1656: Infecções duplicaram em Torres Vedras com festejos de Carnaval

– A INSANIDADE PARANÓICA ao seu mais alto nível acéfalo!!! Estavam à espera de quê???

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/INSANIDADE

A autarquia autorizou a realização de festas de Carnaval e o alargamento do horário de funcionamento dos bares até às 04:00 e das discotecas até às 07:00, assim como balcões de venda de bebidas e música no exterior dos estabelecimentos até às 03:00, o que levou centenas de mascarados às ruas da cidade nos cinco dias.

Torres Vedras, 11/02/2018 – Decorreu hoje o Corso Diurno do Carnaval de Torres Vedras (Orlando Almeida / Global Imagens)
© Orlando Almeida / Global Imagens

Os casos de infecção por covid-19 duplicaram em Torres Vedras, no distrito de Lisboa, após o Carnaval, devido aos festejos na cidade, admitiram esta quinta-feira as autoridades de saúde pública.

“O aumento de novos casos pode estar associado aos festejos de Carnaval”, respondeu a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), depois de ter sido questionada pela agência Lusa sobre os casos de covid-19 em Torres Vedras, no distrito de Lisboa.

Contudo, a ARSLVT não disponibilizou o número de casos associados aos festejos de Carnaval em Torres Vedras, explicando que, “devido à mudança de normas da Direcção-Geral da Saúde (DGS), a maioria dos casos passou a não ter qualquer intervenção de profissionais de saúde, pelo que não se conhece o contexto da grande maioria”.

Em 25 de Fevereiro, primeiro dia dos festejos de Carnaval, o concelho registava um total de 24.487 casos confirmados desde o início da pandemia, de acordo com os boletins epidemiológicos diários divulgados pelo município, com base em dados transmitidos pela delegação local de saúde pública.

Na semana que precedeu o Carnaval, a média de novos casos diários cifrou-se nos 121, o que deu perto de mil novas infecções nesses oito dias.

Em 08 de Março, uma semana depois do fim dos festejos, os casos totais confirmados aumentaram para 27.044, mais 2.557 novos casos, superiores à média da semana anterior.

Da mesma forma, a média de novos casos diários passou para 292.

Em resposta à Lusa, as autoridades de saúde estimaram que “é expectável que esta semana os números se mantenham elevados, uma vez que as normas da DGS já não contemplam isolamento de contactos”.

Em 19 de Janeiro, o município e a empresa municipal Promotorres decidiram cancelar, pelo segundo ano consecutivo, os desfiles e festejos oficiais do Carnaval de Torres Vedras devido à pandemia de covid-19.

Contudo, a autarquia autorizou a realização de festas de Carnaval e o alargamento do horário de funcionamento dos bares até às 04:00 e das discotecas até às 07:00, assim como balcões de venda de bebidas e música no exterior dos estabelecimentos até às 03:00, o que levou centenas de mascarados às ruas da cidade nos cinco dias.

Em 17 de Fevereiro, o Governo decidiu passar o país de estado de calamidade para em situação de alerta devido à covid-19, aliviando as medidas de combate à pandemia, eliminando, por exemplo, os limites de lotação nos estabelecimentos, a exigência de apresentação de certificado digital ou de teste negativo para acesso a bares e discotecas.

Entre outras regras, manteve, contudo, o uso de máscara no interior dos espaços.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Março 2022 — 12:32

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Festas de Lisboa retomadas com “risco partilhado” mas “toda a segurança”

– Até onde chega a imbecilidade, a irresponsabilidade, a irracionalidade… “”Percebemos que todos vamos ter que correr riscos, […] é um risco que todos partilhamos, com a consciência de que queremos mesmo fazer as festas, portanto fazê-lo com toda a segurança”” . Vamos todos correr riscos? Corre quem quer e é acéfalo numa situação destas…! Bora lá p’rá farra, cambada! Até parece que a farra esteve parada durante estes dois anos de pandemia! Esta malta ainda não encaixou que estamos no meio de uma guerra biológica! Eu estive dois anos numa guerra anti-terrorista e não tive férias, festas, diversões, etc.! Custa muito? Pois custa, mas temos de suportar esses custos. Falou-se em aliviar medidas… aí está o resultado!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/FESTAS DE LISBOA

Após dois anos de suspensão devido à covid-19, as marchas, os arraiais e os casamentos de Santo António são retomados este ano nas Festas de Lisboa.

© Pedro Rocha / Global Imagens

As Festas de Lisboa serão retomadas este ano, com marchas, arraiais e casamentos de Santo António, num “risco partilhado” entre organização e participantes, enfrentado “com toda a segurança” e precavendo vários cenários, afirmou esta terça-feira o vereador da Cultura.

Após dois anos de suspensão, devido à pandemia de covid-19, Diogo Moura (CDS-PP) afastou uma nova interrupção das festividades populares: “Só será se a situação pandémica piorar muito, só se tivermos uma nova variante que venha com mais força, uma variante que venha impossibilitar a realização de eventos de grande massa”.

