INSA revela que vacinas de mRNA conferem “protecção substancial” aos idosos

– “Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.743 pessoas e foram contabilizados 1.037.927 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.” O que é isso para os “possidónios” e “possidónias” acéfalos indigentes intelectuais e morais?

SAÚDE PÚBLICA/VACINAS/IDOSOS

Vacinas que utilizam a tecnologia mRNA apresentam eficácia entre 81% e 96% contra a morte por covid-19 nos idosos.

As vacinas que utilizam a tecnologia mRNA, caso da Pfizer e da Moderna, apresentam uma eficácia que varia entre os 81% e os 96% contra a morte por covid-19 nos idosos, estima um estudo nacional divulgado esta quarta-feira.

A investigação desenvolvida pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) apurou que, nas pessoas entre os 65 e os 79 anos, a efectividade da vacina contra internamentos foi de 94%, percentagem que baixa para os 82% nos idosos a partir dos 80 anos.

Já em relação aos óbitos associados à covid-19, os investigadores estimaram uma efectividade das vacinas que usam a plataforma RNA mensageiro de 96% para a faixa etária dos 65 aos 79 anos e de 81% para os maiores de 80 anos, adiantou o INSA em comunicado, que contou com a colaboração dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e da Direcção-Geral da Saúde (DGS) na realização do estudo.

Estes dados, segundo o instituto, revelam que as “vacinas conferem uma protecção substancial contra internamentos e óbitos relacionados com o vírus SARS-CoV-2 após o esquema vacinal completo”.

O estudo permitiu ainda testar a redução da eficácia da vacina até três meses depois da toma da segunda dose no grupo de pessoas com 80 ou mais anos, não tendo os resultados “mostrado evidência de redução da efectividade destas vacinas contra internamentos e óbitos associados à covid-19 durante este período de tempo”, avançou o INSA.

Realizado entre Fevereiro e Agosto, o estudo abrangeu cerca de 1,9 milhões de pessoas com 65 ou mais anos, através do cruzamento e análise dos dados registados em oito sistemas de informação do Serviço Nacional de Saúde.

Das quatro vacinas que estão a ser administradas em Portugal, as da Pfizer e da Moderna, de duas doses, utilizam esta nova tecnologia assente numa molécula denominada RNA mensageiro.

Um outro estudo do INSA, divulgado a 24 de Agosto, sugeriu que estas vacinas são menos eficazes a prevenir a infecção pela variante Delta do coronavírus SARS-CoV-2.

Este trabalho conclui que há “probabilidade significativamente superior de infecção pela variante Delta em pessoas vacinadas”, sensivelmente “o dobro do risco de infecção pela variante Alpha”.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.743 pessoas e foram contabilizados 1.037.927 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
01 Setembro 2021 — 14:56

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988: EMA investiga novos possíveis efeitos secundários das vacinas da Pfizer e da Moderna

SAÚDE/PANDEMIA/VACINAS/PFIZER/MODERNA

Eritema multiforme, glomerulonefrite e síndrome nefrótica são os efeitos que estão a ser estudados pelo regular europeu, conforme detalhado em documentos de actualização de segurança de vacinas.

© EPA/Georgi Licovski

O Comité de Segurança da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) está a investigar três possíveis novos efeitos secundários adversos das vacinas de mRNA contra Covid-19, ou seja, as que são desenvolvidas pela Pfizer e pela Moderna.

Eritema multiforme, glomerulonefrite e síndrome nefrótica são os efeitos que estão a ser estudados pelo regular europeu, conforme detalhado em documentos de actualização de segurança de vacinas.

O eritema multiforme é uma reacção de hipersensibilidade alérgica com lesões cutâneas e que também podem afectar as membranas mucosas das cavidades internas do corpo. A EMA registou “um pequeno número de casos” após a vacinação com os imunizantes da Pfizer e da Moderna.

Por outro lado, foi iniciada uma investigação para determinar se a aglomerulonefrite (inflamação dos minúsculos filtros dos rins) e a síndrome nefrótica (distúrbio renal que faz com que os rins percam muita proteína na urina) podem ser efeitos colaterais destas duas vacinas. Segundo a EMA, os pacientes afectados por estes efeitos podem apresentar urina com sangue ou espuma, edema (inchaço das pálpebras, pés ou abdómen) ou fadiga. Como no caso da eritema multiforme, também houve “um pequeno número de casos” relatados após a vacinação da Pfizer e da Moderna, incluindo situações em que os pacientes tiveram uma recaída de doença renal preexistente.

