés sobre a soleira da porta do prédio e bate palmas.

A idade não perdoa, já alertam os ditos populares. Com o passar dos anos, a ficha de patologias e a limitação da autonomia tendem a aumentar. Não são contas simpáticas para quem se habituou a fazer a sua vida pela cidade e, um dia, se vê na iminência de não conseguir sair de casa sozinho sem se perder pelo caminho. Uma pulseira e um número podem mudar a segurança dos idosos? É a isso que se propõe o programa nacional Estou Aqui Adultos, uma parceria entre a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Santa Casa da Misericórdia.

A iniciativa propõe-se a distribuir uma pulseira, à qual é atribuído um número de identificação, a uma população mais vulnerável como os idosos, que ajudará os transeuntes ou agentes da polícia a ajudá-los e a identificá-los caso estas pessoas se percam na via pública. Depois do sucesso do programa Estou Aqui Crianças, criado em 2012, em 2015 a PSP lançou um projecto-piloto para a versão de uma faixa etária mais elevada. “Estamos a falar de todos os idosos, mas é mais direccionado para pessoas que, em função de uma patologia ou da idade já avançada, possam momentaneamente ficar desequilibradas e perderem a noção do tempo e do espaço na via pública, sem qualquer contacto ou identificação. Com a pulseira [uma tira de pano com uma pequena esfera metálica onde está inscrito o número de identificação] poderão facilmente ser identificados e contactados os seus familiares”, explica o porta-voz da PSP de Lisboa. Em maio de 2016, passa de experiência a programa nacional.

Artur Serafim explica que se um cidadão ou agente dá conta de que uma pessoa está perdida pode ligar para o número de emergência nacional, o 112, indicar que a mesma dispõe de uma pulseira ao abrigo deste programa e ditar o número nele inscrito, para que a Direcção Nacional da PSP possa aceder à ficha deste utilizador e contactar as pessoas próximas. Assim sendo, a pulseira não dispõe de nenhum sistema de localização GPS integrado. Funciona apenas como “uma ferramenta” de trabalho, um meio para cortar caminho.

Cerca de mil pulseiras activas

Idosos perdidos nas ruas da cidade “não acontece de forma tão diária e ainda bem, mas vai acontecendo”, alerta o porta-voz da PSP de Lisboa. A título de exemplo, lembra que, este ano, registaram 12 casos a nível nacional em que foi necessário “fazer a ligação entre as pessoas e os familiares das pessoas”. Reduzindo a escala geográfica para a Área Metropolitana de Lisboa, são quatro casos desde Janeiro. Números que, na sua perspectiva, justificam o alargamento do programa a cada vez mais pessoas. “O que nós queremos é que haja mais adesão e podemos, assim, salvaguardar a vida de muitas pessoas.”

Artur Serafim é o porta voz da PSP de Lisboa
© Annette Monheim / Global Imagens

A nível nacional, a distribuição de pulseira no âmbito do Estou Aqui Adultos já atingiu os milhares desde 2016. Ao todo, foram entregues 1388 pulseiras, sendo que apenas 961 destas estão activas no sistema. E Lisboa representa uma grande fatia deste total: há actualmente 441 activas. De acordo com a PSP, as esquadras de Campo Grande e Odivelas são aquelas que agregam o maior número de entregas até ao momento.

O processo de distribuição, esclarece o representante Artur Serafim, “é muito simples”. Pode ser solicitado pelo próprio portador, se estiver consciente da sua condição e sentir que quer estar mais seguro de cada vez que sai do seu domicílio. Ou mesmo por um cuidador, familiar ou amigo, bem como por uma instituição da qual o idoso esteja à guarda. Para a solicitação, basta preencher um formulário na Internet ou dirigir-se a uma esquadra, para que os agentes da PSP possam ajudar no processo. Depois de gerado um número de identificação, a pulseira é accionada e será entregue ao idoso.

Com a pandemia de covid-19, os desafios alteraram-se. “Notamos que há uma maior adesão e saudamos esse comportamento, porque é o ideal para nós”, diz o porta-voz. Em resposta ao interesse acrescido por parte de familiares e idosos em aderir ao programa, a PSP disponibiliza agora de um maior leque de esquadras em que as pulseiras possam ser distribuídas. Até ao momento, este serviço não está disponível em todas as esquadras, “porque não temos essa capacidade em termos de número de pulseiras”, explica Artur Serafim. Contudo, o objectivo a médio prazo “é que uma grande fatia das esquadras da Área Metropolitana de Lisboa tenha as pulseiras”.

Diário de Notícias
DN
28 Novembro 2020 — 09:44

Possuo esta pulseira desde que ela saiu em 2016. A minha filha mais velha também a possui porque é diabética e entra em estado de coma hipoglicémico e se perder os sentidos na rua, esta pulseira vai ajudar muito porque possui um número de identificação que, ligando o 112, sabem contactar os familiares que se encontram registados na sua ficha. Aconselho vivamente esta pulseira, não só e apenas aos idosos, mas a crianças e toda a gente porque se acontecer algum acidente, facilmente serão contactados os familiares. É gratuito e basta seguir os passos acima da notícia para obtê-la.

 

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