Em declarações à agência Lusa, o autarca disse que “é extremamente importante que as Festas de Lisboa ocorram”, referindo que as colectividades passaram dois anos de muitas dificuldades e agora estão muito entusiasmadas e a aguardar com muita expectativa as festividades, que decorrem durante o mês de Junho, tendo como momento alto a noite de Santo António, que se celebra de 12 para 13.

“Percebemos que todos vamos ter que correr riscos, […] é um risco que todos partilhamos, com a consciência de que queremos mesmo fazer as festas, portanto fazê-lo com toda a segurança”, realçou o vereador da Cultura, reforçando que a Câmara de Lisboa está a trabalhar para antecipar os vários cenários de evolução da pandemia, inclusive para ter um plano pronto a activar no caso de um pior cenário, para poder realizar todas as iniciativas programadas.

Diogo Moura apontou como exemplo as marchas populares, em que está previsto o habitual desfile na Avenida da Liberdade – se a pandemia impossibilitar que decorra em espaço público, o plano B é a actuação no Altice Arena, que tem lugares marcados nas bancadas.

A decisão de retomar as festividades, que fazem parte da “identidade e tradição” da cidade, “foi uma lufada de ar fresco” para as colectividades e associações, pelo que têm “uma vontade enorme” de fazer com que “as festas possam ser uma realidade, na medida do possível iguais a uma situação normal”, apontou o vereador, que tem a competência de acompanhamento da actividade da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), entidade municipal que organiza o evento.

O tema das Festas de Lisboa para este ano recupera o previsto para 2020, com a celebração dos 100 anos do nascimento da fadista Amália Rodrigues, que serve de mote ao concurso das marchas, até porque algumas colectividades já tinham investido em adereços e “não faria sentido que esse investimento caísse por terra”, mas o programa contemplará também o marco presente dos 100 anos do Parque Mayer.

Sobre as marchas, o concurso inclui os mesmos 20 grupos previstos para 2020 e as colectividades já estão a acautelar as condições de segurança, inclusive espaços abertos que permitam circulação de ar, para que os ensaios, que devem começar em Março, “decorram com a maior normalidade, mas com toda a segurança”.

Cada marcha tem a obrigação de ter 24 pares de marchantes. A selecção dos participantes é da responsabilidade das colectividades, que podem colocar novos requisitos no momento da inscrição, como a obrigatoriedade de certificado de vacinação – é o caso da Marcha de Alcântara -, mas o concelho do vereador é que tenham mais marchantes do que o número obrigatório, “para terem alguma salvaguarda caso alguém de repente fique em isolamento ou contraia covid-19”.

Questionado sobre o financiamento das marchas, o autarca revelou a intenção de manter a atribuição de 30 mil euros a cada grupo participante.

Relativamente aos tradicionais casamentos de Santo António, com a união de 16 casais, a ideia é manter o habitual modelo, decisão que será tomada na próxima semana, para que se proceda à abertura de inscrições.

Quanto aos arraiais – os oficiais da EGEAC, que são apoiados pela Câmara de Lisboa, e os que são licenciados pelas 24 juntas de freguesia -, Diogo Moura assegurou que todos os pedidos “serão devidamente acompanhados por pareceres da Protecção Civil”.

“Teremos que perceber consoante as zonas da cidade quantos arraiais é que podemos ter, tendo em conta o espaço público diminuto e que regras é que vamos aplicar […], ouvindo as entidades competentes nesta matéria”, destacou, adiantando que está a ser feito “um levantamento muito inicial” de quais as possibilidades de funcionamento dos arraiais ou que restrições é que podem ter, assim como avaliar que adaptações é necessário fazer.

Admitindo que “muitas vezes é difícil” controlar a aglomeração de pessoas, o autarca assegurou que, consoante a situação pandémica na altura, a câmara terá “vários planos previstos, planos de contingência com as entidades competentes, envolvendo as juntas de freguesia, envolvendo os organizadores de arraiais, para obviamente evitar ao máximo que haja ajuntamentos”.

“Com as regras claras para todos, podemos perceber quais é que podemos licenciar ou não. Temos zonas da cidade que têm uma maior concentração de arraiais, principalmente as zonas históricas. Agora é preciso garantir aqui um determinado número de critérios de segurança […], mas queremos que as entidades competentes também nos ajudem a elaborar estes planos de contingência que são extremamente importantes para garantir a segurança de todos”, indicou.

Quanto aos arraiais – os oficiais da EGEAC, que são apoiados pela Câmara de Lisboa, e os que são licenciados pelas 24 juntas de freguesia -, Diogo Moura assegurou que todos os pedidos “serão devidamente acompanhados por pareceres da Protecção Civil”.

“Teremos que perceber consoante as zonas da cidade quantos arraiais é que podemos ter, tendo em conta o espaço público diminuto e que regras é que vamos aplicar […], ouvindo as entidades competentes nesta matéria”, destacou, adiantando que está a ser feito “um levantamento muito inicial” de quais as possibilidades de funcionamento dos arraiais ou que restrições é que podem ter, assim como avaliar que adaptações é necessário fazer.