Mais dados e análises foram solicitados às empresas responsáveis pelo fabrico das vacinas.

Posta de parte parece estar qualquer associação causal entre as vacinas contra a covid-19 e distúrbios menstruais. O órgão regulador europeu enfatiza que os distúrbios menstruais são “muito comuns e podem ocorrer sem uma condição médica subjacente”.

“As causas podem variar, desde stress e fadiga a condições médicas subjacentes, como miomas e endometriose. As mulheres que apresentam sangramento vaginal inesperado (por exemplo, na pós-menopausa) ou que estão preocupadas com distúrbios menstruais prolongados ou graves podem procurar orientação médica”, alerta a EMA.

Diário de Notícias
DN
12 Agosto 2021 — 13:47

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954: DGS encurta intervalo entre doses da vacina Pfizer

SAÚDE/PANDEMIA/VACINAS/PFIZER

Intervalo recomendado para a vacina passa a ser de 21 a 28 dias

© HOMEM DE GOUVEIA/LUSA

O intervalo recomendando entre as duas doses da vacina Comirnaty, da farmacêutica Pfizer/BioNtech, contra a Covid-19 passa a ser de 21 a 28 dias, segundo uma norma da Direcção-Geral da Saúde publicada esta terça-feira.

A norma divulgada esta terça-feira actualiza a norma 021/2020, de 23 de Dezembro de 2020, com o assunto “Campanha de Vacinação contra a Covid-19 – Vacina Comirnaty” no que respeita ao tempo de espera entre as duas doses da vacina, que a 01 de Março tinha sido alargado de 21 para 28 dias.

Na altura, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales explicou, em conferência de imprensa que tinha sido “uma decisão com amplo consenso técnico da Direcção-Geral da Saúde e do Infarmed” e que iria permitir a vacinação de mais 100 mil pessoas até ao final de Março.

Na passada sexta-feira, o coordenador da ‘task force’ da vacinação contra a covid-19, vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, defendeu um encurtamento do prazo entre as duas tomas da vacina da Pfizer/BioNtech.

Em declarações à margem de uma acção de promoção da vacinação com jovens, no Parque das Nações, em Lisboa, Gouveia e Melo recordou que já foi reduzido anteriormente o prazo entre tomas das duas doses da vacina da AstraZeneca e defendeu uma decisão similar para a vacina da Pfizer/BioNtech, sobretudo perante a chegada de um milhão de vacinas dessa farmacêutica.

Na norma emitida esta terça-feira, a Direcção-Geral da Saúde actualiza o esquema vacinal da Comirnaty, recomendando que o intervalo entre as duas doses seja de 21 a 28 dias.

Até domingo, já tinham sido administradas em Portugal, incluindo as regiões autónomas, 12,2 milhões de doses de vacinas.

Nesta data, sete milhões de pessoas tinham pelo menos uma dose da vacina (68,2% da população) e 5,8 milhões de pessoas (56,5%) a vacinação completa.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.234.618 mortos em todo o mundo, entre mais de 198,8 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram 17.378 pessoas e foram registados 972.127 casos de infecção, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Diário de Notícias
DN/Lusa
03 Agosto 2021 — 14:01


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947: Youtubers denunciam campanha de fake news contra vacina da Pfizer

Diariamente, quem navega pela Net, encontra-se sujeito a actos criminosos se não tiver o mínimo de cuidado ao aceitar tudo e mais alguma coisa (opiniões, ofertas – ninguém dá nada a ninguém sem um objectivo, etc.). Ainda hoje recebi um e-mail informando que tinha na minha conta (não tenho conta nenhuma no sítio que indicavam), de quase 9.000 bitcoins! E diariamente recebo e-mails de gajos e gajas a quem “morreram” os maridos e querem que eu aceite vários milhões de dólares (com uma comissão), para depois poder transferi-los para as contas deles numa off-shore. CUIDADO com e-mails fraudulentos e informações falsas sem se ter o cuidado de averiguar a proveniência e a veracidade das mesmas.

SAÚDE/FAKE NEWS/ALDRABÕES NA NET

Jean-Francois Monier / AFP

De acordo com a imprensa brasileira, uma agência de marketing terá tentado que influenciadores digitais de todo o mundo partilhassem desinformação sobre as vacinas contra a covid-19.

A denúncia foi feita por alguns dos influenciadores digitais que receberam a proposta e decidiram denunciar a agência de marketing, escreve a BBC.

