1476: Só 26 concelhos estão fora do patamar mais elevado de incidência

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Lisboa, Porto Santo, Câmara de Lobos e Ferreira do Zêzere são os concelhos com mais de 4000 mil casos em Portugal. E há 120 municípios com mais de 2000 casos.

© Gerardo Santos / Global Imagens

Portugal tem esta sexta-feira apenas 26 concelhos fora do nível mais elevado de incidência de infecções pelo coronavírus, pelo que dos 308 municípios do país 282 ultrapassaram o patamar mais alto de casos de infecção.

Os dados hoje divulgados pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) mostram em relação à semana passada um aumento substancial de concelhos no nível mais elevado de incidência, que passaram de 151 para 282.

Dos 26 concelhos com menos casos de covid-19 parte deles estão também prestes a atingir o limite, ou seja, uma incidência cumulativa a 14 dias superior a 960 casos de infecção por 100 mil habitantes. Este é o patamar mais alto dos sete definidos pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, na sigla original).

No grupo de concelhos com menos casos destacam-se dois nos Açores, Velas, com 118 casos, e Santa Cruz das Flores, com 231. São dos Açores também os outros dois concelhos com menos casos, Santa Cruz da Graciosa e Calheta.

Velas é o único concelho do país que apresenta uma incidência entre os 60 e os 119,9 casos, o segundo nível mais baixo dos critérios do ECDC.

No lado oposto, no mapa dos concelhos da DGS quase todo pintado a vermelho escuro, sobressaem concelhos que ainda não atingiram os 960 casos de infecção por mil habitantes mas que estão muito perto, como Odemira com 958, São Roque do Pico com 915, ou Aguiar da Beira com 906.

Em relação aos concelhos com uma incidência de infecções acima de 2.000 casos o número passou de oito na semana passada para mais de 120 esta semana.

E se na semana passada apenas Porto Santo tinha mais de 4.000 casos, esta semana são ao todo quatro concelhos que ultrapassaram esse número, Câmara de Lobos, Ferreira do Zêzere e Lisboa, além de Porto Santo.

Na nota explicativa dos dados por concelhos, divulgados no boletim epidemiológico da DGS, é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
07 Janeiro 2022 — 18:25

© ® inforgom.pt e apokalypsus.com são domínios registados por F. Gomes

 

1388: Portugal com 133 concelhos acima de risco muito elevado de infecção

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/RISCO ELEVADO

Face à última semana, há agora mais cinco concelhos com mais de 960 casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Vacina contra a Covid-19.
© Global Imagens

Portugal tem já 133 concelhos acima de risco muito elevado de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2, dos quais 21 no nível de risco máximo, indicou esta sexta-feira (17 de Dezembro) a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Face à última semana, há agora mais cinco concelhos com mais de 960 casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Nessa lista constam os concelhos de Águeda, Alfandega da Fé, Anadia, Barrancos, Carregal do Sal, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Faro, Ferreira do Zêzere, Gouveia, Guarda, Lagoa, Loulé, Mira, Ourém, Pinhel, Portimão, São Brás de Alportel, Sousel, Tomar e Vila Nova de Paiva.

Em risco muito elevado encontram-se agora 112 concelhos, com uma incidência entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, mais 43 comparativamente ao último balanço, na sexta-feira.

Além dos 133 municípios acima do risco muito elevado, há actualmente 93 concelhos com uma taxa de incidência cumulativa a 14 dias entre 240 e 479,9 casos por 100 mil habitantes, ou seja, no nível de risco elevado.

Com uma incidência entre 120 e 239,9 casos por 100.000 habitantes há actualmente 52 concelhos.

Os únicos concelhos portugueses com incidência inferior a 20 casos por 100.000 habitantes são agora Freixo de Espada à Cinta e Santa Cruz das Flores, que não contabilizaram quaisquer novos casos nos últimos 14 dias.

Na nota explicativa dos dados por concelhos, divulgados no boletim epidemiológico da DGS, é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Portugal regista hoje mais 24 mortes associadas à covid-19, o número mais elevado desde Março, mais 4.644 infecções com o coronavírus SARS-CoV-2 e uma ligeira redução dos internamentos, indicou a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico diário da DGS contabiliza hoje 943 pessoas internadas, menos nove do que na quinta-feira, das quais 147 estão em unidades de cuidados intensivos, menos 11 nas últimas 24 horas.

A incidência de infecções com o vírus SARS-CoV-2 voltou a aumentar a nível nacional, passando para os 525,5 casos por 100 mil habitantes, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) diminuiu ligeiramente para 1,07.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Dezembro 2021 — 17:14

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1349: Concelhos em risco de infecção elevado e muito elevado aumentaram para 194

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/RISCOS

Barrancos, Carregal do Sal, Mira, Monchique, Portimão, Serpa, Soure, Terras de Bouro, Vila Nova de Paiva e Vimioso são os concelhos com mais casos de infecção por 100 mil habitantes.

