1095: Gripe. Vacinação gratuita arranca na próxima segunda-feira

– 1 de Outubro de 2021:

Um cliente entra num restaurante, senta-se a uma mesa, chega o empregado e pergunta-lhe o que deseja.

– Como fui negacionista anti-vacinas, cheguei à conclusão que tomar uma vacina até nem é nada mau. E como nunca fui vacinado na vida, traga-me, por favor, uma caldeirada de vacinas. Podem ser todas as que tiver no Menu…

SAÚDE PÚBLICA/GRIPE/VACINAÇÃO

A primeira fase da vacinação gratuita contra a gripe arranca na próxima segunda-feira e abrange pessoas em “determinados contextos” como lares, rede de cuidados continuados, profissionais do Serviço Nacional de Saúde e grávidas, anunciou a Direcção-Geral da Saúde.

© Global Imagens

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) refere, em comunicado, que este ano a vacinação contra a gripe se inicia mais cedo devido à situação de pandemia.

“Em 2021, em contexto de pandemia covid-19, mantêm-se medidas excepcionais e específicas no âmbito da vacinação gratuita contra a gripe, nomeadamente o início mais precoce, a vacinação faseada e a gratuitidade para os profissionais que trabalham em contextos com maior risco de ocorrência de surtos e/ou de maior susceptibilidade e vulnerabilidade”, sublinha a DGS.

Segundo a autoridade de saúde, a primeira fase da vacinação gratuita destina-se a pessoas em determinados contextos, incluindo residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do Serviço Nacional de Saúde e também as grávidas.

Na segunda fase, serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, destacando-se pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou outras condições previstas na norma da vacinação contra a gripe 2021/22.

A Direcção-Geral da Saúde apela à adesão das pessoas que têm critério para a vacinação contra a gripe, num processo que será feito de forma organizada, decorrendo nos próximos meses.

A vacina contra a gripe é fortemente recomendada para grupos prioritários da população e é uma medida de prevenção primária com impacte na ocorrência e gravidade da doença.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Setembro 2021 — 17:10

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1067: Portugal começa a administrar vacina da gripe a 4 de Outubro

SAÚDE PÚBLICA/VACINA DA GRIPE

Mufid Majnun / Unsplash

Portugal comprou 2,2 milhões de doses da vacina contra a gripe. Os grupos prioritários incluem profissionais de saúde, idosos e doentes crónicos.

Numa entrevista ao Público, Graça Freitas avança que as 2,2 milhões de doses da vacina da gripe que Portugal comprou vão começar a ser administradas a 4 de Outubro.

“Nós conseguimos aumentar a quota de vacinação para Portugal, quer no Serviço Nacional de Saúde quer no mercado comunitário – nas farmácias”, adiantou a Directora-Geral da Saúde, que acrescenta que há doses suficientes para a população que mais precisa de estar protegida contra a gripe.

Estes grupos mais frágeis incluem, segundo Graça Freitas, os idosos, os residentes em lares, as grávidas, os doentes crónicos e os profissionais de saúde. A primeira fase vai começar nos lares de idosos.

A Directora-Geral da Saúde realça também que nenhum país europeu compra vacinas da gripe para toda a população e tem de escolher os grupos prioritários porque estas são fabricadas duas vezes por ano – uma para o hemisfério Norte e uma para o Sul – e não há capacidade de “distribuir vacinas pelos vários países” devido às “limitações grandes no fornecimento”.

ZAP //

Por ZAP
13 Setembro, 2021

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1045: Estudos sugerem que, este ano, a época da gripe vai ser (muito) complicada

SAÚDE PÚBLICA/GRIPE

Andrea Piacquadio / Pexels

A prevalência do vírus da gripe tem sido praticamente inexistente desde que surgiu a pandemia de covid-19. Mas isso poderá mudar em breve.

Apesar de a actividade gripal ter sido praticamente inexistente no inverno passado, dois novos estudos preveem que a gripe voltará em força neste outono/inverno.

Uma das pesquisas sugere que poderão existir mais 100 mil a 400 mil hospitalizações de gripe em 2021-2022, em comparação com a época pré-covid.

Os resultados, publicados na plataforma de pré-impressão medrXiv e ainda não revistos por pares, sublinham a importância das vacinas contra a gripe, principalmente este ano — ambos os estudos sugerem que uma época de gripe mais complicada poderia ser evitada se as taxas de vacinação aumentassem de 20% a 50% em comparação com um ano pré-covid.

“A vacinação do maior número possível de pessoas contra a gripe será fundamental para evitar este cenário”, disse, em comunicado, Mark Roberts, director do Laboratório de Dinâmica da Saúde Pública da University of Pittsburgh Graduate School of Public Health e autor de ambos os estudos.

