1012: Mais nove mortes e 2.507 casos de covid-19 nas últimas 24 horas

– Com números diários a ULTRAPASSAREM os 2.000 INFECTADOS, chegou a altura de escrever curto e grosso, talvez assim os labregos acéfalos, indigentes intelectuais e morais,  Walking Deads e afins, consigam assimilar nos pouco neurónios que lhes restam, o PERIGO que transmitem à comunidade com que se cruzam no dia a dia da sua triste e paupérrima existência de zombies. Deixem de INFRINGIR as regras sanitárias, obedecendo ao distanciamento físico; não andem com a máscara pendurada nos queixos, no pescoço ou nos braços, não promovam festas de aniversário, casamentos, passeatas e afins; evitem, por enquanto, a participação em espectáculos públicos sejam eles de que natureza forem e, por fim, FIQUEM EM CASA SEMPRE QUE POSSÍVEL, pois em casa podem continuar a efectivar os exercícios físicos que fariam em TEMPO NORMAL DE NÃO PANDEMIA! Porra!!! Custa assim tanto suas bestas? Penso que continuam a INFRINGIR o Estado de Calamidade e as REGRAS SANITÁRIAS em que nos encontramos porque continuam a ter a “sorte” de ainda não terem sido infectados ou terem alguém na família às portas da morte!

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTOS

Dados da Direcção-Geral da Saúde indicam que estão agora 687 doentes com covid-19 internados, dos quais 143 em unidades de cuidados intensivos. Registaram-se mais 2.391 casos de pessoa que recuperaram da doença.

Centro de vacinação de Vila Nova de Cerveira
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Em dia de reunião extraordinária do Conselho de Ministros, o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) indica que Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, 2.507 novos casos de covid-19 e nove mortes.

O relatório desta sexta-feira (20 de Agosto) dá conta de que há 687 pessoas internadas com covid-19 (menos um doente face ao reportado na quinta-feira). Nas unidades de cuidados intensivos o número sobe para os 143 (mais dois).

A taxa de incidência a 14 dias desce ligeiramente para 312,3 casos por 100 mil habitantes a nível nacional (na última actualização era de 314,6). Já no que se refere ao continente, a incidência está em 316,6 infectados por 100 mil habitantes (antes era de 319,0).

© DGS

Esta sexta-feira fica também marcada pela reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que deverá antecipar algumas das medidas de desconfinamento, depois de Portugal alcançar na quarta-feira a meta de ter 70% da população com a vacinação completa, como anunciou a ministra da Saúde, Marta Temido. Antes da reunião, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde admitiu isso mesmo, uma antecipação do alívio das medidas restritivas.

“Estamos numa fase de transição e é esse o objectivo, fazermos essa transição para normalizarmos a nossa vida. E, sim, claro, há um conjunto de medidas que todos conhecem, que tem a ver com lotações em restaurantes, em espaços fechados, com transportes públicos, (…) que poderão ser antecipadas”, disse António Lacerda Sales, em entrevista à TVI24.

PSD pede ao Governo nova reunião no Infarmed para avaliar uso da máscara

Sobre a obrigatoriedade do uso da máscara na via pública, sempre que não seja possível o distanciamento físico, a ministra da Saúde recordou que a utilização de máscara na rua é uma competência da Assembleia da República e que está em vigor até 12 de Setembro.

O PSD pede, entretanto, ao Governo uma nova reunião no Infarmed para que haja uma avaliação técnica de um eventual prolongamento da máscara na via pública. Foi o que disse esta sexta-feira o deputado social-democrata à rádio TSF.

“Acreditamos que uma reunião do Infarmed seria a melhor forma de podermos ter uma visão dos especialistas que têm acompanhado e aconselhado a Direcção-Geral da Saúde e a própria Assembleia da República ao longo desta pandemia”, justifica Ricardo Baptista Leite.

“Caso o Governo opte por não convocar a reunião do Infarmed para esse fim, o PSD não terá outra solução senão mesmo fazer um requerimento para ouvir esses mesmos peritos do grupo de epidemiologia da Direcção-Geral da Saúde na Assembleia de República, porque esta é uma decisão eminentemente técnica, que depois tem de ter tradução política em lei. Devemos orientar essa decisão política pela ciência”, remata o deputado.

