1066: DGS recomenda máscara na rua se não for possível distanciamento e para pessoas vulneráveis

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/DGS

© EPA/RICHARD WAINWRIGHT

O uso de máscara no exterior deixa hoje de ser obrigatório, mas a Direcção-Geral da Saúde (DGS) recomenda o seu uso em algumas situações, como aglomerações, quando não é possível manter a distância física e por pessoas vulneráveis.

Numa orientação divulgada hoje sobre a utilização da máscara, que passa a ser facultativa no exterior e recomendada em algumas situações, para prevenir a covid-19, a DGS aconselha o seu uso “quando é previsível a ocorrência de aglomerados populacionais ou sempre que não seja possível manter o distanciamento físico recomendado”.

A DGS recomenda ainda a sua utilização na rua por “pessoas mais vulneráveis”, nomeadamente “com doenças crónicas ou estados de imunossupressão com risco acrescido para covid-19 grave”, sempre que “circulem fora do local de residência ou permanência habitual”.

Na orientação, a DGS reitera que o uso de máscara “é uma medida eficaz na prevenção da transmissão de SARS-CoV-2”, frisando que, apesar do fim da obrigatoriedade da sua utilização no exterior, o porte desta “continua a ser uma importante medida de contenção da infecção, sobretudo em ambientes e populações com maior risco”.

O uso da máscara continuará a ser obrigatório “nos estabelecimentos de educação, ensino e creches”, em “espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços”, nos “edifícios públicos ou de uso público”, nas “salas de espectáculos, cinemas ou similares”, nos “transportes colectivos de passageiros” e “em locais de trabalho, sempre que não seja possível o distanciamento físico”.

O porte da máscara vai continuar a ser obrigatório também nos “estabelecimentos residenciais para pessoas idosas (ERPI), unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e outras estruturas e respostas residenciais para crianças, jovens e pessoas com deficiência, requerentes e beneficiários de protecção internacional e acolhimento de vítimas de violência doméstica e tráfico de seres humanos”.

É ainda obrigatório o uso de máscara por pessoas “com infecção por SARS-CoV-2 ou com sintomas sugestivos” da doença e por pessoas consideradas “contacto de um caso confirmado de covid-19”, excepto quando se encontrarem sozinhas “no seu local de isolamento”.

A obrigação do uso de máscara na rua, que hoje chega ao fim, durou, no total, 318 dias, desde a aprovação da lei, em 28 de Outubro de 2020, em plena pandemia de covid-19, tendo o diploma sido renovado três vezes pelo parlamento, o que não acontecerá agora.

Lusa

Diário de Notícias
13 Set 07:31
Por Nuno Fernandes

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“A máscara vai passar a ser um acessório, como o relógio”

– Uma afirmação lógica enquanto o bicho andar por cá: “A máscara vai passar a ser um acessório, como o relógio”

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/UTILIZAÇÃO

A obrigação de usar máscara na rua termina este domingo. Mas muitas pessoas vão continuar a usar nos mesmos moldes porque, dizem, não se sentem seguras face à covid-19.

A Margarida, a Susana, a Mafalda e o Baltazar são da margem sul e vieram passar a tarde a Belém. Concordam com o fim da obrigação e vão continuar a usar nos mesmos moldes
© Carlos Pimentel/Global Imagens

Os jardins de Belém enchem-se particularmente aos fins de semana. Aos turistas, juntam-se os residentes no país. A máscara está presente em muitos rostos, dependendo da vontade de quem a usa. Há quem a traga sempre, mesmo quando não há ninguém por perto. Há quem a tire logo que se afasta de ajuntamentos. E assim vai continuar a ser a partir desta segunda-feira, quando o seu uso deixar de ser obrigatório, segundo nos garantem.

Uma família joga Uno, a mãe, o pai e as duas filhas, vivem na margem sul. Sentados no chão, num pano que delimita o seu espaço, estão sem máscara. “Não estamos a usar porque não estamos próximos de ninguém. Há pouco estivemos na fila para os pastéis de nata e usámos. O objectivo é continuar a usar máscara, não é por deixar de ser obrigatória que vou ter um comportamento diferente”, explica a mãe, Susana Jordão, 36 anos, técnica de amostras. Mas faz questão de sublinhar que concorda com o facto de deixar de ser obrigatória.

