“Se for preciso começar a vacinar maiores de 65, o sistema também está preparado para o fazer”

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/REFORÇO

A nova fase da vacinação começou ontem em lares do país. Da lista dos elegíveis, fazem parte os residentes de 3.700 lares, independentemente da idade, e os maiores de 80 anos. O coordenador do Núcleo de Apoio à Vacinação, coronel Carlos Penha Gonçalves, diz ao ​​​​​​​DN que esta nova etapa deverá terminar em Julho.

Residentes de 3700 lares vão ser vacinados durante três semanas

A Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19, da Direcção-Geral da Saúde, recomendou a toma da quarta dose, ou segunda de reforço, para os maiores de 80 anos e o aumento de casos já fez com que esta fosse antecipada com o “objectivo de melhorar a protecção da população mais vulnerável, face ao actual aumento da incidência de casos em Portugal”.

Recorde-se que, inicialmente, e segundo foi anunciado pela ministra da Saúde há duas semanas, este processo de vacinação só deveria começar em finais de Agosto, princípio de Setembro. Mas começou hoje com várias equipas de profissionais de centros de saúde e de unidades locais de saúde a irem a lares para vacinar os residentes. E o coordenador do Núcleo de Apoio à Vacinação Contra a Covid-19, o médico militar Carlos Penha Gonçalves, só espera que a população continue a aderir a esta fase como o fez em relação às outras.

A DGS actualizou a norma da vacinação na sexta-feira para incluir esta 5.ª fase e o processo teve início ontem. De acordo com o coronel Penha Gonçalves, há cerca de 750 mil pessoas para vacinar. “Trata-se da população residente em 3.700 lares, independentemente da sua idade, mas por uma questão epidemiológica, e os maiores de 80 anos que vivem na comunidade. E a estimativa é que esta fase fique concluída no fim de Julho”, destaca ao DN.

Em relação à população dos lares, o processo até pode ser concluído rapidamente, “daqui a três semanas, mas tudo irá depender também do número de pessoas que foram infectadas na última vaga da covid-19, em Janeiro e Fevereiro, e que têm de respeitar um intervalo de quatro a cinco meses para receber esta dose”, sustenta. O médico militar e investigador na área da Bioética do Instituto Ciência da Gulbenkian refere que este processo terá uma fase intensa até meio de Julho, que começará a atenuar a meio do mês para caminhar para a fase final.

O segundo processo de reforço da vacinação para os mais idosos começou muito antes do previsto, e numa altura em que já se debate também a administração da quarta dose aos maiores de 65 anos. Fonte da CTV confirmou ao DN não haver ainda qualquer decisão, mas que a evolução da doença está a ser acompanhada e que, como tem sido prática, a situação será tomada se se verificar que “esta faixa etária ficará mais protegida contra a doença grave provocada pela covid-19 no período do outono ou do inverno”.

Por agora, tal não se coloca, a menos que, admite, a situação epidemiológica também evolua de tal forma que justifique antecipar a decisão, tal como aconteceu em relação aos maiores de 80 anos devido a nova onda provocada pela variante Ómicron.

Se houver esta necessidade, de vacinar os maiores de 65 anos, será mais de um milhão de pessoas que terão de ser vacinadas. O coronel Penha Gonçalves diz ao DN que “o sistema está preparado para o fazer”, argumentando: “O sistema foi preparado com elasticidade suficiente para, no caso de haver nova solicitação, poder responder. Estou completamente convencido que há resposta se houver mais uma nova fase”.

Recorde-se que, neste momento, também está a decorrer a vacinação da terceira dose dos infectados em Janeiro e Fevereiro. São também cerca de um milhão de pessoas. Mas Carlos Penha Gonçalves está ciente da resposta que o sistema montado tem para dar e só espera mesmo que “a população continue a responder como o fez inicialmente”, colocando Portugal como um dos países do mundo com maior cobertura vacinal.

Os dados disponibilizados ao DN indicam que 92,1% do total da população já tem o esquema de vacinação completo (duas doses), que 62,4% já tem a terceira dose de reforço (84% da população elegível – também uma das percentagens mais elevadas da Europa) e que 56% da população pediátrica, dos 5 aos 11 anos, também já foi vacinada com as duas doses.

A fase do segundo reforço para os mais idosos e vulneráveis já começou nos lares, mas, durante esta semana, também “já haverá municípios que vão começar a vacinar os idosos na comunidade”´, refere Penha Gonçalves. “Há alguns que já começaram hoje a ser agendados, mas temos de dar dois a três dias para que possam responder, mas entre quinta e sexta-feira vão começar a ser vacinados”.