© Bruno Simoes Castanheira / Global imagens

O número de concelhos com risco elevado e muito elevado de infecção pelo vírus SARS-CoV-2 aumentou esta semana de 154 para 194, com dez municípios em risco extremo, indicou esta sexta-feira a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Barrancos, Carregal do Sal, Mira, Monchique, Portimão, Serpa, Soure, Terras de Bouro, Vila Nova de Paiva e Vimioso são os dez concelhos com mais de 960 casos de infecção por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Foto Bruno Simoes Castanheira / Global imagens

Foto Bruno Simoes Castanheira / Global imagens

Foto Bruno Simoes Castanheira / Global imagens

Em risco muito elevado estão 68 concelhos, com uma incidência entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, enquanto 110 municípios apresentam uma taxa de incidência cumulativa a 14 dias entre 240 e 479,9 casos por 100 mil habitantes.

Com incidência entre 240 e 479,9 casos por 100 mil habitantes estão hoje 64 concelhos, menos 34 do que na semana passada.

O único concelho português com incidência de casos inferior a 20 é Vila do Porto.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 2.535 casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e 21 mortes atribuídas à covid-19, registando-se uma ligeira redução dos internamentos, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim diário da DGS, estão internadas 902 pessoas com covid-19 (menos 14 do que na quinta-feira), das quais 129 em unidades de cuidados intensivos, onde deu entrada mais uma pessoa nas últimas 24 horas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
03 Dezembro 2021 — 16:50

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1173: Alvito, Cuba e Penedono são os três concelhos em risco extremo

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Alvito é o caso mais grave com 2.958 casos de infecção por 100 mil habitantes. Há ainda oito concelhos em risco muito elevado.

Alvito é o concelho de Portugal com maior risco de infecção por covid-19.
© Leonardo Negrão / Global Imagens

Portugal tem três concelhos em risco extremo de infecção pelo coronavírus – Alvito, Cuba e Penedono -, mais um em relação à semana anterior, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgado esta sexta-feira.

O risco extremo de infecção verifica-se quando um concelho tem uma incidência cumulativa a 14 dias acima dos 960 casos de infecção por 100 mil habitantes.

No boletim da passada sexta-feira, dia em que são comunicados os valores dos concelhos, Alvito e Cuba eram os únicos que se encontravam neste patamar de risco extremo, mas os dados de hoje da DGS incluem também Penedono.

Alvito apresenta agora uma incidência cumulativa a 14 dias – entre 30 de Setembro e 13 de Outubro – de 2.958 casos de infecção, Cuba de 1.100 e Penedono de 1.166.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Em risco muito elevado, ou seja, com uma incidência de entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, estão oito concelhos, mais quatro em relação à semana anterior: Arganil (701 casos), Arouca (548), Campo Maior (886), Castelo Branco (485), Ferreira do Alentejo (820), Pedrogão Grande (732), Proença-a-Nova (525) e Reguengos de Monsaraz (524).

Entre ao 240 e os 479,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias o boletim relata a existência de 15 concelhos nessas condições. Segundo o boletim, entre os 120 e os 239,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias estão 43 concelhos, menos sete do que na semana anterior.

Com uma incidência de zero casos estão agora 40 concelhos, mais um do que o registado pela DGS na semana anterior.

Portugal regista hoje mais 766 casos confirmados de infecção com o coronavírus SARS-CoV-2, sete mortes associadas à covid-19 e redução nos internamentos em enfermaria e cuidados intensivos, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico da DGS divulgado esta sexta-feira estão internadas 301 pessoas, menos 20 do que na quinta-feira, das quais 55 em unidades de cuidados intensivos, menos uma nas últimas 24 horas.

Entre as sete pessoas que morreram, uma era da faixa etária entre os 70 e 79 anos e os restantes seis tinham mais de 80 anos. Dos óbitos registados dois ocorreram na região de Lisboa, três no Centro e dois no Alentejo.

Diário de Notícias
Lusa
15 Outubro 2021 — 16:07

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780: Proibição de circulação de e para a região de Lisboa tem 18 excepções

 

SAÚDE/COVID-19/PROIBIÇÕES AML

Deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas, atestadas por declaração da entidade empregadora ou declaração emitida pelo próprio no caso de trabalhadores independentes ou empresários em nome individual entre as excepções

A proibição de circulação de e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) entre as 15:00 de sexta-feira e as 06:00 de segunda-feira, tem 18 excepções, entre as quais “motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa”.