De acordo com o Live Science, no ano passado foram registados níveis historicamente baixos de actividade gripal, provavelmente devido às medidas de prevenção contra a covid-19, tais como o distanciamento social, encerramento de escolas e o uso de máscara.

No ano que passou, a taxa global de hospitalização por gripe nos Estados Unidos foi de apenas 4 hospitalizações por 100 mil pessoas, em comparação com a taxa habitual de 70 hospitalizações por 100 mil pessoas. Além disso, as mortes por gripe diminuíram em 95%, disseram os investigadores.

Isto significa que a população dos Estados Unidos “perdeu a oportunidade de estabelecer ou aumentar a sua imunidade [à gripe] para a futura época da gripe”, o que levanta a preocupação de que o vírus possa voltar em força quando as medidas contra a covid-19 forem levantadas, como já está a acontecer em vários países, continuaram.

Num dos novos estudos, liderados por Kyueun Lee, os investigadores utilizaram um modelo matemático, chamado modelo Susceptible-Exposed-Infected-Recovered (SEIR), e simularam epidemias de gripe e níveis de imunidade da população, ao longo de múltiplas estações, utilizando dados de 2009 a 2020.

Com a baixa actividade de gripe verificada na época de 2020-2021, verificaram que as hospitalizações aumentariam para 610 mil em 2021-2022, o que corresponde a mais 102 mil hospitalizações do que seriam esperadas se a época anterior tivesse registado níveis normais de actividade gripal.

No pior cenário, com uma estirpe altamente transmissível e baixos níveis de vacinação contra a gripe, o modelo previa mais 409 mil hospitalizações do que o esperado.

Mas isso pode ser evitado, desde que a percentagem de norte-americanos vacinados contra a gripe aumente dos típicos 50% para 75%.

No segundo estudo, liderado por Mary Krauland, foi utilizado um modelo diferente, chamado Framework for Reconstructing Epidemiologic Dynamics, para simular casos de gripe e hospitalizações durante duas estações de gripe sequenciais.

Aqui, a equipa de cientistas encontrou resultados semelhantes, que sugeriam que a estação da gripe de 2021-2022 poderia ver um aumento de 20% nos casos de gripe em comparação com uma estação pré-covid.

Crianças pequenas (com menos de dois anos de idade) estarão particularmente em risco de contrair gripe na época de 2021-2022 porque é pouco provável que tenham qualquer exposição prévia à doença, disseram os autores.

Mas o aumento das taxas de vacinação contra a gripe em apenas 10% poderia reduzir as hospitalizações em 6% a 46%, dependendo da transmissibilidade da gripe nesta estação.

“A twindemic — epidemias de gripe e de covid-19 coincidentes — que atingiu os nossos hospitais foi felizmente evitada no ano passado. Mas isso não significa que não possa acontecer”, disse Roberts.

ZAP //

Por ZAP
7 Setembro, 2021

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1024: Médicos de saúde pública defendem terceira dose para idosos com vacina da gripe

– Isto já não é caldeirada a mais de vacinas? A da gripe, ainda se justifica, mas com a terceira dose da Covid-19 junta?

SAÚDE PÚBLICA/IDOSOS/VACINAS DA GRIPE+COVID-19

Os idosos, um dos grupos com elevada incidência de infecções, devem receber a terceira dose contra a covid-19 em Outubro e Novembro, em simultâneo com a vacina da gripe, defendeu hoje Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP).

Centro de vacinação em Lisboa
© Leonardo Negrão / Global Imagens

“O Serviço Nacional de Saúde (SNS) está preparado para vacinar os mais vulneráveis para a gripe todos os anos. Se temos essa possibilidade, é adicionar na mesma altura a vacinação da covid-19. Aproveitando esta oportunidade, protegemos de duas doenças e isso é algo que é fundamental que a Direcção-Geral da Saúde e o SNS organizem para que, no inverno, não haja este problema”, disse à Lusa o presidente em exercício da ANMSP.

Os idosos estão entre os grupos etários que apresentam uma subida da incidência de novas infecções pelo vírus SARS-CoV2, apesar de, segundo o último relatório da DGS, cerca de 97% das pessoas com 65 ou mais anos ter a vacinação completa contra a covid-19.

O último relatório das “linhas vermelhas” da pandemia alerta para a “provável tendência crescente” da actividade epidémica no grupo acima dos 65 anos, avançando que a faixa etária dos idosos com 80 ou mais anos “apresentou uma incidência cumulativa a 14 dias de 149 casos por 100 mil habitantes”.

“Este valor de 149 não é propriamente uma incidência elevada que faça soar todos os alarmes, mas é algo a que devemos prestar atenção e deve ser avaliado pela tutela de modo a perceber o que é que falhou aqui”, adiantou Gustavo Tato Borges.