Admitindo que “muitas vezes é difícil” controlar a aglomeração de pessoas, o autarca assegurou que, consoante a situação pandémica na altura, a câmara terá “vários planos previstos, planos de contingência com as entidades competentes, envolvendo as juntas de freguesia, envolvendo os organizadores de arraiais, para obviamente evitar ao máximo que haja ajuntamentos”.

“Com as regras claras para todos, podemos perceber quais é que podemos licenciar ou não. Temos zonas da cidade que têm uma maior concentração de arraiais, principalmente as zonas históricas. Agora é preciso garantir aqui um determinado número de critérios de segurança […], mas queremos que as entidades competentes também nos ajudem a elaborar estes planos de contingência que são extremamente importantes para garantir a segurança de todos”, indicou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
08 Fevereiro 2022 — 10:59

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1560: Ex-deputada Joana Amaral Dias filmou-se a desrespeitar as regras da covid-19

– E por ser a Joana Amaral Dias, ex-deputada do Bloco de Esquerda, não é sancionada por não ter obedecido às regras sanitárias em vigor? Só os zé-ninguém deste pobre país é que são obrigados? Esta choldra é INIMPUTÁVEL? E o gerente do estabelecimento, não tinha de chamar a polícia para repor a ordem? E não chamou porque era a Joana Amaral Dias? É por causa destas gajas e destes gajos, alienados, acéfalos indigentes, que as infecções já se encontram acima das SESSENTA E CINCO MIL diárias! Em vez de água, devias era de beber lixívia! Psicóloga esta gaja?

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ALIENADOS MENTAIS

Mário Cruz / Lusa
A psicóloga e comentadora Joana Amaral Dias.

A psicóloga e comentadora de televisão Joana Amaral Dias, ex-deputada do Bloco de Esquerda, publicou nas redes sociais um vídeo onde surge, com amigos, a desrespeitar as regras de combate à covid-19 num restaurante.

“Jantar no restaurante sem certificado! E sem máscara”. É assim que Joana Amaral Dias apresenta o vídeo onde surge a contornar as regras contra a pandemia, nomeadamente quanto à apresentação do certificado de vacinação ou de recuperação nos restaurantes.

“Já se confrontaram com esta situação, de exigirem, para que possam comer, acesso a dados pessoais vossos. Vamos ver o que acontece quando se quer jantar e não se quer dar essa certificação”, refere Joana Amaral Dias no vídeo que parece ter sido filmado num restaurante da cadeia de fast-food MacDonald´s no Marquês de Pombal, em Lisboa.

Quando chega perto do balcão para fazer o seu pedido, a funcionária do restaurante pede à comentadora da CNN Portugal e da TVI o seu certificado. “Mas porquê? Eu só venho comer! Só venho jantar, obrigada“, responde Joana Amaral Dias, deixando a funcionária pendurada e dirigindo-se para uma mesa.

No vídeo, fica claro que nenhum dos três amigos que acompanhavam a psicóloga mostrou o seu certificado digital.

Além disso, um dos acompanhantes de Joana Amaral Dias entra no espaço sem máscara e vangloria-se disso. “Dois anos sem usar máscara. Se não quiserem usar máscara, é beber muita água”, aponta.

Joana Amaral Dias também se mostra no interior do restaurante sem máscara enquanto segura uma garrafa de água na mão.

“Gestão da covid é política e é ilegal”

Joana Amaral Dias tem assumido diversas opiniões, tanto nas intervenções televisivas como nas redes sociais, contra as medidas tomadas para combater a covid-19. No passado dia 24 de Janeiro, escreveu no seu perfil do Facebook que “as regras e normas covid só servem para partir a espinha aos cidadãos“. “Não têm qualquer intuito relativo à saúde”, defendeu.

“A gestão da covid é meramente política e é ilegal. É política porque para fazer campanha eleitoral, para quebrar o isolamento e os que estão infectados irem votar, por questões religiosas ou em nome do futebol (tudo para Sevilha já !) , as regras são totalmente ignoradas”, apontou ainda.

“A Constituição da República Portuguesa tem sido sistematicamente violada nestes dois anos” devido a regras que “suspendem os nossos direitos, liberdades e garantias por resolução do Conselho de Ministros, sem passar nem pelo Presidente da República, nem pelo Parlamento”, nota ainda Joana Amaral Dias.

  ZAP //

ZAP
27 Janeiro, 2022

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1552: Virologista apela ao bom-senso nas iniciativas na campanha eleitoral

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/CAMPANHA ELEITORAL

Muitas vezes estão a ser infringidas recomendações da Direcção Geral da Saúde “sem haver nenhum reparo”, observou o virologista Celso Cunha.

Arruadas sem distanciamento “são acontecimentos susceptíveis de promover um grande número de contágios e de aumentar a propagação do vírus”
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

O virologista Celso Cunha apelou esta terça-feira ao bom-senso nas iniciativas na campanha eleitoral para as eleições legislativas, alertando que ajuntamentos em espaços fechados e em arruadas são “acontecimentos susceptíveis” de aumentar a propagação do vírus SARS-CoV-2.

