1201: Lar em Leiria com 39 utentes e 10 funcionários infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS/LARES

Segundo a coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral, o surto terá começado na sexta-feira, mas só foi detetado no domingo.

© Henriques da Cunha /Arquivos

O lar Nossa Senhora da Encarnação, em Leiria, tem 39 utentes e 10 funcionários infectados com o SARS-CoV-2, todos estáveis, disse à agência Lusa a responsável da Unidade de Saúde Pública, Odete Mendes.

Segundo explicou a coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral, o surto terá começado na sexta-feira, mas foi detectado no domingo.

“Os utentes fizeram o reforço da terceira dose da vacinação e a instituição associou os sintomas aos efeitos secundários. Na sexta-feira, uma utente deu uma queda e foi ao hospital, onde realizou um teste à covid-19. No dia seguinte, o resultado deu positivo”, revelou Odete Mendes.

Entretanto, nove funcionários começaram com sintomas gripais e uma trabalhadora deu também positivo, quando realizou um auto-teste à covid-19.

“Desencadeámos, no domingo, a testagem a todos os utentes da ala que tinha testado positivo e 39 utentes testaram positivo. Dois estão no hospital (a primeira e uma segunda situação), mas todos estão estáveis”, assegurou a responsável.

Odete Mendes explicou ainda que o lar tem 107 utentes e está dividido em duas alas, mas apenas uma delas registou casos positivos. “Também efectuámos testes na outra ala, mas os resultados foram todos negativos. Realizámos ainda testes PCR aos 90 funcionários e dez deram positivo”, informou também.

A coordenadora da Unidade de Saúde Pública adiantou que na região não existem mais surtos. “À semelhança do que está a acontecer no país, os casos têm vindo a subir, mas não temos surtos activos. Há casos pontuais nas escolas, mas como temos a população vacinada, são situações isoladas e acompanhadas caso a caso”, esclareceu.

Reconhecendo que “existe um desgaste” de todos, com a “necessidade de voltar à normalidade”, a médica de saúde pública apelou a que as pessoas cumpram as orientações da Direcção-Geral da Saúde.

Odete Mendes sublinhou ainda que o inverno está a preocupar as autoridades de saúde, tendo em conta um possível aumento das doenças respiratórias agudas.

“A população mais idosa está a ser também vacinada contra a gripe. Estamos na expectativa e há uma apreensão”, insistiu.

De acordo com a responsável, a “vacinação foi fundamental, como se sabia”, para o controlo da pandemia.

“Temos assistido a pessoas que não se vacinaram por opção própria, a repensar a sua decisão inicial. O apelo que faço é para que os que não se vacinaram por opção decidam agora vacinar-se. Vão sempre a tempo. A vacinação de cada um contribui para o bem-estar de todos. Não podemos pensar só no individual, mas num bem colectivo”, rematou.

Diário de Notícias
Lusa
27 Outubro 2021 — 11:59

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1200: Incidência e R(t) continuam a subir em dia com mais 965 casos e 3 mortes

– Estatísticas até hoje, Quarta-feira:

27.10.2021 – 965 infectados – 3 mortes
26.10.2021 – 829 infectados – 3 mortos
25.10.2021 – 313 infectados – 5 mortos

Total da semana: (3 dias) 2.107 infectados – 11 mortos

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Número de internados sobe para 316 (mais 15 face ao dia anterior), sendo que 61 doentes estão em unidades de cuidados intensivos, indica o relatório diário da DGS.

Campanha de vacinação contra a covid-19 em Lisboa
© Diana Quintela /Global Imagens

Foram registados, em 24 horas, 965 novos casos de covid-19 em Portugal, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Relatório desta quarta-feira (27 de Outubro) dá conta de mais três mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2.

Os dados sobre a situação nos hospitais portugueses indicam que há agora 316 internados (mais 15 face ao reportado na terça-feira), dos quais 61 doentes estão em unidades de cuidados intensivos (mais um).

Nesta actualização verifica-se uma subida tanto na taxa de incidência da infecção a 14 dias como no índice de transmissibilidade, R(t), os valores da matriz de risco definida pelo Governo.

Assim sendo, a incidência passa de 92,4 para 94,8 casos de covid-19 por 100 mil habitantes em todo o território nacional. No continente, este indicador situa-se nas 94,9 infecções por 100 mil habitantes (era de 92,8).

