1738: Índice de transmissibilidade volta a subir para os 1,02 em Portugal

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/TRANSMISSIBILIDADE

A média de casos diários aumentou para os 9.474 a nível nacional.

© PAULO SPRANGER / Global Imagens

O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 subiu ligeiramente em Portugal para os 1,02 e a média de casos diários aumentou para os 9.474, indicou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

“O valor médio do Rt para os dias de 18 a 22 de Abril foi de 1,02” a nível nacional, o que representa um aumento em relação ao valor de 1,00 registado na semana anterior, avança o relatório do INSA sobre a evolução do número de casos no país.

Entre 21 de Janeiro e 15 de Fevereiro, este indicador tinha registado uma descida acentuada, chegando aos 0,71.

Segundo os dados esta quarta-feira divulgados, o número médio a cinco dias de casos diários passou dos 8.931 para os 9.474 a nível nacional, sendo mais baixo em Portugal continental (8.842).

O documento do INSA adianta ainda que o Rt – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — está acima do limiar de 1 no Norte (1,07), no Centro (1,03) e nos Açores (1,05), o que “indica uma tendência crescente” de infecções pelo SARS-CoV-2.

Este indicador está nos 0,99 em Lisboa e Vale do Tejo, nos 0,98 no Alentejo, nos 0,95 no Algarve e nos 0,89 na Madeira.

“Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias superior a 960 por 100 mil habitantes e um Rt superior a 1, ou seja, uma taxa de notificação muito elevada e com tendência crescente”, adianta o instituto.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Abril 2022 — 14:34


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine

 

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1725: Covid-19: Governo diz que uso da máscara vai ser reavaliado nas próximas duas semanas

Portugal é o sétimo país da União Europeia com mais novos casos diários. … E continuamos a brincar aos “especialistazinhos”, aos “médicozinhos” & afins… País de acéfalos incompetentes e irracionais!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/MÁSCARAS/REAVALIAÇÃO

Obrigatoriedade do uso de máscaras poderá cair em contexto escolar dentro de uma ou duas semanas.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde afirmou esta terça-feira que o uso da máscara, nomeadamente nas escolas, vai ser reavaliado nas próximas duas semanas e terá em conta o índice de transmissibilidade e mortalidade da covid-19.

“Neste momento temos indicadores que podem permitir que nos próximos tempos, oito ou 15 dias, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) reanalise todo este processo e, se estes indicadores se mantiverem, poderá aliviar estas restrições”, disse aos jornalistas António Lacerda Sales, quando questionado sobre a posição do Conselho Nacional de Saúde, que contestou a manutenção do uso de máscara nas escolas.

O secretário de Estado, que falava no final de uma cerimónia que assinalou a aquisição de 45 novas ambulâncias do INEM, sustentou que é importante neste momento passar o período da Páscoa, tendo em conta que é uma altura de maior mobilidade social, e também do início de aulas.

“É bom que se possa deixar decorrer estes próximos dias para se perceber se este período de maior mobilidade social teve algum impacto naquilo que é a incidência, que até agora se tem mostrado decrescente”, frisou António Lacerda Sales, referindo que actualmente Portugal está com 577 casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos sete dias e o índice de transmissibilidade é inferior a um.

Segundo o governante, estes indicadores não têm provocado um impacto na mortalidade geral.

“Mediante estes bons indicadores e, se os mantivermos na próxima semana ou durante as próximas duas semanas, garantidamente que a DGS poderá reanalisar esta medida, nomeadamente o uso das máscaras, e poderá eventualmente dentro de uma ou duas semanas proceder ao alívio destas restrições, nomeadamente nas escolas”, sublinhou.

António Lacerda Sales ressalvou ainda que “esta decisão é eminentemente técnica” e que “as boas decisões políticas se apoiam sempre em boas decisões técnicas”.

No dia em que começou o terceiro período do ano lectivo, o Conselho Nacional de Saúde tornou pública a sua posição contra a manutenção do uso de máscara nas escolas, considerando que a infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 entre a comunidade educativa “não tem uma dimensão objectiva que o justifique”.

Aquele órgão consultivo do Governo liderado pelo epidemiologista Henrique Barros “vê com apreensão a insistência” no uso de máscara “no contexto das escolas e creches”, considerando que “esta medida de protecção individual”, sendo de “aplicação proporcional”, deve “restringir-se a outros contextos mais específicos”, como serviços de saúde ou lares, e “não à comunidade escolar, onde a infecção não tem uma dimensão objectiva que o justifique”.

Na quarta-feira, a directora-geral da Saúde disse que, apesar de a covid-19 nas crianças ser “habitualmente ligeira”, o fim do uso da máscara nas escolas “é um risco ainda grande com a transmissibilidade que ainda existe”.