“O bom senso é uma coisa que tem andado desde o início um bocadinho alheado e também desde o início que temos visto que há muito barulho de fundo político à volta desta pandemia”, disse à agência Lusa o investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IMHT).

Celso Cunha salientou que há recomendações da Direcção-Geral da (Saúde) que estão a ser observada na campanha eleitoral “de modo diferente, por diferentes partidos, em diferentes circunstâncias”.

Muitas vezes estão a ser infringidas recomendações da Direcção Geral da Saúde “sem haver nenhum reparo”, observou, advertido que os ajuntamentos, sobretudo, em espaços fechados e nas arruadas, sem manter a distância necessária, “são acontecimentos susceptíveis de promover um grande número de contágios e de aumentar a propagação do vírus”.

O investigador concorda que estas situações passam mensagens contraditórias à população.

“As pessoas pensam ‘durante a campanha posso andar assim, mas depois no dia a dia não podemos’ e eu percebo isso”, disse.

“Daí que talvez fosse bom que todos [os partidos] tivessem tido bom senso. Há uns que têm mais, outros que têm menos, mas aquilo a que temos assistido não é muito pedagógico”, lamentou.

Nas declarações à agência Lusa, Celso Cunha destacou ainda a importância da vacinação, apelando aos pais para vacinarem os filhos, não havendo contra-indicação médica.

“Há muitos surtos nas escolas, o que tem implicações. Há turmas que estão isoladas, há professores e alunos que sem querer vão contagiar pessoas mais velhas” que são mais vulneráveis ao vírus SARS-CoV-2.

O investigador elucidou que, provavelmente, muitas das pessoas que morreram com esta 5.ª vaga de covid-19 não teriam morrido se estivessem vacinadas contra a covid-19.

Diário de Notícias
Lusa/DN
25 Janeiro 2022 — 10:13

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1532: Eleitores em isolamento vão poder votar a 30 de Janeiro

– Já alguém escreveu que isto era uma farsa eleitoral. Na altura, concordei com a análise mas depois de ler esta notícia, reforço a minha convicção que realmente é uma FARSA ELEITORAL! Ora, se alguém se encontra em CONFINAMENTO OBRIGATÓRIO pela autoridade sanitária, pode deslocar-se desse confinamento para ir votar? Assim, NÃO…!!! Esta é uma medida ultra-estúpida, irracional e totalmente irresponsável! Cruzar pessoas sãs com infectados, mesmo que estes últimos tenham um horário diferido dos primeiros? Já não bastam os acéfalos indigentes irresponsáveis que andam à balda sem cumprirem as regras sanitárias, os negacionistas, os atrasados mentais que andam pelas ruas sem máscara, não respeitam o distanciamento físico? Mais de 20, 30, 40 mil infectados diários não dizem absolutamente nada a esta gente? RECUSO-ME, TERMINANTEMENTE, a ir votar nestas condições, eu que preservo a minha saúde, não me expondo a riscos desnecessários! E depois não se queixem do aumento do nível de abstenção…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/CONFINAMENTO/ELEIÇÕES

Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) deu luz verde a que os eleitores em isolamento possam sair para votar no domingo das eleições.

© André Luís Alves/Global Imagens

Quem estiver em confinamento a 30 de Janeiro, dia das eleições legislativas antecipadas, vai poder sair para votar.

Segundo a ministra da Administração Interna, Francisca Van Dunem, em conferência de imprensa esta quarta-feira, o parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR), que tinha sido pedido pelo Governo, conclui que “os eleitores que se encontrem em confinamento obrigatório decretado pelas autoridades de saúde podem sair do local de confinamento no dia 30 estritamente para exercer o direito de voto”.

De acordo com a ministra isto obrigará a uma alteração das condições determinadas para o isolamento, o que será feito através de uma resolução do Conselho de Ministros.

Haverá indicação de um horário específico para que os cidadãos em isolamento possam votar, o que deverá acontecer ao final da tarde, entre as seis e as sete da tarde, na última hora em que as urnas estarão abertas.

Segundo a diretcora-geral da Saúde, Graça Freitas, o “grande objectivo é mitigar ao máximo o encontro entre pessoas que possam transmitir a doença e outras que sejam susceptíveis”. Graça Freitas explica que a recomendação da DGS vai no sentido da criação de um “horário dedicado” ao voto de eleitores em confinamento, pelo que serão usados os mesmos espaços de voto, mas em “horário diferente” – “Isto vai permitir uma segregação de circuitos, minimizando os riscos de contacto”. “Estão criadas todas as condições para que as pessoas não se aglomerem”, garante.

A responsável da DGS diz também que “as pessoas das mesas estarão com equipamento de protecção individual reforçado, se assim o entenderem”.

Graça Freitas esclarece também que o facto de haver um horário específico para os eleitores em confinamento não é impeditivo que qualquer cidadão possa votar nesse horário – o que seria, aliás, contrário às leis eleitorais, que determinam o horário de funcionamento das urnas.

