884: Portugal é quarto país da União Europeia com mais novos casos diários de infecção

SAÚDE/COVID-19/PORTUGAL/INFECÇÕES

Portugal tem uma média de 268 novos casos diários por milhão de habitantes.

© PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

Portugal passou na última semana de segundo para quarto país da União Europeia (UE) com mais novos casos diários de infecção por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes, apesar de ter subido neste indicador.

Nos dados do ‘site’ estatístico Our World in Data, Portugal tem uma média de 268 novos casos diários por milhão de habitantes, enquanto Chipre apresenta uma média de 1.012, Países Baixos de 386 e Espanha de 319.

Os países da UE com menos novos casos continuam mais a leste: Polónia com 2,1, Roménia com 2,2, Hungria (4,1) e Eslováquia (5,6).

Embora não esteja na União Europeia, o Reino Unido surge entre os países do continente europeu com os números mais elevados e uma média de novos casos a sete dias de 477 por milhão de habitantes.

Entre os países do resto do mundo com mais de um milhão de habitantes, Portugal subiu do 20.º para o 15.º lugar numa lista encabeçada por Chipre, Tunísia (661 novos casos), Mongólia (597,83), Namíbia (550,53), Reino Unido (477) e Cuba (474).

A média de novos casos nos últimos sete dias na União Europeia situa-se em 83, mais do dobro da média de 39 da semana passada e no mundo em 56,45, quando na semana passada era 49.

Quanto a média diária de mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, Portugal é o terceiro país da lista de países da União Europeia, com uma média de 0,66, superior às 0,39 registadas no início da semana passada.

Acima de Portugal estão Roménia, com uma média diária de novas mortes de 1,83, e Grécia, com uma média de 0,77.

No resto do mundo, Namíbia (20), Tunísia (12,23), Colômbia (10,86) e Paraguai (10,36) são os países com mais de um milhão de habitantes em pior situação.

Em termos de vacinação, em números actualizados no domingo no Our World in Data, Portugal tem 42 por cento da população completamente vacinada, um pouco acima da média de 39,6% da União Europeia.

A covid-19 é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

Diário de Notícias
Lusa
13 Julho 2021 — 13:55

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846: Variante Delta tem uma prevalência de 92,3% no Algarve

SAÚDE/COVID-19/VARIANTE DELTA/ALGARVE

O relatório de monitorização das “linhas vermelhas” para a covid-19 mostra o agravamento da pandemia em Portugal, com Lisboa e Vale do Tejo a ter 62% do total de internamentos em unidades de cuidados intensivos.

© PAULO SPRANGER/Global Imagens)

A variante Delta, associada à Índia, representa uma frequência relativa de 69,5% dos casos em Portugal, tendo em conta a sequenciação genética para a semana de 14 a 20 de Junho. É a variante dominante no nosso país, sendo que o Algarve é a região onde se regista a maior prevalência, 92,3%, para o mesmo período, indica relatório de monitorização das linhas vermelhas para a covid-19.

Já na região Centro, a prevalência desta variante é de 85,7%, em Lisboa e Vale do Tejo, o valor situa-se nos 84,7%, no Alentejo chega aos 70,8% e no Norte é de 49%. Nos Açores é de 4,4% e na Madeira de 22,7%, sendo que nas regiões autónomas os dados são referentes a duas semanas, a de 14 a 20 de Junho e a anterior.

“A frequência estimada para a semana 25 (21 a 27 de Junho), baseada na detecção do gene “S” por análise PCR, foi de 85% em Portugal continental. Apesar de menos exacto do que o valor obtido por sequenciação genética, este último valor indica também a manutenção da tendência crescente da frequência da variante Delta nos casos em Portugal.

Na análise por regiões da variante Delta (B.1.617.2), o relatório da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), refere, no entanto, que “é de esperar a existência de algumas flutuações nas frequências apresentadas na medida em que ainda estão a ser apurados dados relativos a este período”.

Portugal pode atingir 240 casos por 100 mil habitantes dentro de seis dias

O relatório mostra o agravamento da pandemia, com uma incidência cumulativa a 14 dias a subir, situando-se nos 200 casos por 100.000 habitantes, à data de 30 de Junho. Um valor que deve atingir, a nível nacional, 240 casos nos próximos seis dias, caso a tendência crescente se mantenha.

“Este limiar já foi ultrapassado em Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve”, ou seja, o dobro da linha vermelha que foi definida em 120 casos.

© DGS e INSA

O grupo etário com incidência cumulativa de infecções a 14 dias mais elevada correspondeu às pessoas entre 20 aos 29 anos, com 427 casos por 100 mil habitantes.