O pai, Baltazar Silva, 42 anos, empregado na hotelaria, aprova. “Tão rápido não nos vamos livrar da máscara, vai fazer parte das nossas vidas”.

As filhas são a Mafalda, de 9 anos, e a Margarida, de 4, não estavam abrangidas pela obrigatoriedade do uso da máscara (só a partir dos 10 anos), mas os pais querem que a usem em algumas situações. Justifica a Susana. “É uma questão de segurança. A vacina não é 100 % eficaz, temos de continuar com os cuidados. A máscara vai passar a ser um acessório, como o relógio”.

Vigorava desde Outubro

A obrigação de usar máscara na rua vigora desde 26 de Outubro de 2020, através da lei nº 62-A, aprovada na Assembleia da República. “É obrigatório o uso de máscara por pessoas com idade a partir dos 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Maria Odete Coelho só não usa a máscara quando está na sua casa
© Carlos Pimentel/Global Imagens

E tem vindo a ser renovada pelos deputados, o que não aconteceu até este domingo, dia 12, em que caduca. Mas, com quem o DN falou, isso não é motivo para não a continuarem a usar.

Maria Odete Coelho passa apressada, mora no Cacém e já fez o passeio do dia para “aliviar um bocadinho a cabeça”. Tem o passe e, de vez em quando, dá “uma voltinha”. Não tem ninguém por perto, mas não tira a máscara. “Vai deixar de ser obrigatória mas vou continuar a usar se Deus quiser, tenho medo destas coisas”.

Tem 79 anos e não saiu de casa nos períodos de confinamento. “Não saia, punham-me as compras à porta e, felizmente, não apanhei covid, a minha filha e o meu neto apanharam. Vou continuar a respeitar as medidas”.

Os casais Manuel e Helena Marcelino (esquerda) e Ivone e Manuel Felício resignaram-se ao facto da máscara fazer parte do dia-a-dia, mas só quando é necessário
© Carlos Pimentel/Global Imagens

Dois casais, amigos de longa data e dos passeios, conversam sentados num banco. Ninguém está com máscara. “Em sítios com muita gente, usamos, aqui não se justifica”, diz Ivone Felício, 68 anos. Assegura: “O ano passado não me constipei e este ano também não quero constipar. E a partir desta pandemia, vão surgir outras, temos que nos mentalizar. Desde os 65 anos que tomo a vacina da gripe, vai ser mais uma”.

Brinca o marido, Manuel Felício, 73 anos, marceneiro: “Eu sempre usei máscara, mas no trabalho, agora, tem que ser. O mundo está complicado“. O casal vive na Buraca.

No lado oposto, está o Manuel Marcelino, 72 anos, motorista, pouco falador. Mas a mulher, Helena Marcelino, 66 anos, que trabalhou num laboratório de fotografia, e os amigos espicaçam-no a contar a sua história. “Andava sempre cheio de dores na garganta, chegava a Outubro e era certo, lá vinha a gripe. Deixei de beber bebidas geladas por causa disso, bebo cerveja natural, imagine. Veio a covid, todas estas medidas, e nunca mais tive nada, foi-se a gripe e as dores de garganta”.

Em resumo, sintetiza a Helena, “Não é pelo facto de deixar de ser obrigatório que vamos deixar de usar máscara. Isto ainda não está a 100%”

Junto à fonte da Praça do Império, vários imigrantes do Bangladesh gozam o dia de folga. Moram na zona do Martim Moniz, aproveitam para apreciar outra zona de Lisboa. Desconheciam que a máscara ia deixar de ser obrigatória, recebem a notícia com alegria, mas também eles dizem que a vão continuar a usar em determinadas situações.

