1113: Incidência continua a descer e R(t) sobe. Portugal na zona verde da matriz de risco. 230 infectados e uma morte

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Há mais cinco pessoas internadas com covid-19. São, no total, 420, indica o boletim diário da DGS. Registaram-se mais 230 novos casos e uma morte associada à infecção por SARS-CoV-2.

Campanha de vacinação em Viana do Castelo
© Rui Manuel Fonseca/Global Imagens

Foram confirmados, nas últimas 24 horas, 230 novos casos de covid-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há ainda o registo de mais uma morte (na região Norte) associada à infecção por SARS-CoV-2, indica o relatório desta segunda-feira (27 de Setembro).

No que se refere à situação nos hospitais, há agora 420 doentes internados (mais cinco face ao reportado no domingo), 79 dos quais estão em unidades de cuidados intensivos (menos quatro).

Em dia de actualização dos valores da matriz de risco, verifica-se que a taxa de incidência a 14 dias continua a descer. Passou de 127,3 para 111,6 casos por 100 mil habitantes em todo o território nacional. Já no continente, a incidência está agora em 113,5 infecções por 100 mil habitantes (antes era de 129,7).

Em sentido inverso, o índice de transmissibilidade, R(t), passa de 0,83 para 0,85, a nível nacional, e de 0,82 para 0,84, no continente.

Com a actualização destes dois indicadores, Portugal passa a estar na zona verde da matriz de risco.

© DGS

Boletim da DGS indica que foram registados mais 479 casos de pessoas que recuperaram da doença – são, no total, 1.017.935. Desta forma, o número de casos activos de covid-19 recua para 31.285 (menos 250).

Na distribuição geográfica de novas infecções, a área de Lisboa e Vale do Tejo reportou 78 casos e a região Norte 54.

Confirmaram-se mais 38 casos no Alentejo, 35 no Algarve, 17 no Centro, cinco nos Açores e três na Madeira.

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Dados actualizados sobre a evolução da pandemia numa altura em que o país tem mais de 83% da população totalmente vacinada. Até às 19:00 de domingo, cerca de 8,27 milhões de pessoas em Portugal continental tinham a vacinação completa contra a covid-19, segundo disse à Lusa fonte oficial da task force que coordena o processo de vacinação.

Estes números significam que 83,89% da população de Portugal continental tem o esquema vacinal completo, sendo que cerca de 8,53 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19.

Desde o início do processo de vacinação, em Dezembro de 2020, foram administradas cerca de 15,21 milhões de inoculações em território continental.

Vacinação contra a gripe começa mais cedo devido à pandemia

E devido à pandemia de covid-19, a vacinação contra a gripe começou esta segunda-feira, mais cedo do que é habitual, havendo 2,24 milhões de vacinas para serem distribuídas gratuitamente a grupos de risco pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A primeira fase da vacinação gratuita, que arranca hoje, destinada a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do SNS e também as grávidas, segundo a DGS.

“Em 2021, em contexto de pandemia covid-19, mantêm-se medidas excepcionais e específicas no âmbito da vacinação gratuita contra a gripe, nomeadamente o início mais precoce, a vacinação faseada e a gratuitidade para os profissionais que trabalham em contextos com maior risco de ocorrência de surtos e/ou de maior susceptibilidade e vulnerabilidade”, referiu a DGS em comunicado.

Mais de 231.740.830 casos de infecção em todo o mundo

Ainda no que se refere à evolução da pandemia, mas a nível global, a covid-19 matou pelo menos 4.744.890 pessoas no mundo desde o final de Dezembro de 2019, segundo um balanço feito esta segunda-feira pela AFP a partir de fontes oficiais.

Mais de 231.740.830 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde então, quando o gabinete da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China declarou a doença.

A grande maioria dos doentes recuperou, mas uma parte ainda mal avaliada conserva sintomas durante semanas, por vezes meses.

No domingo, registaram-se no mundo 4.602 mortes e 32.362 novos casos de infecção pelo vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença da covid-19.

Diário de Notícias
DN
27 Setembro 2021 — 14:27

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1112: Mais de dois milhões de vacinas contra a gripe começam hoje a ser administradas

– Não percebi a que se refere “residentes”…

SAÚDE PÚBLICA/VACINAS/GRIPE

Esta primeira fase destina-se a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do SNS e grávidas.

