1522: Há mais 125 doentes internados em dia com 31 mortes e 21.917 casos

– Estatísticas de hoje, Segunda-feira:

17.01.2022 – 21.917 infectados – 31 mortos

Total de hoje: 21.917 infectados – 31 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Relatório diário da DGS indica que há agora 1.938 pessoas internadas devido à covid-19, mais 125 do que ontem, domingo. Há ainda mais 21.917 novos casos sendo que a nível de incidência, nacional e no continente, subiu ligeiramente.

Centro de vacinação contra a covid-19 na Maia
© Amin Chaar / Global Imagens

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 21.917 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais 31 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica o relatório desta segunda-feira (17 de Janeiro).

Estão agora 1.938 pessoas internadas (mais 125) devido à covid-19, das quais 174 (mais 6 que ontem) em unidades de cuidados intensivos.

Os níveis de incidência continuam a aumentar, sendo esta segunda-feira 3.840 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes, quer a nível nacional quer no continente.

Na passada sexta-feira, data da última contagem os valores eram de 3.813,6 casos por 100.000 habitantes a nível nacional e 3.796,0 no continente.

Ainda na matriz de risco, o R(t ) é actualmente de 1,13, uma ligeira descida face à última contagem – na sexta-feira – onde o valor era de 1,19 nacional e e no continente.

Dados actualizados da pandemia numa altura em que Portugal é o quarto país da União Europeia (UE) e o sexto do mundo com mais novos casos diários de contágio por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

Portugal tem uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes

Segundo o site estatístico Our World in Data, com dados actualizados à data desta segunda-feira, o estado-membro com maior média de novos contágios é França, com 4.370 por milhão de habitantes, seguida da Dinamarca (3.970) e Irlanda (3.590), enquanto Portugal está com uma média de 3.440 novos casos por milhão de habitantes nos últimos sete dias.

A nível mundial neste indicador, e considerando apenas os países e territórios com mais de um milhão de habitantes, no topo da lista encontra-se Israel, com uma média diária de 4.440 novos casos, seguido de França, Austrália (4.100), Dinamarca, Irlanda e Portugal.

Portugal era na semana passada o quarto com menos mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos sete dias anteriores, com uma média de 1,52, mas esta segunda-feira este indicador está em 2,67.

UE retira Canadá, Argentina e Austrália da lista de países ‘seguros’

Também esta segunda-feira, o Conselho da União Europeia retirou Canadá, Argentina e Austrália da lista de países ‘seguros’ para os quais recomenda o gradual levantamento das restrições de viagens não essenciais para a Europa, após reavaliação da situação epidemiológica da covid-19.

Em comunicado, o Conselho anuncia que, no quadro das revisões regulares que efectua ao abrigo da recomendação sobre o levantamento gradual das restrições temporárias às viagens não essenciais para a UE, actualizou a lista de países, regiões administrativas especiais e outras entidades e autoridades territoriais relativamente aos quais as restrições de viagem devem ser levantadas, tendo decidido retirar desta lista a Argentina, a Austrália e o Canadá.

A lista de países terceiros que a UE considera seguros a nível da pandemia da covid-19 e para os quais recomenda a autorização de viagens não essenciais passa assim a contar apenas com 13 países, designadamente Bahrein, Chile, Colômbia, Indonésia, Kuwait, Nova Zelândia, Peru, Qatar, Ruanda, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.

A estes países acresce a China, mas sujeito a confirmação de reciprocidade (de levantamento de restrições de viagens por parte de Pequim a cidadãos da UE), e as regiões administrativas de Macau e Hong Kong.

Diário de Notícias
DN
17 Janeiro 2022 — 15:23

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1520: Terceiro dia com 33 mortos, 32.271 casos e mais 80 internados por covid-19

– Estatística até hoje, Domingo:

16.01.2022 – 32.271 infectados – 33 mortos
15.01.2022 – 38.136 infectados – 33 mortos
14.01.2022 – 40.090 infectados – 34 mortos
13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total da semana até hoje: 242.128 infectados – 190 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 32.271 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

A vacinação com reforço da terceira dose contra a covid-19 prossegue, hoje para a comunidade do ensino superior
© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Mais 33 pessoas morreram devido à infecção por SARS-CoV-2, o mesmo número de ontem, indica ainda o relatório deste domingo (16 de Janeiro). Desde 3 de Março, ou seja há mais de 10 meses, que não se registavam tantos óbitos por causa da doença, tendo nesse dia sido declarados 41.

Em 24 horas registaram-se mais 80 internamentos, num total de 1.813 dos quais 165 em cuidados intensivos, ou seja mais 5 do que no sábado.

Segundo a DGS, há neste momento mais 17.722 novos casos activos da doença, com 14.516 recuperados e mais 18.910 contactos em vigilância.

A região do norte continua a ser mais fustigada pelo aumento de casos, 13.166, com oito óbitos, menos do que os 14 da região de Lisboa e Vale do Tejo, que tem menor número de infectados, no caso 11.501. Segue-se a grande distância a região do centro, com 3.640 novos casos de covid-19 e quatro mortos; a do Algarve com 1.021 e dois mortos; e a do Alentejo com 808 e mais três óbitos.

Na região autónoma da Madeira há mais 1.327 novas infecções e dois mortos e na dos Açores 628 casos, sem qualquer morte a registar.

Há um ano, neste mesmo dia, o boletim da DGS dava conta de 10.947 casos, mas 166 mortos.