Já o R(t) passa de 1,02 para 1,08 tanto a nível nacional e no continente.

© DGS

No que se refere à distribuição geográfica de novos casos, a região de Lisboa e Vale do Tejo tem o maior número diário de infecções, com 395, seguida do Norte, com 247, e do Centro, com 201.

Reportados mais 68 diagnósticos de covid-19 no Algarve, 23 no Alentejo, 22 na Madeira e nove nos Açores.

Os três óbitos ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, na região Norte e na Madeira. Em relação à idade das vítimas mortais, duas tinham mais de 80 anos e uma tinha entre os 70 e os 79 anos.

© DGS

Relatório da DGS indica que há mais 597 pessoas que recuperam da doença – são, no total, 1.037.585 -, pelo que os casos activos de covid-19 sobem para 31.243 (mais 365 face ao dia anterior).

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, Portugal confirmou 1.087.245 casos de infecção e 18.144 óbitos, sendo que há mais 111 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde, num total de 21.580.

Aumento de casos em vários países da Europa

Vários países na Europa estão, entretanto, a registar uma subida do número de doentes com covid-19, desde logo Espanha, mas também o Reino Unido, Alemanha e Holanda, além dos países de Leste. A Rússia, por exemplo, registou esta quarta-feira um novo recorde diário de mortes por covid-19, 1.123 óbitos. É o nono dia consecutivo com mais de mil mortes provocadas pelo SARS-CoV-2.

Em Portugal, verifica-se uma subida de casos e de internamentos, mas a questão é saber se há o risco de a situação se agravar e ter de se voltar às medidas de confinamento como já acontece no estrangeiro.

“Há sempre a possibilidade de assistirmos a uma escalada de casos como acontece em outros países da Europa, pode haver uma ou outra nova variante ou algum dos nossos mais vulneráveis estar mais fragilizado, são tudo incógnitas”, começa por dizer ao DN Gustavo Tato Borges, vice-presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP).

Mas a verdade é que temos uma situação epidemiológica muito diferente: uma cobertura vacinal com duas doses de mais de 86% da população, o que dificulta a circulação do vírus. E, em alguns países, nomeadamente no Reino Unido, assiste-se a uma sub-variante da Delta que tem sido mais problemática entre as pessoas não-vacinadas. Em Portugal, foram detectados alguns casos, mas o último relatório do INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge) diz que todas as infecções são da variante Delta”, acrescentou, referindo-se ao relatório Monitorização das Linhas Vermelhas para a covid-19 para o período de 15 a 21 de Outubro, que conclui que a “variante Delta , originalmente associada à Índia, é a dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100%”.

Surto em lar de Leiria, com 39 utentes e 10 funcionários infectados

Já esta quarta-feira ficou a saber-se que há um surto no lar Nossa Senhora da Encarnação, em Leiria, com 39 utentes e 10 funcionários infectados com o vírus responsável pela covid-19.

A coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral, Odete Mendes, disse à Lusa que o surto terá começado na sexta-feira, mas foi detectado no domingo.

“Os utentes fizeram o reforço da terceira dose da vacinação e a instituição associou os sintomas aos efeitos secundários. Na sexta-feira, uma utente deu uma queda e foi ao hospital, onde realizou um teste à covid-19. No dia seguinte, o resultado deu positivo”, revelou Odete Mendes.

Diário de Notícias
DN
27 Outubro 2021 — 14:42

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1199: Número de doentes com covid-19 e graves sobe na Europa. Portugal corre esse perigo?

“A elevada taxa de vacinação, próxima dos 100 % nos grupos-alvo…”. Segundo informação, a vacinação em Portugal está na ordem dos 86%. Isso é “próximo” dos 100%? Enquanto continuar a existir acéfalos indigentes intelectualóides irracionais e irresponsáveis perante a comunidade onde se inserem (infelizmente), a pandemia tenderá a manter-se por cá e a agravar o estado infeccioso e mortes devido à “libertação” oferecida pela governança e pelas entidades sanitárias.

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/AGRAVAMENTO/PANDEMIA

A elevada taxa de vacinação, próxima dos 100% nos grupos-alvo, coloca o país numa posição mais tranquila relativamente ao combate à doença que outros países europeus, onde já se pensa em aplicar novas restrições.