Rakeb e Sarker recebem a noticia do fim da obrigação com agrado, mas vão manter as cautelas nos espaços fechados
© Carlos Pimentel/Global Imagens

Sarker Aftiruddin, 32 anos, é quem vive em Portugal há mais tempo, chegou em 2016. Tem uma loja no Centro Comercial do Martim Moniz, o próximo passo é adquirir a nacionalidade portuguesa, o que pode fazer após cinco anos de possuir o título de residência. “Na rua, vou andar sem máscara, agora, nas lojas, nos transportes, no shopping, vou continuar a usar“.

Rakeb Hossain, 29 anos, motorista da Uber Eats, queixa-se de muita desinformação sobre o tema, de nem sempre terem a noção do que se está a passar no país. O grande problema é que não fala português — chegou a Portugal em finais de 2019. Vê com agrado o fim da obrigação. “Estamos todos vacinados, a vacina tem que nos proteger, não podemos usar máscara para toda a vida, muito menos ao ar livre. Agora, no interior dos edifícios e em ajuntamentos, concordo que devemos usar. Mas ainda bem que deixa de ser obrigatória, é muito incómoda”.

Petição contra uso no recreio

Uns metros à frente já é zona residencial. Rosário Leal, 69 anos, psiquiatra reformada, é peremptória: “Vou continuar a usar a máscara, não me interessa que deixe de ser obrigatória. Confio nos cientistas, não nos políticos. Vou usar quando entender necessário, neste momento não a uso porque estou com a família e não há ninguém por perto”.

José concorda com a mãe, Maria, quando este luta pelo fim das máscaras no recreio
© Carlos Pimentel/Global Imagens

A família que a acompanha é a filha e os netos. Maria Vasconcelos, 44 anos, técnica, é da mesma opinião. “Vou continuar a usar a máscara quando estiver em ajuntamentos”. Outra coisa é a obrigação das crianças usarem a máscara nos recreios. “Não me choca que a usem na sala de aula, choca-me que a usem ao ar livre. Se há determinados eventos, espectáculo, onde não é necessário usar a máscara, porque é que as crianças são obrigadas a usar no recreio ?” O filho, José Rosa, de 11 anos, concorda.

Maria é uma das 2020 pessoas que subscreveu a petição “Contra o uso da máscara no recreio”, considerando os proponentes que “protege apenas os adultos”. Fundamentam: ” É incongruente com a liberdade dos adultos para circular na rua sem máscara nesta fase da pandemia, sendo que as crianças passam já – obrigatoriamente – grande parte do seu dia de máscara na sala de aula”.

Sublinham que “prejudica não só a saúde física como a capacidade de integração, de interacção e de socialização, com todas as consequências psicológicas que daí advêm.”

Diário de Notícias
Céu Neves
12 Setembro 2021 — 20:44

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1064: Máscara deixa de ser obrigatória na rua. Uso recomendado em aglomerados

– Quer dizer… fora dos “aglomerados”… não existe o bicho… apenas e só nos “aglomerados” é que ele mora…!!! ‘Tá bem! O uso de máscara é uma protecção individual e, concomitantemente, de terceiros com quem nos cruzamos. E numa PANDEMIA MORTAL como a que (ainda) estamos a viver, o uso ou não da máscara de protecção não pode, não deve ser arbitrária e ao gosto de cada um a não ser dos acéfalos indigentes intelectuais que sempre cagaram nas regras sanitárias do uso de máscaras e no distanciamento físico em grupos pequenos ou numerosos. Ainda estamos nesta “onda” pandémica:

– 0.911 – 12.09.2021 – 8 mortes
– 1.223 – 11.09.2021 – 10 mortes
– 1.323 – 10.09.2021 – 7 mortes
– 1.408 – 09.09.2021 – 10 mortes
– 1.778 – 08.09.2021 – 10 mortes
– 1.251 – 07.09.2021 – 6 mortes
– 0.663 – 06.09.2021 – 12 mortes

Total da semana – 8.557 infectados e 63 mortes

Quem quiser que se MATE… mas não CONTAGIE quem quer VIVER…!!!

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/”LIBERTAÇÃO”

Uso obrigatório de máscara durou 318 dias e chega ao fim esta segunda-feira, dia em que caduca o último diploma aprovado pelo parlamento e promulgado pelo Presidente da República.