Por agora, e segundo referiu ao DN, ainda é o Núcleo de Apoio à Vacinação Contra a Covid-19, composto maioritariamente por militares, que vai estar à frente da quinta fase da vacinação, mas, “depois, logo se vê”, reforçando, de novo, que “o sistema está preparado” para continuar.

Neste momento, Portugal é dos países que já está a cumprir a recomendação feita há duas semanas pelo Centro Europeu de Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC, sigla inglesa), porque, justificava a DGS em comunicado, “a evidência científica tem vindo a sugerir que a vacinação com uma segunda dose de reforço apresenta benefício na prevenção de doença grave, hospitalização e morte, em grupos populacionais com 80 ou mais anos”.

De acordo com os dados sobre a evolução da doença, o aumento de casos tem vindo a ser registado em todas as faixas etárias, com maior incidência nas faixas mais novas, mas as mortes estão a ocorrer acima dos 70 anos e com maior incidência no grupo acima dos 80, cerca de 95%.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
17 Maio 2022 — 00:14

 

© ® inforgom.pt é um domínio registado por F. Gomes

 

1777: Idosos em lares começam hoje a receber segundo reforço da vacina

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS/REFORÇO

Pessoas com mais de 80 anos também vão começar a ser chamados por SMS ou chamada telefónica ainda esta semana.

© Miguel Pereira da Silva / GLOBAL IMAGENS

Os idosos residentes em lares começam hoje a receber a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19, que estava prevista para o início do outono, mas que foi antecipada devido ao aumento de infecções no país.

Segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), também esta semana os idosos com 80 ou mais anos vão começar a tomar o segundo reforço da imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2 nos centros de vacinação ou de saúde, depois de serem convocados por mensagem SMS ou chamada telefónica.

A Comissão Técnica de Vacinação Contra a Covid-19 (CTVC) da DGS recomendou esta nova toma da vacina com “objectivo de melhorar a protecção da população mais vulnerável, face ao actual aumento da incidência de casos em Portugal”.

A população elegível para esta vacinação é de cerca de 750 mil pessoas, que devem ser vacinadas com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infecção por SARS-CoV-2, ou seja, este reforço abrange também as pessoas que recuperaram da infecção.

A DGS anunciou ainda que as crianças e jovens entre os 12 e 15 anos com condições de imuno-supressão, no âmbito da norma publicada sobre esta matéria, também passam a ser elegíveis para receber uma dose adicional de vacina, na sequência de um parecer favorável da CTVC.

Diário de Notícias
Lusa/DN
16 Maio 2022 — 07:06

 

© ® inforgom.pt é um domínio registado por F. Gomes

 

1748: Pessoas com mais de 80 anos recebem quarta dose da vacina a partir do final de Agosto

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VACINAÇÃO DE IDOSOS

Ministra da Saúde salvaguardou que “para grupos em função da sua situação de imuno-comprometimento ou fragilidade imunitária”, a quarta dose “já está a ser passada com prescrição médica” e garantiu que Portugal está preparado para continuar o processo.

A ministra da Saúde, Marta Temido
© FERNANDO VELUDO/LUSA

As pessoas com mais de 80 anos vão receber a dose de reforço da vacina contra a covid-19 a partir do final de Agosto ou início de Setembro, anunciou esta segunda-feira a ministra da Saúde, Marta Temido.

“O que se coloca neste momento é saber qual o melhor momento para avançarmos com a quarta dose ou dose de reforço. Face às características deste vírus, e estando a situação epidemiológica relativamente controlada, o que parece fazer mais sentido é que esse momento aconteça apenas antes do início do outono/inverno. Portanto, em final de Agosto/início de Setembro”, disse a ministra da Saúde, no Porto.

Marta Temido adiantou ainda que a administração da dose de reforço às pessoas com mais de 80 anos está “em linha com a posição da Agência Europeia do Medicamento”.

“Há evidência, que não é totalmente clara, [a administração do reforço] para a faixa etária entre os 60 e os 80 anos e parece haver alguma clareza de que abaixo dos 60 anos não se justificará”, descreveu.

Marta Temido salvaguardou que “para grupos em função da sua situação de imuno-comprometimento ou fragilidade imunitária”, a quarta dose “já está a ser passada com prescrição médica” e garantiu que Portugal está preparado para continuar o processo.

