1178: Internamentos sobem em dia com 9 mortes e 465 casos

– Até de hoje a oito dias.

– Ainda existe quem se admire de continuarem a existir infecções e mortes diárias, embora em menor número. MAS CONTINUA A EXISTIR INFECTADOS E MORTOS, PORRA!!! E quando tive conhecimento de uma seita que continua a passear alegremente pelos campos, em grupo numeroso, alguns SEM MÁSCARAS, sem respeitarem a DISTÂNCIA FÍSICA decretada pela governança e pela DGS, continuo a afirmar que Portugal não passa de um País de faz-de-conta, de um país de indigentes intelectualóides imbecis, sem o mínimo de decência e responsabilidade cívica e de cidadania. Contei os que estavam à vista: VINTE E OITO! Vinte e oito Walking Dead’s, fora os que não “aparecem” na imagem… É importante não esquecer que autoridades sanitárias e cientistas, nomeadamente epidemiologistas, dizem que mesmo vacinados com as duas doses, podem infectar terceiros! É que eu não tenho a mínima pena destes irracionais, tenho é pena dos que eventualmente sejam infectados sem culpa nenhuma e sem saberem porquê…!

– Estatísticas até hoje, Domingo:

– 17.10.2021 – 0.465 infectados – 9 mortes
– 16.10.2021 – 0.612 infectados – 10 mortes
– 15.10.2021 – 0.766 infectados – 7 mortes
– 14.10.2021 – 0.777 infectados – 6 mortes
– 13.10.2021 – 0.828 infectados – 9 mortes
– 12.10.2021 – 0.719 infectados – 8 mortes
– 11.10.2021 – 0.327 infectados – 7 mortes

Total da semana: 4.494 infectados – 56 mortes

Isto não vos diz nada, cambada?
– Portugal tem neste domingo 30.309 casos activos

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

A DGS reportou este domingo a existência de mais 9 mortos e 465 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas.

© ESTELA SILVA/LUSA

Portugal confirmou, em 24 horas, 465 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais 9 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica também o relatório deste domingo, 17 de Outubro.

O relatório deste domingo aponta que estão em internamento 295 pessoas (mais 10 do que no sábado), estando 61 em internamento em UCI (mais dois casos que ontem).

Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo são as regiões que apresentam mais óbitos, com três vítimas mortais cada. Nas regiões autónomas não houve nenhuma morte.

O boletim de hoje da DGS mostra que Lisboa e Vale do Tejo é também a região com mais novos casos (166), seguida do Norte (114). A Madeira registou apenas 7 novos casos.

Portugal tem neste domingo 30.309 casos activos (mais 198 do que no sábado) e um total de 1.031.400 recuperados (mais 258 do que no sábado).

Recuperados podem tomar segunda dose da vacina para viajar

Os recuperados de covid-19 em Portugal e que tenham de viajar para países que exigem as duas doses das vacinas já podem tomar a segunda dose, indica uma norma da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Em Portugal, o esquema vacinal para pessoas infectadas com a doença prevê a toma de apenas uma dose da vacina, mas, como há países, como o Canadá ou o Reino Unido, que exigem a quem vem de fora as duas doses, nestes casos, a DGS adaptou o esquema vacinal para que estas pessoas não tenham de fazer quarentena nos países de destino.

“Para facilitar a vida a todas as pessoas que necessitem de se deslocar para países onde são exigidas duas doses, mesmo para as pessoas que recuperaram, quem necessitar dessa dose, dirige-se a um centro de vacinação, diz que se vai deslocar para um desses países e ser-lhe-á administrada a segunda dose”, explicou a directora-geral da saúde, Graça Freitas, em entrevista à RTP.

Sem esta segunda dose, os recuperados de covid-19 oriundos de Portugal teriam de fazer uma quarentena de 14 dias ao chegar ao Canadá e de 10 dias ao Reino Unido.