Nesse sentido, Francisca Van Dunem especifica que a indicação de uma hora para o voto de cidadãos em isolamento se tratará de “uma recomendação” – o parecer do Conselho Consultivo da PGR especifica que o Governo “não pode inibir as pessoas de votarem durante todo o período” – mas manifesta-se confiante que a indicação será acatada.

Já o secretário de Estado da Administração Interna, Antero Luís, avança que mais de 200 mil pessoas estão inscritas, nesta altura, para o voto antecipado, que decorrerá a 23 de Janeiro, um número “aquém” do que eram as expectativas da administração eleitoral, que espera valores na ordem de um milhão. O secretário de Estado reitera, assim, o apelo a que os cidadãos se inscrevam no voto antecipado, que já tinha sido deixado antes por Francisca Van Dunem.

Quanto a estimativas sobre o número de pessoas que poderão estar em isolamento à data das eleições, Graça Freitas aponta para 600 mil pessoas, mas ressalva que em parte serão pessoas sem direito de voto (por serem menores, por exemplo).

Diário de Notícias
Susete Francisco
19 Janeiro 2022 — 13:17

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1480: Cientistas estão a criar vírus de auto-propagação como vacinas. Consequências podem ser “irreversíveis”

– Não terá sido assim que o coronavírus SARS-CoV-2, Covid-19, se espalhou pelo Mundo?

SAÚDE PÚBLICA/VIROLOGISTAS/AUTO-PROPAGAÇÃO

herraez / Canva

Cientistas nos EUA e na Europa podem estar a criar perigosos vírus de auto-propagação na batalha para desenvolverem vacinas e insecticidas. E estas pesquisas podem ter “consequências irreversíveis” para o planeta, como alerta um estudo internacional.

Uma equipa internacional de investigadores liderada pelo King´s College London lança um alerta quanto ao desenvolvimento de vírus de auto-propagação, em laboratório, para motivarem a sua disseminação fácil entre hospedeiros.

Esta prática em sido usada na Agricultura para criar “insecticidas”, para proteger as colheitas, ou como “vectores para modificar colheitas plantadas”, no sentido de espalhar a imunidade de um hospedeiro para outro, conforme se refere no estudo agora publicado pela revista Science.

Na Saúde, estes vírus têm sido “promovidos como vacinas” para animais, notam ainda os investigadores, referindo-se ao seu uso para limitar a propagação de doenças e para evitar a transferência dessas doenças para os humanos.

“Pesquisa arriscada”

O uso destes vírus de auto-propagação não é novo. Nos anos de 1980, na Austrália, foram utilizados para esterilizar e controlar espécies consideradas pragas como ratos e coelhos.

“Em Espanha, cientistas estão, actualmente, a vacinar porcos com vírus de auto-propagação”, que não foram modificados em laboratório, para combater a febre africana nestes animais, no âmbito de uma “experiência controlada”, como refere a Technology Networks.

Além disso, a DARPA – a Agência de Projectos de Pesquisa Avançada dos EUA – também financiou uma investigação sobre se as vacinas animais de auto-propagação, modificadas em laboratório, podem ajudar a prevenir a propagação de patógenos a humanos.

Estes projectos e outras iniciativas que receberam financiamento da União Europeia e do Instituto Nacional de Saúde dos EUA levaram o King´s College London a debruçar-se sobre o assunto e a investigar os impactos do desenvolvimento deste tipo de vírus.

A conclusão é que as consequências podem ser graves e “irreversíveis” para o nosso planeta, como se aponta no estudo divulgado pela revista Science.

A investigadora que liderou o estudo, Filippa Lentzos, do Departamento de Saúde Global e Medicina Social do King’s College London, tem muitas dúvidas de que “os benefícios esperados superem os riscos“, conforme refere o comunicado sobre a pesquisa.

“Desenvolver vírus de auto-propagação para libertação ambiental é outro exemplo de pesquisa arriscada em virologia, como a caça de vírus em cavernas de morcegos ou tornar patógenos perigosos ainda mais perigosos em laboratório, tudo em nome da preparação para uma pandemia”, alerta Lentzos no comunicado citado pelo Irish Examiner.

“Erosão das normas”

O estudo nota que pesquisas feitas por “gerações de virologistas” concluíram que os vírus de auto-propagação modificados em laboratório são “geneticamente demasiado instáveis para serem usados de forma segura e previsível fora de instalações controladas”.

Assim, os investigadores denunciam uma aparente “erosão das normas”, apelando a mais regulação e a uma discussão aberta sobre o assunto.

“Apenas um esforço de governança global coordenado e coerente, com implementação regional, nacional e local, pode enfrentar os desafios da auto-propagação de vírus que têm o potencial de transformar radicalmente a vida selvagem e as comunidades humanas”, destacam os autores do estudo.

  ZAP //

ZAP
8 Janeiro, 2022

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1423: Mais 10.016 casos e 10 mortes em Portugal nas últimas 24 horas

Devido ao nulo feedback e à quebra de visitas a este Blogue, será desactivado a partir de 31.12.2021.

