1446: Novo recorde de casos: mais 28.659 em dia com mais 16 mortes

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– Estatísticas até hoje, Quinta-feira:

30.12.2021 – 28.659 infectados – 16 mortos
29.12.2021 – 26.867 infectados – 12 mortos
28.12.2021 – 17.172 infectados – 19 mortos
27.12.2021 – 06.334 infectados – 16 mortos

Total até hoje: 79.032 infectados – 63 mortos

 

– … “Hugo de Almeida passou o Natal só com a mulher e assim vai ser na passagem de Ano Novo. Interrompeu os encontros sociais, incluindo os almoços com os colegas de trabalho às sextas-feiras. Toma todos os cuidados para não ser contagiado. “Vale a pena, ficaria com um peso na consciência se alguém ficasse doente”.” Infelizmente existem muitos poucos Hugo de Almeida… Não existe peso de consciência para os acéfalos labregos indigentes, porque os acéfalos não possuem cérebro. Logo… não existe consciência! Só merda a encher a caixa córnea!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTOS

Pelo terceiro dia há um novo recorde de casos diários de covid. Nas últimas 24 horas foram mais 28.659 casos. Há agora mais 63 internados em hospitais , num total de 1.034.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Portugal registou mais 28.659 casos e 16 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira.

Há agora 1.034 infectados internados em hospitais (mais 63 do que na véspera), dos quais 144 (menos 7) em unidades de cuidados intensivos.

Com infecções a disparar, a aposta é vacinar e testar

Casa aberta no reforço da vacinação para os que têm 60 anos ou mais e os de 40 e mais que levaram a Janssen. Também para quem apanha a primeira dose: quem teve covid-19, é estrangeiro ou só agora decidiu vacinar-se. Tudo calmo ontem, quarta-feira, no Centro de Vacinação do Parque das Nações, o maior do país e que administra 6.500 vacinas por dia. Houve mais gente na segunda e terça-feira, diz o responsável, devido às pessoas que estavam agendadas para o período de Natal e que foram redistribuídas.

Utentes divididos à entrada do centro de vacinação entre os que tem a vacina agendada e os que não o fizeram. A prioridade é dada aos agendamentos, pelo meio vão atendendo os que não tem marcação, sempre em muito menor número. No caso da fila da “casa aberta” estar muito grande é que se é rigoroso no controle dos horários para poder incluir os não agendados, explica Hugo Figueira, da Protecção Civil de Lisboa. “Há quem tenha a vacina marcada para a tarde e apareça de manhã”, exemplifica.

Na segunda-feira vacinaram 6.533 pessoas e, terça-feira, 6.644, números que esperavam manter na quarta-feira. Estão agendados uma média de 5.800 pessoas diariamente (há sempre faltas), as restantes são para quem opta pelo regime de “casa aberta”.

É o caso de Humberto de Almeida, 79 anos, economista e ex-funcionário bancário. Optou pelo regime de “casa aberta” para levar a 3.ª dose da vacina apesar de o poder fazer por agendamento. “Não sou muito perito nos agendamentos e a minha filha marcou para as 9:55. Era muito cedo e eu disse-lhe que preferia não marcar, não estou limitado a uma hora e a um dia. E acho que fiz muito bem”, justifica.

Esta quarta-feira, depois das festas natalícias, o casal resolveu vacinar-se. “Estou encantado, tem um bom parque de estacionamento, está tudo muito bem organizado, não esperei tempo nenhum, nem parecei que estamos em Portugal”.

Desde a inauguração do centro instalaram mais dez postos para secretariado, são, agora, 60. Há uma árvore de Natal e ecrãs com paisagens e imagens de Lisboa no meio das cadeiras onde se faz o recobro. “Todos os dias identificamos as situações que estão a correr menos bem e implementamos medidas”, explica Hugo Figueira.

Hugo de Almeida passou o Natal só com a mulher e assim vai ser na passagem de Ano Novo. Interrompeu os encontros sociais, incluindo os almoços com os colegas de trabalho às sextas-feiras. Toma todos os cuidados para não se contagiado. “Vale a pena, ficaria com um peso na consciência se alguém ficasse doente”.

Terça-feira mais 86.108 pessoas levaram o reforço da vacina, totalizando 2,7 milhões. E mais 5.783 completaram a primeira fase de vacinação, 8,7 milhões no total.

Restrições para o ano novo já entraram em vigor

As restrições para conter a pandemia de covid-19 no período de Ano Novo entraram às 00:00 desta quinta em vigor e vão manter-se até sábado, devido ao agravamento da situação epidemiológica e recente aumento de casos.