Portugueses retidos em Macau

Quinze dias de proibição de voos de passageiros para Macau, oriundos de “regiões fora da China”, apanharam de surpresa dezenas de portugueses no estrangeiro, impossibilitados de regressar ao território.

Uma porta-voz da STDM Tours Travel Agency Ltd disse à Lusa que a agência de viagens tem seis clientes nesta situação, todos em Portugal.

Uma outra agência, Sincerity Travel, tem “pelo menos 13” portugueses à espera, disse à Lusa a gerente, Sara Ng. “Todos os dias me ligam, às vezes à meia-noite [16:00 em Lisboa], a pedir notícias”, acrescentou.

A proibição, que entrou em vigor em 09 de Janeiro, foi anunciada, na sequência da detecção de dois casos da variante Ómicron do novo coronavírus em residentes que chegaram ao território oriundos do estrangeiro e cumpriam quarentena obrigatória de pelo menos 21 dias.

Casos sobem na China

A Comissão Nacional de Saúde da China anunciou a detecção de 119 infectados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, 65 dos quais por contágio local.

Estes casos de transmissão comunitária foram registados nos municípios de Tianjin e Pequim, nas províncias de Henan, Shaanxi e Guangdong.

As restantes 61 infecções, encontradas entre viajantes do estrangeiro, foram registadas em várias regiões do país, a maioria em Xangai, uma das principais portas de entrada na China, que mantém as suas fronteiras praticamente fechadas desde Março de 2020.

O número total de pacientes activos na China continental situa-se agora em 3.461, 13 dos quais em estado grave.

Diário de Notícias
16 Janeiro 2022 — 14:22

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1518: Segundo dia com 33 mortos, 38.136 novos casos e internados voltam a subir

– Estatística até hoje, Sábado:

15.01.2022 – 38.136 infectados – 33 mortos
14.01.2022 – 40.090 infectados – 34 mortos
13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total até hoje: 209.857 infectados – 157 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Dados da DGS indicam que se estão 1.733 pessoas internadas devido à covid-19, ou seja mais 34 do que na sexta-feira, das quais 163 nos cuidados intensivos.

A vacinação com a terceira dose contra a covid-19 prossegue
© Diana Quintela/ Global Imagens

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 38.136 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Mais 33 pessoas morreram devido à infecção por SARS-CoV-2, menos uma do que ontem, indica ainda o relatório deste sábado (15 de Janeiro). Desde 3 de Março, ou seja há mais de 10 meses, que não se registavam tantos óbitos por causa da doença, tendo nesse dia sido declarados 41.

Neste momento há mais 10.036 novos casos activos da doença e mais 28.067 recuperados. Há ainda mais 10.202 contactos em vigilância.

Em 24 horas registaram-se mais 34 internamentos, num total de 1.733, dos quais 163 em cuidados intensivos, ou seja mais um do que na sexta-feira.

A região do norte é aquela que apresenta maior número de infecções, com 14.899 novas e 12 mortos. Segue-se a de Lisboa e Vale do Tejo com 13.585, mas com 14 mortos. A região centro registou mais 4.649 novos casos de covid-19 e cinco mortos; a do Alentejo 1.224 novos casos e um óbito; e a do Algarve 1.219 e sem qualquer morto.

Na região autónoma dos Açores há mais 427 novos casos, sem óbitos a registar e na da Madeira mais 2.133 novas infecções e uma morte.

Vacinação de pessoas envolvidas nas mesas de voto

Cerca de 90 mil pessoas são chamadas este sábado a ser vacinadas com a dose de reforço contra a covid-19, por irem integrar as 16.400 mesas de voto nas eleições legislativas ou serem funcionários das juntas de freguesia.

Segundo um comunicado conjunto do Ministério da Saúde e do Ministério da Administração Interna divulgado na quinta-feira, a vacinação no dia de hoje fica dedicada a este universo, “convocado por SMS, através de agendamento central”.

Para as pessoas elegíveis que não recebam a mensagem, haverá senhas digitais, mediante a apresentação de um documento comprovativo das funções em causa.

O coordenador do plano de vacinação, Carlos Penha-Gonçalves, coronel do exército, disse à Lusa que o número de pessoas elegível neste caso está estimado em 90 mil, que representa o universo da capacidade vacinal de um dia, razão pela qual os centros de vacinação vão estar dedicados exclusivamente a este processo associado às eleições legislativas.

Teletrabalho recomendado

O regime de teletrabalho obrigatório, decretado pelo Governo no final de Dezembro de 2021 devido ao agravamento da pandemia de covid-19, termina este sábado, voltando a ser recomendado para todas as empresas.

Por seu lado, o teletrabalho continua obrigatório no caso dos trabalhadores imuno-deprimidos, trabalhadores com deficiência e grau de incapacidade superior a 60% e pessoas com dependentes a cargo que sejam doentes de risco e tenham de assistir às aulas à distância.

A adopção do teletrabalho volta a exigir o acordo entre empregador e trabalhador, conforme estabelece o Código do Trabalho.

Diário de Notícias
15 Janeiro 2022 — 14:39

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1515: Três dias com 40 mil casos. O pico pode ter passado

– O sub-título desta notícia é enganador: “Semana termina com 40.090 casos e 34 óbitos.“. Não, a semana, até ontem, Sexta-feira, termina  com 171.721 infectados e 124 mortos, faltando ainda os números de hoje, Sábado e de amanhã, Domingo.