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– Que existem acéfalos indigentes labregos que ignoram pura e simplesmente esta PANDEMIA MORTAL, não cumprindo o princípio básico de segurança pessoal e da restante comunidade onde infelizmente estão inseridos, já tinha chegado a essa conclusão, mas será que nem com os números de infectados e mortos apresentados diariamente na comunicação social, conseguem vislumbrar um átomo de lucidez, de responsabilidade, de respeito pela comunidade? Em apenas SEIS DIAS desta semana que termina amanhã, Domingo, já existem 50.951 infectados e 83 mortos. Isto não diz nada a esta choldra de energúmenos que continuam a desenvolver as suas vidinhas “sociais” merdosas?

– Estatísticas até hoje, Sábado:

25.12.2021 – 10.016 infectados – 10 mortos
24.12.2021 – 12.943 infectados – 11 mortos
23.12.2021 – 10.549 infectados – 17 mortos
22.12.2021 – 08.937 infectados – 11 mortos
21.12.2021 – 05.754 infectados – 16 mortos
20.12.2021 – 02.752 infectados – 18 mortos

Total até hoje: 50.951 infectados – 83 mortos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Internamentos baixaram No dia de Natal há 807 doentes internadas, 152 das quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

Internamentos baixaram No dia de Natal há 807 doentes internadas, 152 das quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

Portugal reportou 10.016 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. São menos 2.927 em relação ao dia anterior, quando foram anunciados 12.943 casos. De acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste dia de Natal (25 de Dezembro) morreram 10 pessoas no dia de Consoada.

A Região de Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser aquela que mais infecções registou no dia de ontem e responsável por quase 50% dos novos positivo (4.713 e três óbitos), seguido da Região Norte (3.022 e dois óbitos) e Centro (1.095 e três óbitos). O Algarve tem hoje mais 452 casos de covid-19 e o Alentejo mais 266. Nas regiões autónomas a Madeira reportou mais 328 (e um óbito) e os Açores 140 (e um óbito).

No que se refere à situação dos hospitais, os internamentos baixaram pelo terceiro dia consecutivo. Há agora 857 internados (menos 7 do que na véspera), dos quais 152 (mais três do que no dia anterior) estão em unidades de cuidados intensivos.

Há nesta altura 122.400 pessoas em vigilância (mais 3.940 do que na sexta-feira) e 99.594 casos activos (mais 7.647). Nas últimas 24 horas recuperaram da doença mais 2.359.

Números registados a dois dias de fazer um ano do início do processo de vacinação. A 27 de Dezembro de 2020, o médico António Sarmento recebeu a primeira vacina contra a covid-19 no País. Actualmente, quase 8,7 milhões de pessoas já têm a vacinação completa, mais de 2,3 milhões já tomaram a dose de reforço e cerca de 95 mil crianças foram vacinadas com a primeira dose.

Mais 18 concelhos em risco muito elevado e extremo de infecção

Portugal tem 151 concelhos em risco muito elevado e extremo de infecção, mais 18 do que na semana anterior, segundo dados de sexta-feira. Já o número de concelhos em risco extremo mantém-se nos 21 esta semana. Na lista dos concelhos com mais de 960 casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias consta Fundão, Golegã, Guarda, Lisboa, Loulé, Machico, Monção, Nisa, Oeiras, Ourém, Funchal, Ponte da Barca, Porto, Porto Santo, São Brás de Alportel, São João da Madeira, Sertã, Soure, Sousel, Tomar e Vila Nova e Paiva.

Os únicos concelhos portugueses com incidência inferior a 20 casos por 100 mil habitantes são agora Freixo de Espada à Cinta e Corvo, que não contabilizaram quaisquer novos casos nos últimos 14 dias.

A incidência de infecções com o vírus SARS-CoV-2 voltou a aumentar a nível nacional na véspera de Natal.

Novas medidas em vigor face à ameaça da nova variante Ómicron

Novas medidas para conter a pandemia de convid-19 entraram hoje, às 00.00 de hoje em vigor, face à ameaça da nova variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2, que pode ser responsável por cerca de 90% das infecções no final do ano.

As novas medidas foram decididas na terça-feira num Conselho de Ministros extraordinário e surgem cerca de um mês depois de o Governo ter aprovado uma estratégia de prevenção e combate à pandemia, que o surgimento da nova variante obrigou a actualizar. Muitas das medidas foram antecipadas face ao que tinha sido aprovado no Conselho de Ministros de 25 de Novembro, como a “semana de contenção” após o Ano Novo, que foi alargada, vigorando a partir de hoje até 9 de Janeiro, e que inclui o regresso ao teletrabalho obrigatório.

Diário de Notícias
DN
25 Dezembro 2021 — 14:08

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1415: Temido prevê que Portugal possa ter mais de 16 mil casos diários

Devido ao nulo feedback e à quebra de visitas a este Blogue, será desactivado a partir de 31.12.2021.

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– Esta gajada gosta de estar doente, ser infectada, trazer o bicho dentro do corpo e, o pior de tudo, contaminar o próximo! E isso deveria ser considerado CRIME PÚBLICO!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19

José Sena Goulão / Lusa
A ministra da Saúde, Marta Temido

A ministra da Saúde declarou, esta quarta-feira, que Portugal poderá ultrapassar o recorde de infecções de covid-19, ou seja, mais de 16 mil casos diários.