A governante esteve hoje no Centro Hospitalar Universitário de São João a conhecer a remodelação da unidade de cuidados intensivos deste hospital.

Diário de Notícias
DN/Lusa
02 Maio 2022 — 13:47


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine

[vqrsize=”130″/]

 

© ® inforgom.pt é um domínio registado por F. Gomes

 

1742: Portugal e Espanha são os países onde casos estão a aumentar nos mais idosos

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS

A incidência de novos casos de covid-19 em 14 dias na Europa mantém-se em níveis elevados em pessoas com mais de 65 anos, embora tenha caído pela quarta semana.

© André Gouveia / Global Imagens

Portugal e Espanha são os únicos países da União Europeia (UE) e do Espaço Económico Europeu (EEE) onde os casos de covid-19 estão a aumentar entre a população mais idosas, segundo dados divulgados hoje pelo ECDC.

De acordo com informação do Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), a incidência de novos casos de covid-19 em 14 dias na Europa mantém-se em níveis elevados em pessoas com mais de 65 anos, embora tenha caído pela quarta semana.

A queda, segundo o ECDC, situou-se nos 18% e a incidência, com dados registados até 24 de Abril, ficou em 1.014 novos casos por 100 mil habitantes, com a Polónia abaixo dos 40, Suécia e Roménia entre os 40 e 100, Bulgária, Croácia, Hungria, Holanda e Noruega entre os 100 e os 300 e outros 22 países acima dos 300 novos casos.

Para os maiores de 65 anos, a incidência média na UE/EEE é de 973 novos casos por 100 mil habitantes, menos 8%, embora represente 75% do máximo atingido durante a pandemia no continente, pelo que o ECDC considera importante continuar a monitorizar a situação de perto.

A taxa de internamentos, com dados de 17 dos 30 países da região, caiu de 9,3 por 100 mil habitantes para 8,8 na última semana.

A admissão em cuidados intensivos, com dados de 12 países, foi de 0,7 por 100 mil habitantes, uma décima a menos.

O ECDC salientou que a taxa semanal de testes à covid-19 caiu 17% na última semana para 2.384 por 100 mil habitantes, enquanto a positividade média nos testes foi de 15,5%, quase quatro pontos percentuais a menos.

A taxa de mortalidade em 14 dias diminuiu pela segunda semana consecutiva, foi de 19,2 por 1 milhão, 19% menos.

Cem por cento dos casos registados correspondem à variante Ómícron e, destes, 95,5% correspondem à sub-variante BA2.

Segundo os dados, 83,4% da população com mais de 18 anos tem a vacinação completa, uma percentagem que cai para 72,6% na população total, embora os valores de cobertura variem significativamente entre os diferentes países.

Os dados indicam também que 64% dos maiores de 18 anos (53,2% da população total) receberam a dose de reforço.

Para a próxima semana prevê-se uma tendência de diminuição de novos casos e de aumento de internamentos e óbitos, embora o ECDC alerte para a fraca fiabilidade das previsões devido a alterações nos critérios de testagem e procedimentos de notificação.

A covid-19 causou mais de seis milhões de mortos em todo o mundo desde que a doença foi detectada, no final de 2019, em Wuhan, no centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detectada pela primeira vez, em Novembro, na África do Sul.

Diário de Notícias
Lusa/DN
29 Abril 2022 — 09:15


Pelas vítimas do genocídio praticado
pela União Soviética de Putin, na Ucrânia
For the victims of the genocide practiced
by the Soviet Union of Putin, in Ukraine

 

© ® inforgom.pt é um domínio registado por F. Gomes

 

1283: Como salvar o Natal? Vacinando 99% dos idosos até Dezembro

– Como muito bem diz a minha vizinha do rés-do-chão: “Esta gente está toda doida…!!!”. Também acho que sim! Meus senhores, especialistas, técnicos de saúde & afins, a dose de reforço (ou terceira dose) não tem de ser tomada SEIS MESES depois da inoculação da segunda dose? Então se sim, como é que pretendem vacinar 99% dos idosos até ao natal? Por exemplo, eu, fui inoculado com a segunda dose em Julho deste ano. Só poderei levar a dose de reforço em Janeiro do próximo ano. Como é afinal? Além disso, salvar o natal e o fim-de-ano, está nas mãos (e na cabeça) dos acéfalos indigentes intelectualóides, em cumprirem as regras sanitárias de uso de máscara, distanciamento físico e lavagem das mãozinhas…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS/VACINAÇÃO

Mat Napo / Unsplash

Caso 99% das pessoas a partir dos 65 anos não seja vacinada antes do Natal, Portugal ultrapassa as linhas vermelhas das UCI no início de 2022.