Estatística até Sexta-feira:

14.01.2022 – 40.090 infectados – 34 mortos
13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total até Sexta-feira: 171.721 infectados – 124 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Semana termina com 40.090 casos e 34 óbitos. O desafio agora é diminuir o número de casos com país a funcionar em pleno.

Testagem nas escolas começou na segunda-feira.
© Adelino Meireles / Global Imagens

Portugal termina a semana acima dos 40 mil novos casos de covid-19 e com um máximo de óbitos que não era registado há dez meses (34). Aliás, esta foi a semana em que o país voltou a atingir um máximo no número de novas infecções pelo SARS-CoV-2, na incidência da doença, mas sempre com o índice de transmissibilidade R(t) a descer. O máximo de casos foi registado na quarta-feira (40.945), na quinta-feira já reduziu (40.134) e ontem também (40.090).

Segundo explicou ao DN, na quarta-feira, o professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Carlos Antunes, que integra a equipa que desde o início da pandemia faz a modelação da doença, estes números podem significar que o país atingiu finalmente o pico desta onda epidémica que começou em Dezembro, devido à nova variante, Ómicron, detectada na África do Sul.

O país tem tido um número de novos casos nunca antes registado mas com relativo impacto no Serviço Nacional de Saúde. Ou melhor, com um número de internados sem grande pressão nos hospitais. Contudo, o mesmo já não é assim na linha da frente do combate à pandemia, nomeadamente na saúde pública e na medicina geral e familiar, com estes serviços a não conseguirem dar a resposta necessária aos utentes.

Quanto aos óbitos, Portugal está com uma média diária de 22. Nesta semana, o número mais elevado foi atingido ontem (34), seguindo-se quinta-feira (22) e depois quarta (20). Segundo indicava ontem o Instituto Nacional de Estatística, cerca de 10% dos óbitos ocorridos no ano passado foram devido à covid-19.

O país registou, em 2021, 125.032 óbitos, mais 1.353 (1,1%) do que em 2020 e mais 12.741 (11,3%) do que em 2019. O número de óbitos por covid-19 registado em 2021 foi 12.004 (6.972 em 2020), correspondendo a 9,6% do total de óbitos.

Em relação à incidência da doença, actualizada ontem, passou de 3.615,9 para 3.813,6 a nível nacional e de 3.615,3 para 3.796,0 a nível do continente. Já o R(t) tem vindo a baixar, passando de quarta-feira para ontem de 1,23 para 1,19, tanto no país como no continente.

Em termos de internamentos, o total tem vindo a aumentar, mas o número de pessoas em cuidados intensivos tem-se mantido estável. O boletim diário da Direcção-Geral da Saúde de ontem indicava não ter havido qualquer alteração nas últimas 24 horas, registando-se 1699 internados, dos quais 162 em UCI. No que respeita às regiões, Norte e Lisboa e Vale do Tejo são as que continuam a registar maior número de casos – ontem, tinham, respectivamente, 15.914 e 14.513. Depois seguiam-se as do Centro (4.589), Algarve (1.224) e Alentejo (1.207). Nas ilhas, há a destacar a Madeira, com 2.193 casos, tendo os Açores 450.

Esta é a última de duas semanas em que o país viveu algumas medidas mais restritivas, como teletrabalho obrigatório, e com a proibição no funcionamento de bares e discotecas. A partir de ontem, a diversão nocturna regressa e os especialistas, como Carlos Antunes, dizem que o desafio agora vai ser conseguir diminuir o número de casos.

anamafaldainacio@dn.pt
Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
15 Janeiro 2022 — 00:17

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1512: Portugal com 40.090 novos casos e 34 mortes nas últimas 24 horas

– Estatística até hoje, Sexta-feira:

14.01.2022 – 40.090 infectados – 34 mortos
13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total da semana até hoje: 171.721 infectados – 124 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Dados da DGS indicam que se mantêm 1.699 pessoas internadas devido à covid-19, das quais 162 nos cuidados intensivos.

Testagem à covid-19 no Porto
© Artur Machado / Global Imagens

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 40.090 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Mais 34 pessoas morreram devido à infecção por SARS-CoV-2, indica ainda o relatório desta sexta-feira (14 de Janeiro).

Os dados sobre a situação nos hospitais mostram que se mantêm 1.699 internados devido à doença, dos quais 162 estão em unidades de cuidados intensivos. Há, no entanto, mais 27.424 pessoas que recuperaram da infecção.

Também esta sexta-feira foram divulgados os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a mortalidade, dando conta que a covid-19 foi considerada a causa de morte de 12.004 pessoas em 2021, correspondendo a 9,6 por cento dos 125.032 óbitos registados no ano passado.

Em 2021 houve mais 1.353 mortes do que em 2020, um aumento de 1,1% e mais 12.741 do que em 2019, ano anterior à pandemia da covid-19, representando um aumento de 11,3%.

No ano de 2020 tinham morrido 6.972 pessoas com covid-19, correspondendo a 5,6% do total de 123.679 óbitos.

Em Dezembro de 2021, o número de mortes atribuídas à covid-19 diminuiu quase 80% em relação ao que se verificou em Dezembro de 2020.

No mês passado morreram 518 pessoas com a doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 (mais do dobro das 222 que morreram nas mesmas condições no mês anterior), mas muito longe das 2.395 cuja morte foi atribuída à covid-19 no mês homólogo de 2020, representando uma redução de 78,3%.