Numa entrevista à RTP, esta quarta-feira à noite, Marta Temido afirmou que o país está a caminho de “uma situação complexa e com muita incerteza e desconhecimento associados”.

“Hoje, atingimos quase nove mil casos. Aquilo que eram os cenários e as estimativas dos peritos que nos apoiam estão a confirmar-se, sobretudo num factor que é a transmissibilidade. (…) Estamos perante uma variante muito transmissível”, declarou.

A ministra prevê que Portugal possa “ultrapassar o seu recorde de infecções”, à semelhança do que aconteceu no Reino Unido e em Espanha.

“Já tivemos dias com mais de 16 mil infecções e, portanto, podemos ultrapassar os recordes que já tivemos até agora”, admitiu, apelando a que os portugueses façam tudo o que estiver ao seu alcance nesta época de festas para prevenir a transmissão, “que é muito fácil com esta variante”.

A ministra explicou que ainda “não há números sobre os internamentos causados por esta variante” e sublinhou que com a Ómicron “tudo acontece muito depressa, quase como mudar de um canal de televisão para outro”.

Questionada sobre as medidas anunciadas pelo Governo, sobretudo o facto de as discotecas terem de encerrar mas haver festas de passagem de ano que vão ter cerca de três mil pessoas, Temido assumiu que, ao longo da pandemia, o Executivo teve de tomar decisões que “podem soar contraditórias”.

“As concentrações permitidas neste momento estão sujeitas a um contexto muito específico, como o reforço de testes”, lembrou, acrescentando que falaram várias vezes do caso das discotecas, mas que é uma situação mais complexa.

“É possível dançar de máscara na discoteca, tudo é possível. Mas toda a gente estaria hoje a fazer chacota se nós disséssemos ‘as discotecas permanecem abertas, mas as pessoas têm de estar de máscara”, referiu.

Sobre o facto de os centros de vacinação encerrarem nos dias de Natal e Ano Novo, a ministra lembrou que está a ser feito um reforço nos dias de intervalo. Quanto à vacinação das crianças, Temido admitiu que gostaria de ter tido mais crianças no primeiro fim de semana porque tudo estava “preparado para isso”.

“O que é importante é que amanhã [esta quinta-feira] as pessoas que o puderem fazer o façam e que apareçam nos centros de vacinação porque há Casa Aberta para os mais de 63 anos.”

Relativamente à possibilidade de o Governo voltar a determinar o uso de máscara em espaços públicos, Temido adiantou que o Executivo tem quadro legal para tomar essa medida, mas é necessário “equilibrar o esforço individual”.

“Não podemos pedir tudo às pessoas porque elas provavelmente desistem. (…) Há um vírus mais perigoso do que a covid-19, que é o da falta de adesão”, destacou.

Confrontada com a possibilidade de os hospitais poderem vir a ter uma situação muito complicada nos próximos dias e de os profissionais de saúde estarem exaustos, a governante explicou que estão a ser pensadas “todas as contratações” que forem possíveis para ajudar.

“Ainda ontem foi promulgada pelo Presidente da República uma medida legislativa, aprovada pelo Conselho de Ministros na semana passada, que permite a contratação de rastreadores adicionais“, anunciou.

A ministra da Saúde disse também que foram contratadas 400 camas com o sector privado para um eventual aumento do número de internamentos.

No final da entrevista, Temido estimou ainda que o reforço da vacina por auto-agendamento para a população dos 50 aos 59 anos deverá começar “nos primeiros dias de Janeiro”.

Por sua vez, para quem tomou a vacina da Janssen, os que têm mais de 50 anos já poderão fazer o reforço na Casa Aberta que abre esta quinta-feira.

  Filipa Mesquita, ZAP //
Filipa Mesquita
23 Dezembro, 2021

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1357: Portugal regista mais 23 mortos e 3.786 novos casos de covid

– Estatísticas até hoje, Domingo:

05.12.2021 – 3.786 infectados – 23 mortos
04.12.2021 – 5.649 infectados – 22 mortos
03.12.2021 – 2.535 infectados – 21 mortos
02.12.2021 – 2.898 infectados – 13 mortos
01.12.2021 – 4.670 infectados – 17 mortos
30.11.2021 – 2.907 infectados – 11 mortos
29.11.2021 – 1.635 infectados – 13 mortos

Total da semana: 24.080 infectados – 120 mortos

– Podem agradecer à choldra de gajas e de gajos acéfalos indigentes intelectualóides merdosos que continuam a fazer as suas vidinhas “sociais”, a passearem pelos campos sem respeitarem as regras sanitárias do uso de máscara e distanciamento físico, das idas aos bares, restaurantes e discotecas (a ASAE, esta madrugada, encerrou 3 estabelecimentos e instaurou 33 contra-ordenações por irregularidades no funcionamento) & afins. Enquanto esta choldra, toda ela, não for fiscalizada porque em vez de neurónios no cérebro a caixa craniana está repleta de caganeira putrefacta, a coisa vai continuar nos mesmos moldes. E depois ainda têm a lata de queixarem-se de não haver natal, ano novo, blá, blá, blá…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

O boletim da DGS dá conta de que há 911 internados, mais 32 do que há 24 horas, dos quais mais quatro em cuidados intensivos.

