847: Aumenta para 87 os concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes

SAÚDE/COVID-19/INCIDÊNCIA

A situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

A situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

Portugal apresenta esta sexta-feira 87 concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais 29 do que na última sexta-feira.

Segundo os dados divulgados esta sexta-feira no boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), entre os 87 concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes, estão a totalidade dos 18 concelhos que pertencem à Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Dos 18 concelhos da AML, só Setúbal (231) e Palmela (229) tem uma incidência superior a 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, sendo que os restante 16 ultrapassam os 240 casos.

Nessa zona, a situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

De acordo com a DGS, tal como no boletim anterior, não existem concelhos no patamar de risco mais elevado de todos, ou seja, com incidência a 14 dias superior a 960 casos por 100 mil habitantes.

No entanto, a situação em Albufeira agravou-se na última semana e o concelho algarvio regista agora 823 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, quase o dobro em relação à sexta-feira anterior.

Dos 87 concelhos, 32 registam um acumulado, nos últimos 14 dias, de mais de 240 casos por cada 100 mil habitantes, enquanto na última sexta-feira eram 27 os concelhos que estavam neste patamar.

Os restantes 55 concelhos têm valores entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes, mais 27 do que na semana passada.

Com zero casos nos últimos 14 dias são referidos 39 concelhos, menos quatro em relação ao boletim anterior.

A incidência cumulativa a 14 dias do boletim de hoje refere-se ao período entre 17 de Junho e 30 de Junho.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.957.862 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 182,5 milhões de casos de infecção, segundo o balanço mais recente feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.108 pessoas e foram confirmados 884.442 casos de infecção, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Diário de Notícias
Lusa
02 Julho 2021 — 15:01

 

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636: Índice de transmissibilidade nos 0,80 com todas as regiões abaixo de 1

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS/COVID-19

Candid_Shots / Pixabay

O índice médio de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 está nos 0,80, com todas as regiões do país abaixo de 1, o que indicia um “claro decréscimo da incidência” do número de infecções.

Segundo o relatório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado sobre a curva epidémica da infecção pelo novo coronavírus, Portugal apresenta uma taxa de notificação acumulada de 14 dias entre os 60 e os 119,9 casos por 100 mil habitantes.

Por regiões, o INSA avança que o Norte apresenta um Rt de 0,77, o Centro de 0,78, Lisboa e Vale do Tejo de 0,75, o Alentejo de 0,72, Algarve de 0,68 e os Açores de 0,95.

Ao contrário dos anteriores relatórios, o INSA não disponibilizou os dados sobre a Região Autónoma da Madeira, devido à “introdução de um elevado número de notificações em atraso na base de dados do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), o que impede uma interpretação correta dos resultados”.

De acordo com o instituto, assim que esta situação estiver ultrapassada, o INSA retomará o cálculo do Rt para a Madeira, admitindo que o índice de transmissibilidade nacional “poderá estar inflacionado” por esta razão.

Este indicador é um dos critérios definidos pelo governo para a avaliação que vai ser feita do processo de desconfinamento que se inicia na segunda-feira, em conjunto com o número de novos casos de covid-19 por cada 100 mil habitantes.

Na quinta-feira, na apresentação do plano de desconfinamento, o primeiro-ministro, António Costa, avisou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapassar os “120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias” ou sempre que o Rt – o número médio de casos secundários que resultam de um caso infectado pelo vírus – ultrapasse o 1.

Segundo o relatório divulgado hoje, desde 10 de Fevereiro que se regista um estabilizar do Rt com um ligeiro aumento de 0,61 para 0,84, o que “sugere um desacelerar da tendência de decrescimento da incidência do SARS-Cov-2”.

No anterior relatório, divulgado a 5 de Março, o índice médio de transmissibilidade estava nos 0,71 em Portugal continental, com excepção dos Açores e da Madeira, que apresentam um valor acima de 1.

ZAP //Lusa Lusa

Por Lusa
12 Março, 2021

 

 

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