“Tudo começou com um e-mail”, contou Mirko Drotschmann, um youtuber e jornalista alemão, em declarações à publicação.

Por norma, Drotschmann ignora as ofertas que recebe de diversas marcas, que lhe pedem para partilhar os produtos com os seus mais de 1,5 milhões de seguidores. Mas, em maio deste ano, recebeu uma proposta diferente de qualquer outra.

Uma agência de marketing, chamada Fazze, pediu-lhe que partilhasse informações falsas, que sugeriam que a taxa de mortalidade entre as pessoas que recebiam a vacina da Pfizer era quase três vezes maior que a de quem era vacinado com a da AstraZeneca.

Já em França, a denúncia foi feita por Léo Grasset, um youtuber a quem a agência ofereceu dois mil euros para que partilhasse a informação “de um cliente que desejava permanecer anónimo”.

“É um grande indício de que algo estava errado“, disse Grasset.

Tanto Grasset como Drotschmann ficaram revoltados e decidiram fingir interesse na proposta para descobrir o que estava por trás.

Num inglês que não parecia natural, receberam então um briefing que os instruía a agir como se tivessem “paixão e interesse neste tópico”.

O documento pedia ainda que não mencionassem que o vídeo tinha um patrocinador e que fingissem que estavam simplesmente a dar conselhos espontâneos — apesar de as diversas redes sociais terem regras que proíbem a não divulgação de que o conteúdo é patrocinado.

Dados fora de contexto

Além disso, as instruções da Fazze pediam que os influenciadores partilhassem uma notícia do jornal francês Le Monde sobre uma fuga de informação da Agência Europeia de Medicamentos — a fuga de informação era verdadeira, mas o texto não falava sobre taxas de mortalidade.

As “informações” que os influenciadores teriam de partilhar eram, na verdade, uma mistura feita a partir de diferentes fontes e retiradas do contexto. O número de pessoas que morreram em vários países algum tempo depois de terem recebido diferentes vacinas contra a covid-19, por exemplo, era um dado que não estava relacionado com a toma da vacina em si, mas sim com factores externos.

Nos países de origem das estatísticas, um maior número de pessoas tinha recebido a vacina da Pfizer e, portanto, era de esperar que morresse um maior número de pessoas após a vacina da Pfizer do que de outra vacina qualquer — cujas doses tinham sido tomadas por um menor número de pessoas.

Os influenciadores também receberam uma lista de links para compartilhar com os seguidores, da qual faziam parte artigos duvidosos em que todos usavam o mesmo conjunto de números que supostamente mostrava que a vacina Pfizer era perigosa.

Quando Grasset e Drotschmann expuseram a campanha da Fazze no Twitter, todos os artigos, exceto a reportagem do Le Monde, desapareceram da Internet.

Entretanto, pelo menos quatro outros influenciadores de França e da Alemanha revelaram publicamente que também rejeitaram a proposta da Fazze.

Mas o jornalista alemão Daniel Laufer identificou alguns que podem ter aceitado a oferta.

É o caso de Ashkar Techy, um youtuber indiano, e de Everson Zoio, um youtuber brasileiro que publicou um vídeo — posteriormente eliminado —, no qual levantava dúvidas sobre a segurança da vacina da Pfizer.

Zoio conta mais de três milhões de seguidores no Instagram, onde o vídeo sobre a Pfizer foi publicado, e 12,8 milhões no YouTube.

Ambos os youtubers publicaram vídeos nos quais transmitiam a mesma mensagem da campanha da Fazze, compartilhando também links de notícias falsas que estavam nas instruções enviadas pela agência.

A BBC teve acesso ao vídeo publicado por Zoio: “Galera, estou fazendo esse vídeo aqui para passar algumas informações que eu tenho sobre a vacinação, tá ligado?”, perguntou.

“Há algumas coisas que me deixam muito pensativo. Estive vendo alguns artigos e deparei com algo muito preocupante mesmo”, disse antes de partilhar os “dados” sobre a taxa de mortalidade das pessoas inoculadas com a vacina da Pfizer, que seria “três vezes maior que a da AstraZeneca”.

“Chega a ser algo ilógico e muito preocupante mesmo, vocês não concordam? A gente tem que se manter bem informados porque no final de tudo somos nós que vamos ser beneficiados ou até mesmo prejudicados por tudo isso”, continuou.

Depois de Daniel Laufer os contactar, Everson Zoio e Ashkar Techy removeram os vídeos, mas não responderam a perguntas.