As medidas, que também vigoraram nos dias 24 e 25 de Dezembro, foram decididas no início da semana passada num Conselho de Ministros extraordinário em que o Governo decidiu também antecipar a estratégia de prevenção e combate à pandemia definida cerca de um mês antes, face à ameaça da nova variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2.

Desde esta quinta e até ao final do dia de sábado será obrigatória a apresentação de um teste negativo para entrar em restaurantes, casinos e festas de passagem de ano.

Na via pública estão proibidos ajuntamentos de mais de 10 pessoas, bem como o consumo de bebidas alcoólicas.

O reforço das restrições durante a época festiva surge em resposta ao agravamento da situação epidemiológica devido à nova variante Ómicron do SARS-CoV-2, que já é dominante em Portugal, e numa altura em que o país regista novos máximos de infecções diárias (26.867 casos na quarta-feira) e um aumento exponencial da incidência e do índice de transmissibilidade.

Para os próximos dias, o Governo recorda ainda as recomendações dadas no Natal, designadamente o incentivo à realização de testes de diagnóstico, evitar encontros com muita gente, em espaços fechados, pequenos e pouco arejados e evitar estar muito tempo sem máscara.

A par das medidas decretadas pelo Governo, vários municípios têm vindo a cancelar festas de passagem de ano no espaço público.

O arquipélago dos Açores está na totalidade em situação de contingência desde quarta-feira, sendo por isso obrigatório apresentar um teste negativo para aceder aos eventos sociais e festejos da passagem do ano nas nove ilhas (PCR realizado nas 72 horas anteriores ou antigénio nas 48 horas anteriores), independentemente da vacinação.

A presença de público está limitada até três quartos da lotação do espaço onde as iniciativas se realizam (em eventos únicos ou em discotecas, que estão abertas) e as celebrações e os ajuntamentos na via pública estão proibidos.

Já na Madeira, onde a ocupação hoteleira ronda os 90%, as festividades vão decorrer sem restrições adicionais às que já estão em vigor desde Novembro, como a obrigatoriedade de apresentar teste antigénio negativo (com validade de uma semana) e certificado de vacinação para aceder à maioria dos recintos públicos e privados.

Em 2020, o Governo Regional apelou aos madeirenses para que assistissem ao tradicional espectáculo de fogo de artifício em casa e também definiu 2.060 quadrados desenhados no pavimento nos locais mais procurados, para um máximo de cinco pessoas cada, de preferência familiares, mas este ano esta medida não se aplica.

Além das medidas anunciadas em Conselho de Ministros especificamente para o período de Natal e Ano Novo, estão em vigor desde 25 de Dezembro outras restrições no continente inicialmente previstas apenas para a primeira semana de Janeiro, como o regresso ao teletrabalho obrigatório, o encerramento de creches e ateliês de tempos livres (ATL) e de bares e discotecas.

Até dia 09 de Janeiro, é também obrigatório um teste negativo para o acesso a hotéis e estabelecimentos de alojamento local, para eventos empresariais e festas familiares, como casamentos ou baptizados, e para eventos desportivos e culturais, independentemente do número de espectadores.

A lotação dos espaços comerciais foi limitada a uma pessoa por cada cinco metros quadrados para evitar ajuntamentos que acontecem na semana a seguir ao Natal para trocas de presentes.

Portugal Continental está em situação de calamidade desde 01 de Dezembro devido ao aumento do número de casos.

DGS deve decidir nas próximas horas redução do período de isolamento

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) vai decidir “nas próximas horas” a questão do período do isolamento de infectados com covid-19. Quem o afirmou foi a directora-geral de Saúde, Graça Freitas, em entrevista à RTP3.

“Essa situação vai ser decidida e anunciada nas próximas horas. Portugal está a fazer o mesmo que a grande maioria dos países da Europa e do Mundo que é equacionar o período de isolamento. Neste momento, a decisão ainda não está encerrada e vamos esperar mais umas horas”, disse Graça Freitas.

Outra situação que também está a ser ponderada é a da “auto-vigilância” dos doentes assintomáticos, de forma a aliviar a linha de Saúde24: “A questão da medicina geral e familiar que também tem de ter um alívio na sua vigilância das pessoas que ficam em domicílio. Estamos a pensar fazer uma proposta dentro de horas para que as pessoas que não tenham sintomas, mesmo sendo positivas, não só tenham o tal período de isolamento mais encurtado, como podem ficar em auto-vigilância e caso apareçam sintomas, ligam para a Linha SNS24”.