Para que no início do próximo ano o país não ultrapasse as linhas vermelhas relacionadas com a pressão hospitalar, é necessário vacinar 99% das pessoas a partir dos 65 anos elegíveis para a dose de reforço antes do Natal.

Baltazar Nunes, epidemiologista no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), deixou este alerta na apresentação na reunião no Infarmed desta sexta-feira.

Este é o melhor cenário, de acordo com o especialista, para evitar uma “onda epidémica com intensidade e impacto que ultrapasse os actuais limites das linhas vermelhas”. Assim, o reforço vacinal vai achatar essa onda.

Portugal está num momento de transição entre o cenário mais optimista e o cenário intermédio que o próprio tinha apresentado na última reunião no Infarmed, em meados de Setembro, refere Baltazar Nunes, citado pelo Observador.

O epidemiologista nota ainda assim que o surgimento de vagas de frio, habitualmente em Dezembro e Janeiro, podem precipitar a ocorrência da vaga.

Embora seja feito um apelo para um reforço vacinal, uma vez que a população mais vulnerável já está a perder a imunidade provocada pela vacina, Baltazar Nunes ressalva que o esquema vacinal original foi essencial para controlar a epidemia: não só evitou 14.660 infecções, como poupou 3.065 vidas.

No entanto, destaca que o próximo outono e inverno, as medidas impostas devem ter em conta não só a incidência da covid-19, mas também a pressão sobre o SNS exercida por outros vírus respiratórios.

  ZAP //

ZAP
22 Novembro, 2021

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1280: Mais de 1,5 milhões de pessoas vacinadas contra a gripe e 750.000 com 3.ª dose da covid-19

– Os profetas da desgraça, acoitados nos partidos da extrema-esquerda burguesa urbana (BE), dos sociais-fascistas da esquerda ditatorial (PCP/Verdes), da direita (PPD) e extrema-direita fascista (CDS/Chega & afins), não lhes interessa referir estes números porque não convém aos seus interesses pessoais de assalto ao poder ou interesses partidários, preferindo chafurdar na pocilga em que se tornou a política e os seus intervenientes, debitando mentiras a fim de baralharem os menos esclarecidos.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/GRIPE/VACINAÇÃO

A DGS lembra que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

Mais de 1,5 milhões de pessoas já foram vacinadas contra a gripe, tendo sido também administradas mais de 750.000 doses de reforço e adicionais da covid-19, segundo dados divulgados este domingo pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

“Portugal já administrou cerca de 1.561.000 doses de vacina contra a gripe (incluindo cerca de 400 mil em farmácias) e mais de 750 mil doses de reforço e adicionais da vacina contra a covid-19. Estes resultados foram possíveis com a aceleração da vacinação diária dos centros de vacinação, incluindo ao fim de semana, através da modalidade ‘Casa Aberta'”, indica a DGS num comunicado.

De acordo com o balanço, nos últimos dois dias, e até às 18:00 de hoje, foram administradas mais de 66 mil doses de vacina contra a gripe e cerca de 80 mil doses contra a covid-19, das quais cerca de 73 mil foram doses de reforço.

A DGS salienta no comunicado que a modalidade “casa aberta”, para pessoas com 75 ou mais anos, se mantém durante a semana.

Apelando para que as pessoas se vacinem contra a gripe e contra a covid-19, a DGS acrescenta que os utentes continuam a ser convocados preferencialmente por SMS, através de agendamento centralizado e, localmente, pelos respectivos pontos de vacinação, para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a covid-19 (ou só contra a gripe se não forem elegíveis para a vacina da covid-19).

A covid-19 provocou pelo menos 5.144.573 mortes em todo o mundo, entre mais de 256,54 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.321 pessoas e foram contabilizados 1.122.283 casos de infecção, segundo dados da DGS.

Diário de Notícias
Lusa
21 Novembro 2021 — 20:34

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

DGS: Maioria dos óbitos são pessoas com mais de 80 anos e com “várias doenças”

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS/MORTES

“O perfil habitual” das pessoas que morrem infectadas com covid-19 “é ter uma carga de doenças muito grande. Terem várias doenças”, afirmou a directora-geral da Saúde.