ZAP // BBC
Por ZAP
1 Agosto, 2021



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931: Pfizer baixa eficácia da sua vacina com apenas duas doses e insiste na necessidade de uma terceira

Será mesmo a “necessidade” de reforçar a imunidade às pessoas ou será antes a “necessidade” de fazer mais uns milhõe$ ? (AstraZeneca lucrou 860 milhões de euros com venda de vacinas. O valor corresponde à entrega de 319 milhões de doses em todo o mundo.) E a Pfizer, quanto é que lucrou?

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/PFIZER

A Pfizer alertou que a sua vacina vai necessitar de uma terceira dose para reforçar a protecção contra a covid-19.

A farmacêutica norte-americana revelou que a eficácia das duas doses reduz-se a 84% entre os quatro e seis meses depois de ser injectada. A eficácia máxima é de 96,2% e é alcançada entre a primeira semana e os dois meses seguintes.

Por isso, e tendo em conta o surgimento da variante Delta, a Pfizer indicou que uma terceira dose produz níveis de anticorpos cinco vezes mais altos contra a variante Delta em pessoas entre os 18 e os 55 anos e onze vezes mais altos entre pessoas entre os 65 e os 85 anos.

Diário de Notícias
29 Jul 08:21
Por David Pereira

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927: Oito semanas é o intervalo “ideal” para aumentar eficácia da vacina da Pfizer

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/PFIZER

Jean-Francois Monier / AFP

Estudo desenvolvido pelo Department of Health and Social Care (DHSC) comparou os resultados obtidos com um intervalo de 4 semanas (como é feito em Portugal) e um intervalo de 10 semanas. Os resultados sugerem que adiar a segunda dose poderá resultar numa maior produção de anticorpos e de células T.

Contrariando as normas aplicadas pelas autoridades de saúde portuguesas, o intervalo ideal entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer deve ser de oito semanas, uma fracção temporal que permitirá aos sistemas imunitários desenvolver uma resposta mais robusta contra a variante Delta.

A constatação é uma das conclusões presentes num estudo realizado por investigadores do Department of Health and Social Care (DHSC) e da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, que comparou os resultados obtidos com um intervalo de 4 semanas (como é feito em Portugal) e um intervalo de 10 semanas.

O artigo, apresentado esta sexta-feira numa nota da Universidade de Newcastle, permitiu aos investigadores perceber que na segunda opção a produção de anticorpos é maior, assim como a proporção de células T, responsáveis pelo combate de infecções.

Para desenvolver o estudo que pretendia medir a eficácia da vacina da Pfizer contra a variante Delta, os investigadores contaram com a participação de 503 trabalhadores do sector da saúde, dos quais 44% (223) já tinham estado infectados com Covid-19.

Os resultados indicaram que as duas opções (intervalo de quatro ou dez semanas) resultaram numa resposta imunitária forte, ainda assim, foi possível atestar que quanto mais longo fosse o interregno mais elevado seriam os níveis de anticorpos e a proporção de células T, o que, segundo os especialistas, ajuda a memória imunitária.

Os cientistas descobriram que após a segunda dose, um intervalo mais longo também resultaria em valores mais elevados de anticorpos neutralizados contra a variante Delta e todas as restantes variantes que estão a preocupar as autoridades de saúde pública.

Ainda assim, nestas circunstâncias observou-se uma diminuição dos níveis de anticorpos entre a administração da primeira e da segunda doses, o que poderia deixar os indivíduos mais vulneráveis aos efeitos do novo coronavírus, aponta o The Guardian.

Rebecca Payne, investigadora da Universidade de Newcastle e uma das autoras do estudo, revelou, contudo, que a resposta celular resultante das células T mantêm-se consistente independentemente dos intervalos que separam a administração das doses, o que reforça o seu papel na protecção contra a Covid-19.

“Depois da segunda dose no calendário de administração mais longo, os níveis de anticorpos ultrapassavam os registados após a primeira dose, num intervalo de medição semelhante”, revelou Payne. A investigadora defende que apesar de os “valores das células T serem mais baixos, o perfil destas sugere mais apoio da memória imunitária e a criação de anticorpos”.

Os investigadores consideram ainda a hipótese de, em algumas situações excepcionais, o melhor intervalo poder ser mesmo de quatro semanas em vez das sugeridas oito — nomeadamente, pessoas em tratamento com influência no sistema imunitário, como é o caso de doentes oncológicos ou transplantados.

Por ZAP
26 Julho, 2021

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