© DGS e INSA

Em relação ao índice de transmissibilidade, R(t), na semana de 23 a 27 de junho foi de 1,16 a nível nacional e de 1,17 no continente. “Observou-se um valor de R(t) superior a 1 em todas as regiões do continente, indicando uma tendência crescente da incidência de infecção por SARS-CoV-2 / COVID -19”, lê-se no documento.

Estes valores agravam-se no Algarve, que apresenta um R(t) de 1,28, e no Centro, com este indicador a situar-se em 1,24.

© DGS e INSA

Os dados do DGS e o INSA indicam que o “número diário de internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência crescente, correspondendo a 47 %” do limite definido como crítico de 245 camas ocupadas. Uma situação que tem vindo a registar uma tendência crescente no último mês.

A 30 de Junho, estavam nos cuidados intensivos 113 doentes, a maioria na faixa etária entre os 40 e os 59 anos, adianta ainda o relatório, que considera que, no último mês, o aumento da actividade epidémica tem “condicionado um aumento gradual na pressão dos cuidados de saúde, em especial na ocupação dos cuidados intensivos”.

Lisboa e Vale do Tejo, “com 71 doentes internados” em situação grave, “representa 62% do total de casos em UCI, e corresponde a 86% do limite regional de 83 camas em UCI definido no relatório ‘Linhas vermelhas'”, refere a DGS e o INSA.

© DGS e INSA

Ao nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 3,2%, quando na semana anterior tinha sido de 2,3%, valor que se mantém abaixo, mas agora mais próximo, do limiar definido de 4%.

O relatório refere também que se verificou um aumento do número de testes para detecção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias, somando um total de 390 241 despistes do vírus.

Com Lusa

Diário de Notícias
DN
02 Julho 2021 — 22:34

 

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843: 2.436 casos, sete mortes e mais 23 internados em Portugal

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES/INTERNADOS

De acordo com o boletim da Direcção-Geral da Saúde, há um total de 532 pessoas internadas, dos quais 118 em UCI. Incidência volta a subir para os 194,2 casos por 100 mil habitantes no continente.

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 2.436 novos casos e mais sete mortes por covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta sexta-feira (2 de Julho).

Refira-se que desde 14 de Abril que não se registavam tantos mortos por covid-19 em Portugal. Nesse dia, foram declarados oito óbitos.

A maioria dos casos foi registada na região de Lisboa e Vale do Tejo, num total de 1.371 novas infecções, sendo que foram ainda declarados cinco óbitos. A região Norte voltou a superar os 500 casos diários, totalizando 553, além de um morto.

O Algarve contabilizou 213 novas infecções, no Centro houve 178 casos e o Alentejo contabilizou 92 e um morto. Nas regiões autónomas, foram contabilizadas 16 novos casos nos Açores e 13 na Madeira.

H​​​​​á agora 532 pessoas hospitalizadas (mais 23 do que no dia anterior) em Portugal. Deste total, 118 doentes estão internados em unidades de cuidados intensivos (mais cinco que na quinta-feira).

A matriz de risco volta a mostrar um aumento significativo na incidência, que é agora de 194,2 casos por 100 mil habitantes no continente, quando na anterior actualização era de 176,9. Em todo nacional é agora de 189,4 casos por 100 mil habitantes (era de 172,8).

No que diz respeito ao R(t) é agora de 1,17 no continente (era de 1,15 na anterior actualização), e de 1,16 em todo o território português (era de 1,14).

Lacerda Sales aponta a 80% de primeiras doses e 60% de vacinação completa em Setembro

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde justificou esta sexta-feira o isolamento de António Costa, que esteve em contacto com o primeiro-ministro do Luxemburgo, que entretanto testou positivo, apesar de estar já com a vacinação completa há mais de quinze dias.”Independentemente da vacinação e da testagem, há sempre uma avaliação do risco de contacto próximo. Primeiro-ministro é um cidadão exemplar e seguiu indicações das autoridades de saúde”, afirmou.

Sobre a possibilidade dos profissionais de saúde ficarem novamente impossibilitados de gozar férias no verão, o governante remeteu essa análise para os directores, mas elogiou a “grande consciência profissional” dos profissionais de saúde.

Acerca da vacinação, António Lacerda Sales disse que “temos condições para termos 70% de primeiras inoculações e 50% do esquema vacinal completo em Agosto e 80% de primeiras inoculações e 60% de vacinação completa um mês depois”.

O Secretário de Estado não quis ainda fazer um balanço da pandemia. “É precipitado fazer um balanço da pandemia. Os balanços fazem-se no final. Relatório diz que 62% dos portugueses acreditam que foi feita uma boa gestão da pandemia”, argumentou.

ECDC sugere duas doses da vacina para pessoas de risco mesmo previamente infectadas

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) recomenda a administração de duas doses de vacina contra a covid-19 a pessoas de risco, mesmo que tenham estado anteriormente infectadas com o coronavírus SARS-CoV-2.