Grupo dos 12 aos 17 anos está mais atrasado na vacinação, pois começou mais tarde. Ao contrário de outros países, jovens nacionais aderem à vacina.
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Vários países na Europa estão a registar uma subida do número de doentes com covid-19, desde logo Espanha, mas também o Reino Unido, Alemanha e Holanda, além dos países de Leste. Em Portugal, há uma subida contínua de casos e de internamentos, mas a questão é saber se há o risco de a situação se agravar e ter de se voltar às medidas de confinamento como já acontece no estrangeiro.

“Há sempre a possibilidade de assistirmos a uma escalada de casos como acontece em outros países da Europa, pode haver uma ou outra nova variante ou algum dos nossos mais vulneráveis estar mais fragilizado, são tudo incógnitas. Mas a verdade é que temos uma situação epidemiológica muito diferente: uma cobertura vacinal com duas doses de mais de 86% da população, o que dificulta a circulação do vírus.

E, em alguns países, nomeadamente no Reino Unido, assiste-se a uma sub-variante da Delta que tem sido mais problemática entre as pessoas não-vacinadas. Em Portugal, foram detectados alguns casos, mas o último relatório do INSA (Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge) diz que todas as infecções são da variante Delta”, explica Gonçalo Tato Borges, vice-presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP).

Refere-se ao relatório semanal Monitorização das Linhas Vermelhas para a Covid-19 para o período de 15 a 21 de Outubro, que conclui que a “variante Delta , originalmente associada à Índia, é a dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100%”. Acrescenta o documento que a “actividade epidémica do SARS-CoV-2 é de intensidade reduzida e transmissibilidade moderada, com tendência estável a nível nacional. A pressão nos serviços de saúde e o impacto da mortalidade são reduzidos”.

Na altura, a média de infecções a 14 dias era de 91 casos por 100 mil habitantes, esta terça-feira subiu para 92,8, mas menos de metade dos 240 casos por 100 mil estabelecidos como linha vermelha da pandemia. A incidência [R(t)] passou de 1,02 para 1, 06, também os internamentos aumentaram nos dois últimos dias, ultrapassando as 300 camas, 62 em unidades de cuidados intensivos (UCI). Ainda assim, longe das 255 camas consideradas como limite máximo.

Gonçalo Tato Borges justifica a subida de infecções com o fim de algumas restrições, nomeadamente a obrigatoriedade do uso da máscara na generalidade dos espaços fechados, mas salienta que a doença está controlada. “A situação, para já, não levanta uma grande preocupação, mas precisa de alguma atenção quer do Serviço Nacional de Saúde, quer dos governantes, quer dos cidadãos, que devem fazer a sua parte.”

O fim do uso da máscara coincidir com a aproximação do outono e do inverno é a crítica do médico: “A situação epidemiológica permitia abrir um pouco mais a sociedade, mas penso que as únicas medidas que foram tomadas mais cedo que o desejável foi o fim do uso da máscara em espaços interiores e a abertura das discotecas sem qualquer restrição. Apresentar o certificado de vacinação quando temos mais de 86% de pessoas com a vacinação completa e 10% da população são crianças abaixo dos 12 anos, que não serão vacinadas, são raros os adultos sem certificado. A única restrição é os funcionários usarem máscara.”

O último relatório da DGS sobre vacinação, divulgado esta terça-feira, indica que 8,8 milhões de residentes têm a vacinação completa e nove milhões levaram a primeira dose. Acima dos 50 anos, a taxa é superior a 99%. É o grupo mais jovem, entre os 12 e 17 anos, os últimos a entrar no sistema, que tem a percentagem mais baixa: 86%.

Situação na Europa

Na Europa, são vários os países que registam um aumento significativo de casos e da sua gravidade, sobretudo entre a população não-vacinada. Situações que levaram à introdução de novas restrições.
O Reino Unido atingiu as três dezenas de mortes e quase 40 mil novas infecções diárias, o que aumentou a pressão junto do governo britânico para apertar as restrições. Entre estas, o teletrabalho e o uso de máscara obrigatório.

Em Espanha registaram-se 4485 novos casos de infecções entre sexta-feira e domingo e mais 54 mortes. O governo holandês está a estudar a introdução de mais restrições devido ao rápido aumento do número de casos de covid-19 para mais de 6300 por dia e da pressão sobre os hospitais. A Alemanha atingiu pela primeira vez desde maio os 100 novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes, enquanto a Rússia e a Ucrânia voltaram a bater os recordes no número de infecções e de mortes.