Graça Freitas, directora-geral da Saúde
© Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

A maior parte das pessoas que está a morrer actualmente em Portugal por covid-19 tem mais de 80 anos, várias doenças e está vacinada, indicou esta quinta-feira a directora-geral da Saúde.

“Estão a morrer predominantemente pessoas com muito idade, com 80 ou mais anos de idade. O perfil habitual é ter uma carga de doenças muito grande. Terem várias doenças”, disse aos jornalistas Graça Freitas, numa conferência de imprensa realizada na sede do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde).

A directora-geral da Saúde avançou também que a maior parte das pessoas que está a morrer é vacinada contra a covid-19, uma vez que a população desta faixa etária está praticamente toda vacinada.

Graça Freitas ressalvou que também há entre os óbitos pessoas não vacinadas.

“Os países que vacinaram muito pouco na Europa têm uma mortalidade incomparavelmente superior à de Portugal. Apesar de tudo, se Portugal mantém estes números é porque tem a sua população vacinada”, disse.

Desde o início da pandemia que morreram em Portugal 11.937 pessoas com covid-19 com mais de 80 anos, 3.918 entre a faixa etária dos 70 aos 79 anos e 1.667 entre os 60 e os 69 anos.

A covid-19 provocou pelo menos 5.122.682 mortes em todo o mundo, entre mais de 254,95 milhões infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.295 pessoas e foram contabilizados 1.115.080 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2021 — 21:44

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1257: Morte atinge idosos com mais de 70 anos e vírus é transmitido por crianças e jovens

– Não culpem apenas os novos. A velhada acéfala (eu tenho 75 anos mas cumpro as regras sanitárias e pratico confinamento voluntário de meses) também é culpada pela transmissibilidade infecciosa do coronavírus. Porque andam na rua SEM MÁSCARA ou com ela pendurada no pescoço ou no braço. Estarão vacinados? Desconheço.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES/IDOSOS

De 1 de outubro até ontem, morreram mais 304 pessoas devido ao SARS CoV-2. Destas, 205 tinham mais de 80 anos e 65 estavam entre os 70 e os 79 anos. Estes dados resultam de uma análise aos boletins diários da DGS, que revela ainda que o maior aumento percentual de novas infeções foi registado no grupo dos 0 aos 9 anos (7,5%) e que o maior número de casos ocorreu no grupo entre os 20 e os 29 anos (mais 6654). Especialistas dizem que o ritmo de crescimento é elevado.

Quem está a morrer com covid-19 em Portugal tem mais de 70 anos, outras doenças e muitos estão vacinados.
© Artur Machado – Global Imagens

Quem está a morrer em Portugal com covid-19? A pergunta tem sido feita por especialistas e não só. Mas os dados concretos, disponibilizados diariamente pelas autoridades de saúde, só permitem perceber em que faixas etárias é que se morre mais. O bastonário dos médicos já pediu publicamente à Direção-Geral da Saúde (DGS) que divulgue a informação com mais detalhes (por exemplo, se estas pessoas estavam ou não vacinadas e há quanto tempo ou se sofriam de outras doenças), até para apoiar a comunidade científica na análise da evolução da doença. Mas isso não tem acontecido. O problema é que a esta questão juntam-se outras, como em que idades está a ocorrer o maior número de casos, quem está a chegar aos hospitais para internamento em enfermarias e nas unidades de cuidados intensivos? Quantos dos infetados e internados estavam ou não vacinados e há quanto tempo? O DN também enviou estas perguntas à DGS , mas a resposta que chegou foi que tais dados só são atualizados mensalmente, devendo ser conhecidos na sexta-feira.

No entanto, uma consulta aos boletins diários da DGS sobre a doença permite tirar algumas conclusões, nomeadamente: quem está a morrer são pessoas da faixa etária acima dos 70 anos e quem está a transmitir a doença são, principalmente, as crianças dos 0 aos 9 anos e os jovens adultos dos 20 aos 29.

Quem está nos hospitais confirma que a mortalidade está atingir os idosos, mais vulneráveis, com comorbilidades e vacinados há muito tempo. E que a nível da transmissão são os mais novos, uns porque não estão vacinados, outros porque são jovens adultos ainda sem vacinação completa e com mais comportamentos de risco. “São resultados que já tínhamos detetado, mas é preciso termos dados mais concretos para se fazer uma avaliação”, disse ao DN o matemático do Instituto Superior Técnico (IST), Henrique Oliveira, que integra a equipa que faz a modelação da doença a longo prazo juntamente com a Ordem dos Médicos.