A covid-19 é uma doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado em finais de 2019 na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo.

A Ómicron é a variante do SARS-CoV-2 dominante e a mais transmissível.

Apesar de eficazes, as vacinas contra a covid-19 em circulação não impedem totalmente a infecção e a transmissão da infecção.

DN/Lusa

1715: Portugal com Rt de 0,94 e uma média de 8.981 casos diários

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

Com um Rt de 1,02, os Açores são a única região do país com este indicador acima do limiar de 1, o que “indica uma tendência crescente” de casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 baixou ligeiramente para os 0,94 e Portugal regista uma média de 8.981 novos casos diários de infecção, anunciou esta quinta-feira o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

“O valor médio do Rt para os dias de 04 a 08 de Abril foi de 0,94”, o que representa uma redução muito ligeira em relação aos 0,95 registados no período anterior, avança o relatório semanal do INSA sobre a evolução do número de infecções no país.

Com um Rt de 1,02, os Açores são a única região do país com este indicador acima do limiar de 1, o que “indica uma tendência crescente” de casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

O Rt – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — está nos 1,00 no Norte, nos 0,94 no Centro, nos 0,92 em Lisboa e Vale do Tejo, nos 0,94 no Alentejo, nos 0,93 no Algarve e nos 0,87 na Madeira, indica o INSA.

O relatório refere ainda que o número médio de casos a cinco dias está agora nas 8.981 infecções diárias a nível nacional, quando no período anterior foi de 9.566.

“À excepção da região Norte, todas as regiões apresentam a taxa de incidência superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias”, adianta também o instituto, que atribuiu à Madeira o valor mais elevado neste indicador (2.883,6 casos).

A doença covid-19 é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em Novembro, na África do Sul.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Abril 2022 — 18:32


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética na Ucrânia

 

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1314: Portugal regista incidência crescente de 298 casos por 100.000 habitantes

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INCIDÊNCIA

Pandemia com tendência “fortemente crescente a nível nacional”, segundo o relatório de monitorização das “linhas vermelhas”

A incidência de infecções por covid-19 em Portugal atingiu uma taxa acumulada nos últimos 14 dias de 298 casos por 100.000 habitantes, com uma tendência “fortemente crescente a nível nacional”, segundo dados oficiais divulgados esta sexta-feira.

De acordo com o relatório de monitorização das “linhas vermelhas” da pandemia, da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Ricardo Jorge (INSA) , também o número de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma “tendência fortemente crescente”.

As UCI registam actualmente uma taxa de ocupação de 40% do valor crítico definido de 255 camas, quando na semana passada a ocupação de camas em cuidados intensivos estava nos 28%.

Quanto ao índice de transmissibilidade (Rt), o relatório dá conta igualmente de uma tendência crescente da incidência de infecções por SARS-CoV-2 a nível nacional (1,19) e em todas as regiões.

A manter esta taxa de crescimento, a nível nacional, estima-se que o limiar de 480 casos em 14 dias por 100.000 habitantes possa ser ultrapassado em menos de 15 dias, alerta.

Em linha com estes dados, também a mortalidade específica por covid-19 (15,5 óbitos em 14 dias por 1.000.000 de habitantes) apresenta uma tendência crescente, embora esta taxa de mortalidade revele “um impacto moderado da pandemia na mortalidade”.

No grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos, o número de novos casos de infecção por 100.000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 211 casos, valor que se espera vir a aumentar.

A nível nacional, a proporção de testes positivos foi de 4,7% (na semana anterior foi de 4,3%), acima do limiar definido de 4%, indica o relatório, apontando para um aumento do número de testes realizados nos últimos sete dias.

A proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 2,6%, ligeiramente abaixo dos 2,8% da semana passada, mantendo-se abaixo do limiar de 10%.

Nos últimos sete dias, 88% dos casos de infecção por covid-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação (na semana passada foi de 96%) e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 81% dos casos.

Em todas as regiões do país, a variante dominante é a Delta, com “uma frequência relativa de 100%” dos casos avaliados na semana de 8 a 14 de Novembro.

Até à data, não foram detectados casos da nova linhagem Omicron, sublinha o relatório.

O documento destaca que a análise dos diferentes indicadores revela “uma actividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade elevada, com tendência fortemente crescente a nível nacional”.

A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são ainda moderados, mas com tendência crescente.

A emergência de uma nova linhagem (Omicron) “com elevado número de mutações”, e com aparente disseminação na África do Sul nas últimas semanas, “suporta a necessidade de reforçar a vigilância epidemiológica, virológica e do controlo de fronteiras em Portugal, até serem conhecidas mais informações”.