Rastreios nas escolas disparam. Saúde pública não tem mãos a medir

As escolas reabriram na segunda-feira (10 de Janeiro) e, ao segundo dia de aulas, os casos positivos começaram a surgir. Em três dias, só uma unidade de saúde do Norte teve 22 turmas e uma creche inteira para rastrear à covid-19.

Ao DN, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Gustavo Tato Borges, diz que a situação é transversal a todo o país. “A saúde pública não tem tido mãos medir. O nosso trabalho não abrandou, continuamos assoberbados.”​​

Para o director dos Agrupamentos Escolares, Filinto Lima, “o início deste período lectivo é positivo”, defendendo que o esforço de todos deve ser no sentido de o ensino ser, o mais possível, presencial.

Filinto Lima diz ainda que a vontade de que os alunos se mantenham na escola é de todos, referindo até que “alguns pais, talvez os mais receosos em relação à vacinação, já estão a vacinar os filhos, por perceberem que é a única defesa que temos em relação à doença”.

Diário de Notícias
DN
14 Janeiro 2022 — 15:56

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1508: Portugal com mais 40.134 casos e 22 mortes nas últimas 24 horas

– Estatística até hoje, Quinta-feira:

13.01.2022 – 40.134 infectados – 22 mortos
12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total até hoje: 131.631 infectados – 90 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Há 1.699 pessoas internadas devido à covid-19, indica o boletim epidemiológico da DGS.

Vacinação contra a covid-19 na Amadora
© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 40.134 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Isto significa que este foi o segundo dia com mais casos no país, depois de esta quarta-feira se terem registado 40.945 casos.

Há a registar mais 22 mortes devido à doença, indica ainda o relatório desta quinta-feira (13 de Janeiro).

Estão agora internadas 1.699 pessoas infectadas com o vírus SARS-CoV-2 (mais 64 do que na véspera), das quais 162 em unidades de cuidados intensivos (menos cinco).

O Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e Norte são as regiões com mais casos, com 16.062 e 14.866, respectivamente, o que representa 77% do total de infecções do país. No que diz respeito a óbitos, 12 foram declarados em LVT, seis no Norte, três no Centro e um nos Açores.

No restante da contabilidade de novos casos, no Centro foram contabilizados 4.232, na Madeira 1.960, no Alentejo 1.255 e, no Algarve 1.219, enquanto a Madeira reportou 1.960 e os Açores 540.

Dados actualizados da pandemia em Portugal na véspera da reabertura, na sexta-feira à noite, de bares e discotecas, após novo encerramento de três semanas devido à covid-19.

Segundo a Resolução do Conselho de Ministros de 6 de Janeiro, os bares e as discotecas que estão fechados desde 25 de Dezembro têm autorização para abrir na sexta-feira a partir das 22:00. Estão em causa “bares, outros estabelecimentos de bebidas sem espectáculo e estabelecimentos com espaço de dança, ainda que esses estabelecimentos estejam inseridos em estabelecimentos turísticos”, segundo o texto da resolução com as alterações mais recentes das “medidas aplicáveis no âmbito da pandemia da doença da covid-19”.

Para entrar nestes espaços, os clientes têm de apresentar um teste negativo à covid-19, com excepção de quem “demonstrar ter sido vacinado há pelo menos 14 dias com uma dose de reforço” contra a doença ou de quem tiver um certificado de recuperação.

São válidos testes PCR feito há menos de 72 horas, rápido com menos de 48 horas ou auto-teste feito à entrada.

Antes do actual encerramento, os bares e discotecas tinham reaberto em Outubro pela primeira vez desde o início da pandemia em Portugal, após 19 meses parados.

Contactos de caso confirmado que tenham feito auto-teste devem confirmar resultados

De acordo com a norma actualizada da DGS, os contactos de alto e baixo risco de casos confirmados de covid-19 que tenham feito auto-teste devem confirmar o resultado com teste rápido de antigénio (TRAg) ou teste de amplificação de ácidos nucleicos (TAAN).

Este teste de confirmação, exigido seja qual for o resultado do auto-teste, deve ser realizado preferencialmente no prazo de 24 horas.

Na norma sobre a estratégia nacional de testes para SARS-CoV-2, a DGS define também que nas pessoas sintomáticas com suspeita de infecção, independentemente do estado vacinal, devem realizar TRAg ou TAAN. As que fizerem auto-teste e o resultado for negativo, devem confirmar com TRAg ou TAAN no prazo de 24 horas.

Já as pessoas sem reforço da vacina e que queiram visitar utentes internados em estabelecimentos de saúde, lares ou instituições de apoio e acolhimento a populações mais vulneráveis e estabelecimentos prisionais precisam de fazer teste. Se fizerem auto-teste e o resultado for positivo, devem realizar TRAg ou TAAN de confirmação em 24 horas e serão estes os resultados que valem.

Diário de Notícias
DN
13 Janeiro 2022 — 16:20

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“Portugal atingiu um cenário melhor do que o mais optimista traçado na semana passada”

– Pessoalmente e no meu ponto de vista, não me admiro dos números de infectados diários de vinte, trinta e quarenta mil como foram os números de ontem. Ressalvando os pobres coitados que ficam infectados pelos acéfalos indigentes que andam à solta por aí, sem ainda terem conseguido atingir nos seus cérebros atulhados de merda putrefacta, que estamos há quase dois anos numa guerra biológica onde o inimigo é invisível, enquanto estes acéfalos indigentes continuarem a transgredir a segurança sanitária, não existe vacina, nem doses de reforço que acalmem a pandemia. Tudo o resto, é conversa da treta.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19

O epidemiologista Carlos Antunes diz que Portugal está prestes a atingir o pico desta onda epidémica e que o cenário até é melhor do que o mais optimista traçado na semana passada. O número elevado de casos com um impacto relativo no SNS “é o novo normal” da era Ómicron, mas “não podemos descansar até se chegar aos seis ou cinco mil casos “. Valor a partir do qual a linha da frente da Saúde, saúde pública e medicina familiar, deixará de ficar sobrecarregada.