“Na ausência de provas sobre a eficácia de uma dose de vacina em indivíduos previamente infectados contra o previsto domínio da variante de preocupação Delta, […] o ECDC aconselha a administração de um curso completo de vacinação a todos os indivíduos com risco acrescido de covid-19 grave, independentemente da infecção anterior”, indica o organismo em resposta escrita esta sexta-feira enviada à agência Lusa.

A posição surge numa altura em que países como Portugal, Áustria, Croácia, Estónia, França, Alemanha, Irlanda, Holanda, Eslovénia e Espanha administram apenas uma dose de vacina a pessoas anteriormente infectadas, e em que a variante Delta do SARS-CoV-2, inicialmente detectada na Índia e mais transmissível que qualquer outra, se propaga rapidamente na União Europeia (UE).

Diário de Notícias
DN
02 Julho 2021 — 14:0

 

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835: Limitação à circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de alto risco

SAÚDE/COVID-19/LIMITAÇÃO À CIRCULAÇÃO

O Conselho de Ministros anuncia que não há excepções nos limites à circulação aplicados nos concelhos de risco alto e muito alto.

01 jul17:11

Limitações à circulação já amanhã

A ministra diz ainda que a restrição de circulação para concelhos de risco elevado e muito elevado deverão entrar em vigor amanhã. A limitação será entre as 23:00 e as 05:00 horas. (Mesmo quem tem já o certificado digital (através de vacinação ou teste negativo) não poderá circular na rua depois deste horário.)

Para tanto é necessário que o decreto seja publicado em Diário da República.

01 jul 17:00

Ministra reforça apelo ao cumprimentos das regras

Mariana Vieira da Silva volta a apelar à contenção dos portugueses nos meses de verão. “Temos de ter consciência de como cumprirmos a regras para reduzir a incidência”, disse. É preciso, disse, evitar ajuntamentos e festas.

01 jul 16:54

Limitação de circulação não tem excepções

Mariana Vieira da Silva esclarece que a medida de limitação de circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de risco elevado e muito elevado não tem excepções. Mesmo para os apresentem testes à covid-19 negativos ou para os vacinados.

“Esta é uma medida de redução de ajuntamentos”, argumentou a ministra da Presidência, justificando com o aumento de casos de infecção nas camadas mais jovens da população.

01 jul 16:44

26 concelhos em risco elevado

São agora 26 concelhos que atingiram o risco elevado de infecção, ou seja que ultrapassaram duas vezes os 120 casos por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade). São eles Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Em estado de alerta, os que ultrapassaram os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade) estão Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja Cartaxo, Bombarral, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

01 jul 16:44

19 concelhos na zona vermelha

Há neste momento 19 concelhos, a maioria na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se encontra em risco muito elevado de infecção, ou seja que já atingiram por duas vezes os 240 casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes (ou 480 nos territórios de baixa densidade). Da AML, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Montagraço. Há ainda nesta situação Albufeira, Constância, Loulé, Mira e Olhão.

Na semana passada apenas estava na zona vermelha, Lisboa, Albufeira e Sesimbra.

01 jul 16:43

Limitação à circulação pelas 23:00 horas nos concelhos de alto risco e de muito alto risco

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anuncia, após a reunião do Conselho de Ministros, que nos concelhos de risco elevado e muito elevado passará a existir limitação de circulação na via pública nestes concelhos a partir das 23:00 horas.

Mariana Vieira da Silva fez um apelo à população para que continue a cumprir as regras de etiqueta. “Ainda não estamos em condição de controlar a pandemia”, disse.

01 jul 10:55

Casos aumentam na Europa após 10 semanas de declínio

Os casos da covid-19 começaram novamente a aumentar na Europa após 10 semanas consecutivas de queda, anunciou esta quinta-feira a filial europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando para o risco de uma nova vaga.

“Haverá uma nova onda na região europeia, a menos que permaneçamos disciplinados”, disse o director da OMS para a Europa, Hans Kluge, durante uma conferência de imprensa online.

Lusa

Diário de Notícias
01 Julho 2021 — 13:23

(Nota do webmaster): Quando as criancinhas fazem birra ou desobedecem, há que colocá-las de castigo, para aprenderem a não serem desobedientes!

 

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835: Limitação à circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de alto risco

SAÚDE/COVID-19/LIMITAÇÃO À CIRCULAÇÃO

O Conselho de Ministros anuncia que não há excepções nos limites à circulação aplicados nos concelhos de risco alto e muito alto.

01 jul17:11

Limitações à circulação já amanhã

A ministra diz ainda que a restrição de circulação para concelhos de risco elevado e muito elevado deverão entrar em vigor amanhã. A limitação será entre as 23:00 e as 05:00 horas. (Mesmo quem tem já o certificado digital (através de vacinação ou teste negativo) não poderá circular na rua depois deste horário.)