© Ivo Pereira / Global Imagens

A vacinação contra a gripe arranca hoje em Portugal, mais cedo do que o habitual devido à pandemia de covid-19, havendo 2,24 milhões de vacinas para serem distribuídas gratuitamente a grupos de risco pelo Serviço Nacional de Saúde.

Hoje inicia-se a primeira fase da vacinação gratuita destinada a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e também as grávidas, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Na segunda fase, serão integrados os outros grupos-alvo abrangidos pela vacinação gratuita, destacando-se pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou outras condições previstas na norma da vacinação contra a gripe 2021/22.

Para esta época gripal (2021/2022), haverá 2,24 milhões de doses de vacinas contra a gripe, mais cerca de 146.000 doses face à época gripal 2020/2021, o que representa um aumento de 7%, de acordo com a DGS.

À semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, as vacinas disponíveis em Portugal serão tetravalentes, incluindo quatro tipos de vírus da gripe: Dois do tipo A e dois do tipo B.

As autoridades de saúde decidiram antecipar o início da campanha de vacinação, que começa habitualmente em Outubro, devido à situação pandémica.

“Em 2021, em contexto de pandemia covid-19, mantêm-se medidas excepcionais e específicas no âmbito da vacinação gratuita contra a gripe, nomeadamente o início mais precoce, a vacinação faseada e a gratuitidade para os profissionais que trabalham em contextos com maior risco de ocorrência de surtos e/ou de maior susceptibilidade e vulnerabilidade”, refere a DGS em comunicado.

Na sexta-feira, a ‘task force’ que coordena a vacinação contra a covid-19 informou em comunicado que os centros onde são administradas as vacinas anti-covid iriam “em breve” ser empenhados na vacinação da gripe.

A Lusa pediu mais informações à ‘task force’ sobre este processo de administração da vacina da gripe nestes centros, mas não foi disponibilizada mais informação.

A Direcção-Geral da Saúde apela à adesão das pessoas que têm critério para a vacinação contra a gripe, num processo que será feito de forma organizada, decorrendo nos próximos meses.

A DGS recorda que habitualmente a gripe é curada espontaneamente, mas podem ocorrer complicações, particularmente em pessoas com doenças crónicas ou com 65 ou mais anos.

A vacina contra a gripe é fortemente recomendada para grupos prioritários da população e é uma medida de prevenção primária com impacte na ocorrência e gravidade da doença.

Em Portugal, a vacina é gratuita para cidadãos a partir dos 65 anos, para residentes e internados em instituições, mas também para um grupo de pessoas com doenças específicas, profissionais de saúde do SNS e para os bombeiros.

Diário de Notícias
Lusa
27 Setembro 2021 — 07:46

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1111: As pessoas que comem mais gordura láctea têm menor risco de doença cardíaca

SAÚDE PÚBLICA/ALIMENTAÇÃO/LACTICÍNIOS

(CC0/PD) AlexKlen / Pixabay

As pessoas que fazem uma dieta com maior teor de gordura láctea têm um menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares, revela um novo estudo.

Uma equipa internacional de cientistas estudou o consumo de gordura láctea de 4.150 pessoas de 60 anos, na Suécia — país com um dos mais altos níveis mundiais de produção e consumo de lacticínios.

A análise foi feita através da medição dos níveis sanguíneos de um determinado ácido gordo que se encontra principalmente nos alimentos lácteos.

Os voluntários foram seguidos durante uma média de 16 anos para que os investigadores soubessem quantos tiveram ataques cardíacos, AVC ou outros eventos circulatórios graves, e quantas pessoas morreram.

A equipa teve também em conta outros factores de risco de doenças cardiovasculares — como a idade, o rendimento, estilo de vida, hábitos alimentares e outras doenças — e descobriu que os indivíduos com níveis elevados de ácido gordo (indicativo de um elevado consumo de gorduras lácteas) tinham menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Os investigadores combinaram então estes resultados com os de 17 outros estudos de diferentes países, que envolveram quase 43 mil pessoas dos Estados Unidos, da Dinamarca e do Reino Unido.