© Artur Machado / Global Imagens

O uso de máscara no exterior deixa de ser obrigatório a partir desta segunda-feira, passando a ser facultativo e recomendado em algumas situações, como os aglomerados de pessoas.

Esta obrigação durou no total 318 dias, desde a aprovação da lei, a 28 de Outubro de 2020, em plena pandemia de covid-19, e foi sendo sucessivamente renovada pelo parlamento, o que não acontecerá agora.

Assim, o fim do uso obrigatório de máscaras em espaços públicos exteriores acontece no dia em que caduca o último diploma aprovado pelo parlamento e promulgado pelo Presidente da República, a 11 de Junho, por um período de 90 dias, não tendo a Assembleia da República proposto a sua renovação.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) avançou à Lusa que está a rever a orientação relativa à utilização de máscaras, que passam a ser facultativas no exterior e recomendadas em algumas situações, que reúnam aglomerados de pessoas.

“A orientação relativa à utilização de máscaras, que está a ser revista, irá no sentido de deixar de recomendar a utilização universal de máscaras no exterior, que poderá ser utilizada de forma facultativa”, segundo a DGS.

No entanto, salienta que, em “situações especiais, nomeadamente aglomerados previsíveis ou potenciais de pessoas, contextos específicos e situações clínicas particulares”, a máscara irá ser recomendada.

Numa audição na quarta-feira, no parlamento, a pedido do PSD, sobre a obrigatoriedade das máscaras, a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, apontou como excepções para a continuação do uso de máscara o recreio nas escolas, assim como em aglomerados populacionais e em eventos em espaços exteriores.

“A transmissão indirecta do vírus é por acumulação de aerossóis e obviamente essa via é muito menos eficaz no exterior do que no interior. De qualquer maneira, a recomendação vai no sentido de que, em aglomerados e em contextos especiais”, a máscara deve ser utilizada, avançou Graça Freitas na audição na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19.

A Direcção-Geral da Saúde faz recomendações sobre o uso de máscara e cabe à Assembleia da República determinar o seu uso obrigatório.

O diploma sobre a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos exteriores foi renovado três vezes pelo parlamento.

Por sua vez, a Associação de Médicos de Saúde Pública defende a continuidade do uso de máscara para prevenir a covid-19 e a gripe, e haver um inverno “mais controlado”, permitindo ao SNS retomar o atraso na actividade assistencial.

Em declarações à agência Lusa, o presidente em exercício da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Gustavo Tato Borges, afirmou que não existe uma data certa para deixar de se usar a máscara.

“A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública continua a sugerir que, especialmente nesta fase de inverno em que vamos entrar, a máscara continue a ser um equipamento de protecção individual utilizado por todos ou quase todos de maneira a que nos possamos proteger, não só da covid-19, mas também da gripe”, defendeu Gustavo Tato Jorge.

Diário de Notícias
Lusa
12 Setembro 2021 — 15:11

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1058: DGS vai deixar de recomendar utilização universal de máscaras no exterior

– Não preciso que a governança ou a DGS me digam se devo ou não de usar máscara onde e quando. Já aqui escrevi que enquanto os números de infectados forem os mesmos, parecidos ou superiores aos das últimas semana, este jovem não vai, certamente, deixar de usar SEMPRE a máscara no exterior, seja recomendada ou não a sua utilização. A pandemia ainda não acabou, o bicho continua por cá a expandir as suas variantes.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/MÁSCARAS

José Sena Goulão / Lusa

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) esclareceu, esta quinta-feira, que o uso de máscaras no exterior passa a ser facultativo, com excepções de situações que reúnam aglomerados de pessoas em que passa a ser recomendada.

“A Orientação relativa à utilização de máscaras, que está a ser revista, irá no sentido de deixar de recomendar a utilização universal de máscaras no exterior, que poderá ser utilizada de forma facultativa”, refere a DGS numa resposta enviada à agência Lusa.