Cerca de um quarto dos jovens entre os 12 e 15 anos vão ser vacinados no fim de semana

Ainda no que se refere à campanha de vacinação, este fim de semana (21 e 22 de Agosto) vai ser dedicado à inoculação dos jovens, entre os 12 e os 15 anos, tendo sido realizados cerca de 110 mil agendamentos, segundo a task-force responsável pelo processo.

Assim, no sábado e no domingo deverão ser vacinados um quarto do total de jovens nesta faixa etária (cerca de 400 mil), logo no primeiro de dois fins de semana que lhes vão estar dedicados.

Além daqueles que tenham realizado o pedido de auto-agendamento para os dias 21 e 22 de Agosto e dos que tenham sido chamados pelos serviços de saúde, a task-force decidiu abrir também a modalidade “Casa Aberta”, à semelhança do que aconteceu no fim de semana passado para os jovens de 16 e 17 anos.

As datas para a administração da segunda dose também já estão definidas. No fim de semana de 11 e 12 de Setembro, os jovens estarão de regresso para completar a vacinação, mesmo antes do início do ano lectivo.

O segundo fim de semana dedicado à vacinação desta faixa etária é o de 28 e 29 de Agosto, estando aberto o auto-agendamento para essas datas até sábado, e incluindo também a faixa etária dos 16 e 17 anos.

Leia aqui mais sobre a pandemia e o processo de vacinação em Portugal e no mundo

Diário de Notícias
DN
20 Agosto 2021 — 14:34

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1005: Mais 17 mortes e 2.983 casos de covid-19 nas últimas 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

Boletim diário da DGS indica que há 695 pessoas internadas, das quais 139 em unidades de cuidados intensivos.

Centro de vacinação em Ponta Delgada, Açores
© EDUARDO COSTA/LUSA

Foram registados mais 2.983 casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral de Saúde (DGS). O relatório desta quarta-feira (18 de Agosto) indica também que morreram mais 17 pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2.

Os dados mostram que o número de internados volta a descer para 695 (menos 49 face ao reportado na terça-feira). Deste total, 139 doentes estão em unidades de cuidados intensivos (menos cinco).

Boletim diário indica que o valor do índice de transmissibilidade, denominado R(t), mantém-se nos 0,96.

Em relação à taxa de incidência também não houve alterações. A incidência a 14 dias continua nos 314,5 casos de infecção por SARS-CoV-2 por 100.000 habitantes a nível nacional e nos 318,8 casos no continente.

Também nesta quarta-feira foi anunciado que o aumento de casos de covid-19 nos últimos dias no Porto Santo levou as autoridades de saúde da Madeira a instalar um novo espaço com 50 camas para isolamento de pessoas infectadas, no pavilhão multiusos da ilha.

“Na sequência do aumento do número de casos covid-19 no Porto Santo, foi assegurada a disponibilização de um novo espaço para alojar doentes, no pavilhão multiusos, uma vez que a unidade hoteleira dedicada a estes casos está quase a esgotar a sua capacidade”, lê-se na informação divulgada pelo gabinete do secretário da Saúde madeirense.

Letalidade nos idosos é três vezes maior do que nos vacinados

Nesta quarta vaga que o país atravessa, a letalidade nos idosos não vacinados é três vezes maior do que nos vacinados.

Olhando para os boletins epidemiológicos divulgados diariamente durante o mês de Julho, percebe-se que mais de metade dos óbitos foram na faixa dos 80 e mais anos. De um total de 260 óbitos, 135 foram nesta população. E segundo os dados disponibilizados ao DN pelo director de Serviços de Informação e Análise da Direcção-Geral da Saúde (DGS), André Peralta Santos, a taxa de letalidade nesta faixa etária triplicou entre os idosos ainda não vacinados em relação aos que já tinham a vacinação completa.

Os dados recolhidos pela DGS demonstram que a taxa entre os que ainda não tinham qualquer dose de vacina e ficaram infectados foi de 19,6%, entre os que já tinham uma dose foi de 12,3% e entre os que tinham as duas doses foi de 6,4%.