Países asiáticos interessados em medicamento não aprovado

Vários países asiáticos já começaram a encomendar o Molnupiravir, um comprimido produzido pela farmacêutica norte-americana Merck, que está a ser anunciado como revolucionário no tratamento da covid-19, principalmente para quem não conseguiu ser vacinado.

De acordo com a CNN, a Merck espera conseguir uma autorização de emergência da FDA, a agência norte-americana do medicamento, para começar a usar este medicamento. Caso o consiga, o Molnupiravir será o primeiro tratamento oral contra a covid-19.

Pelo menos oito países asiáticos já terão feito encomendas ou estão em negociações com a Merck, entre eles a Austrália, a Nova Zelândia e a Coreia do Sul, noticiou ainda a CNN.

Especialistas ouvidos pelo canal norte-americano dizem que embora este comprimido pareça ser promissor, preocupa-os que as pessoas o vejam como uma alternativa às vacinas, que continuam a ser o meio que oferece melhor protecção contra a covid-19.

Com o Molnupiravir, quando uma pessoa é diagnosticada com covid-19, começa a tomar quatro cápsulas de 200 miligramas, duas vezes ao dia, durante cinco dias.

O tratamento é fácil, bastam 40 cápsulas, mas, conforme alertam os especialistas ouvidos pela CNN, ao contrário das vacinas, que dão uma resposta imunitária, o Molnupiravir apenas impede a replicação do vírus.

Diário de Notícias
DN
17 Outubro 2021 — 14:03

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1175: Vacinação para a covid e gripe em simultâneo inicia-se na segunda-feira

– Não contem comigo para esta caldeirada de vacinas! Uma de cada vez e com um intervalo de QUINZE DIAS! Leia-se: utentes devem ser informados sobre as possíveis reacções adversas, podendo optar por uma administração em dias diferentes

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO DUPLA

Co-admistração das duas vacinas já tinha sido prevista pela Organização Mundial de Saúde.

A directora-geral de Saúde, Graça Freitas
© MIGUEL A. LOPES/LUSA

A vacinação em simultâneo contra a covid-19 e a gripe inicia-se na segunda-feira, abrangendo cerca de dois milhões de pessoas com 65 ou mais anos, adiantou hoje à Lusa a directora-geral da Saúde.

“A norma vai ser publicada este fim de semana e temos tudo preparado para que a administração simultânea, obviamente, em braços diferentes, possa ser feita no mesmo momento de vacinação”, referiu Graça Freitas.

Segundo a responsável da Direcção-Geral da Saúde (DGS), esta co-administração das vacinas contra a gripe e a covid-19 “facilita, sobretudo, muito a vida dos utentes”.

“No entanto, se algum utente, por alguma razão especial, preferir separar a vacinação em 14 dias poderá manifestar essa vontade” no momento em que será vacinado, assegurou Graça Freitas, ao avançar que a administração em simultâneo das duas vacinas vai abranger as pessoas com 65 ou mais anos, num universo “que será perto de dois milhões de pessoas”.

De acordo com a DGS, a co-administração de vacinas é uma prática de vacinação realizada em Portugal e no mundo, no âmbito dos Programas Nacionais de Vacinação, que visa optimizar os esquemas vacinais recomendados.

“Os dados disponíveis analisados pela Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19 (CTVC), que incluem os resultados da reunião do grupo de peritos da Organização Mundial da Saúde em matéria de vacinação, mostram que existe um perfil de segurança aceitável após a toma de ambas as vacinas”, adiantou ainda o organismo liderado por Graça Freitas.

Segundo a DGS, os dados também sugerem a manutenção da eficácia de ambas as vacinas, uma vez que, até à data, não existe evidência de alteração da resposta imunológica.

No momento da vacinação, os “utentes devem ser informados sobre as possíveis reacções adversas, podendo optar por uma administração em dias diferentes”, avança ainda a directora-geral.

“A DGS e a CTVC, conjuntamente com o Infarmed e o INSA, mantêm o acompanhamento atento do conhecimento científico, da situação epidemiológica e das avaliações de fármaco-vigilância e de efectividade das vacinas, podendo alterar as suas recomendações se for necessário”, refere um comunicado divulgado hoje pela Direcção-Geral.