No entanto, salienta, “serão consideradas situações especiais, nomeadamente aglomerados previsíveis ou potenciais de pessoas, contextos específicos e situações clínicas particulares. Nestes casos, a máscara irá ser recomendada“.

Esta quinta-feira, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, salientou que as recomendações da DGS vão influenciar decisões sobre o uso de máscara, cuja obrigatoriedade de utilização nos espaços públicos cessa formalmente no domingo.

Sobre a aparente indefinição em torno da utilização da máscara de protecção contra a propagação da covid-19 no recreio das escolas, a ministra remeteu o esclarecimento das dúvidas para o Ministério da Educação e para a DGS, ao notar que existe “uma estrutura de acompanhamento” que reúne as duas esferas, tal como em 2020.

“O referencial é conhecido e cabe agora à DGS e ao Ministério da Educação dar resposta às dúvidas”, notou.

O referencial remete para a orientação 005/2021 sobre o uso de máscara, que a DGS está a rever, e que recomenda que “qualquer pessoa com 10 ou mais anos de idade, em espaços interiores (como supermercado, farmácia, lojas ou estabelecimentos comerciais, transportes públicos) ou exteriores (como parques, jardins, ruas), deve utilizar máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica”.

Nos estabelecimentos de ensino, esta medida aplica-se apenas a partir do 2.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade dos alunos, refere a DGS.

“Nas crianças com idade entre seis e nove anos, e para todas as que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico independentemente da idade, a utilização de máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica é fortemente recomendada, como medida adicional de protecção, em espaços interiores ou exteriores elencados”, lê-se na orientação, que não recomenda o uso de máscara nos menores de cinco anos.

Numa audição na quarta-feira no Parlamento, a pedido do PSD, a directora-geral da Saúde, apontou como excepções para a continuação do uso de máscara o recreio nas escolas e eventos em espaços exteriores.

Recomendação de uso de máscara nos recreios cria dúvidas na comunidade escolar

Depois da Directora-Geral de Saúde ter referido a recomendação do uso de máscara nos recreios das escolas, a comunidade escolar…

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ZAP // Lusa

Por Lusa
9 Setembro, 2021

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1049: DGS recomenda uso de máscara no recreio das escolas, eventos e em ajuntamentos

– Uma informação que devia ser encaixada por todos os negacionistas, pelos Walking Deads, pelos acéfalos intelectuais e morais, pelos labregos que assumem esta PANDEMIA MUNDIAL como uma “gripezinha” sem importância. O número de INFECTADOS e de MORTOS representam bem a triste realidade no pós-Março de 2020. E disse um epidemiologista: “… as vacinas reduzem as infecções, mas, alerta: “não significa que não possam existir casos”, nem que quando uma pessoa vacinada tem uma infecção, das poucas vezes que isso acontece, possa transmiti-la”. Dias consecutivos com mais de MIL INFECTADOS não diz nada a esta gente?

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/VACINAÇÃO/INFECÇÕES

© JOÃO RELVAS/LUSA

Especialista da DGS defende “flexibilização das medidas”, como o uso de máscara

Após a intervenção de Graça Freitas, falou Pedro Pinto Leite, chefe de divisão de Epidemiologia e Estatística da DGS. O especialista referiu a redução dos casos de infecção por 100 mil habitantes a cada 100 dias.

Seguiu-se Valter Fonseca, coordenador da Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19. O especialista indica que “Portugal tem uma posição cimeira em matéria de vacinação”.

Este especialista refere que as vacinas reduzem as infecções, mas, alerta: “não significa que não possam existir casos”, nem que quando uma pessoa vacinada tem uma infecção, das poucas vezes que isso acontece, possa transmiti-la”.

“Tudo isto permite-nos hoje ter a sustentação na evolução para uma flexibilização das medidas como utilização de máscara“, disse Valter Fonseca.