Papa defende que vacinação é um “ato de amor”

E tendo em conta o papel da vacinação no combate à pandemia, o Papa Francisco defendeu esta quarta-feira que vacinar-se contra a covid-19 é um “ato de amor” para proteger os mais frágeis, numa campanha para promover a vacinação, com representantes da Igreja Católica na América Latina, incluindo do Brasil.

“Vacinar-se é uma forma simples mas profunda de promover o bem comum e de cuidarmos uns dos outros, especialmente dos mais vulneráveis”, disse o Papa, numa mensagem de vídeo que faz parte da campanha “It’s up to you” (“Depende de ti”), da responsabilidade das organizações norte-americanas Ad Council e COVID Collaborative.

Na mensagem, divulgada nas redes sociais e no YouTube, o mais alto representante da Igreja Católica apelou ainda a que cada um contribua para erradicar a pandemia com um “pequeno gesto de amor”.

Diário de Notícias
DN
18 Agosto 2021 — 14:03

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1004: Quarta vaga. Letalidade nos idosos não vacinados é três vezes maior do que nos vacinados

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/4ª. VAGA/IDOSOS/MORTES

Os números subiram em Julho, depois de em Abril, Maio e Junho ter havido dias com zero óbitos. A taxa de letalidade é agora de 0,3%, muito abaixo da registada no início do ano. Mas a destacar há o facto de “a esmagadora maioria das mortes” ter sido nos mais de 80, 19,6% não tinha vacina, 12,3% tinha uma dose e 6,4% as duas doses.

Mais de 90% das mortes nesta quarta vaga ocorreram nas unidades hospitalares.
© Rui Oliveira Global Imagens

Em Março deste ano, quando o número de casos caía a pique, após a terceira vaga da pandemia em Portugal, considerado o pior período deste ano e meio, a taxa de letalidade – ou seja, o número de mortos por total de infectados – era de 1,3%, segundo os dados referidos ao DN pelo director de Serviços de Informação e Análise da Direcção-Geral da Saúde (DGS), André Peralta Santos.

O valor diminuiu consideravelmente nos meses de Abril, maio e Junho, já durante o desconfinamento, em que se conseguiu atingir os zero óbitos em alguns dias, mas nesta quarta vaga, em Julho e Agosto, a taxa de letalidade voltou a subir, tendo atingido 0,3%. Mesmo assim, salienta André Peralta Santos, “é uma taxa consideravelmente mais baixa do que a de Março”.

Segundo explica o director de serviços da DGS, “a taxa de letalidade vinha a diminuir desde Março, período em que o processo de vacinação teve um impacto significativo e que as condições epidemiológicas também melhoraram, após a vaga de Janeiro e Fevereiro, mas em Julho registou-se uma tendência de subida, o que também é normal quando se inicia um período de subida da incidência, mesmo para os vacinados, pois a probabilidade de exposição ao vírus é maior. Mas a verdade é que os números demonstram que, apesar de tudo, os vacinados estão muito mais protegidos contra a infecção, contra a doença grave, que causa hospitalizações, e contra a mortalidade”, já que “a esmagadora maioria das pessoas que foram infectadas e acabaram por morrer não estavam vacinadas”.

Olhando para os boletins epidemiológicos divulgados diariamente durante o mês de Julho, percebe-se que mais de metade dos óbitos foram na faixa dos 80 e mais anos. De um total de 260 óbitos, 135 foram nesta população. E segundo os dados disponibilizados ao DN por André Peralta Santos, a taxa de letalidade nesta faixa etária triplicou entre os idosos ainda não vacinados em relação aos que já tinham a vacinação completa. Os dados recolhidos pela DGS demonstram que a taxa entre os que ainda não tinham qualquer dose de vacina e ficaram infectados foi de 19,6%, entre os que já tinham uma dose foi de 12,3% e entre os que tinham as duas doses foi de 6,4%.

André Peralta Santos ressalva que a percentagem da taxa de letalidade dos não vacinados “é muito significativa, pois neste momento o número de idosos desta faixa etária que não está vacinado é muito residual”. Recorde-se que 97% da população com mais de 80 anos já tem a vacinação completa.