Reforço da vacinação contra a covid-19 prossegue
© Rita Chantre / Global Imagens)

Portugal registou, em 24 horas, 3.786 novos casos de covid-19 e 23 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

É o terceiro dia em que se registam óbitos acima das 20 pessoas. E desde 9 de Março que não havia tantos mortos.

O relatório deste domingo (5 de Dezembro) indica que há agora 911 pessoas internadas, mais 32 do que no sábado, sendo agora de há 134 em cuidados intensivos, mais quatro do que ontem.

O boletim epidemiológico regista ainda mais 2.530 novos casos activos de infecção por covid-19, mais 1.233 pessoas recuperadas da doença e 1.324 novos contactos em vigilância.

Desta vez, foi a região centro a registar o maior número de mortes, sete, embora o de novos casos não seja o mais alto, pois é de 941, menos do que na região norte e na de Lisboa e Vale do Tejo.

A de Lisboa e Vale do Tejo é que apresenta mais novas infecções, com 1.244 e três mortos, seguida da do norte com 1.068 e cinco mortos. Na região do Algarve foram identificados mais 265 novos casos de covid-19 e cinco mortos e na do Alentejo 128 e nenhum óbito.

No arquipélago da Madeira os números subiram para os 100 novos casos e dois mortos, e na região autónoma dos Açores apenas foram registados 40 novas infecções por SARS-CoV-2

Mais de 1,5 milhões de pessoas receberam reforço da vacina

No dia em que começou o reforço da vacina da Janssen para pessoas com mais de 50 anos, a DGS revela que já receberam a terceira dose de vacinação contra a covid-19 mais de 1,5 milhões de pessoas.

Além dos 1,5 milhões de doses de reforço das vacinas contra a covid-19, foram também administradas mais de 2.060 mil doses da vacina contra a gripe, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

A DGS mantém o apelo à vacinação contra a gripe e contra a covid-19. “Esta é a melhor forma de protecção dos mais vulneráveis, especialmente nesta altura do ano, em que as temperaturas são mais baixas”, refere a DGS.

O processo de vacinação de reforço da vacina da Janssen arranca este domingo e vai prosseguir quarta-feira, feriado, e nos domingos seguintes, 12 e 19 de Dezembro.

De acordo com a DGS, os utentes elegíveis para esta vacinação serão convocados por mensagem SMS, devendo aguardar essa convocatória.

Esta dose de reforço, decidida na sequência de estudos internacionais que indicam uma diminuição da imunidade das pessoas que tomaram a vacina da Janssen, será da vacina da Pfizer ou da Moderna, estando elegíveis cerca de um milhão de pessoas.

Portugal bate recorde diário de testagem

Cerca de 168 mil testes à covid-19 foram feitos em Portugal na sexta-feira, superando em mais de 50 mil os realizados na véspera, apresentando uma taxa de positividade de 3,3%, revelou este domingo a ‘task force’ da testagem.

Durante esta semana foi ultrapassada a testagem de cem mil testes diários por três vezes: na terça-feira, dia 30 de Novembro, quando foram feitos cerca de 117 mil, na quinta-feira quando se realizaram 113 mil e na sexta-feira, com 168 mil, segundo as autoridades.

Este é o maior número de testes alguma vez registado num só dia em Portugal, destes, 117 mil testes (70%) foram testes rápidos de antigénio, revelaram as autoridades, sublinhando que os números excluem os auto-testes.

Diário de Notícias
05 Dezembro 2021 — 14:15

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1059: Surto em festas em Santa Cruz aumenta para 63 infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS/SANTA CRUZ

Os 63 infectados associados às festas em Santa Cruz têm idades entre os 15 e os 25 anos. A Câmara de Torres Vedras alega que “o surto está controlado”.

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, aumentou para 63 infectados, segundo o mais recente boletim epidemiológico deste município.

O surto teve um aumento de 52 para 63 infectados, com idades entre os 15 e os 25 anos, nas últimas 48 horas, e regista os primeiros três recuperados, de acordo com o boletim divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da Câmara de Torres Vedras explicou que “o surto está controlado”, havendo agora 10 contactos de risco em vigilância activa.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu no último fim de semana de Agosto, durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantêm abertos, uma vez que não há funcionários afectados.

Os primeiros casos foram detectados, no início dessa semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em pelo menos outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.985 casos confirmados, dos quais 161 estão activos. Outras 6.648 pessoas recuperaram e 176 morreram, de acordo com o boletim epidemiológico.

A covid-19 provocou pelo menos 4.593.164 mortes em todo o mundo, entre mais de 222,46 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.836 pessoas e foram contabilizados 1.052.127 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
10 Setembro 2021 — 13:10

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