“Embora os resultados possam ser parcialmente influenciados por outros factores que não a gordura láctea, o nosso estudo não sugere qualquer dano provocado pela gordura láctea”, disse Matti Marklund, investigador sénior do George Institute for Global Health em Sidney, na Austrália, e co-autor sénior do artigo, citado pela CNN.

“Descobrimos que quem tinha os níveis mais elevados [de ácido gordo] apresentava, de facto, o menor risco de DCV (doença cardiovascular). Estas relações são altamente interessantes, mas precisamos de mais estudos para compreender melhor o impacto total na saúde das gorduras lácteas e dos alimentos lácteos”, continuou.

Kathy Trieu, autora principal e investigadora do George Institute for Global Health, disse ainda que o consumo de alguns alimentos lácteos, especialmente produtos fermentados, já tinha sido associado a benefícios para o coração.

“Existem cada vez mais provas de que o impacto na saúde dos alimentos lácteos pode ser mais dependendo do tipo — queijo, iogurte, leite e manteiga — do que do teor de gordura, o que tem levantado dúvidas sobre se evitar as gorduras lácteas em geral é benéfico para a saúde cardiovascular”, acrescentou.

“O nosso estudo sugere que reduzir a gordura láctea ou evitar completamente os lacticínios pode não ser a melhor escolha para a saúde do coração”, afirmou ainda.

“É importante lembrar que embora os alimentos lácteos possam ser ricos em gordura saturada, são também ricos em muitos outros nutrientes e podem fazer parte de uma dieta saudável”, disse Trieu.

O estudo foi publicado, esta semana, na revista PLOS Medicine.

ZAP //

Por ZAP
26 Setembro, 2021

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1110: Em 2018, cientistas de Wuhan terão planeado infectar morcegos com coronavírus

SAÚDE PÚBLICA/CHINA/CORONAVÍRUS/PANDEMIA

Arend Kuester / Flickr

Em 2018, um grupo de cientistas da cidade chinesa de Wuhan, onde foi registado o primeiro caso de covid-19, estaria a planear infectar, com coronavírus modificados, morcegos que vivem em cavernas.

Os cientistas terão pedido 14 milhões de dólares para realizar um projecto cerca de 18 meses antes do anúncio oficial do surto da covid-19, noticia o jornal The Telegraph, que cita vários documentos.

De acordo com o jornal, os cientistas de Wuhan estariam a planear implementar os coronavírus modificados transmitidos pelo ar em habitats de morcegos na China, para que estes criassem imunidade e fosse possível protegê-los de doenças que podem ser transmitidas aos humanos.

Os investigadores queriam, indicam os documentos, introduzir através da pele dos animais “nano partículas que contêm novas proteínas S quiméricas” de coronavírus em cavernas da província chinesa de Yunnan. Além disso, os cientistas queriam criar vírus quiméricos geneticamente modificados para infectar mais facilmente os humanos.

Embora os especialistas quisessem realizar eventos educativos para informar a população do seu trabalho, foi-lhes recusado o financiamento solicitado com o argumento de que a experiência “poderia pôr em perigo os residentes locais”, refere o site.

Anteriormente, a China negou várias vezes a teoria do surgimento da covid-19 no laboratório de Wuhan.

Em Março, a Organização Mundial da Saúde publicou a versão completa do relatório elaborado pela equipa internacional, que refere que a versão de vazamento do vírus do laboratório chinês é “pouco provável”.

A OMS sugere que o vírus SARS-CoV-2 que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos através de outro animal.

ZAP //

Por ZAP
26 Setembro, 2021

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1109: Mais duas mortes e 599 casos de covid-19 nas últimas 24 horas

Estatística desta semana até hoje, Domingo:

– 0.599 infectados – 26.09.2021 – 2 mortes
– 0.713 infectados – 25.09.2021 – 5 mortes
– 0.757 infectados – 24.09.2021 – 9 mortes
– 0.885 infectados – 23.09.2021 – 5 mortes
– 0.891 infectados – 22.09.2021 – 8 mortes
– 0.780 infectados – 21.09.2021 – 11 mortes
– 0.306 infectados – 20.09.2021 – 7 mortes

Total da semana – 4.931 infectados e 47 mortes

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Estão internadas 415 doentes com covid-19, dos quais 83 em unidades de cuidados intensivos, indica o boletim diário da DGS.