Diário de Notícias
DN
30 Dezembro 2021 — 14:37

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1432: Madeira assinala festividades de fim de ano sem restrições adicionais

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– Viva a borga! Viva a folia! Viva a irresponsabilidade! Viva a incompetência! Vivam os acéfalos indigentes! Que se foda a pandemia, o vírus, os infectados, os mortos! Há sempre alguém que cuide deles! O arquipélago da Madeira, com cerca de 250.000 habitantes, regista 2.155 casos activos de covid-19, com 27 doentes hospitalizados, num total de 17.955 confirmados desde o início da pandemia. A região sinaliza também 130 óbitos associados à doença. País de anormais, de irracionais, de acéfalos com a caixa córnea cheia de merda em vez de neurónios! Enquanto noutros países da UE se cortaram as festividades, aqui, em Portugal, na Madeira, existe liberdade para se auto-contagiarem! 1.085 milhões de euros por OITO MINUTOS de fogo-de-artifício! E depois culpem a governança, os Centros de Saúde, os hospitais, os médicos, os enfermeiros, o pessoal auxiliar e todos aqueles que terão de cuidar desta choldra merdosa!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/FESTAS/MADEIRA

A garantia foi dada pela Secretaria Regional do Turismo e Cultura. A ocupação hoteleira ronda os 90%.

© Foto de Hélder Santos / Aspress / Global Imagens

As festividades da passagem de ano na Madeira vão decorrer sem restrições adicionais às que estão em vigor face à covid-19, indicou esta terça-feira a Secretaria Regional do Turismo e Cultura, referindo que a ocupação hoteleira ronda os 90%.

“As festas do fim do ano mantêm-se como previstas”, disse o secretário regional, Eduardo Jesus, num registo áudio enviado à agência Lusa, reforçando: “Temos vindo a acompanhar com grande pormenor toda a evolução pandémica, o que nos permite manter esta decisão”.

A animação na via pública, restaurantes e hotéis vai decorrer sem restrições adicionais às que vigoram desde 20 de Novembro e que determinam, entre outras, a obrigatoriedade de apresentação conjunta de teste antigénio negativo e certificado de vacinação para aceder à maioria dos recintos públicos e privados.

“Confirmamos a nossa taxa de ocupação hoteleira em cerca de 90%”, refere Eduardo Jesus, esclarecendo: “Já por duas vezes auscultámos o mercado para perceber a tendência e, principalmente, a influência que teve esta nova variante (Ómicron) no ritmo das reservas e eventuais cancelamentos”.

De acordo com o governante, foi detectado um “abrandamento” no ritmo de reservas, mas depois o mesmo foi retomado.

“Ainda hoje continuam a surgir reservas para o dia 31, o que reforça bem esta nova tendência do consumidor, do viajante, de reservar muito em cima da hora”, disse.

E acrescentou: “É natural que a Madeira, mantendo as suas festividades do final do ano, possa constituir um atractivo de última hora para quem se vê limitado na sua origem, no seu local de residência, destas mesmas festividades”.

As autoridades regionais preveem a chegada de cerca de 80 voos nos próximos dias ao Aeroporto Internacional da Madeira.

Por outro lado, 13 navios de cruzeiros — o mesmo número registado em 2019 – deverão marcar presença no porto e na baía do Funchal na noite de passagem de ano, para assistir ao tradicional espectáculo de fogo de artifício.

O espectáculo, com a duração de oito minutos, representa um investimento do Governo Regional (PSD/CDS-PP) de 1,085 milhões de euros e está a cargo da empresa Macedos Pirotécnica, que venceu o concurso público.

Estão previstos 58 postos de queima de fogo localizados no anfiteatro do Funchal, cinco em embarcações na baía e dois na ilha do Porto Santo.

“Este espectáculo tem como tema ‘Tão tua, esta Madeira'”, disse Eduardo Jesus, explicando que o ‘slogan’ deriva da nova marca utilizada nas campanhas de promoção e divulgação do destino.

Em 2020, o Governo Regional apelou aos madeirenses, durante todo o mês de Dezembro, para que assistissem ao espectáculo em casa e também definiu 2.060 quadrados desenhados no pavimento nos locais mais procurados, para um máximo de cinco pessoas cada, de preferência familiares, num total de 10.300 pessoas.

Estes espaços foram montados na Praça CR7, na Avenida Sá Carneiro, na Marina do Funchal, na Praça do Povo, na Avenida do Mar e nos miradouros da Nazaré, Pico dos Barcelos e das Neves, nos arredores da cidade, mas este ano a medida não se aplica, embora o número de infecções por SARS-CoV-2 esteja a aumentar diariamente.

De acordo com os dados mais recentes da Direcção Regional de Saúde, o arquipélago da Madeira, com cerca de 250.000 habitantes, regista 2.155 casos activos de covid-19, com 27 doentes hospitalizados, num total de 17.955 confirmados desde o início da pandemia.

A região sinaliza também 130 óbitos associados à doença.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Dezembro 2021 — 14:40

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