Portugal registou esta sexta-feira mais 3.205 novos casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e oito mortes associadas à covid-19, além de um novo aumento do número de internados em enfermaria.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Novembro 2021 — 23:29

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847: Aumenta para 87 os concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes

SAÚDE/COVID-19/INCIDÊNCIA

A situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

A situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

Portugal apresenta esta sexta-feira 87 concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais 29 do que na última sexta-feira.

Segundo os dados divulgados esta sexta-feira no boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), entre os 87 concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes, estão a totalidade dos 18 concelhos que pertencem à Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Dos 18 concelhos da AML, só Setúbal (231) e Palmela (229) tem uma incidência superior a 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, sendo que os restante 16 ultrapassam os 240 casos.

Nessa zona, a situação mais preocupante continua a ser em Lisboa, que ultrapassa agora os 480 casos por 100 mil habitantes (595), e em Sesimbra (473).

De acordo com a DGS, tal como no boletim anterior, não existem concelhos no patamar de risco mais elevado de todos, ou seja, com incidência a 14 dias superior a 960 casos por 100 mil habitantes.

No entanto, a situação em Albufeira agravou-se na última semana e o concelho algarvio regista agora 823 casos de covid-19 por 100 mil habitantes, quase o dobro em relação à sexta-feira anterior.

Dos 87 concelhos, 32 registam um acumulado, nos últimos 14 dias, de mais de 240 casos por cada 100 mil habitantes, enquanto na última sexta-feira eram 27 os concelhos que estavam neste patamar.

Os restantes 55 concelhos têm valores entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes, mais 27 do que na semana passada.

Com zero casos nos últimos 14 dias são referidos 39 concelhos, menos quatro em relação ao boletim anterior.

A incidência cumulativa a 14 dias do boletim de hoje refere-se ao período entre 17 de Junho e 30 de Junho.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.957.862 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 182,5 milhões de casos de infecção, segundo o balanço mais recente feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.108 pessoas e foram confirmados 884.442 casos de infecção, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Diário de Notícias
Lusa
02 Julho 2021 — 15:01

 

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636: Índice de transmissibilidade nos 0,80 com todas as regiões abaixo de 1

 

SAÚDE/CORONAVÍRUS/COVID-19

Candid_Shots / Pixabay

O índice médio de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 está nos 0,80, com todas as regiões do país abaixo de 1, o que indicia um “claro decréscimo da incidência” do número de infecções.

Segundo o relatório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado sobre a curva epidémica da infecção pelo novo coronavírus, Portugal apresenta uma taxa de notificação acumulada de 14 dias entre os 60 e os 119,9 casos por 100 mil habitantes.

Por regiões, o INSA avança que o Norte apresenta um Rt de 0,77, o Centro de 0,78, Lisboa e Vale do Tejo de 0,75, o Alentejo de 0,72, Algarve de 0,68 e os Açores de 0,95.

Ao contrário dos anteriores relatórios, o INSA não disponibilizou os dados sobre a Região Autónoma da Madeira, devido à “introdução de um elevado número de notificações em atraso na base de dados do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), o que impede uma interpretação correta dos resultados”.

De acordo com o instituto, assim que esta situação estiver ultrapassada, o INSA retomará o cálculo do Rt para a Madeira, admitindo que o índice de transmissibilidade nacional “poderá estar inflacionado” por esta razão.

Este indicador é um dos critérios definidos pelo governo para a avaliação que vai ser feita do processo de desconfinamento que se inicia na segunda-feira, em conjunto com o número de novos casos de covid-19 por cada 100 mil habitantes.

Na quinta-feira, na apresentação do plano de desconfinamento, o primeiro-ministro, António Costa, avisou que as medidas da reabertura serão revistas sempre que Portugal ultrapassar os “120 novos casos por dia por 100 mil habitantes a 14 dias” ou sempre que o Rt – o número médio de casos secundários que resultam de um caso infectado pelo vírus – ultrapasse o 1.

Segundo o relatório divulgado hoje, desde 10 de Fevereiro que se regista um estabilizar do Rt com um ligeiro aumento de 0,61 para 0,84, o que “sugere um desacelerar da tendência de decrescimento da incidência do SARS-Cov-2”.

No anterior relatório, divulgado a 5 de Março, o índice médio de transmissibilidade estava nos 0,71 em Portugal continental, com excepção dos Açores e da Madeira, que apresentam um valor acima de 1.

ZAP //Lusa Lusa

Por Lusa
12 Março, 2021

 

 

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