A partir de 1 de Outubro entra em vigor a terceira fase do plano de desconfinamento
© Diana Quintela / Global Imagens

Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, 599 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Relatório deste domingo (26 de Setembro) refere também que morreram mais duas pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2. Os dois óbitos ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo e na região Centro.

Nos hospitais portugueses estão agora 415 doentes internados (mais sete face ao dia anterior), dos quais 83 estão em unidades de cuidados intensivos.

Registam-se mais 543 casos de pessoas que recuperaram da doença, elevando para 1.017.456 o número total de recuperados, sendo que Portugal tem agora 31.535 casos activos da infecção (mais 54).

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com mais novos casos (219), com o Norte a surgir logo a seguir (208).

Verificam-se mais 79 infecções por SARS-CoV-2 no Centro, 61 no Algarve, cinco no Alentejo, 18 na Madeira e nove nos Açores.

© DGS

Dados actualizados da pandemia em Portugal numa altura em que o país deverá atingir na próxima semana os 85% da população com a vacinação completa, de acordo com as estimativas da task force.

Entretanto, a estrutura que coordena o processo de inoculação, criou um núcleo que vai ajudar a assegurar a transição da vacinação contra a covid-19 para a vacinação contra a gripe, informou este fim de semana o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo.

“Na minha ‘task force’, já preparámos um núcleo de transição que ajudará a fazer esse processo de transição para o internalizar no Ministério da Saúde, como deve ser, e passar a operações correntes e a não ser uma operação extraordinária como o foi até agora”, disse o coordenador da task force.

Henrique Gouveia e Melo recordou que a infra-estrutura usada contra a covid-19 vai manter-se disponível, “com pequenas adaptações”, para vacinar a gripe e também para vacinar quem necessitar de uma terceira dose contra a covid-19.

Pandemia responsável por mais de 4,7 milhões de mortes no mundo

Ainda no que se refere à evolução da pandemia, a infecção por SARS-CoV-2 fez pelo menos 4.740.525 mortes no mundo desde que o gabinete da OMS na China declarou a doença, no final de Dezembro de 2019, segundo um balanço feito este domingo pela AFP a partir de fontes oficiais.

Mais de 231.483.340 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Os Estados Unidos são o país mais afectado, tanto em número de mortes como de casos, com 687.751 mortes para 42.940.458 casos registados, segundo a contagem da universidade Johns Hopkins.

Diário de Notícias
DN
26 Setembro 2021 — 16:23

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1108: As crianças têm dez vezes mais micro-plásticos nas fezes do que os adultos

SAÚDE PÚBLICA/CRIANÇAS/MICRO-PLÁSTICOS

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Uma equipa de cientistas da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, usou espectrometria de massa para medir os níveis de micro-plásticos compostos de policarbonato (PC) e de polietileno tereftalato (PET) presentes nas fezes crianças e adultos.

Os cientistas, escreve o Wired, identificaram pelo menos um tipo de micro-plástico em todas as amostras. Porém, as concentrações de micro-plásticos de PET eram dez vezes superiores nas fezes de crianças do que nas de adultos. Em relação à quantidade de resíduos de PC, nenhuma diferença significativa foi notada entre os dois grupos.

Os investigadores acreditam que estes resultados se devam ao facto das crianças serem expostas a maiores quantidades de micro-plásticos pois colocam nas suas bocas biberões, brinquedos e chupetas. “Sabe-se que crianças de um ano de idade costumam mastigar produtos e roupas de plástico”, escreveram os especialistas no estudo, que foi publicado no jornal ACS Publiations.

O novo estudo cita ainda pesquisas anteriores que indicam que as fórmulas infantis feitas  para alimentar os bebés em tenra idade podem libertar milhões de micro-plásticos. “Muitos alimentos processados ​​são embalados em recipientes de plástico, que constituem outra fonte de exposição a crianças”, referem os cientistas.

Ainda não se sabe ao certo qual é o impacto dos micro-plásticos na saúde humana, embora várias pesquisas apontem que as menores partes desses resíduos podem atravessar as membranas celulares e entrar na circulação sanguínea.

ZAP //

Por ZAP
26 Setembro, 2021

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