De acordo com os mesmos dados, desde o dia 1 de outubro – data em que foram levantadas todas as medidas restritivas em vigor até essa altura, nomeadamente o uso de máscara na rua, dentro de restaurantes, bares, discotecas e em locais de trabalho – e até ontem, 17 de novembro, morreram mais 304 pessoas em Portugal com covid-19, passando o total de óbitos de 17 979 para 18 283.

A esmagadora maioria dos óbitos ocorreu acima dos 70 anos. Ou melhor, 205 pessoas tinham mais de 80 anos, 65 estavam entre os 70 e os 79 e 25 entre os 60 e os 69 anos. Houve ainda duas mortes na faixa dos 50 aos 59 anos, seis entre os 40 e os 49 anos e uma entre os 30 e os 39 anos. As outras não registaram qualquer óbito neste período. Apesar de tudo, o número de mortes demonstra que a doença nesta fase é menos grave do que nas vagas anteriores.

Recorde-se que, na edição de ontem do DN, o director do Serviço de Infecciologia do Hospital Curry Cabral, que integra o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC), Fernando Maltez, confirmava que no dia anterior tinha apenas 15 doentes com covid na sua enfermaria, com uma média de idades que rondava os 70 anos, mas a maioria são idosos acima dos 80, havendo alguns casos extremos, de 50 e 89 anos, e já com comorbilidades, o que Também “é normal para estas idades”, disse. “Muitos deles tinham vacinação completa, mas já há algum tempo”. Apesar de tudo, “são doentes que não têm a gravidade que vimos nos casos das ondas anteriores. Têm predominantemente pneumonia e dificuldade respiratória, mas sem grande necessidade de cuidados intensivos”, acrescentou.

Do lado dos cuidados intensivos, o relato é o mesmo, segundo afirmou ao DN Philip Fortuna da Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital São José, que integra o CHULC: “Não têm chegado muitos doentes com covid. Neste dia, temos quatro”, acrescentando que sobre a mortalidade “o que está a acontecer é que, numa altura destas, de frio, mesmo a doença que não é grave, como uma constipação, pode matar um idoso, porque são os que estão mais vulneráveis”.

Transmissão cresceu mais no grupo dos 20 aos 29 anos

Os dados obtidos através dos boletins diários da DGS, nestes 48 dias, revelam ainda que a transmissão está a ocorrer maioritariamente em duas faixas etárias: dos 0 aos 9 anos, que registou neste período mais 4.955 casos, um aumento percentual de 7,5%, e na dos 20 aos 29 anos, que teve mais 6.654 casos, um aumento percentual de 3,8%.

Dados que fazem o matemático do IST reforçar a necessidade de informação mais detalhada para se avaliar a evolução da doença e até para a tomada de decisões. Recorde-se que o governo decidiu nesta semana, e devido ao aumento do ritmo de crescimento dos casos, agendar para amanhã uma reunião com peritos no Infarmed para avaliação da situação.

Ao DN, Henrique Oliveira explica que, no espaço de sete dias, a realidade ultrapassou as suas estimativas. “Estamos com um ritmo de crescimento, numa média a sete dias, da ordem dos 5,6%, o que é muito. Neste momento, e sempre tendo em conta uma média a sete dias, estamos com 1.677 casos, mas este ritmo de crescimento vai fazer que, no dia 25 de Novembro, a média já esteja nos 2600 casos”, quando as anteriores previsões apontavam para números dessa grandeza só na altura do Natal.

Tendo em conta que as mortes estão a ocorrer na faixa etária acima dos 80 anos, Henrique Oliveira sublinha “a necessidade extrema em se acelerar o reforço de vacinação nos mais idosos e nos profissionais de saúde”. “São quase 3 milhões de pessoas que deveriam estar vacinadas até ao dia 10 de Dezembro para se conseguir travar o crescimento da doença”, explicou. E, reforça ainda, “se não quisermos ter mais mortalidade em Janeiro, após a época natalícia, é preciso que o governo analise a situação e, se calhar, que tome algumas medidas.”

Ontem, Portugal ultrapassou de novo a barreira dos 2 mil casos diários – foram 2527 e nove óbitos -, o que não acontecia desde 2 de Setembro. Ainda assim, Henrique Oliveira lembra que, em termos de mortalidade, e numa média a sete dias, estávamos piores em Agosto. “Em Agosto, estávamos com uma média a sete dias de 13 mortes e agora estamos abaixo das nove mortes.” Ontem subiu também o número total de internamentos, para 514, mais 28 do que no dia anterior. Destes, 75 estão em cuidados intensivos, menos cinco do que na véspera. A incidência por 100 mil habitantes passou de 156,5 casos para 173,7. O ritmo de transmissibilidade R(t) passou de 1.16 para 1.17.