Para tanto é necessário que o decreto seja publicado em Diário da República.

01 jul 17:00

Ministra reforça apelo ao cumprimentos das regras

Mariana Vieira da Silva volta a apelar à contenção dos portugueses nos meses de verão. “Temos de ter consciência de como cumprirmos a regras para reduzir a incidência”, disse. É preciso, disse, evitar ajuntamentos e festas.

01 jul 16:54

Limitação de circulação não tem excepções

Mariana Vieira da Silva esclarece que a medida de limitação de circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de risco elevado e muito elevado não tem excepções. Mesmo para os apresentem testes à covid-19 negativos ou para os vacinados.

“Esta é uma medida de redução de ajuntamentos”, argumentou a ministra da Presidência, justificando com o aumento de casos de infecção nas camadas mais jovens da população.

01 jul 16:44

26 concelhos em risco elevado

São agora 26 concelhos que atingiram o risco elevado de infecção, ou seja que ultrapassaram duas vezes os 120 casos por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade). São eles Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Em estado de alerta, os que ultrapassaram os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade) estão Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja Cartaxo, Bombarral, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

01 jul 16:44

19 concelhos na zona vermelha

Há neste momento 19 concelhos, a maioria na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se encontra em risco muito elevado de infecção, ou seja que já atingiram por duas vezes os 240 casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes (ou 480 nos territórios de baixa densidade). Da AML, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Montagraço. Há ainda nesta situação Albufeira, Constância, Loulé, Mira e Olhão.

Na semana passada apenas estava na zona vermelha, Lisboa, Albufeira e Sesimbra.

01 jul 16:43

Limitação à circulação pelas 23:00 horas nos concelhos de alto risco e de muito alto risco

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anuncia, após a reunião do Conselho de Ministros, que nos concelhos de risco elevado e muito elevado passará a existir limitação de circulação na via pública nestes concelhos a partir das 23:00 horas.

Mariana Vieira da Silva fez um apelo à população para que continue a cumprir as regras de etiqueta. “Ainda não estamos em condição de controlar a pandemia”, disse.

01 jul 10:55

Casos aumentam na Europa após 10 semanas de declínio

Os casos da covid-19 começaram novamente a aumentar na Europa após 10 semanas consecutivas de queda, anunciou esta quinta-feira a filial europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando para o risco de uma nova vaga.

“Haverá uma nova onda na região europeia, a menos que permaneçamos disciplinados”, disse o director da OMS para a Europa, Hans Kluge, durante uma conferência de imprensa online.

Lusa

Diário de Notícias
01 Julho 2021 — 13:23

(Nota do webmaster): Quando as criancinhas fazem birra ou desobedecem, há que colocá-las de castigo, para aprenderem a não serem desobedientes!

 

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816: Lisboa e Vale do Tejo com 86% das camas de cuidados intensivos ocupadas

SAÚDE/COVID-19/CUIDADOS INTENSIVOS

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Os hospitais de Lisboa e Vale do Tejo têm 71 doentes em cuidados intensivos por covid-19, o que representa já 86% do limite de 83 camas definidos para esta região, adianta o relatório das “linhas vermelhas” divulgado esta sexta-feira.

“A região de Lisboa e Vale do Tejo com 71 doentes internados em unidades de cuidados intensivos (UCI) representa 67% do total de casos em UCI [do país] e corresponde a 86% do limite regional de 83 camas em UCI definido no relatório “linhas vermelhas””, refere o documento da Direcção-Geral da Saúde e do Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Para analisar o risco da pandemia, as “linhas vermelhas” elaboradas por um grupo de especialista prevê que, com uma taxa de ocupação de 85% das camas de cuidados intensivos, o número total de doentes covid-19 críticos deve permanecer abaixo de 245 em Portugal continental.

O documento, que realça que em medicina intensiva as necessidades de uma região podem ser suprimidas por outras regiões, avança a distribuição regional de ocupação máxima em unidades de cuidados intensivos: Norte 85 camas, Centro 56, Lisboa e Vale do Tejo 83, Alentejo 10 e Algarve 10.

Segundo o relatório divulgado esta sexta-feira, na quarta-feira, Portugal continental tinha 106 doentes internados em UCI, o que corresponde a 43% do limiar definido como crítico de 245 camas ocupadas e superior aos 36% da semana passada.

“Nos últimos dias, este indicador tem vindo a assumir uma tendência crescente”, refere o documento das autoridades de saúde.

Em Portugal, morreram 17.081 pessoas e foram confirmados 871.483 casos de infecção, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

ZAP //Lusa

Por Lusa
26 Junho, 2021

 

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