Segundo o médico de saúde pública, uma das causas para esta incidência de infecções nos idosos, o grupo com a mais alta taxa de vacinação completa no país, está relacionada com a variante Delta, a predominante em Portugal e considerada mais transmissível do que a Alpha.

“O facto de a variante Delta estar a circular é, claramente, uma das causas desta incidência, até porque as vacinas que estão em uso não foram criadas com esta variante em mente, porque ainda não existia na altura”, lembrou o presidente em exercício da ANMSP.

De acordo com o especialista, em causa poderão estar também pessoas “muito vulneráveis com um risco altíssimo de vir a falecer e que, mesmo com uma vacinação bem administrada, poderá não ter sido suficiente para garantir a imunidade”.

Além destas razões, Gustavo Tato Borges admite que o número de infecções entre idosos vacinados poderá estar relacionado “com um pequeno relaxamento nas medidas de protecção e contenção” em contexto familiar, através de contactos com pessoas não imunizadas.

“Há toda esta variante comportamental que também pode ajudar a explicar porque é que os idosos estão a ser um grupo afectado pela pandemia”, adiantou o médico.

De acordo com Gustavo Tato Borges, é necessário que as autoridades de saúde percebam se a incidência nesta faixa etária se deve a uma questão comportamental ou a uma redução da resposta imunitária, tendo em conta que os idosos foram os primeiros a ser vacinados em Portugal.

“Era importante que a DGS, o Ministério da Saúde e a Solidariedade Social se juntassem para perceber o que se passa aqui”, defendeu.

Questionado se esta incidência faz com que seja urgente uma terceira dose da vacina, Gustavo Tato Borges considerou que “fundamental, neste momento, é garantir que há 85% de pessoas completamente vacinadas” no país.

“Precisamos de manter este foco e este ritmo de vacinação naqueles que ainda não foram vacinados. Mas há que também perceber que os mais vulneráveis vão precisar muito provavelmente de uma terceira dose antes da época de inverno”.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.730 pessoas e foram contabilizados 1.036.019 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
30 Agosto 2021 — 17:28

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496: Primeira vacina da gripe derivada de planta do tabaco arrasou nos ensaios clínicos

 

SAÚDE/GRIPE/VACINAS

J. Tregoning, The Lancet, 2020
Nicotiana benthamiana, a parente australiana da planta do tabaco

Uma nova vacina da gripe derivada de uma parente australiana da planta do tabaco foi posta à prova em dois ensaios clínicos de grande escala. E os resultados foram promissores.

Actualmente, a maioria das vacinas da gripe é feita com partículas de vírus cultivadas e colhidas de ovos de galinha ou células cultivadas em laboratório, o que demora meses. As plantas, por sua vez, podem ser projectadas para produzir proteínas seleccionadas e cultivadas em grande escala, o que pode ajudar a aumentar a capacidade de produção.

De acordo com o site Science Alert, os dois ensaios clínicos combinados envolveram quase 23 mil pessoas e os resultados sugerem que esta vacina não é apenas segura, como também pode ser comparada às vacinas da gripe actuais.

Os investigadores usaram uma parente australiana da planta do tabaco – Nicotiana benthamiana – e fizeram-na produzir apenas a camada externa dos vírus da gripe. Então, essas partículas semelhantes a vírus foram extraídas e purificadas sob condições estritas para produzir uma vacina.

“O campo das vacinas derivadas de plantas cresceu muito nos últimos 28 anos, desde que foi demonstrado pela primeira vez [em 1992] que as proteínas virais podiam ser expressas em plantas”, explicou John Tregoning, investigador de doenças infecciosas da Imperial College London, em Inglaterra.

Esta é a primeira vez que uma vacina derivada de uma planta foi testada num ensaio clínico [humano]. É um marco para esta tecnologia e espalha as sementes para outras vacinas e terapêuticas à base de plantas”, acrescentou.

No artigo publicado, no dia 7 de Novembro, na revista científica The Lancet, os cientistas afirmam que o seu sistema pode produzir as primeiras doses de uma vacina recém-desenvolvida em dois meses, depois de ser identificada uma estirpe emergente da gripe.

No entanto, ainda há um longo caminho a percorrer, uma vez que esta vacina ainda precisa de obter as aprovações dos reguladores. E, caso o consiga, também é preciso ter em conta que os seus fabricantes têm de ser capazes de produzir milhões de doses todos os anos.

ZAP //

Por ZAP
15 Novembro, 2020

 

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495: Gripe ou covid? Alguns sintomas (e a sua ordem) podem ajudar a distinguir

 

SAÚDE/GRIPE/COVID-19

Investigadores norte-americanos estabeleceram uma lista cronológica do aparecimento dos sintomas em caso de contaminação com o coronavírus, o que pode ajudar os médicos a diagnosticar de forma mais correta antes dos testes.