De 1 de Julho a 13 de Agosto morreram 242 idosos

De acordo com o director de serviços da DGS, os dados recolhidos mostram “a redução significativa do risco para quem tem a vacinação completa”, sublinhando, por outro lado, que “a esmagadora maioria das pessoas que morreram tinha doenças preexistentes, algumas até comorbilidades severas”, e, por consequência, “um sistema imunitário muito fragilizado”. Ou seja, sustentou, pessoas que, pela sua fragilidade imunitária, não conseguiram desenvolver uma resposta robusta à vacina e que, perante a exposição ao vírus, foram infectadas e acabaram por morrer.

De volta aos boletins epidemiológicos da DGS, podemos observar que entre o dia 1 de Julho e o dia 13 de Agosto, data em que os números foram disponibilizados ao DN, morreram em Portugal 242 pessoas da faixa etária 80 anos e mais por covid-19. O total de morte3s neste período foi de 436, o que quer dizer que 194 das vítimas pertenciam a outras faixas etárias. Mas quase todas tiveram em comum o facto de terem ocorrido em meio hospitalar. Segundo André Peralta Santos, cerca de 99% mortes ocorreram em unidades de saúde.

Neste momento, a realidade é esta, mas o técnico ressalva que as estimativas feitas já apontam para que a tendência relativa à letalidade é já de descida para as próximas duas a três semanas, pois “esta tendência de descida já se começou a sentir na incidência e nas hospitalizações”.

A taxa de letalidade começou a subir em Julho, em Agosto manteve a subida, houve dias em que se registou um máximo de 20 óbitos, mas a verdade é que, afirma o técnico da DGS, mesmo com este aumento, a letalidade de agora não é comparável à registada nos dois primeiros meses do ano, em que o país chegou a atingir os 221 mortos e mais de 16 mil casos de infecção por dia.

Na altura, sublinha André Peralta, “a incidência da doença era muito elevada na população dos 80 e mais anos e isso não se está a verificar nesta quarta vaga, em que a infecção está a atingir sobretudo a população mais jovem e adulta, o que também tem impacto na letalidade, porque estas faixas etárias desenvolvem uma forma da doença muito mais ligeira” e mesmo que venham a necessitar de cuidados hospitalares raramente acabam por sucumbir devido à doença.

Em Agosto, 40% dos mortos tinham vacinação e 40% não

Os últimos dados da DGS relativamente ao mês de Agosto demonstram também que em relação ao total de pessoas que morreram, 40% tinham a vacinação completa, 40% não estavam vacinados e 10% só tinham uma dose.

Mais uma vez, André Peralta Santos sublinha que, apesar de as percentagens de mortes em vacinados e não vacinados serem idênticas, “tem um peso muito mais significativo para os não vacinados, porque são muito menos, não há comparação”. Ou seja, a letalidade é muito maior entre os não vacinados. O que “só reforça o poder das vacinas”. Argumentando mesmo que “o aumento da percentagem de mortes em pessoas com vacinação completa também era esperado na faixa etária em que está a acontecer, a mais idosa. São as tais pessoas que não conseguem dar uma resposta robusta à vacinação”.

Mas não é só este factor que explica o aumento de mortes. “Há outros factores que podem explicar esta situação, como a emergência de uma nova variante, a Delta, associada à Índia, que temos no nosso país desde maio, que já se tornou predominante, e sobre a qual há indicações de que é mais severa em relação à transmissibilidade do que as variantes anteriores. Este dado ainda não é totalmente claro em termos de evidência científica, mas ajuda a explicar o aumento de letalidade na população dos mais de 80 anos nestes dois últimos meses.”

Para ele, o importante nesta fase da pandemia é que “as vacinas continuam a demonstrar um grande efeito protector para a doença grave e para a morte”. Por isso, sublinha, “o importante não é olhar para a letalidade de quem tem a vacinação completa, mas sim comparar o risco de morte de quem está vacinado e de quem não está”.