Na segunda-feira, o grupo de peritos de aconselhamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou “aceitável” a administração em simultâneo das vacinas contra a gripe e contra a covid-19.

“Os dados limitados sobre a co-administração de vacinas inactivadas (produzidas com base em vírus inactivados) contra a gripe sazonal com a da covid-19 não mostraram um aumento de eventos adversos”, indicaram as recomendações do Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas (SAGE) em imunização da OMS.

A administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 está a decorrer em Portugal, com prioridade aos idosos com 80 e mais anos e utentes de lares e de cuidados continuados e abrangendo, nesta fase, as pessoas com 65 ou mais anos.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.078 pessoas e foram contabilizados 1.078.729 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Outubro 2021 — 19:25

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1174: Menos de 300 internados, o que não acontecia há quatro meses. 612 novos casos e 10 mortes

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

A DGS reportou este sábado a existência de mais dez mortos e 612 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas.

© Pedro Correia/Global Imagens

Portugal confirmou, em 24 horas, 612 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais 10 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica também o relatório deste sábado, 16 de Outubro.

Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais novos casos (240), não tendo registado nenhum óbito. Os Açores foram a região com menos novos casos (3), não registando também nenhuma vítima mortal.

A região Centro e o Alentejo foram as regiões com o maior número de mortes (três cada).

Os dados divulgados este sábado indicam ainda que se encontram 285 pessoas internadas (menos 16 do que ontem), sendo que 56 estão internadas em UCI (mais quatro pessoas do que na sexta-feira). Portugal não tinha menos de 300 internados desde o dia 10 de Junho, data em que registou 295 pessoas hospitalizadas.

Neste momento, existem 30.111 casos activos de covid-19 em Portugal (menos 101 em relação a sexta-feira) e 1.031.142 recuperados (mais 703 do que ontem).

Variantes Delta e Delta Plus resistentes a alguns anticorpos

O German Primate Center – Leibniz Institute for Primate Research de Göttingen, em parceria com a Faculdade de Medicina de Hannover, o Centro Médico da Universidade de Göttingen e a Universidade Friedrich-Alexander de Erlangen-Nürnberg, analisaram a razão pela qual a variante Delta se propaga mais e se a variante Delta Plus é mais perigosa.

De acordo com o El Mundo, estes investigadores chegaram à conclusão que as variantes Delta e Delta Plus infectam as células pulmonares com mais eficácia que o vírus original. O trabalho destes cientistas foi publicado na revista Cell Reports.

O grupo de investigadores descobriu ainda que um dos quatro anticorpos usados para tratar a covid-19 não se mostrou eficaz contra as variantes Delta e Delta Plus, tendo-se mostrado mesmo resistente a dois anticorpos terapêuticos.

Ainda segundo o El Mundo, esta investigação mostrou que os anticorpos gerados pela vacinação com as vacinas Pfizer e AstraZeneca foram menos eficazes contra as variantes Delta e Delta Plus em comparação com o vírus original.

Foi ainda descoberto que as pessoas vacinadas primeiro com a vacina da AstraZeneca e depois da Pfizer apresentavam mais anticorpos contra a variante Delta do que quem tinha sido vacinado com duas doses da AstraZeneca.

Rússia regista pela primeira vez mais de 1.000 mortes em 24 horas

A Rússia registou 1.002 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, pela primeira vez ultrapassando a marca de 1.000 óbitos diários desde o início da pandemia, anunciaram este sábado as autoridades de saúde do país.

De acordo com as autoridades de saúde, foram registadas 33.208 novas infecções, um novo recorde diário.

Em Moscovo, o principal foco epidémico do país, foram notificados 72 óbitos e 6.545 casos, ultrapassando a barreira das 6.000 novas infecções pelo terceiro dia consecutivo.