Depois de o mundo científico se ter dedicado a perceber quais os sintomas associados ao novo coronavírus que provoca as infecções de covid-19, ganha importância também a ordem pela qual aparecem esses sintomas, o que pode ser particularmente útil para os médicos avaliarem de forma mais precoce e eficaz a diferença entre casos de covid e meras gripes comuns.

Segundo o jornal belga LaLibre, investigadores da Universidade da Califórnia do Sul (USC) estudaram os casos de 55 924 pacientes chineses afectados por covid-19 e fizeram uma lista cronológica dos sintomas observados em cada paciente.

O objectivo do estudo passava por estabelecer se a sequência inicial dos sintomas era ou não semelhante em muitos deles. E os resultados, publicados na revista científica Frontiers in Public Health, tendem a provar que realmente existe um padrão semelhante no aparecimento dos sintomas.

Baseado nesse estudo, os investigadores foram, então, capazes de elaborar uma lista dos sintomas de infecção por coronavírus em ordem cronológica:

1) febre
2) tosse
3) dor de cabeça, garganta ou dores musculares
3) náusea e/ou vómito
4) diarreia

Uma ordem que, refere o La Libre, difere daquela que é mais comum em casos de gripe:
1) tosse ou dor muscular
2) dor de cabeça
3) dor de garganta
4) febre
5) náusea e/ou vómito e diarreia

O reconhecimento dessa sequência de sintomas pode ser de particular interesse para os médicos, já que doentes com influenza (gripe sazonal) ou covid-19 são difíceis de distinguir, devido a apresentarem sinais semelhantes (tosse forte, febre).

“Saber essa ordem é especialmente importante quando enfrentamos ciclos de doenças como a gripe que coincidem com a pandemia actual”, disse Peter Kuhn, professor de Medicina e Engenharia Biomédica da USC.

Os sintomas habituais na constipação, na gripe e na covid

Ainda assim, o site do Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), dos EUA, compila a informação actual disponível sobre as semelhanças e diferenças entre a gripe sazonal e a covid-19., que pode ver de forma resumida no gráfico que se segue, que inclui também a simples constipação.

© Infografia DN

De acordo com a informação disponível no CDC, tanto a covid-19 quanto a gripe podem ter vários graus de sinais e sintomas, desde nenhum sintoma (assintomático) até sintomas graves. Os sintomas comuns que a ambas as doenças compartilham incluem:

– Febre ou sensação de febre / calafrios
– Tosse
– Falta de ar ou dificuldade para respirar
– Fadiga (cansaço)
– Dor de garganta
– Nariz pingão ou entupido
– Dores musculares ou dores no corpo
– Dor de cabeça
– Algumas pessoas podem ter vómitos e diarreia, embora isso seja mais comum em crianças do que em adultos

A gripe e a covid são tão semelhantes que mesmo para os médicos de família será muito difícil distinguir uma da outra. A única maneira segura é usar um teste de diagnóstico.

Ambos têm ou podem ter tosse seca, ambos têm febre alta e mal-estar geral. A única diferença importante entre as duas doenças é que na covid-19 a ausência de olfacto, anosmia, é muito comum. Mesmo muitos pacientes moderados com covid-19 têm essa perda de olfacto como o único sintoma. Na covid-19, a sensação de cansaço também é muito mais frequente, o que é relatado por muitos pacientes, lembra a epidemiologista María Elisa Calle, no jornal El País.

Outra diferença pode ser o facto de a gripe ter um início mais súbito, enquanto o covid tende a aparecer mais lentamente. Na covid-19, uma pessoa está infectada e num dia está um pouco ruim, no dia seguinte um pouco pior, no próximo pior, e então é quando aparecem a febre alta e a sensação de cansaço significativo, geralmente acompanhados pela perda do olfacto. Na gripe é tudo muito mais abrupto, você acorda um dia e diz para si mesmo: “Estou tão mal, dói-me tudo!”, acrescenta a especialista espanhola.

No caso de aparecimento de alguns desses sintomas, o procedimento recomendado é ligar para a linha SNS 24 (808 24 24 24).

© EPA/FEHIM DEMIR

Sinais de emergência

De acordo com as recomendações do CDC norte-americano, há sinais de emergência identificados relativamente à covid-19. Se sentir algum ou vários dos sintomas seguintes, deve procurar rapidamente assistência médica:

– Problemas respiratórios
– Dor persistente ou pressão no peito
– Estado de confusão
– Incapacidade para acordar ou ficar acordado
– Lábios ou rosto azulados

Diário de Notícias
DN
14 Novembro 2020 — 22:18

 

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