Se olharmos para os dados de 1 de Outubro, temos noção do crescimento da doença, já que nessa altura a incidência era de 101,7 por 100 mil habitantes, e o R(t) de 0,89. Agora, os dois indicadores são bem mais elevados. E já há especialistas a defender que o reforço vacinal contra a covid deveria ser dado a mais idades, como a partir dos 50 anos, tal como está a ser feito no Reino Unido, ou que não deveria haver um intervalo de seis meses para a terceira dose, após a vacinação completa. Por exemplo, há quem considere que, nas camadas mais idosas, acima dos 70 anos, ninguém deveria aguardar pelos seis meses, devendo, pelo contrário, ser vacinados com a dose de reforço o mais rapidamente possível. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) decidiu nesta semana retirar os intervalos definidos para a dose de reforço para as idades mais avançadas.

O infecciologista do Curry Cabral, Fernando Maltez, defendeu mesmo ao DN que, num futuro muito próximo, prevê que “este reforço tenha de ser dado a toda a população”.

Nesta semana têm-se multiplicado os apelos dos especialistas para que a população volte a cumprir com rigor as medidas profilácticas que já todos conhecemos, como o uso de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento social.

anamafaldainacio@dn.pt

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
18 Novembro 2021 — 00:18

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

Vacinação em “casa aberta” aberta para maiores de 75 anos

– Penso que a informação que estão a passar, para os idosos e para a terceira dose da vacina Covid-19, não está a ser devidamente clarificada. Isto porque e por exemplo no meu caso, 75 anos, tomei a segunda dose em 24 de Julho de 2021 e só devo estar elegível para a terceira dose em 24 de Janeiro de 2022. Será que todos os idosos estão nas mesma situação que eu ou que tomaram a segunda dose, por exemplo, em Maio de 2021? A da gripe já cá canta.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/VACINAÇÃO/CASA ABERTA/ IDOSOS

Os utentes devem consultar o respectivo horário de funcionamento no portal covid-19 do ministério da Saúde.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

A vacinação contra a gripe e de reforço contra a covid-19 está disponível a partir desta terça-feira para as pessoas com 75 ou mais anos na modalidade de `casa aberta´, anunciou a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Em comunicado, a DGS adiantou que, antes de se dirigirem aos centros de vacinação da sua área de residência, os utentes devem consultar o respectivo horário de funcionamento no portal covid-19 do ministério da Saúde.

Em 09 de Novembro, esta modalidade de vacinação, que não requer marcação prévia, ficou disponível para os idosos com 80 ou mais anos.

“Está também disponível o agendamento local para os utentes elegíveis, sendo dada prioridade às pessoas com mais idade e abrangendo, gradualmente, faixas etárias mais baixas, até chegar aos 65 anos”, adiantou ainda DGS.

Os utentes continuam a ser convocados através de uma mensagem SMS para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a covid-19 ou apenas para a vacina contra a gripe, nos casos em que não são elegíveis para receber o reforço de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2.

Paralelamente, encontra-se disponível o auto-agendamento para toma das vacinas para idosos com 70 ou mais anos.

Podem receber a dose de reforço contra a covid-19 as pessoas que tenham 65 ou mais anos, que não tenham tido a infecção e que tenham a vacinação completa há pelo menos 180 dias.

“A DGS mantém o apelo à vacinação contra a gripe e contra a covid-19. Esta é melhor forma de protecção dos mais vulneráveis, especialmente nesta altura do ano, em que as temperaturas são mais baixas”, salientou o comunicado.

Segundo os dados hoje divulgados, 548 mil pessoas já receberam a terceira dose ou a dose adicional da vacina contra a covid-19, tendo sido ainda administradas mais de 1,2 milhões de vacinas contra a gripe, cerca de 350 mil das quais em farmácias.

