1667: Câmara Municipal de Lisboa anuncia o encerramento dos contentores de testagem

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/CONTENTORES DE TESTAGEM

O município passará a disponibilizar auto-testes gratuitos em quatro postos fixos, no Campo Pequeno, Parque das Nações, Cais do Sodré e Martim Moniz.

Posto de testagem à covid-19 em Lisboa
© Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

A Câmara Municipal de Lisboa anunciou, este domingo, que todos os contentores fixos da UNILABS para testagem gratuita da covid-19 encerraram este fim-de-semana.

O município passará a disponibilizar auto-testes gratuitos em quatro postos fixos, no Campo Pequeno, Parque das Nações, Cais do Sodré e Martim Moniz. Cada posto vai ter um enfermeiro para ajudar, e mesmo ensinar as pessoas a fazerem o auto-teste.

Diário de Notícias
DN
14 Março 2022 — 11:10

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1513: Directores admitem fecho de escolas devido a aumento de funcionários infectados

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES

Com o aumento de casos positivos nos docentes, a Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas admite fecho das escolas temporariamente.

© Rodrigo Antunes/Lusa

O aumento de casos de infecção com o coronavírus SARS-CoV-2 entre os assistentes operacionais das escolas está a preocupar alguns directores escolares que admitem ter de encerrar estabelecimentos caso a situação se agrave.

No Agrupamento Cego do Maio, na Póvoa de Varzim, há oito assistentes operacionais em casa devido à covid-19. “Os casos positivos têm subido muito e se a situação continuar assim poderei ter de encerrar a escola na próxima semana” disse à Lusa Arlindo Ferreira, director do agrupamento onde habitualmente trabalham cerca de duas dezenas de funcionários.

Na segunda-feira arrancou a campanha de testagem à covid-19 a professores e trabalhadores não docentes, mas no agrupamento da Povoa de Varzim o processo está agendado apenas para a próxima semana. Os casos de infectados que Arlindo Ferreira tem recebido são de testes realizados por iniciativa dos próprios trabalhadores. O director teme que na próxima semana possam aumentar.

O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, sublinha que as escolas “fazem tudo para não fechar, mas se houver uma vaga poderá ser impossível impedir que tal não aconteça”.

Filinto Lima disse à Lusa que os directores podem pedir aos assistentes operacionais que estão a trabalhar numa escola para irem temporariamente para outra, podem também reduzir os horários de alguns serviços, como o bar ou a biblioteca, libertando trabalhadores para outros sectores.

“Podemos recorrer à Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, que nos apoia colocando pessoas para colmatar estas ausências pontuais. As escolas têm reservas de recrutamento e podemos ir à lista contratar outros funcionários”, afirmou Filinto Lima, garantindo que “os directores fazem tudo para evitar chegar a um caso dramático de fechar uma escola”.

Segundo o presidente da ANDAEP, os casos de escolas fechadas serão “pontuais e nunca generalizados”.

“Tenho falado com directores de norte a sul e até ao momento ninguém me reportou esse tipo de situação”, afirmou, lembrando que a falta de funcionários nas escolas é um problema do passado.

A ideia é confirmada pelos sindicatos que representam esses trabalhadores. O secretário-geral da Federação Nacional de Educação, João Dias da Silva, lembrou que houve “um crescimento generalizado de assistentes operacionais, apesar de alguns concursos terem demorado mais tempo a concluir e algumas escolas poderem ainda não ter todos os funcionários, mas serão casos pontuais”.

No entanto, sublinhou João Dias da Silva, “quando há trabalhadores em situação de doença num número elevado isso pode tornar a situação difícil na escola”.

No início do actual ano lectivo, a FNE realizou um levantamento junto das escolas e concluiu que “havia uma aproximação às necessidades das escolas, podendo haver algumas necessidades, mas sem a dimensão do passado em termos de assistentes operacionais”, recordou João Dias da Silva. O problema foca-se agora na falta de técnicos especializados e técnicos superiores.

“Há uma aproximação das necessidades, podendo haver pontualmente a necessidade de assistentes operacionais numa ou noutra escola”, afirmou, sublinhando que estas falhas são o resultado de uma portaria de rácios que foi melhorada, mas ainda “sem ter em conta a especificidade de cada escola”.

Por exemplo, a portaria de rácios define o número de assistentes operacionais tendo em conta o número de alunos com necessidades educativas, mas a FNE defende que deveria ter em conta as diferentes tipologias de alunos, ou seja, se esse estudante tem ou não necessidades profundas.

“A dimensão da biblioteca, que tipos de laboratórios existem, se existem mais oficinas” são outros dos exemplos dados por João Dias da Silva que defende que “existem factores que deveriam implicar outro ajustamento” da portaria.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Janeiro 2022 — 13:05

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1051: ASAE fecha discoteca com 200 pessoas a funcionar ilegalmente em Vila Real

SAÚDE PÚBLICA/ASAE/TRANSGRESSÕES/PANDEMIA

De acordo com a ASAE, “o estabelecimento estava a funcionar com espaço destinado a dança, encontrando-se cerca de 200 pessoas sem equipamento de protecção individual (máscaras) e não cumprindo as regras de distanciamento social”.

Uma discoteca com cerca de 200 pessoas foi encerrada pela ASAE em Vila Real, por se encontrar a funcionar ilegalmente, nomeadamente sem uso de máscara e distanciamento social por parte dos ocupantes, divulgou esta quarta-feira aquele organismo.

A fiscalização da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a este estabelecimento decorreu “no passado fim de semana”, realizada pela unidade regional do Norte da ASAE – unidade operacional de Mirandela, em colaboração com a GNR, segundo informa em comunicado.

Da operação resultou a suspensão de actividade do estabelecimento de restauração e bebidas “por incumprimento das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico, no quadro das medidas de prevenção de riscos de contágio decorrentes da pandemia da doença covid-19, bem como por incumprimento de requisitos gerais e específicos de higiene”.

De acordo com a ASAE, “o estabelecimento estava a funcionar com espaço destinado a dança, encontrando-se cerca de 200 pessoas sem equipamento de protecção individual (máscaras) e não cumprindo as regras de distanciamento social”.

“Verificou-se ainda que no estabelecimento eram confeccionadas refeições e preparadas bebidas sem que fossem cumpridos os requisitos básicos de segurança alimentar, nomeadamente de higiene”, acrescenta.

Os inspectores observaram ainda “a ausência de janelas e portas, tecto em placas de sanduíche sem isolamento, falta de protecção contra animais e insectos, estruturas inacabadas, equipamento com ferrugem”.

Segundo o relato da entidade fiscalizadora, os géneros alimentícios para as refeições servidas no local estavam acondicionados “no exterior do estabelecimento ao ar livre e sem implementação do sistema HACCP (Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos)”.

Segundo a informação divulgada, “verificou-se ainda que a água utilizada na confecção e higienização dos alimentos e materiais não era, aparentemente, da rede pública, não tendo sido demonstrada evidências da potabilidade da mesma”.

O representante do estabelecimento “foi notificado da referida suspensão da actividade, tendo sido advertido de que o não cumprimento imediato da ordem de suspensão ou a sua violação posterior constitui a prática de crime de desobediência”, segundo a ASAE.

Diário de Notícias
Lusa
08 Setembro 2021 — 13:37

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