Centro Europeu alerta que Ómicron tem risco muito elevado e exige medidas “fortes e urgentes”

– Avisos que caem em saco roto. Nem com os números apresentados diariamente sobre infectados e mortos (hoje, dia 15. foram CINCO MIL E OITOCENTOS infectados e ONZE mortos, sendo que, em apenas TRÊS DIAS, existem ONZE MIL SETECENTOS E CINCO INFECTADOS e QUARENTA MORTOS), os labregos acéfalos indigentes, param as suas actividades “sociais”, demonstrando à saciedade, a natureza do seu estado psicológico decadente, próprio de dementes neurológicos e sem capacidade de reacção às realidades de uma PANDEMIA MORTAL que grassa em Portugal desde Março de 2020. Para essa choldra, o SARS-CoV-2 – Covid-19 e as suas variantes, não passa de uma “gripezinha” que passa com um Paracetamol e um cházinho de limão ao deitar…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/ESTADO DE CALAMIDADE/OMICRON

Numa avaliação de risco do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, a Ómicron foi considerada de risco elevado e deverá suceder à Delta como a variante dominante na União Europeia.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) considerou esta quarta-feira que a nova variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2 representa um risco “muito elevado” e exige medidas “urgentes e fortes”, de modo a proteger os sistemas de saúde.

Numa avaliação de risco actualizada esta quarta-feira publicada, o ECDC aponta que a Ómicron deverá suceder à Delta como a variante dominante na União Europeia (UE) no início de 2022, até porque já se assiste a transmissão comunitária dentro da Europa, e sublinha que os dados preliminares disponíveis não descartam “uma redução significativa da eficácia das vacinas” contra esta estirpe.

Desse modo, e porque os países da UE ainda enfrentam o impacto severo da vaga da variante Delta, “um novo aumento das hospitalizações poderá rapidamente sobrecarregar os sistemas de saúde”, pelo que o ECDC considera que o risco do impacto da sua propagação é “muito elevado”.

“Com base nas provas limitadas actualmente disponíveis, e dado o elevado nível de incerteza, o nível global de risco para a saúde pública associado à emergência e propagação da variante Ómicron é avaliado como muito elevado”, assume então o centro europeu, que recomenda uma “acção urgente e forte” para reduzir a transmissão do vírus, “a fim de aliviar a já pesada carga sobre os sistemas de saúde e proteger os mais vulneráveis nos próximos meses”.

Segundo o ECDC, é necessária “uma rápida reintrodução e reforço das intervenções não-farmacêuticas” para reduzir a transmissão da variante Delta em curso e retardar a propagação da variante Ómicron, mantendo sob controlo a carga sobre os cuidados de saúde.

O centro europeu recomenda designadamente que sejam tomadas medidas para evitar grandes reuniões públicas ou privadas, encorajar a utilização de máscaras faciais, reduzir os contactos entre grupos de indivíduos em ambientes sociais ou de trabalho, privilegiar o teletrabalho, testes alargados e forte rastreio de contactos.

De acordo com o ECDC, as autoridades devem aconselhar cuidados adicionais durante as viagens e nas reuniões familiares (com ‘mistura inter-geracional’) durante a época natalícia e de festas de fim de ano.

O ECDC defende também que, embora a proporção de casos da variante Ómicron ainda permaneça baixa, “deve ser dada prioridade ao rastreio de contactos para casos prováveis ou confirmados de infecção” por esta nova variante, “independentemente do estado de vacinação, de forma atempada e tão completa quanto possível”.

Embora subsistam então dúvidas quanto à eficácia das actuais vacinas face à nova variante, o ECDC insiste que “deverão continuar a ser envidados esforços para aumentar a vacinação dos indivíduos que actualmente não estão vacinados ou que estão apenas parcialmente vacinados”.

“As doses de reforço aumentarão a protecção contra efeitos graves da variante Delta, e as avaliações preliminares também sugerem que os reforços poderiam aumentar a protecção contra a Ómicron”, argumenta o centro europeu.

Na terça-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a propagação muito rápida, a um ritmo sem precedentes, da variante Ómicron do coronavírus que causa a covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Dezembro 2021 — 15:17

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1358: DGS recomenda uso de máscaras em bares e discotecas sempre que possível


01.- Já aqui referi que não compreendo porque apenas os funcionários têm de usar máscara e os clientes não. O bicho só “entra” com os funcionários?
02.- O man da imagem não há dúvida que usa a máscara excepcionalmente mal colocada, ou seja, o nariz não se tapa?
03.- E depois admiram-se que esta semana tenha acabado com 24.080 infectados e 120 mortos. Nada de especial… a choldra continua a fazer a sua vidinha “social”, os acéfalos indigentes labregos continuam a passear, a dançar nas discotecas, a beber uns copos nos bares…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/MÁSCARAS

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) indicou que recomenda a utilização de máscara em bares e discotecas sempre que possível, ainda que o seu uso só seja obrigatório para os trabalhadores destes espaços.