DGS não comenta falta de informação sobre mortes

A DGS tem vindo a ser acusada por algumas entidades, nomeadamente pela Ordem dos Médicos, de não dar toda a informação sobre as mortes em Portugal passado um ano e meio. O director de serviços da DGS não comenta a situação, referindo apenas: “O que posso garantir é que o nosso compromisso é de máxima transparência. À medida que vamos recolhendo informação consolidada, vamos partilhando nos nossos relatórios técnicos e divulgando.”

O médico de saúde pública afirma ainda: “Observámos uma tendência crescente na letalidade e na mortalidade, esta última é o indicador de morte por milhão de habitantes, cuja informação consta do nosso relatório das linhas vermelhas, mas o que se nota agora é que tanto numa como noutra a tendência começa a abrandar em termos de crescimento, o que é normal, porque a incidência da infecção na população começa a descer, depois descem as hospitalizações e, por fim, as mortes. É um fenómeno que já é um padrão das vagas anteriores e ao qual já nos habituámos.”

O último relatório sobre a vacinação, divulgado ontem, revela que 6.760.777 de pessoas, 66% da população, já tem a vacinação completa e que 7.791.486, 76% da população, tem uma dose. As faixas etárias mais idosas, a dos 80 e mais anos e dos 65 aos 79 anos, já tem 97% da sua população com a vacinação completa.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio
18 Agosto 2021 — 00:16

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1003: Mais 11 mortes e 2.118 casos em 24 horas. Internamentos descem

– Enquanto os acéfalos Walking Dead/Whisperers andarem na vagabundagem, nada a fazer e estes números até nem estão nada maus…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

Há menos 24 pessoas internadas. São agora 744 doentes hospitalizados, dos quais 144 em unidades em cuidados intensivos, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde.

Profissionais de saúde preparam vacinas para serem administradas num centro de vacinação no Porto
© ESTELA SILVA/LUSA

Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, mais 2.118 casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta terça-feira (17 de Agosto) indica que morreram mais 11 pessoas devido à infecção pelo novo coronavírus.

No que se refere à pressão nos hospitais, o boletim diário mostra que o número de internados desce para 744 (menos 24 face ao reportado na segunda-feira). Deste total, 144 estão em unidades de cuidados intensivos, o que corresponde a menos 10 doentes em comparação com o dia anterior.

Em relação à distribuição geográfica dos diagnósticos de covid-19, a região Norte concentra o maior número de novos casos (775), seguida de Lisboa e Vale do Tejo com 727.

Estas duas zonas do país têm 70,9% do total das novas infecções verificadas nas últimas 24 horas.

Verificam-se ainda mais 265 casos no Centro, 174 no Algarve, 131 no Alentejo, 43 na Madeira e três nos Açores.

As regiões autónomas não reportaram vítimas mortais associadas à covid-19. Os 11 óbitos registados em 24 horas ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (quatro), no Norte (dois), Centro (dois) Alentejo (dois), Algarve (um).

Relativamente às idades das vítimas mortais, o boletim regista que três tinham mais de 80 anos, sete entre 70 e 79 anos e uma entre 60 e 69 anos.

A faixa etária entre os 20 e os 29 anos volta a ser aquela em que se registaram mais novos casos, com mais 575 infectados nas últimas 24 horas.

Seguem-se as faixas etárias entre os 10 e os 19 anos (443 novos casos) e entre os 30 e os 39 anos (270 novos casos).

© DGS

Registaram-se mais 3.666 casos de pessoas que recuperaram da doença num total de 945.259.

Desde o início da pandemia, Portugal soma mais de um milhão de casos confirmados (1.006.588) e 17.584 óbitos.

DGS indica que há menos 1310 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde, num total de 52 128.

Há agora 43 745 casos activos da doença (menos 1559), de acordo com os dados do relatório diário, no dia em que se inicia o estudo serológico para conhecer o nível de imunidade à covid-19 nos lares de idosos na Santa Casa da Misericórdia de Vila do Bispo, Sagres, a primeira instituição de uma amostra que abrange cinco mil pessoas.

O estudo serológico vai decorrer ao longo do mês em lares do Alentejo e do Algarve, com o objectiva de conhecer a duração da imunidade produzida pela vacina entre idosos e funcionários dos lares.