Portugal deve atingir uma média de casos a sete dias da ordem dos 32 mil a 34 mil casos.

Portugal atingiu ontem os 40.945 casos de covid-19. O número mais elevado desde o início da pandemia, mas muito próximo do máximo registado na semana anterior (39.570), precisamente na quarta-feira, dia 5 de Janeiro.

Segundo explicou ao DN o epidemiologista Carlos Antunes, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que integra a equipa que faz a modelação da evolução da doença desde o início da pandemia, o facto de o país ter atingido este valor, precisamente no dia homólogo da semana anterior, “é o prenúncio de que estamos a atingir o pico desta onda epidémica”. E justifica: “Para não ser o pico tínhamos de ter registado hoje (ontem) um número de casos próximo dos 50 mil.

Ficámos nos 40 mil. A quarta-feira é um dia fundamental na monitorização da doença, porque é o dia em que temos registados todos os casos acumulados nos dias anteriores, nomeadamente no fim de semana. Se mesmo assim ficámos com um número de casos muito próximo da semana anterior, em termos de ordem de grandeza, quer dizer que é um prenúncio de que estamos a atingir o pico”.

O especialista pormenoriza, para que melhor seja entendido pela população, que “a forma mais fácil de se perceber se nos estamos a aproximar do pico é comparar o número máximo de casos registados num dia com o dia homólogo da semana anterior. Ao fazermos isto em relação a esta semana verificamos que a diferença é mínima, de 1375 casos de infecção, sendo que esta diferença deve continuar a diminuir nos próximos dias. Ora, isto é o sinal de que nesta semana, entre quinta e sexta-feira, atingiremos o pico desta onda”.

Por outro lado, o boletim diário de ontem da Direcção-Geral da Saúde (DGS) dava conta de que a incidência por 100 mil habitantes tinha passado de 3204,4 a nível nacional e de 3209,1 no continente para 3615,9 e 3615,3 respectivamente. Ou seja, para um valor também nunca antes registado, mas não muito diferente do de outros países da Europa, já que resulta do impacto da nova variante do SARS-CoV-2, Ómicron.

Carlos Antunes explica igualmente que, embora o valor seja elevado, não deve assustar a população, porque o normal “é a taxa de incidência continuar a subir até se atingir o pico, e este indicador tem sempre um atraso de sete dias”. Portanto, “só depois de atingirmos o pico é que começará a diminuir”.

Em relação ao índice de transmissibilidade, que continua a diminuir, isso é um bom sinal. O boletim de ontem indicava que este valor tinha passado de 1.24 para 1.23. “É bom sinal que continue a aproximar-se de 1. Quando se mantém esta tendência costumamos dizer, em linguagem de aviões, que estamos a fazer a abordagem à pista para aterrar. Ou seja, quando atingir o valor de 1 é porque passámos o pico, o que é uma boa notícia”.

De acordo com o professor da Faculdade de Ciências, o cenário atingido por Portugal nesta semana é melhor do que o cenário mais optimista traçado na semana passada pelos peritos presentes na reunião do Infarmed. “Neste momento, podemos dizer que estamos ligeiramente melhor do que o cenário mais optimista traçado na semana passada”. Cenários, esses, explica, que foram traçados, provavelmente, com base em premissas que não se estão a verificar. Por exemplo, tendo por base que o R (t), o nível de transmissibilidade, se manteria em vez de continuar a diminuir, como está a acontecer.

Contudo, e tendo em conta o número de infecções reais, que em Portugal resulta apenas do número de casos que são diagnosticados, – “cada país tem sempre mais casos do que aqueles que diagnostica, porque, por exemplo, os casos assintomáticas não são diagnosticados e não entram nos registos. As pessoas não sabem que estão infectadas” -, devemos ficar longe dos cenários que apontavam para o intervalo elevado de número de casos, entre 40 mil a 130 mil, até se atingir o pico, ou dos que indicavam que o país poderia atingir 100 mil a 120 mil casos entre os dias 22 e 24 de Janeiro.

Portugal deve atingir uma média de 32 mil a 34 mil casos

Aliás, a modelação feita por Carlos Antunes indica que Portugal deverá atingir o pico desta onda epidémica com “uma média de casos a sete dias da ordem dos 32 mil a 34 mil casos. Portanto, longe do cenário mais optimista apresentado na semana passada e isso é muito bom”. Mas aproveita para destacar que este número elevado de casos “é o novo normal”.

É o normal que resulta da variante Ómicron, mais contagiante do que a Delta, mas menos agressiva. Como diz o epidemiologista, “é o novo normal e vamos ter de nos habituar a viver com ele. Vamos ter valores muito elevados em relação ao número de casos, mas com um relativo impacto no SNS, embora com menos pressão na actividade hospitalar, já que a pressão está toda na linha da frente, na Saúde Pública e na Medicina Geral e Familiar. No que toca à letalidade, o impacto também é reduzido comparado com o do ano passado quando a variante Delta era predominante”. A modelação da doença feita pela equipa da Faculdade de Ciências, Portugal tem neste momento uma média de 25.3 óbitos por milhão de habitante e uma média diária de 22 óbitos.