© William WEST / AFP

Em resposta a uma pergunta enviada pela Agência Lusa, a DGS esclareceu que na orientação que define as regras aplicáveis a bares e discotecas, apenas prevê a utilização obrigatória de máscara pelos respectivos trabalhadores, mas “recomenda a utilização de máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica na comunidade, em todos os espaços interiores, sempre que possível (designadamente, no caso concreto, quando os respectivos utilizadores não se encontrem a dançar ou a beber)“.

“A utilização de máscaras na comunidade constitui uma medida adicional de protecção relativamente às medidas em vigor de prevenção e controlo de infecção”, considerou a DGS, a propósito das novas medidas de combate à covid-19 que entraram em vigor no passado dia 01.

No dia 26 de Novembro, depois de uma reunião com o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, o presidente da Associação de Discotecas Nacional (ADN) disse que o Governo tinha confirmado a obrigatoriedade do uso de máscara no interior dos estabelecimentos de animação nocturna a partir de dia 01 de Dezembro, situação que a orientação actualizada da DGS não contempla.

De acordo com essa orientação, com data de 30 de Novembro, o acesso a bares e discotecas e outros estabelecimentos de bebidas sem espectáculo e a estabelecimentos com espaço de dança está dependente da apresentação pelos clientes de “certificado de covid da UE nas modalidades de certificado de teste ou de recuperação” (não basta vacinação) ou “outro comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.

A exigência de certificado de teste ou de recuperação ou outro comprovativo de realização de teste laboratorial com resultado negativo não se aplica aos “trabalhadores dos espaços ou estabelecimentos bem como a eventuais fornecedores ou prestadores de serviços que habilitem o funcionamento dos mesmos, excepto se tal for exigido ao abrigo de outras normas”.

A entrada nos bares com espaço de dança e discotecas, que abriram em 01 de Outubro depois de encerrados cerca de 19 meses devido à pandemia, estava até agora cingida apenas à apresentação do certificado digital, que podia ser relativo a vacinação, recuperação ou à realização de teste negativo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Dezembro 2021 — 20:47

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878: Portugal com mais oito mortes e 2.323 novos casos. Internamentos disparam

– Infelizmente, a imagem publicada na notícia abaixo, é muito enganadora. Ontem, saí à rua para fazer um exame que já se encontrava marcado há tempos e, desde meio da Avenida da Liberdade, até ao Rossio, cruzei-me com labregos acéfalos SEM MÁSCARA (nem pendurada ao pescoço nem nos braços), grande parte deles, camones que nos visitam e também jovens em grupos de 4 e 6 todos juntos. É simplesmente INACREDITÁVEL que, em plena Lisboa, centro da cidade, não exista UM ÚNICO AGENTE FISCALIZADOR das regras sanitárias em vigor para “desancar” esta merda de gente!

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Candid_Shots / Pixabay

Portugal registou, este domingo, 2.323 novos casos e oito mortes na sequência da infecção por covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o último boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), foram registados, nas últimas 24 horas, mais 2.323 casos e oito mortes. Estes dados fazem com que este domingo seja o quinto dia consecutivo com o número de novas infecções acima dos três mil.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista maior número de infecções, sendo responsável por 1.058 dos novos casos. Segue-se o Norte, com 693 infecções, o Algarve com 242, o Centro com 226, o Alentejo com 64, os Açores com 31 e a Madeira com nove.

Das oito mortes registadas nas últimas 24 horas, seis ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, uma no Algarve e uma no Alentejo.

Os internamentos registaram hoje uma grande subida. Há agora 672 pessoas internadas no país devido à covid-19 (mais 40 do que no sábado). Destas, 153 estão em Unidades de Cuidados Intensivos (mais nove do que ontem).

Em relação ao número de internamentos, é o pior dia desde 25 de Março. Segundo o Observador, não havia tantos doentes internados em UCI desde 26 de Março.

Na chamada matriz de risco, a nível nacional, Portugal está com uma incidência a 14 dias de 272,0 casos por 100 mil habitantes e um índice de transmissibilidade R(t) de 1,18.

No continente, a incidência está agora nos 280,5 casos de infecção e o índice de transmissibilidade R(t) é de 1,19.

Este sábado, os restaurantes em concelhos de risco elevado ou muito elevado começaram a exigir certificado digital ou teste negativo à covid-19 para refeições no interior dos estabelecimentos.

No mesmo dia, em Miranda do Douro, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa manifestou a convicção de que “cá [em Portugal], como na Europa, a parte mais longa e aparentemente mais pesada do processo pandémico já passou”.

Em relação à subida do número de casos positivos, Marcelo considerou que “tem havido até agora um fenómeno” que “inevitavelmente vai continuar, porque com mais testagem há de haver mais casos positivos, se se testar menos há menos probabilidade de haver casos positivos, e é bom que se teste mais”.

Por Liliana Malainho
11 Julho, 2021

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