Estudo revela que 63% dos idosos têm anticorpos seis meses após vacinação

Já esta terça-feira foram conhecidos os resultados de um estudo do Instituto Gulbenkian de Ciência, indicando que 63% dos idosos com mais de 70 anos têm anticorpos contra o coronavírus que causa a covid-19 seis meses após a vacinação.

O estudo, conduzido pelo Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), envolveu 260 idosos de cinco lares, além de 160 funcionários, em que a quase totalidade (98,1%) continuava, ao fim do mesmo tempo, com anticorpos contra o SARS-CoV-2.

Em comunicado, o IGC refere que os dados “confirmam que, à semelhança do que acontece com outras vacinas, a diminuição dos anticorpos gerados pela vacinação” contra a covid-19, uma doença respiratória, “é mais rápida na população mais idosa”.

Isto numa altura em que o processo de vacinação em Portugal abrange os jovens a partir dos 16 anos, sendo que no próximo fim de semana começa a inoculação da faixa etária entre os 12 e os 15 anos.

Entretanto, o auto agendamento da vacinação contra a covid-19 para menores entre os 12 e os 17 anos vai reabrir entre esta quinta-feira e sábado, decorrendo em exclusivo durante este período, adiantou a task force. À Lusa, fonte da equipa coordenada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo indicou ainda que a vacinação destes utentes será realizada no fim de semana de 28 e 29 de Agosto.

Situação na Tunísia é “preocupante”. Portugal participa na ajuda de emergência da UE

E no combate à pandemia, Portugal, soube-se esta terça-feira, é um dos países que participa na ajuda de emergência da UE à Tunísia.

São treze países europeus que mobilizaram ajuda de emergência, através do mecanismo europeu de protecção civil, para apoiar a Tunísia no combate à pandemia da covid-19, anunciou a Comissão Europeia.

Apontando que a situação sanitária na Tunísia é “preocupante”, o que levou as autoridades tunisinas a solicitar ajuda à UE, o executivo comunitário anunciou que Áustria, Bélgica, Alemanha, Espanha, França, Luxemburgo, Malta, Noruega (que, não sendo Estado-membro da UE, participa no mecanismo), Portugal, Letónia, República Checa, Croácia e Roménia “reagiram ao pedido” de Tunes e a ajuda já começou a chegar ao país do norte de África.

Também esta terça-feira, a Nova Zelândia fez saber que vai avançar com um confinamento nacional, depois de ter sido detectado um caso de covid-19 em Auckland, o que não acontecia desde Fevereiro.

O confinamento é de três dias a nível nacional, mas passa a sete dias em Auckland e em Coromandel, uma cidade costeira onde esteve a pessoa infectada, noticia a Reuters.

A Nova Zelândia não decretava um confinamento nacional há mais de um ano.

Diário de Notícias
DN
17 Agosto 2021 — 14:20

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1001: Mais 11 mortes e 1.135 novos casos de covid-19 registados em 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

Estão internadas 768 pessoas com covid-19, indicam os dados do boletim diário da Direcção-Geral da Saúde. Índice de transmissibilidade, denominado R(t), sobe ligeiramente para 0,96.

Centro de vacinação contra a covid-19 no Porto
© Pedro Correia/Global Imagens

Foram registados, nas últimas 24 horas, mais 1.135 casos de covid-19 em Portugal, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta segunda-feira (16 de Agosto) indica que morreram mais 11 pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2.

O número de internamentos continua a subir. Há agora 768 pessoas hospitalizadas (mais 24 face ao reportado no domingo). Já em unidades de cuidados intensivos há menos três doentes, num total de 154.

O índice de transmissibilidade, denominado R(t), sobe ligeiramente para 0,96, tanto a nível nacional como no continente (na última actualização era de 0,95).

Em relação à incidência da infecção a 14 dias regista-se um recuo. Passa de 319,9 para 314,5 casos por 100 mil habitantes em todo o território nacional e de 324,6 para 318,8 infectados se não tivermos em conta as região autónomas da Madeira e dos Açores.