Cerca de 356 mil vacinas foram administradas em simultâneo, avançou a DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 5.105.488 mortes em todo o mundo, entre mais de 253,71 milhões infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.274 pessoas e foram contabilizados 1.110.155 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus ​​​​​​​SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
16 Novembro 2021 — 20:11

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1243: Graça Freitas afasta incumprimento da vacinação dos idosos até ao Natal

– D. Graça Freitas, directora-geral da Saúde, a senhora não se pode esquecer que nem TODOS os idosos podem cumprir a meta da terceira dose até ao natal! Eu sou um idoso (a caminho dos 76 anos, embora com espírito e procedimentos de jovem) e só posso ser inoculado com a terceira dose a partir de 27 de Janeiro de 2022 a fim de completar os SEIS MESES após a tomada da segunda dose! Esta informação, que já era do meu conhecimento porque não ando por cá a ver pastar as vacas, foi-me confirmada pela enfermeira que me deu ontem a vacina da gripe. Assim, muitos idosos que foram inoculados em Julho deste ano (segunda dose) e foram bastantes, só poderão sê-lo, de novo, em Janeiro de 2022. Mas mesmo que estivessem passados já os seis meses da segunda toma, NUNCA faria uma caldeira de vacinas (gripe+covid-19) porque nem aprecio caldeirada de peixe quanto mais de vacinas. Esperaria os 14 dias da praxe, após a inoculação da vacina da gripe e então tomaria a terceira dose.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VACINAÇÃO/3ª. DOSE/IDOSOS

Graça Freitas, directora-geral da Saúde no centro de vacinação em Odivelas
© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A directora-geral da Saúde, Graça Freitas, afastou este sábado o cenário de incumprimento da meta de vacinação dos idosos até ao Natal, com a terceira dose contra a covid-19, afirmando que “ainda falta mais de um mês”.

“Nós não sabemos se não será cumprida, o nosso objectivo é que seja cumprida, ainda falta tempo para o Natal. Nós temos que pensar que todos os dias contam, portanto quem não veio no dia em que deveria ter vindo não faz mal, tem oportunidade de vir, tem ‘casa aberta'”, disse Graça Freitas, reforçando que a Direcção-Geral da Saúde (DGS), o Ministério da Saúde e o núcleo de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19 estão a trabalhar em conjunto para atingir as metas, inclusive cumprir com o prazo de até 19 de Dezembro para a conclusão da fase de reforço da vacina para os idosos.

Numa visita ao centro de vacinação de Odivelas, instalado no Pavilhão Multiusos deste concelho do distrito de Lisboa, pelas 12:00, acompanhada do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, do coordenador do núcleo de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19, coronel Carlos Penha-Gonçalves, e do presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Hugo Martins (PS), a directora-geral da Saúde explicou que a modalidade ‘casa aberta’ para vacinar os maiores de 80 anos, que está a funcionar este fim de semana, pretende também “recuperar pessoas que eventualmente não vieram na altura em que deviam”.

“Não vamos já agora, muito antes do Natal, ainda falta mais de um mês, dizer que não vamos cumprir a meta. Nós vamos fazer tudo, o Ministério da Saúde, o núcleo [de coordenação do plano de vacinação contra a covid-19], todos, para que as coisas aconteçam, portanto não podemos dizer que não vamos atingir uma meta, temos que trabalhar para atingir a meta e temos que apelar às pessoas que vieram na primeira etapa da vacinação que venham também nesta”, declarou Graça Freitas.

O reforço da vacinação contra a covid-19, com a inoculação da terceira dose a pessoas com mais de 65 anos, “é importantíssimo”, frisou a directora-geral da Saúde, referindo que pode ser feito através da modalidade “casa aberta”, a funcionar este fim de semana para os maiores de 80 anos, ou através do auto agendamento.

“O nosso apelo é para: vacinar, vacinar, vacinar”, reforçou a responsável da DGS, assegurando que há recursos para cumprir com o objectivo de vacinação, inclusive vacinas, enfermeiros e médicos, que vão sendo adaptados às necessidades.

Desde 18 de Outubro que está em marcha a co-administração das vacinas contra a gripe e a terceira dose da vacina contra a covid-19, que integra os cidadãos com idade igual ou superior a 65 anos e em situação de imunossupressão.

“Vamos a tempo de nos vacinar e o reforço para a covid-19 e a vacina da gripe são mesmo necessários, necessários para que cheguemos ao Natal e a todo o inverno com mais segurança, com menos hipóteses e probabilidades de ir parar a um hospital, de ficar internado ou de ter morte, portanto o reforço é uma opção positiva, tem que ser feito e a vacina da gripe como era feita todos os anos também”, defendeu Graça Freitas.

Diário de Notícias
Lusa
13 Novembro 2021 — 16:03

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes