1052: PSP vai avançar com queixa-crime contra o juiz negacionista

– Porque tem a ver com saúde pública, infracções às regras sanitárias de uso de máscara e distanciamento físico, publico esta notícia que demonstra, sem qualquer dúvida, até onde chega a acefalia de indigentes intelectuais e morais deste país, face à pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19 e seus derivados.

SOCIEDADE/SAÚDE PÚBLICA/QUEIXA-CRIME

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Rui Fonseca e Castro

A Polícia de Segurança Pública (PSP) vai avançar com uma queixa-crime contra o juiz negacionista, que esta terça-feira falou de forma insultuosa com os agentes que faziam o cordão de segurança numa manifestação em frente ao Conselho Superior da Magistratura (CSM).

Esta terça-feira à tarde, o juiz Rui Fonseca e Castro, que está suspenso de funções, foi ouvido no Conselho Superior da Magistratura, onde falou de forma insultuosa com os elementos do órgão de disciplina.

À porta destas instalações, o negacionista também se dirigiu de forma provocatória aos agentes da PSP que faziam o cordão de segurança, depois de estes lhe terem pedido para colocar a máscara e para incentivar os seus apoiantes a fazerem o mesmo.

“Devido aos comportamentos do Sr. Juiz Rui Fonseca e Castro, aquando da sua interacção com os polícias que ali se encontravam de serviço, a cumprir a sua missão, a PSP participará, ainda hoje, às entidades judiciárias competentes os factos ocorridos”, referiu a PSP, citada pelo semanário Expresso.

De acordo com a mesma polícia, os comportamentos do juiz “tiveram o aparente objectivo de provocar os polícias em serviço, que, no entanto, mantiveram uma postura profissional, calma e serena, própria de quem está ciente da sua missão, o que se salienta e enaltece”.

Além do juiz, a PSP salientou que se verificou “o incumprimento das regras em vigor para a prevenção da disseminação da pandemia”, pelo que “adoptará as diligências necessárias para a identificação dos infractores, a fim de proceder ao levantamento dos respectivos autos por contra-ordenação”.

O magistrado está suspenso temporariamente de funções, punição que termina em meados de Novembro. O CSM terá de decidir se poderá voltar ao activo ou se será expulso da magistratura.

Após ameaçar polícias, juiz negacionista insultou membros do Conselho da Magistratura (e pode ser expulso)

O juiz negacionista da covid-19, Rui Fonseca e Castro, foi ouvido, nesta terça-feira, no Conselho Superior da Magistratura (CSM) e…

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ZAP //

Por ZAP
8 Setembro, 2021

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1049: DGS recomenda uso de máscara no recreio das escolas, eventos e em ajuntamentos

– Uma informação que devia ser encaixada por todos os negacionistas, pelos Walking Deads, pelos acéfalos intelectuais e morais, pelos labregos que assumem esta PANDEMIA MUNDIAL como uma “gripezinha” sem importância. O número de INFECTADOS e de MORTOS representam bem a triste realidade no pós-Março de 2020. E disse um epidemiologista: “… as vacinas reduzem as infecções, mas, alerta: “não significa que não possam existir casos”, nem que quando uma pessoa vacinada tem uma infecção, das poucas vezes que isso acontece, possa transmiti-la”. Dias consecutivos com mais de MIL INFECTADOS não diz nada a esta gente?

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/VACINAÇÃO/INFECÇÕES

© JOÃO RELVAS/LUSA

Especialista da DGS defende “flexibilização das medidas”, como o uso de máscara

Após a intervenção de Graça Freitas, falou Pedro Pinto Leite, chefe de divisão de Epidemiologia e Estatística da DGS. O especialista referiu a redução dos casos de infecção por 100 mil habitantes a cada 100 dias.

Seguiu-se Valter Fonseca, coordenador da Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19. O especialista indica que “Portugal tem uma posição cimeira em matéria de vacinação”.

Este especialista refere que as vacinas reduzem as infecções, mas, alerta: “não significa que não possam existir casos”, nem que quando uma pessoa vacinada tem uma infecção, das poucas vezes que isso acontece, possa transmiti-la”.

“Tudo isto permite-nos hoje ter a sustentação na evolução para uma flexibilização das medidas como utilização de máscara“, disse Valter Fonseca.

Diário de Notícias
08 Set 10:18
Por Susete Henriques

“Cada um de nós deve ser portador de uma máscara” e em caso de necessidade deve usá-la, diz Graça Freitas

A directora-geral da Saúde disse que em relação à utilização das máscaras em espaço exterior há que ter em conta “o racional da transmissão do vírus”. Graça Freitas disse que a recomendação vai no sentido de que em aglomerados e em situações especificas, como recreios na escola, eventos, a mobilidade em determinados sítios nas cidades que origina ajuntamentos, isso poderá constituir uma excepção, “uma recomendação diferente porque permite o contacto directo entre as pessoas e portanto permite transmissão”

“Cada um de nós deve ser portador de uma máscara e em caso de necessidade essa máscara deve ser colocada”.

“Vamos adaptar a orientação da DGS e vamos fazer campanhas dos motivos, dos objectivos e das excepções”, acrescentou.