A decisão de proibir as deslocações de e para a AML no fim de semana foi anunciada esta quinta-feira pelo Governo, no final da reunião do Conselho de Ministros, devido à subida dos casos de covid-19 neste território.

Segundo a resolução do Conselho de Ministros publicada esta noite, “é proibida a circulação de e para a Área Metropolitana de Lisboa no período compreendido entre as 15:00 do dia 18 de Junho e as 06:00 do dia 21 de Junho”.

Relativamente às excepções a esta proibição, o diploma remete para o artigo 11.º do decreto de 21 de Novembro, salientando que “são aplicáveis com as necessárias adaptações”.

O artigo 11.º estabelece 18 excepções à proibição de circulação, nomeadamente as deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas, atestadas por declaração da entidade empregadora ou declaração emitida pelo próprio, no caso de trabalhadores independentes ou empresários em nome individual.

Os profissionais de saúde que se desloquem no exercício das suas funções “ou por causa delas” não necessitam de declaração, bem como os trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares, agentes de protecção civil, das forças e serviços de segurança, militares, pessoal civil das Forças Armadas e inspectores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Estão igualmente dispensados de apresentar declaração os titulares dos órgãos de soberania, dirigentes de partidos políticos representados na Assembleia da República, ministros de culto e pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, “desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais”.

Estão também autorizadas as deslocações de menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e actividades de tempos livres, bem como as deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares e dos utentes e seus acompanhantes para Centros de Actividades Ocupacionais e Centros de Dia.

Serão ainda possíveis as deslocações para a frequência de formação e realização de provas e exames, bem como de inspecções, as deslocações para participação em actos processuais junto das entidades judiciárias ou em actos da competência de notários, advogados, solicitadores, conservadores e oficiais de registos, bem como para atendimento em serviços públicos, desde que munidos de um comprovativo do respectivo agendamento.

As deslocações necessárias para “saída do território nacional continental” é outra das excepções previstas à proibição de circulação de e para a AML no fim de semana, assim como as deslocações de cidadãos não residentes para locais de permanência comprovada.

Estão ainda autorizadas as deslocações por outras razões familiares imperativas, nomeadamente para o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais e as deslocações para “retorno ao domicílio”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Junho 2021 — 00:06

 

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653: Há 19 concelhos acima do limiar de risco. 80 podem não avançar para terceira fase

 

SAÚDE/COVID-19/DESCONFINAMENTO/RISCOS

Manuel de Almeida / Lusa

Há 19 concelhos no país acima do limiar de risco de novos casos de covid-19 definido pelo Governo. 80 concelhos podem não avançar para a terceira fase de desconfinamento.

Existem neste momento 19 concelhos com um número de novos casos de covid-19 que já estão acima do limite estabelecido pelo Governo de mais de 120 novas infecções por 100 mil habitantes em 14 dias.

Ao todo, há 80 concelhos actualmente acima ou próximo deste limite, que se encontram por isso em risco de não avançar para a terceira fase de desconfinamento, prevista para 19 de Abril. Esta fase prevê a reabertura da restauração, centros comerciais e espectáculos.

“Neste momento temos um total de 19 concelhos acima do limiar de risco, seis dos quais acima dos 240 novos casos”, referiu, o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa após reunião do Conselho de Ministros.

Segundo o primeiro-ministro, especialistas em saúde pública aconselharam que, “se em duas avaliações consecutivas os mesmos concelhos estiverem acima do limiar de risco, nesses concelhos não devem avançar as medidas de desconfinamento”.

Se a situação não for invertida nestas regiões nos próximos 15 dias, “os próprios concelhos e os concelhos envolventes devem ser objecto de medidas particulares“, acrescentou António Costa.

O primeiro-ministro salientou a necessidade de “assegurar que os casos que existem são identificados e isolados, e as cadeias de transmissão isoladas para que daqui a 15 dias não estejam nesta situação e possam avançar com o resto do País. Para já, neste momento, o avanço será igual em todos os concelhos do Pais“.

Cinco dos 19 concelhos (Cinfães, Figueira da Foz, Moura, Penela e Rio Maior) estão há mais de dois meses acima do limiar de risco, salienta o Expresso.

Entre os concelhos com mais de 240 casos a 14 dias encontram-se Ribeira de Pena, no distrito de Vila Real, que pode travar a terceira fase de desconfinamento a 96 mil habitantes de mais cinco concelhos, e Carregal do Sal,  que pode impedir o desconfinamento de seis concelhos limítrofes, com 186 mil habitantes.

No mapa disponibilizado pelo governo é perceptível uma concentração de concelhos em risco em Trás-os-Montes, na faixa litoral da região Centro, no Alentejo e no Algarve.

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ZAP ZAP // Lusa

Por ZAP
2 Abril, 2021

 

 

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