Médicos de Saúde Pública lamentam que se continue a “correr atrás do prejuízo”

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– Estes “médicozinhos” da Saúde Pública, em vez de criticarem uma situação que é impossível de diagnosticar e resolver na hora, se ajudassem a mentalizar os grunhos labregos acéfalos indigentes, alguns deles até são médicos, a cumprirem rigorosamente as regras básicas de segurança sanitária, em vez de andarem a vomitar bitaites sem nexo, é o que de melhor poderiam fazer. Mas não… a governança é que é culpada, na mentalidade tacanha deles, de existir um aumento exponencial dos infectados e mortos diários! Na mentalidade fundida deste Mexia, o Costa até adivinha os números do €uromilhõe$. Este Mexia, não possui isenção dado que “vai liderar a coligação Novos Tempos Lisboa, que integra o PSD, o CDS-PP, a Aliança, o Partido da Terra e o Partido Popular Monárquico. Ricardo Mexia anunciou que iria liderar a lista para esta freguesia da capital no passado dia 7 de Junho, numa corrida eleitoral que acumula com a direcção de campanha do candidato Carlos Moedas (coligação PSD/CDS-PP/PPM/MPT/Aliança) à presidência da Câmara Municipal de Lisboa.” Não passa de pura campanha eleitoral! VÃO BARDAMERDA!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/MEIOS

Ricardo Mexia lamenta falta de capacidade da linha SNS24 e defende que “deviam ter sido antecipados os reforços”.

Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública.
© Orlando Almeida / Global Imagens

O presidente da Associação dos Médicos de Saúde Pública defendeu esta quarta-feira que deviam ter sido antecipados os reforços agora anunciados da Linha SNS24 e dos rastreadores, lamentando que se continue a “correr atrás do prejuízo”.

“A Linha SNS24 não tem a capacidade necessária, como se tem constatado nestes últimos dias, e naturalmente que aquilo que são os meios alocados para o rastreio dos contactos também não é suficiente para esta magnitude de casos”, disse à agência Lusa Ricardo Mexia, no dia em que Portugal voltou a registar um novo máximo de novas infecções desde o início da pandemia de covid-19 (26.867).

Para o médico de Saúde Pública, “ou há efectivamente uma alteração naquilo que é a abordagem do problema ou então tem que haver uma significativa mobilização de meios para fazer face a estas necessidades”.

“Eu não vejo nenhuma das duas coisas a acontecer e, portanto, é difícil perceber qual é a que é a estratégia”, lamentou.

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) anunciaram hoje que a linha SNS24, que tem enfrentado dificuldades por causa do aumento da procura com a evolução da pandemia, terá mais cerca de 750 elementos até final da segunda semana de Janeiro, o representará uma subida de cerca de 15% nos meios.

Por outro lado, a ministra da Saúde afirmou na terça-feira à Lusa que as administrações regionais de saúde estão no terreno a fazer uma “procura activa de meios” para reforçar as equipas de saúde pública.

“O que neste momento acontece é que temos vários níveis de procura de prestadores de cuidados de saúde, na vacinação, nos hospitais, nas áreas dedicadas a doentes respiratórios, nos testes, na Linha Saúde 24, nos rastreios e, portanto, os profissionais de saúde não cresceram exponencialmente à medida que está a crescer exponencialmente a necessidade dos serviços que prestam”, lamentou Marta Temido.

Por isso, salientou, “não basta ter disponibilidade para contratar, é preciso também que essa disponibilidade se concretize em respostas efectivas e isso nem sempre é fácil”.

Para Ricardo Mexia, estas medidas deviam ter sido antecipadas porque já se sabia que os números de casos iam aumentar.

“Toda a gente identificou isso como uma necessidade, não percebo porque é que continuamos a correr atrás do prejuízo dois anos volvidos da pandemia”, afirmou, lembrando que a linha 24 já tinha colapsado no passado.

Lamentou ainda que não se tenha acautelado a resposta para responder à testagem em massa da população, que leva agora a que pessoas que testaram positivo não tenham onde ir fazer um teste PCR.

“A montante não têm resposta porque não atendem o telefone da linha SNS 24, não conseguem obter a prescrição para o teste e quando obtêm a prescrição para o teste depois não conseguem um laboratório para o fazer”, descreveu o epidemiologista.

No seu entender, “faz todo o sentido” que as pessoas que vão visitar um familiar ou ter uma reunião familiar com mais pessoas se testem, mas, afirmou, “se estamos a ocupar a nossa capacidade de testagem com essas pessoas, depois para aquelas que tem mesmo que ser testadas porque são sintomáticos a capacidade não chega”.

Desde Março de 2020, já morreram 18.921 pessoas em Portugal e foram contabilizados 1.330.158 casos de infecção.

Diário de Notícias
DN/Lusa
29 Dezembro 2021 — 18:01

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