Diário de Notícias
08 Set 09:55
Por Susete Henriques

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1025: “Vocês não são cavalos”. Contra as ordens médicas, negacionistas tomam o desparasitante Ivermectina em vez da vacina

– Publico esta notícia como aviso geral dado que os negacionistas do coronavírus SARS-CoV-2 – Covid-19, não são apenas estes indigentes que ingerem desparasitantes para cavalos e vacas em vez da vacina adequada, mas todos os outros negacionistas indigentes intelectuais, acéfalos por natureza e desequilibrados psicológicos que, em plena pandemia, em estados de emergência e calamidade nacionais, andam a passear pelos prados, como autênticos Walking Deads.

SAÚDE PÚBLICA/NEGACIONISTAS/WALKING DEADS

Não tomar medicamentos para cavalos parece ser uma coisa óbvia, mas pelos vistos não é. Apesar dos alertas dos médicos, muitos negacionistas estão a tomar um desparasitante para animais para se protegerem contra a covid-19.

Depois da hidroxicloroquina – um medicamento usado no tratamento da malária que se popularizou entre os doentes covid depois das recomendações de Donald Trump e Jair Bolsonaro -, há um novo fármaco que está a ser tomado para tratar o coronavírus contra as recomendações dos médicos.

A Ivermectina é um nome familiar para quem tem cavalos ou vacas, já que é usado como um desparasitante para animais. No entanto, isso não tem parado a corrida à compra por supostamente ser um tratamento alternativo à vacinação e eficaz contra a covid-19.

Nos Estados Unidos, os fornecedores de produtos para animal estão sem stock do medicamento e a Amazon vai pelo mesmo caminho. O Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças também publicou dados que mostram que as pessoas estão a conseguir o medicamento com receitas médicas. Antes da pandemia, a média eram 3600 receitas por semana, em meados de Agosto, já eram 88 mil.

Já doze lojas no Oklahoma relevaram ao canal de notícias KFOR que não têm forma de reabastecer o produto e que até já colocaram sinais a dizer “por favor, não comam”. “A Ivermectina esgota-se horas depois do envio. Já não recebemos envios há duas semanas. Acho que é porque as pessoas estão a consumir“, afirma uma das lojas.

Em Memphis, a situação é semelhante, com as prateleiras cheias nas lojas, à excepção da Ivermectina. “São estão a enviar um certo valor por loja, suponho eu, e quando encomendo normalmente, não estou a receber. Perguntei à minha representante o que se passava e ela disse que toda a gente quer para a covid, por isso estão a reparti-la”, afirma Heather Lewis, dona de uma loja, à imprensa local.

A Modern Pet Food, no Texas, conta à ABC 13 que normalmente vendem 10 pacotes do remédio por mês, mas que esse valor disparou para “entre 50 a 100” nos últimos tempos. “Vimos um crescimento enorme nas vendas”, afirma Trace Menchaca, dono da loja.

Uma estação de televisão local em Las Vegas também conta a história de uma loja onde aparecem pessoas a dizer que estão no “plano Ivermectin”, apesar do sinal pendurado a alertar para “não ingerirem”.

A funcionária do estabelecimento, Shelly Smith, explica que um cliente lhe disse que tem tomado a Ivermectina e que o único efeito secundário que tem sentido é “não conseguir ver de manhã”. Para controlar as compras em massa, a loja passou agora a exigir uma fotografia do cliente com o seu cavalo para vender o desparasitante.

“Não quero que as pessoas tomem um desparasitante para cavalos porque é um desparasitante para cavalos. Precisam de me provar de que têm um cavalo para vender este produto, porque não o devem tomar. Isto não é para humanos“, afirma Smith.

E não é mesmo. A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) já veio a público recomendar que as pessoas parem de tomar a Ivermectina, que só está aprovada para tratamento em humanos em doses muito diferentes das usadas para animais e só em casos específicos de vermes parasitas, de piolhos na cabeça ou para tratar a rosácea.

A FDA também não aprovou a Ivermectina no tratamento da covid-19 e o remédio não é anti-viral – ou seja, não cura vírus. “Vocês não são cavalos. Vocês não são vacas. A sério, malta. Parem”, escreveu a entidade no Twitter.

Um estudo de Março testou o uso do medicamento em casos ligeiros de covid-19 e concluiu que não houve qualquer benefício. A ingestão pode também causar tonturas, problemas no ritmo cardíaco e reduzir a pressão arterial.

Os negacionistas afirmam que o remédio evita a infecção, mas mesmo que esse fosse o caso, a dose necessária seria tóxica, visto que as versões usadas em animais são muito mais concentradas do que as adequadas para o uso humano.

Apesar dos avisos dos especialistas, o Senador Republicano Rand Paul tem-se juntado à conspiração. Um processo em tribunal no estado do Ohio também acabou com uma ordem do juiz que vai obrigar um hospital a receitar a Ivermectina a um doente com covid de 51 anos, que está a batalhar contra a doença desde Julho

O pedido foi feito pela mulher do paciente. Há também processos semelhantes abertos em Chicago e Nova Iorque que querem obrigar os hospitais a dar o medicamento.

Por Adriana Peixoto
31 Agosto, 2021

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