© DGS

Lisboa e Vale do Tejo mantém-se como a região com mais novos casos (411), sendo que também regista o maior número de mortes em 24 horas (quatro). Já a região Norte reportou mais 376 infecções e um óbito.

As restantes mortes ocorreram no Centro (dois), no Alentejo (dois) e no Algarve (dois).

Em relação às idades das vítimas mortais, o boletim da DGS indica revela que oito tinham mais de 80 anos, uma entre os 70 e os 79 anos e duas entre os 60 e os 69.

Faixa etária entre os 20 e os 29 anos é a que regista mais novos casos

Verificaram-se ainda mais 93 casos da doença na região Centro, 151 no Algarve e 29 no Alentejo. Os Açores confirmaram 45 diagnósticos de covid-19 e a Madeira 30.

A faixa etária que regista o maior número de novos casos é a dos 20 aos 29 anos, com mais 313 infectados.

Logo a seguir surge a camada da população entre os 10 e os 19 anos, com 267 novos diagnósticos. Já na faixa etária entre os 30 e 39 anos foram registados mais 151 infectados.

© DGS

80% dos jovens de 16 e 17 anos vacinados no fim de semana

Portugal tem agora 45.304 casos activos da doença (menos 63 face ao dia anterior), indicam os dados da DGS no dia em que o processo de vacinação avança com a modalidade casa aberta disponível a todos os que tenham 16 ou mais anos.

no fim de semana (14 e 15 de Agosto), mais de 150 mil jovens de 16 e 17 anos foram vacinados contra a covid-19, indicou a task force da estrutura que coordena o plano de vacinação. Representam 80% dos jovens destas faixas etárias, disse o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales.

“Foi um fim de semana, na nossa perspectiva, com êxito muito bom, extraordinário. Na vacinação dos 16 e 17 anos, vacinámos 80% desta faixa e, obviamente, iremos continuar a vacinar todos aqueles que faltam”, disse António Lacerda Sales em declarações a jornalistas em Lousada, no distrito do Porto.

Para o secretário de Estado, a adesão dos jovens daquelas idades “foi uma grande lição de maturidade”, sublinhando esperar que “essa lição de consciência cívica e de maturidade se transmita agora também para as faixas mais jovens, dos 12 aos 15, que vão ser vacinadas pela primeira vez nos dois fins de semana subsequentes”.

Oleiros realiza testes rápidos e certificados antigénio gratuitos

Além da vacinação, a testagem também faz parte da estratégia no combate à pandemia. Nesse sentido, a Unidade Móvel de Saúde de Oleiros inicia esta segunda-feira a realização de testes rápidos e certificados de antigénio, sem necessidade de marcação e de forma gratuita, anunciou o município local.

“A testagem é aberta a todos sem restrição, independentemente da vacinação ou residência”, refere, em comunicado, a Câmara de Oleiros.

A nível internacional, soube-se hoje que os Jogos Paralímpicos de Tóquio. que começam a 24 de Agosto, vão ser disputados à porta fechada, à semelhança do que aconteceu com os Jogos Olímpicos.

Com Tóquio a ter actualmente um número recorde de novos casos positivos do novo coronavírus – dados recentes indicam que no domingo foram registadas mais 4.295 infecções na capital japonesa – os organizadores dos Jogos decidiram, a uma semana do arranque do evento, realizar as provas à porta fechada.

A pandemia provocou a morte a pelo menos 4 361 805 pessoas em todo o mundo desde que foram detectados os primeiros casos na China, no final de 2019, segundo o balanço da AFP.

Desde que foi identificado na China, em Dezembro de 2019, o primeiro caso de infecção pelo vírus SARS-CoV-2, mais de 207 192 810 casos foram oficialmente diagnosticados em todo o mundo.