Em relação ao ano passado, e no mesmo período homólogo, é mesmo um novo normal, embora Carlos Antunes sustente que estamos a entrar numa fase de transição. “Enquanto vigorar esta variante vamos ter esta realidade, um número elevados de casos até que o vírus esgote o seu combustível”, explica. Ou seja, “até que o vírus comece a ter dificuldade em encontrar pessoas susceptíveis que possa infectar, porque cada vez mais teremos ou pessoas que já foram infectadas ou que estão vacinadas. E, nesta altura, a incidência vai começar a diminuir naturalmente, porque será cada vez mais difícil ao vírus conseguir contaminar e fazer com que a doença progrida”.

Esta é a fase que os especialistas anseiam, mas ainda ninguém sabe quando é que acontecerá. “É uma incerteza”, assegura, porque quando tal acontecer, poderemos dizer que o país atingiu a fase endémica”.

Neste momento, o epidemiologista prefere dizer que estamos a entrar numa fase de transição, numa situação epidémica-endémica, e não endémica-epidémica, como tem sido defendido por alguns especialistas. Ou seja, “é epidémica, mas estamos já a convergir para uma fase endémica”.

A preocupação é não conseguir fazer descer os casos

Estas são as boas notícias, as notícias menos boas são: “O que vem já a seguir. A preocupação agora é termos dificuldade em não conseguir fazer diminuir o número de casos no tempo em que é necessário”, salientando: “A partir de dia 14, o nível de confinamento que tínhamos, embora fosse ligeiro, já que estávamos confinados em cerca de 30%, relativamente ao máximo de confinamento ocorrido entre Março e Abril de 2020 e Janeiro e Março de 2021, vai ser aliviado. Ora, vai haver um aumento na mobilidade e nos contactos e isso pode dificultar a diminuição da incidência”.

Contudo, ressalva, “a única coisa a fazer para que este aumento não ocorresse era a população confinar mais um pouco ou manter-se tudo como está, só que isso tem um custo social e económico que ninguém quer”. A única solução, assegura, “é cada um de nós fazer a sua parte, proteger-se individualmente . É a ultima defesa que temos e a única forma que temos de contribuir para o controlo da doença, porque os números actuais são muito elevados e estão a sobrecarregar a Saúde Pública e os cuidados primários. É preciso ter esta noção, não podemos descansar enquanto o número de casos não descer até aos cinco mil ou seis mil por dia”.

Carlos Antunes acredita que o país conseguirá chegar a este patamar de casos. Quando? Não sabe. É a incerteza do momento, mas assegura que vamos chegar à fase em que a própria monitorização da doença vai mudar de diária para semanal, passando a ser feita como a monitorização da gripe. E, este, é o sinal de que atingimos a fase endémica e que controlamos a situação epidemiológica.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
13 Janeiro 2022 — 00:22

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1499: Recorde de infecções. 40.945 casos e 20 mortos. Internamentos e incidência continuam a subir

– Estatística até hoje, Quarta-feira:

12.01.2022 – 40.945 infectados – 20 mortos
11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total até hoje: 91.497 infectados – 68 mortos

– Esta gajada acéfala ainda não conseguiu entrosar nos seus pobres e reduzidos neurónios, que esta merda é uma GUERRA biológica, onde não se vê nem se sente o INIMIGO que é o VÍRUS… E depois, existem outros anormais indigentes que marcam e realizam manifestações anti-vacinas, anti-máscaras, anti-certificados de vacinação… VÃO BARDAMERDA…!!!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Nas últimas 24 horas houve 40.945 novos casos e 20 mortos. O número de internados já chega aos 1.635 e a incidência subiu para os 3.615,9 casos de infecção por 100 mil habitantes. 76% das infecções são no Norte e Lisboa e Vale do Tejo.

Centro de vacinação contra a covid-19 em Lisboa
© Rita Chantre / Global Imagens

Dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS) indicam que foram registados em Portugal, nas últimas 24 horas, 40.945 novos casos de covid-19. Trata-se de um recorde de infecções num só dia desde o início da pandemia.

Há mais 20 mortes devido à infecção, refere ainda o relatório desta quarta-feira (12 de Janeiro).

O Norte e Lisboa e Vale do Tejo são as regiões com mais casos, com 15.943 e 15.293, respectivamente, o que representa 76% do total de infecções do país. No que diz respeito a óbitos, 14 foram declarados em Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Norte e um no Algarve.

No restante da contabilidade de novos casos, no Centro foram contabilizados 4.850, na Madeira foram 2.046, no Algarve chegou aos 1.241, no Alentejo foram 1.133 enquanto a Madeira reportou 439.

No que se refere à situação dos hospitais, o boletim diário mostra que há agora 1.635 internados com a doença (mais 71 que no boletim de terça-feira), dos quais 167 estão em unidades de cuidados intensivos (mais 14).

A matriz de risco indica a nível de incidência há agora 3.615,9 casos de infecção SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes a nível nacional, quando na anterior actualização era de 3.204,4. Tendo em conta a penas o continente a taxa é de 3.615,3 casos de infecção, quando na segunda-feira era de 3.209,1.

O R(t) está agora nos 1,23 tanto no continente como a nível nacional (era de 1,24).