Os números também aumentaram na Roménia, que endureceu as medidas desde segunda-feira. A situação agravou-se na Bulgária, com o ministro da Saúde a anunciar que têm falta de ventiladores e camas nos cuidados intensivos. E a Eslováquia alargou as restrições a mais regiões do país, devido à intensificação de novos casos.

ceuneves@dn.pt

Diário de Notícias
Céu Neves
27 Outubro 2021 — 00:53

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1198: Mais de 100 mil doentes podem ter covid longa e sobrecarregar o SNS

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SNS

SJ Objio / Unsplash

Com o crescimento do número de pacientes que reportam sintomas de covid prolongada, os especialistas receiam que o Serviço Nacional de Saúde não tenha capacidade de resposta.

Segundo avança o Expresso, os directores e coordenadores de unidades de saúde em Portugal estimam que será preciso acompanhar 100 mil pacientes que sofrem de covid longa, já que pelo menos 10% dos doentes que estiveram infectados com o novo coronavírus têm sintomas além dos três meses.

Para Filipe Froes, pneumologista e coordenador do gabinete de crise para a Covid-19 da Ordem dos Médicos, este cenário “é uma sobrecarga muito grande” para os hospitais portugueses que é ainda mais acentuada porque os pacientes  “estão a aparecer em catadupa”.

A pneumologia é também uma das especialidades mais procuradas, já que muitas das pessoas queixam-se de dificuldades a respirar e de falta de ar. No entanto, Filipe Froes reforça que há mais de 200 sinais e sintomas associados à covid longa, o que exige consultas multidisciplinares e com vários especialistas.

Em Coimbra, no Centro Hospitalar e Universitário, o director do serviço de pneumologia Carlos Robalo Cordeiro nota que mesmo doentes que tiveram covid ligeira e que não precisaram de ser internados estão cada vez mais a sofrer sintomas prolongados.

“Vemos doentes que nunca tínhamos visto, que desenvolvem patologia respiratória sem a terem antes e mantêm alguma inflamação pulmonar, detectável na função respiratória”, explica Carlos Robalo Cordeiro.

A criação das “consultas pós-covid” foi também uma adaptação que vários hospitais tiveram de fazer perante a aparição de mais doentes com sintomas prolongados. “A consulta pós-covid tornou-se uma necessidade. Percebemos que a covid ia trazer-nos mais chatices do que só o episódio agudo”, explica Paulo Sintra, director clínico do Hospital Distrital de Santarém, onde esta modalidade de consulta já foi criada há um ano.

Já no Centro Hospitalar de Leiria, o médico João Machado é responsável pela coordenação destas consultas. O clínico refere que já mais de 100 doentes se queixaram de sintomas prolongados e que a média de idades dos queixosos ronda os 70 anos, sem haver grandes discrepâncias de género.

“Trata-se maioritariamente de pessoas que tiveram doença moderada a grave”, refere ao Expresso, mas salienta que os doentes ligeiros também podem ter sequelas significativas e prolongadas, não havendo “grande linearidade entre a gravidade da infecção e a gravidade das sequelas”.

Um dos maiores problemas na gestão da onda de doentes com covid longa é a falta de capacidade das unidades hospitalares, tendo os casos mais ligeiros obrigados a ser acompanhados nos centros de saúde.

  ZAP //

Por ZAP
26 Outubro, 2021

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1197: Surto obriga ao encerramento de 1.º ciclo de escola no Funchal

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS

Sete alunos e dois docentes da escola básica da Nazaré, no Funchal, testaram positivo à covid-19 e o Governo da Madeira decidiu encerrar, até 5 de Novembro, o primeiro ciclo deste estabelecimento de ensino.

Funchal; 12/01/2012 Funchal-Madeira
(Helder Santos / Aspress)

O Governo da Madeira decidiu encerrar, até 5 de Novembro, o primeiro ciclo da escola básica da Nazaré, no Funchal, devido ao surgimento de um surto de covid-19, anunciou esta terça-feira a Secretaria Regional da Educação.

Na sua página oficial, este departamento do executivo madeirense refere que sete alunos e dois docentes do estabelecimento de ensino, localizado na freguesia de São Martinho, testaram positivo.

“Na sequência, tendo sido declarada situação de surto, com casos distribuídos por cinco das 12 turmas deste estabelecimento de ensino, impôs-se o encerramento do 1.º ciclo até ao próximo dia 5 de Novembro”, lê-se na mesma informação.

