886: Especialistas apresentam novo indicador para a matriz de risco

SAÚDE/COVID-19/MATRIZ DE RISCO

A actual matriz “é lenta” e “são precisos indicadores mais rápidos”, sustenta o matemático Henrique Oliveira.

O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, na conferência de imprensa de apresentação do novo indicador de avaliação do estado da pandemia,
© António Pedro Santos/Lusa

Uma equipa de especialistas apresentou esta quarta-feira um novo indicador, que acrescenta uma avaliação da gravidade, para determinar o estado da pandemia de covid-19 e esperando agora que este seja adoptado pelas entidades competentes como futura matriz.

Na sessão de apresentação do indicador, na Ordem dos Médicos, em Lisboa, o matemático Henrique Oliveira, especialista em sistemas dinâmicos, explicou que os dois indicadores que compõem a actual matriz de risco “não chegam” e “começam a dar uma visão parcial do problema”.

A proposta apresentada esta quarta-feira, que resultou de um “trabalho de equipa” de especialistas do Instituto Superior Técnico e da Ordem dos Médicos, não deita fora os dois indicadores existentes – incidência e transmissibilidade (Rt) -, mas complementa-os com mais três: letalidade, internamentos em enfermaria e internamentos em unidades de cuidados intensivos.

O novo indicador pode ser usado em qualquer sítio e a qualquer escala, permitindo que se adoptem medidas adaptadas a regiões ou concelhos.

“É um indicador feito com conhecimento científico”, acrescentou Henrique Oliveira, considerando que a actual matriz “é lenta” e “são precisos indicadores mais rápidos”.

“É uma ferramenta interessante para achatar a curva”, resumiu o bastonário da Ordem dos Médicos, na mesma sessão.

O novo indicador assenta em dois pilares: mantém a actividade, com as dimensões já aplicadas da incidência e da transmissibilidade (Rt); e acrescenta a gravidade, com as dimensões da letalidade, dos internamentos em enfermaria e dos internamentos em UCI.

“Estamos sempre a correr atrás da pandemia”, lamentou Henrique Oliveira, considerando que as medidas em vigor para responder à pandemia estão “sempre com atraso”.

“O combate à pandemia exige reuniões de equipas especializadas em cima do acontecimento, não se pode esperar uma semana para reagir”, alerta.

Além disso, “a incidência acumulada a 14 dias é um indicador fraco”, que impede a rapidez na resposta. No entender do especialista, essa incidência devia ser “usada a sete dias, no mínimo”.

O que impede um pior cenário é a vacinação, “que não está a falhar”, concluiu.

Os especialistas foram unânimes em considerar a vacinação a chave do controlo da pandemia.

“Se, nesta altura, não houvesse vacinação, as circunstâncias seriam semelhantes às de Janeiro e Fevereiro”, sublinhou Henrique Oliveira,

Recordando que “as novas variantes serão sempre piores e mais transmissíveis”, o especialista salientou a “flexibilidade” do indicador proposto.

De acordo com o indicador, Portugal está, nesta altura, nos “92,3, um bocadinho abaixo da ebulição [que se dá aos 100]”, esclareceu Henrique Oliveira.

Convencido de que “a vacinação está a ter efeito e a puxar os indicadores para baixo”, o matemático explicou que, mesmo se a incidência subir aos quatro mil casos por dia (o que já não lhe parece “tão provável”), o indicador subirá “ao máximo de 94/95 e depois vai descer”.

Henrique Oliveira acredita que “a incidência vai descer dentro de 10 a 15 dias”.

Portugal sé esteve “em ebulição” entre Outubro e final de Fevereiro. “Sem vacina, estaríamos acima do nível crítico outra vez, nesta altura”, notou.

Miguel Guimarães adiantou na sessão que a ministra da Saúde já recebeu a proposta de novo indicador e que esta sabia que havia uma equipa a trabalhar o assunto há mais de um mês — a Ordem dos Médicos referiu-o pela primeira vez a 07 de Junho.

“O Presidente da República já tem conhecimento [sobre o indicador], o Governo terá de decidir”, afirmou, sublinhando que a Ordem dos Médicos está disponível para prestar esclarecimentos sobre a nova ferramenta, que classifica como “democrática”, porque “pode ser feita em casa, por qualquer um”.

Sublinhando que aos especialistas compete “apresentar soluções e fazer recomendações”, o bastonário frisou que “era importante que quem tem responsabilidade olhasse e levantasse questões”.

Este indicador “devia substituir a actual matriz de risco”, defende o bastonário. Porém, reconheceu, “há várias coisas” que a Ordem propôs e que “não foram adoptadas”, dando como exemplo o “apelo urgente” para que os médicos de família sejam libertados das “tarefas covid” e “se contrate médicos fora do Serviço Nacional de Saúde” para as realizar.