Há neste momento 276.894 casos activos, uma subida de 7.443, sendo que há 236.992 casos em vigilância.

Nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas da doença 33.482 pessoas.

Certificados com nove meses de validade

Informação actualizada da DGS indica que a dose de reforço da vacina contra a covid-19 já foi integrada nos certificados de vacinação, que passam a ter nove meses de validade.

– E depois dos nove meses, nasce a criança e quem a cria? Ou seja, que fazer com certificados fora de prazo? Deixa-se de ter acesso onde queremos?

De acordo com a autoridade nacional de saúde, a partir de 1 de Fevereiro, passará a haver, na União Europeia, um prazo de validade com indicação do esquema vacinal primário: 1/1 (para vacinas de dose única ou para quem recuperou da infecção) e 2/2 (para vacinas de duas doses).

A DGS acrescenta que é possível aceder ao certificado de vacinação com indicação da dose de reforço 14 dias após a data da administração e que durante este período pode ser usado o certificado de vacinação anterior.

O documento é obrigatório para entrar em restaurantes, estabelecimentos turísticos e alojamento local, espectáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.

“Em Portugal foram já emitidos cerca de 13.750.000 certificados, dos quais cerca de 450.000 são certificados de recuperação [da infecção], 1.200.000 são certificados de testagem com resultado negativo e aproximadamente 12.100.000 correspondem a certificados de vacinação”, avançaram esta quarta-feira à Lusa os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

– EU já levei a terceira dose este mês, já solicitei pelo portal do SNS24 o certificado dessa vacina e o que me aparece é o certificado da segunda dose, tomada em Julho do ano passado… Porra de “eficiência” esta, hein…???

Norma da DGS não prevê, por enquanto, doses de reforço para crianças

A DGS também actualizou a norma relativa à campanha de vacinação contra a covid-19, que integra as vacinas em idade pediátrica mas exclui, por enquanto, as crianças das doses de reforço.

Segundo a norma, está recomendada a dose de reforço, por prioridades, a profissionais, residentes e utentes em lares ou instituições do género, profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados e bombeiros envolvidos no transporte de doentes.

Depois destes grupos, são abrangidas pela dose de reforço as pessoas com 40 ou mais anos de idade, por faixas etárias decrescentes, as pessoas entre os 18 e os 39 anos de idade, com patologias prioritárias como as neoplasias, transplantação, imunossupressão, doenças neurológicas, perturbações do desenvolvimento, doenças mentais, doença hepática crónica, diabetes ou obesidade, doença cardiovascular ou doença renal ou pulmonar crónica.

Estão ainda abrangidas pelas doses de reforço as pessoas com idade igual ou superior a 18 anos com esquema vacinal primário com a vacina da Janssen e pessoas entre os 18 e os 39 anos de idade, por faixas etárias decrescentes.

A norma, que refere que o plano de vacinação contra a covid-19 é “dinâmico, evolutivo e adaptável à evolução do conhecimento científico, à situação epidemiológica e à calendarização da chegada das vacinas contra a covid-19 a Portugal”, integra a vacinação em idade pediátrica (dos 5 aos 11), dando prioridade às patologias com risco acrescido, mas não prevê, por enquanto, doses de reforço para as crianças.

Diário de Notícias
DN
12 Janeiro 2022 — 14:25

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1495: Ómicron responsável por 93,2% das infecções em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/OMICRON

Variante Ómicron tinha já atingido uma frequência de 89,6% dos casos de infecções registadas no país a 3 de Janeiro.

A variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2 é responsável por 93,2% das infecções em Portugal, em consequência de um “crescimento galopante” em Dezembro, que foi mais acelerado em Lisboa e Vale do Tejo, estimou esta terça-feira o INSA.

“Desde 6 de Dezembro, tem-se verificado um elevado crescimento na proporção de casos prováveis da variante Ómicron, tendo atingido uma proporção estimada de 93,2% no dia 10 de Janeiro”, refere o relatório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2.

Em 03 de Janeiro, a Ómicron tinha já atingido uma frequência de 89,6% dos casos de infecções registadas no país.

Segundo o instituto que monitoriza a evolução deste coronavírus em Portugal, o “aumento abrupto de circulação comunitária” da Ómicron tem paralelo com o cenário observado em países como o Reino Unido e a Dinamarca.

De acordo com o INSA, esta variante foi detectada pela primeira vez em Portugal na semana de 22 a 28 de Novembro, tendo registado um “crescimento galopante de circulação durante o mês de Dezembro”.

“Os dados de sequenciação mostram ainda uma considerável heterogeneidade em termos regionais”, indicando que o número e o momento das introduções, bem como o início da circulação comunitária mais abrangente, ocorreu deforma distinta nas várias regiões do país.

“De facto, a circulação comunitária da variante Ómicron ocorreu precocemente e de forma mais intensa na região de Lisboa e Vale do Tejo, tendo-se tornado dominante cerca de uma a duas semanas mais cedo do que nas restantes regiões”, adiantou o relatório.

Relativamente à Delta, variante que foi a predominante em Portugal durante vários meses, “tem vindo a diminuir a sua frequência relativa desde a semana de 22 a 28 de Novembro em resultado do aumento abrupto de circulação da variante Ómicron”.

“De entre as várias sub-linhagens da variante Delta ainda em circulação, destaca-se a linhagem AY.4.2, a qual, na semana de 27 de Dezembro de 2021 a 02 de Janeiro de 2022, mantinha ainda uma circulação considerável no Algarve”, avançou ainda o INSA.