Diário de Notícias
DN
16 Agosto 2021 — 14:27

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999: Portugal com 2.217 novos casos, 13 mortes e subida nos internamentos

– Eu acho mesmo que os talibãs-anti-vacinas, que insultaram ontem o vice-almirante Gouveia e Melo em Odivelas, o que pretendem é que existam mais infectados e mais mortes em Portugal para depois desancarem na governança, a mando dos seus partidos. Quando a política mete o ku onde não é chamada – e fá-lo diariamente, sem qualquer pudor -, é no que dá… um monte de merdas putrefactas a cagarem ódio às pazadas…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

hospitalclinic / Flickr

Portugal regista hoje mais 2.217 novos casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e 13 mortes atribuídas à doença covid-19, segundo os dados divulgados pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Hoje estão internadas em enfermaria mais 17 pessoas, num total de 744 pacientes, e menos quatro em unidades de cuidados intensivos (UCI), onde agora se encontram 157 doentes com covid-19.

A maior parte das novas infecções diagnosticadas nas últimas 24 horas são novamente repartidas pela zona de Lisboa e Vale do Tejo (813 novos casos) e pelo Norte (678 novos casos), de acordo com o boletim epidemiológico da DGS.

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram em Portugal 17.562 pessoas e 1.003.335 casos de infecção foram diagnosticados.

Os óbitos hoje contabilizados ocorreram nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo (4), do Norte (4), do Centro (3), do Alentejo (1) e do Algarve (1). As 13 mortes dizem respeito a pessoas com idades acima dos 60.

Uma das vítimas mortais hoje contabilizadas foi uma mulher com idade compreendida entre os 60 e os 69 anos, com o grupo etário 70-79 anos a registar quatro óbitos, todos homens.

As restantes oito vítimas mortais associadas à doença covid-19 – três homens e cinco mulheres – pertenciam ao grupo com idades superiores aos 80 anos.

No balanço desde o início da pandemia, o maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos. Do total de vítimas mortais registadas, até à data, em Portugal 9.222 eram homens e 8.340 mulheres.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que estão activos mais 1.174 casos, para um total de 45.367, e que 1.030 pessoas foram dadas como recuperadas da doença nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 940.406 recuperados.

Nas últimas 24 horas, o número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde voltou a decrescer (menos 1.534), situando-se nos 54.851.

O novo coronavírus já infectou em Portugal pelo menos 461.794 homens e 540.845 mulheres, segundo mostram os dados da DGS.

A entidade informa igualmente a existência de 696 casos de infecção em pessoas de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Sobre a caracterização etária dos novos casos de infecção confirmados, a tendência mantém-se e é nos jovens entre os 20 e os 29 anos (homens e mulheres) que se registaram mais casos, com mais 615 infectados nas últimas 24 horas.

Seguem-se as faixas etárias entre os 10 e os 19 anos (466 novos casos) e entre os 30 e os 39 anos (290 novos casos).

Estas três faixas etárias concentram mais de metade dos novos casos observados no país nas últimas 24 horas.

Numa das faixas etárias mais vulneráveis ao novo coronavírus, as pessoas com mais de 80 anos, os novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas foram 59.

O índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal (a nível nacional) – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de uma pessoa com o vírus – mantém-se em 0,95 e a taxa de incidência de casos de infecção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias está, também a nível nacional, nos 319,9.

Os dados do Rt e da incidência são actualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 813 novas infecções, contabilizando-se até agora nesta área geográfica 391.703 casos e 7.513 mortos.

A região Norte observou 678 novas infecções por SARS-CoV-2, totalizando 387.032 casos de infecção e 5.469 óbitos desde o início da crise pandémica.

Na região Centro registaram-se mais 199 casos, perfazendo 133.496 infecções e 3.060 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 149 novos casos de infecção, totalizando 35.391 contágios e 998 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve, o boletim de hoje da DGS informa que foram registados 272 novos casos, acumulando-se 36.406 contágios pelo SARS-CoV-2 e 411 óbitos.

A região Autónoma da Madeira contabilizou 55 novos casos, somando 11.126 infecções e 72 mortes devido à doença covid-19 desde Março de 2020.

Nas últimas 24 horas, e segundo a DGS, os Açores apresentaram 51 novos casos, o que eleva para 8.181 contágios desde o início da pandemia. O número de óbitos mantém-se nos 39.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 4.353.003 mortes em todo o mundo, entre mais de 206,7 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

ZAP // Lusa

Por Lusa
15 Agosto, 2021

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