Diário de Notícias
08 Set 10:18
Por Susete Henriques

“Cada um de nós deve ser portador de uma máscara” e em caso de necessidade deve usá-la, diz Graça Freitas

A directora-geral da Saúde disse que em relação à utilização das máscaras em espaço exterior há que ter em conta “o racional da transmissão do vírus”. Graça Freitas disse que a recomendação vai no sentido de que em aglomerados e em situações especificas, como recreios na escola, eventos, a mobilidade em determinados sítios nas cidades que origina ajuntamentos, isso poderá constituir uma excepção, “uma recomendação diferente porque permite o contacto directo entre as pessoas e portanto permite transmissão”

“Cada um de nós deve ser portador de uma máscara e em caso de necessidade essa máscara deve ser colocada”.

“Vamos adaptar a orientação da DGS e vamos fazer campanhas dos motivos, dos objectivos e das excepções”, acrescentou.

Diário de Notícias
08 Set 09:55
Por Susete Henriques

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1048: Peritos da DGS vão ser ouvidos na quarta-feira no parlamento sobre uso de máscaras

– Uma das muito poucas coisas ou quase nenhumas que alinho com o PPD/PSD: “… a manutenção ou fim do uso de máscara “não é exclusivamente do foro político, uma vez que pode ter consequências para a saúde pública, pelo que deve ser tomada com sustentação científica”“. Nem mais! Deixem essa decisão para quem tem conhecimentos na área da saúde pública!

SAÚDE PÚBLICA/MÁSCARAS/PERITOS DE SAÚDE

Grupo de Epidemiologia da Direcção-Geral da Saúde vai ser ouvido a sequência de um requerimento do PSD aprovado esta terça-feira

O Grupo de Epidemiologia da Direcção-Geral da Saúde (DGS) vai ser ouvido na quarta-feira no parlamento sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras, na sequência de um requerimento do PSD aprovado esta terça-feira, disse à Lusa uma fonte parlamentar.

Segundo a informação que consta no site da Assembleia da República, a audição dos peritos da DGS está prevista para 09:00 de quarta-feira.

O requerimento do grupo parlamentar do PSD para uma audição urgente dos especialistas da DGS, apresentado em 21 de Agosto, foi aprovado esta terça-feira na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença COVID-19 e do processo de recuperação económica e social.

No requerimento, o grupo parlamentar do PSD sustenta que a decisão sobre a manutenção ou fim do uso de máscara “não é exclusivamente do foro político, uma vez que pode ter consequências para a saúde pública, pelo que deve ser tomada com sustentação científica”.

Nesse sentido, pediu a audição dos peritos da DGS que têm participado nas reuniões do Infarmed, “que têm contribuído para sustentar cientificamente a tomada de decisão política do Governo”.

O pedido do PSD surgiu um dia depois de a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, ter afirmado que o fim do uso obrigatório de máscara nos espaços públicos será decidido na Assembleia da República.

Na conferência de imprensa após um Conselho de Ministros extraordinário, Mariana Vieira da Silva lembrou que o fim da obrigatoriedade do uso de máscara na segunda fase de desconfinamento não depende dos técnicos.

Para o PSD, “é de extrema importância que esta audição ocorra antes de dia 12 de Setembro, data em que deixa de estar em vigor a lei que obriga ao uso de máscaras”.

Na segunda-feira, fonte da bancada parlamentar do PS disse à Lusa que o partido não vai propor no parlamento a renovação da obrigatoriedade do uso de máscara nos espaços públicos exteriores, diploma cuja vigência cessa no próximo dia 12, uma posição que disse ser coincidente com a da Direcção-Geral da Saúde.

Também, em declarações à TSF, o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Adão Silva, afirmou que só um agravamento súbito da pandemia de covid-19 nos próximos dias impediria os sociais-democratas de defender o fim das máscaras na rua.

Esta terça-feira, o presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, disse concordar “integralmente” com o fim da obrigatoriedade do uso da máscara na rua, considerando “elementar” que, depois de sucessivos adiamentos, a circulação possa fazer-se “livremente”.

O diploma que se encontra em vigor sobre obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos foi promulgado pelo Presidente da República em 11 de Junho, por um período de 90 dias.

A covid-19 já matou em Portugal, desde Março de 2020, 17.816 pessoas e foram contabilizados 1.048.941 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
07 Setembro 2021 — 19:44

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