O número acumulado de mortes por covid-19 desde o início da pandemia na Rússia é de 222.315, embora os números oficiais sobre o excesso de mortes no mesmo período tenham triplicado esse número.

Em número de casos, a Rússia está perto de oito milhões e é o quinto país do mundo em número de casos, atrás dos Estados Unidos, Índia, Brasil e Reino Unido.

As autoridades do país pedem repetidamente que a população seja vacinada, já que a campanha de imunização está a progredir muito lentamente, apesar de a Rússia ter vacinas produzidas internamente em quantidade suficiente.

Apenas 45,8 milhões de pessoas, 31,4% da população, receberam o esquema vacinal completo.

Se essa taxa for mantida, a Rússia ainda vai demorar 140 dias para atingir a meta de 60% da população adulta vacinada.

Diário de Notícias
DN
16 Outubro 2021 — 14:04

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1173: Alvito, Cuba e Penedono são os três concelhos em risco extremo

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Alvito é o caso mais grave com 2.958 casos de infecção por 100 mil habitantes. Há ainda oito concelhos em risco muito elevado.

Alvito é o concelho de Portugal com maior risco de infecção por covid-19.
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Portugal tem três concelhos em risco extremo de infecção pelo coronavírus – Alvito, Cuba e Penedono -, mais um em relação à semana anterior, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgado esta sexta-feira.

O risco extremo de infecção verifica-se quando um concelho tem uma incidência cumulativa a 14 dias acima dos 960 casos de infecção por 100 mil habitantes.

No boletim da passada sexta-feira, dia em que são comunicados os valores dos concelhos, Alvito e Cuba eram os únicos que se encontravam neste patamar de risco extremo, mas os dados de hoje da DGS incluem também Penedono.

Alvito apresenta agora uma incidência cumulativa a 14 dias – entre 30 de Setembro e 13 de Outubro – de 2.958 casos de infecção, Cuba de 1.100 e Penedono de 1.166.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Em risco muito elevado, ou seja, com uma incidência de entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, estão oito concelhos, mais quatro em relação à semana anterior: Arganil (701 casos), Arouca (548), Campo Maior (886), Castelo Branco (485), Ferreira do Alentejo (820), Pedrogão Grande (732), Proença-a-Nova (525) e Reguengos de Monsaraz (524).

Entre ao 240 e os 479,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias o boletim relata a existência de 15 concelhos nessas condições. Segundo o boletim, entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias estão 43 concelhos, menos sete do que na semana anterior.

Com uma incidência de zero casos estão agora 40 concelhos, mais um do que o registado pela DGS na semana anterior.

Portugal regista hoje mais 766 casos confirmados de infecção com o coronavírus SARS-CoV-2, sete mortes associadas à covid-19 e redução nos internamentos em enfermaria e cuidados intensivos, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico da DGS divulgado esta sexta-feira estão internadas 301 pessoas, menos 20 do que na quinta-feira, das quais 55 em unidades de cuidados intensivos, menos uma nas últimas 24 horas.

Entre as sete pessoas que morreram, uma era da faixa etária entre os 70 e 79 anos e os restantes seis tinham mais de 80 anos. Dos óbitos registados dois ocorreram na região de Lisboa, três no Centro e dois no Alentejo.

Diário de Notícias
Lusa
15 Outubro 2021 — 16:07

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1172: Em dia com 7 mortos e 766 infectados, R(t) e incidência sobem

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Boletim diário da DGS indica que há agora 301 pessoas internadas, das quais 55 em unidades de cuidados intensivos. O índice de transmissibilidade está novamente perto da zona amarela na matriz de risco.

Uso de máscara de protecção numa rua na cidade do Porto
© André Rolo / Global Imagens

Portugal confirmou, em 24 horas, 766 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há a registar mais sete mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, indica também o relatório desta sexta-feira (15 de Outubro).

Existem agora 301 doentes com covid-19 internados (ontem eram 321) dos quais 55 em unidades de cuidados intensivos (ontem eram 56).