No âmbito da monitorização contínua da diversidade genética do SARS-CoV-2, têm sido analisadas uma média de 527 sequências por semana desde o início de Junho de 2021.

Estas sequências foram obtidas de amostras colhidas aleatoriamente em laboratórios distribuídos pelos 18 distritos de Portugal continental e pelas regiões autónomas dos Açores e da Madeira, abrangendo uma média de 132 concelhos por semana.

A covid-19 provocou 5.494.101 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 19.161 pessoas e foram contabilizados 1.693.398 casos de infecção, segundo a última actualização da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em Novembro, foram notificadas infecções em pelo menos 110 países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Janeiro 2022 — 18:49

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1492: 28 mortes e 30.340 casos. Há 10 meses que não havia tantas mortes por covid

– Estatística até hoje, Terça-feira:

11.01.2022 – 30.340 infectados – 28 mortos
10.01.2022 – 20.212 infectados – 20 mortos

Total até hoje: 50.552 infectados – 48 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Desde 9 de Março de 2021, quando morreram 30 pessoas, que não existiam tantos óbitos por covid em Portugal. Há agora 1.564 pessoas internadas devido à covid-19, menos 24 que ontem, indica esta terça-feira o boletim diário da Direcção-Geral da Saúde.

Posto de testagem à covid-19 em Lisboa
© Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, 30.340 novos casos de covid-19, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta terça-feira (11 de Janeiro). Foram ainda registadas mais 28 mortes devido à infecção por SARS-CoV-2. Desde 9 de Março de 2021, quando morreram 30 pessoas, que não existiam tantos óbitos por covid em Portugal.

Já morreram 19.161 pessoas por covid em Portugal desde o início da pandemia

Há agora 1.564 internados (-24), dos quais 153 (-8) estão em unidades de cuidados intensivos. Os dados mostram, no entanto, que recuperaram da doença mais 43.513 pessoas, indica a DGS numa altura em que já está disponível o auto-agendamento da dose de reforço para quem tem 45 ou mais anos.

Existem agora menos 3.243 casos em vigilância e menos 10.201 casos activos

A marcação da vacina contra a covid-19 pode ser feita no portal de auto-agendamento da Direcção-Geral da Saúde. Está também disponível o agendamento para pessoas com 60 ou mais anos que pretendam tomar a dose de reforço contra a covid-19 e a vacina da gripe e para as pessoas que têm 30 anos e que receberam a vacina Janssen há mais de 90 dias.

Quase metade das crianças entre os cinco e os 11 anos ainda não tomaram primeira dose

De acordo com o último relatório diário da DGS sobre a vacinação em Portugal continental, 300.481 crianças entre os cinco e os 11 anos estavam vacinadas com uma dose até domingo, dia em que terminou o segundo período de vacinação para os menores destas faixas etárias e que decorreu durante quatro dias.

Segundo a contabilidade divulgada, 45.151 crianças dos cinco aos 11 anos iniciaram no domingo a vacinação contra a covid-19.

Perante os dados divulgados segunda-feira (10), e face ao número de crianças dos cinco aos 11 anos para as quais é recomendada a vacinação contra a covid-19, que a DGS quantifica em cerca de 626 mil, continuam por imunizar com uma primeira dose 48% dos menores desta faixa etária.

À data, segundo a DGS, cerca de 45 mil crianças deixaram de estar elegíveis para a vacinação, pois “contraíram a doença” nos últimos três meses.

A DGS esclarece, numa nota de imprensa, que as crianças que ainda não foram imunizadas “vão ter oportunidade de agendar a vacinação para os próximos períodos dedicados à vacinação pediátrica, a partir de 5 de Fevereiro”.

Mais de dois mil enfermeiros pediram para sair de Portugal desde o início da pandemia

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, mais de 2.000 enfermeiros pediram para sair de Portugal, segundo os dados divulgados esta terça-feira pela Ordem dos Enfermeiros (OE).

“Só no último ano [2021], o número total de enfermeiros que manifestaram intenção de emigrar corresponde a cerca de um terço dos novos enfermeiros formados anualmente pelas escolas portuguesas”, refere a OE em comunicado.

A Ordem dos Enfermeiros recebeu 2.413 pedidos de declarações para efeitos de emigração.

De acordo com os dados, 1.230 pedidos foram realizados em 2020 e 913 em 2021, especialmente no segundo semestre do último ano, “altura em que milhares de enfermeiros saem das escolas para o mercado”, refere a OE. “Assim, enquanto até Junho [de 2021] tinha havido 277 pedidos de emissão de declarações, entre Junho e Dezembro esse número ascendeu a 636”, precisa a OE.

“Os países europeus, que nos últimos dois anos realizaram campanhas de recrutamento muito agressivas, para as quais a OE alertou, continuam a ser os escolhidos pelos enfermeiros portugueses”, com a Suíça e os Emirados Árabes Unidos a receberem cada vez mais profissionais, de acordo a ordem.

Estes números demonstram a continuação da tendência da emigração de enfermeiros, apesar da carência crónica de enfermeiros em Portugal. Recorde-se que, nos últimos dois anos, chegámos ao ponto de querer contratar enfermeiros, nos momentos mais críticos da pandemia, e não haver enfermeiros no mercado, apesar de todos os anos saírem 3.000 novos enfermeiros das escolas”, explica.

Diário de Notícias
DN
11 Janeiro 2022 — 14:45

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