A Secretaria Regional da Educação acrescenta que 12 turmas desta escola, num total de 227 alunos e 14 docentes, estão a cumprir isolamento profilático.

Segundo fonte da tutela, as valências de creche e pré-escolar deste estabelecimento de ensino encontram-se a funcionar, uma vez que estão instaladas num edifício diferente.

Os alunos, os professores e o pessoal não docente vão ser testados em 30 de Outubro.

De acordo com os últimos dados divulgados pela Direcção Regional de Saúde, na segunda-feira, a Madeira registou 11 novos casos de covid-19, reportando 103 situações activas e três pessoas hospitalizadas.

A covid-19 provocou pelo menos 4.945.746 mortes em todo o mundo, entre mais de 243,56 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência AFP.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Outubro 2021 — 12:07

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1196: Mais 829 casos de covid-19 e 3 mortes nas últimas 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Há agora 301 internados devido à covid-19 (mais 11), dos quais 62 estão em unidades de cuidados intensivos (mais três), indica o boletim diário da Direcção-Geral da Saúde. Foram registados 1.284 casos de pessoas que recuperaram da doença.

Serviço de medicina intensiva do Hospital de São João, no Porto
© Artur Machado / Global Imagens

Foram confirmados, em 24 horas, 829 novos casos de covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Mais três pessoas morreram devido à infecção pelo novo coronavírus, indica ainda o relatório desta terça-feira (26 de Outubro).

Nos hospitais portugueses há agora 301 internados (mais 11 face ao reportado na segunda-feira), dos quais 62 em unidades de cuidados intensivos (mais três). Foram, no entanto, registados mais 1284 casos de pessoas que recuperaram da doença, elevando para 1..037.261 o número total de recuperados.

Dados sobre a evolução da infecção por SARS-CoV-2 em Portugal, numa altura em que o leste e centro da Europa estão a viver um agravamento da pandemia, com Rússia, Ucrânia e Bulgária a registarem recordes sucessivos no número diário de mortes causadas pela covid-19.

Nos últimos sete dias, cerca de 1.672 .000 casos, ou seja, uma média de 239 .000 por dia, foram registados na Europa, composta por 52 países e territórios. Este cenário representa mais 18% do que na semana passada, e cerca de 60% mais do que em Agosto e Setembro.

Quarenta e dois países da região registaram aumento do contágio nos últimos sete dias, e apenas sete apresentaram números decrescentes.

Os números actuais continuam abaixo dos mais altos alcançados há um ano, quando, entre 2 e 8 de Novembro de 2020, a média de novos infectados atingia os 284.000 casos por dia. Ainda assim, a Europa é, actualmente, responsável por mais de 55% das novas infecções no mundo.

China confina cidade de quatro milhões de habitantes após detectar surto

Já a China, onde foram detectados os primeiros casos de covid-19, no final de 2019, decidiu colocar em confinamento a cidade de Lanzhou, no centro do país e com quatro milhões de pessoas, devido ao aumento de infecções registado nos últimos dias.

“O controlo da epidemia e a situação de prevenção em Lanzhou são sérios e complexos”, disseram as autoridades locais, em comunicado. Aquela decisão foi tomada para evitar que o surto se alastre ainda mais.

A cidade vai lançar uma campanha de testes de ácido nucleico e confinar complexos residenciais, dos quais só será possível sair para comprar alimentos, receber tratamento médico ou participar das tarefas de controlo e prevenção contra o coronavírus.

Em 24 horas, foram registados 385.676 novos casos em todo o mundo

Quem entra e sai de casa deve apresentar no telemóvel um código de reconhecimento rápido (“QR code”) verde, que garante que a pessoa não está infectada ou não entrou em contacto com infectados.

Ainda no que diz respeito à evolução da pandemia, mas a nível global, a covid-19 é responsável por pelo menos 4.952.390 mortes em todo o mundo, desde o final de Dezembro de 2019, segundo o balanço desta terça-feira da agência de notícias francesa AFP.

Em 24 horas, registaram-se mais 6.060 mortes e 385.676 novos casos de infecção em todo o mundo.

Os EUA são o país mais afectado em termos de mortes e casos, com 737.316 óbitos para 45.545.583 infecções, de acordo com o levantamento mais recente realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Diário de Notícias
DN
26 Outubro 2021 — 14:08

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