Esta sexta-feira os dados transmissibilidade R(t) subiu para 1, tanto a nível nacional como no Continente, ficando, na matriz de risco perto de regressar ao nível amarelo.

A Incidência também subiu. O nível nacional é agora de 84,2 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes. E no Continente de 84,4 casos de infecção por SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100.000 habitantes.

Desde o início da pandemia morreram 18.078 pessoas em Portugal vítimas de covid-19.

Também esta sexta-feira foram revelados os dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que indicam que a mortalidade diminuiu em Setembro face ao mês homólogo de 2020, mas o número de óbitos por covid-19 aumentou.

Segundo as “Estatísticas Vitais” mensais do INE, no passado mês de Setembro registaram-se 8.541 mortes, menos 453 óbitos (-5%) do que em Setembro de 2020.

Quanto a mortes atribuídas à covid-19, em Setembro deste ano houve 222 casos, um aumento de 69 óbitos, quando comparado com o período homólogo.

Relativamente a Agosto de 2021, houve em Setembro menos 166 mortes por covid-19 e menos 655 na mortalidade geral.

Centro europeu alerta para risco de elevada mortalidade de não vacinados na UE

Já o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) alertou esta sexta-feira para o “risco real” de mortalidade elevada entre pessoas não vacinadas contra a covid-19 na União Europeia (UE), pedindo aos países esforços “urgentes” para convencerem esta população.

“À medida que avançamos para o outono e para o inverno, existe um risco real de um elevado aumento de casos de covid-19 e elevadas taxas de mortalidade em populações não vacinadas em toda a UE/EEE [União Europeia e Espaço Económico Europeu]”, avisa o ECDC num relatório hoje divulgado.

Destinado a “facilitar a aceitação e a toma da vacina anticovid-19 na UE/EEE”, o relatório divulgado pela agência europeia frisa, desde logo, que esta deve ser uma “prioridade urgente e imediata” para os países, dado ser um processo voluntário e existirem grandes discrepâncias entre os diferentes países europeus.

Embora 74% das pessoas com mais de 18 anos na UE/EEE estejam actualmente totalmente vacinadas (enquanto 79% têm apenas uma dose da vacina), a cobertura está longe de ser igual entre países.

As taxas de vacinação completa variam entre os 23% e os 91%, sendo a Bulgária e a Roménia os países com percentagens mais baixas e Portugal e a Irlanda os que têm maior cobertura vacinal.

Diário de Notícias
DN
15 Outubro 2021 — 14:27

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1171: Foi vacinado com AstraZeneca ou Johnson? Dose de reforço vai ser da Pfizer

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VACINAÇÃO

Georgi Licovski / EPA

A vacinação de reforço já está em curso desde dia 11 de Outubro, segunda-feira, junto dos residentes e utentes de Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas, como lares, e das pessoas com mais de 65 anos de idade.

Contudo, o que não se sabia é que as pessoas que na primeira fase foram inoculadas com vacinas da AstraZeneca ou Johnson, agora irão receber uma dose da Pfizer.

A informação consta na norma da Direcção-Geral da Saúde (DGS) relativa à vacinação, actualizada no dia 8 de Outubro.

“A vacinação das pessoas elegíveis para uma dose de reforço deve ser realizada com uma vacina de mARN (Comirnaty), com um intervalo de, pelo menos, seis meses após a conclusão do esquema vacinal primário, independentemente da vacina utilizada no esquema vacinal primário”. A Comirnaty é a vacina anticovid-19 desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech.

Em resposta ao jornal Público, a DGS garante que há vacinas suficientes para garantir este reforço.

Já no dia 17 de Setembro, em declarações aos jornalistas, a ministra da Saúde disse que existem doses suficientes para, se necessário, revacinar toda a população.

“Estamos a preparar tudo para a possibilidade de haver necessidade de vacinar uma população mais frágil pela sua imunidade natural, designadamente em função da idade”, referiu Marta Temido.

  ZAP //

Por ZAP
14 Outubro, 2021

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