Aliás, “desde que tomou posse como ministra, [Marta Temido] fez zero reuniões com a Ordem dos Médicos”, lamentou, assinalando que “também as decisões políticas podem salvar vidas”.

Notícia actualizada às 13.55.

Diário de Notícias
Lusa
14 Julho 2021 — 13:21

– Apenas gostava de saber se o “bicho” não entra com o especialista (seta)… Só ele é que não tem máscara, porque será?

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835: Limitação à circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de alto risco

SAÚDE/COVID-19/LIMITAÇÃO À CIRCULAÇÃO

O Conselho de Ministros anuncia que não há excepções nos limites à circulação aplicados nos concelhos de risco alto e muito alto.

01 jul17:11

Limitações à circulação já amanhã

A ministra diz ainda que a restrição de circulação para concelhos de risco elevado e muito elevado deverão entrar em vigor amanhã. A limitação será entre as 23:00 e as 05:00 horas. (Mesmo quem tem já o certificado digital (através de vacinação ou teste negativo) não poderá circular na rua depois deste horário.)

Para tanto é necessário que o decreto seja publicado em Diário da República.

01 jul 17:00

Ministra reforça apelo ao cumprimentos das regras

Mariana Vieira da Silva volta a apelar à contenção dos portugueses nos meses de verão. “Temos de ter consciência de como cumprirmos a regras para reduzir a incidência”, disse. É preciso, disse, evitar ajuntamentos e festas.

01 jul 16:54

Limitação de circulação não tem excepções

Mariana Vieira da Silva esclarece que a medida de limitação de circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de risco elevado e muito elevado não tem excepções. Mesmo para os apresentem testes à covid-19 negativos ou para os vacinados.

“Esta é uma medida de redução de ajuntamentos”, argumentou a ministra da Presidência, justificando com o aumento de casos de infecção nas camadas mais jovens da população.

01 jul 16:44

26 concelhos em risco elevado

São agora 26 concelhos que atingiram o risco elevado de infecção, ou seja que ultrapassaram duas vezes os 120 casos por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade). São eles Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Em estado de alerta, os que ultrapassaram os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade) estão Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja Cartaxo, Bombarral, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

01 jul 16:44

19 concelhos na zona vermelha

Há neste momento 19 concelhos, a maioria na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se encontra em risco muito elevado de infecção, ou seja que já atingiram por duas vezes os 240 casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes (ou 480 nos territórios de baixa densidade). Da AML, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Montagraço. Há ainda nesta situação Albufeira, Constância, Loulé, Mira e Olhão.

Na semana passada apenas estava na zona vermelha, Lisboa, Albufeira e Sesimbra.

01 jul 16:43

Limitação à circulação pelas 23:00 horas nos concelhos de alto risco e de muito alto risco

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anuncia, após a reunião do Conselho de Ministros, que nos concelhos de risco elevado e muito elevado passará a existir limitação de circulação na via pública nestes concelhos a partir das 23:00 horas.

Mariana Vieira da Silva fez um apelo à população para que continue a cumprir as regras de etiqueta. “Ainda não estamos em condição de controlar a pandemia”, disse.

01 jul 10:55

Casos aumentam na Europa após 10 semanas de declínio

Os casos da covid-19 começaram novamente a aumentar na Europa após 10 semanas consecutivas de queda, anunciou esta quinta-feira a filial europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando para o risco de uma nova vaga.

“Haverá uma nova onda na região europeia, a menos que permaneçamos disciplinados”, disse o director da OMS para a Europa, Hans Kluge, durante uma conferência de imprensa online.

Lusa

Diário de Notícias
01 Julho 2021 — 13:23

(Nota do webmaster): Quando as criancinhas fazem birra ou desobedecem, há que colocá-las de castigo, para aprenderem a não serem desobedientes!

 

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835: Limitação à circulação a partir das 23:00 horas nos concelhos de alto risco

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Em estado de alerta, os que ultrapassaram os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade) estão Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja Cartaxo, Bombarral, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

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19 concelhos na zona vermelha

Há neste momento 19 concelhos, a maioria na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se encontra em risco muito elevado de infecção, ou seja que já atingiram por duas vezes os 240 casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes (ou 480 nos territórios de baixa densidade). Da AML, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Montagraço. Há ainda nesta situação Albufeira, Constância, Loulé, Mira e Olhão.

Na semana passada apenas estava na zona vermelha, Lisboa, Albufeira e Sesimbra.

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Lusa

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01 Julho 2021 — 13:23

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