1057: Vitamina D3 e medicamentos para alergia e cancro reduzem replicação de vírus

– Há mais de dois anos, portanto antes do aparecimento da pandemia do Covid-19, já eu e a minha filha Vera tomamos Vitamina D3. (ver imagem no final do artigo e não é PUB).

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/VITAMINA D3

Estudo feito no Reino Unido oi publicado na revista científica PLOS Pathogens e realizado por uma equipa de cientistas da Universidade de Manchester, que usou culturas de células humanas infectadas com o SARS-CoV-2

© Helena Vazão

Um estudo feito no Reino Unido, e divulgado esta quinta-feira, conclui que a vitamina D3 e alguns medicamentos para o tratamento de alergias, pneumonia, cancro, malária, tuberculose e hipertensão reduzem a replicação do coronavírus SARS-CoV-2 nas células humanas.

O estudo, que pode abrir caminho a novas linhas de tratamento da covid-19, foi publicado na revista científica PLOS Pathogens e realizado por uma equipa de cientistas da Universidade de Manchester, que usou culturas de células humanas infectadas com o SARS-CoV-2.

De acordo com a equipa, os medicamentos ‘ebastina’ (antialérgico com ação anti-histamínica), ‘amodiaquina’ (antimalárico), ‘atovaquona’ (anti-pneumonia), ‘bedaquilina’ (anti-tuberculose multirresistente), ‘manidipina’ (para a hipertensão), ‘abemaciclib’ e ‘panobinostat’ (anticancerígenos) e a vitamina D3 (que possui propriedades anti-inflamatórias e de reforço das defesas naturais) podem revelar-se promissores no tratamento da covid-19, uma vez que travaram a replicação do novo coronavírus em células humanas infectadas.

“O nosso estudo identificou compostos que são seguros em humanos e mostram eficácia na redução da infecção e replicação por SARS-CoV-2 em células humanas”, afirmam os autores, citados em comunicado pela PLOS Pathogens.

Ensaios clínicos terão, no entanto, de ser feitos para se confirmar se esses compostos são adequados para o tratamento de doentes com covid-19, ressalvam.

Os autores do estudo lembram ainda que, apesar de promissores, “não são alternativas aos tratamentos existentes ou aos programas de vacinação” contra a covid-19.

Para quantificarem a carga viral nas culturas de células humanas, os investigadores usaram uma versão luminescente do SARS-CoV-2 (introduziram no vírus uma enzima que produz luz).

Pelo menos mais de 4,5 milhões de pessoas morreram no mundo por covid-19, entre os mais de 220 milhões infectados com o novo coronavírus, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e que se tornou pandémico.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Setembro 2021 — 19:08

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BIOHAZARD – RISCO BIOLÓGICO

Este símbolo significa que existe risco biológico (BIOHAZARD) em locais infectados biologicamente ou radioactivos (nucleares).

Tive conhecimento por um amigo de infância que felizmente e bem cedo foi trabalhar e residir num país estrangeiro que, num concelho português de ALTO RISCO, devido à PANDEMIA do coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19 e ao nível de infecções verificados, um grupo de gente andava na apanha de máscaras e luvas deitadas criminosamente para o chão, contaminando o espaço de “depósito” e de quem anda nessa “apanha”, sem qualquer equipamento de protecção como os usados nos espaços hospitalares com perigo de contaminação.

É muito triste constatar que esta gente não possui a mínima noção do perigo que corre, pese o facto de nem serem meninos de coro.

No mínimo e para este tipo de actuação, teriam de se equipar desta forma:

© EPA/ADI WEDA


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766: Há mais de três meses que Portugal não tinha tantos novos casos. Registadas 973 infecções num dia

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Registaram-se mais 973 casos de infecção e duas mortes devido à covid-19, indica o boletim epidemiológico da DGS. Número de internados sobe para 346, mais seis doentes em relação ao dia anterior.

Centro de vacinação de Matosinhos
© André Rolo / Global Imagens

Confirmados mais 973 casos de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, indica o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O relatório desta terça-feira, 15 de Junho, refere que morreram mais duas pessoas devido à infecção por SARS-CoV-2.

Desde 6 de Março, quando se registaram 1007 contágios, que o número de novos casos de infecção não era tão alto.

Regista-se também um aumento no número de internamentos, sendo que há agora 346 pessoas com covid-19 hospitalizadas (mais seis em relação ao dia anterior), das quais 79 estão em unidades de cuidados intensivos (mais duas).

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com o maior número de novos casos. Num dia, foram reportados 629 diagnósticos de covid-19, o que representa mais de metade do total nacional de novas infecções (64,65%).

Logo a seguir surge o Norte com 147 casos de covid-19 reportados no relatório diário desta terça-feira.

Verificaram-se ainda mais 89 infecções no Centro, 36 no Algarve e 32 no Alentejo. Já na Madeira foram reportados mais 12 casos e nos Açores confirmaram-se 28 contágios em 24 horas.

As duas mortes ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo e na região Norte.

© DGS

No total, desde o início da pandemia, Portugal registou 859.045 diagnósticos de infecção pelo novo coronavírus, 17.049 óbitos e 816.503 recuperados da doença, dos quais 881 foram reportados entre ontem e esta terça-feira.

Há, portanto, 25.493 casos activos de covid-19, mais 90 em relação ao dia anterior.

Relatório da DGS indica ainda que há mais 1.830 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.

Há 241 surtos activos em Portugal continental

Também esta terça-feira, a DGS revelou que Portugal registava, na segunda-feira, 241 surtos activos em território continental, 81 dos quais em estabelecimentos de educação e ensinos, dados que contrastam com o máximo atingido em Fevereiro deste ano (921).

Mais de metade dos surtos activos registavam-se na segunda-feira na Região de Lisboa e Vale do Tejo, com 168, enquanto a Região Norte tinha 30 surtos, o Algarve 23, o Alentejo 13 e a região Centro sete, precisa a DGS numa resposta enviada à Lusa.

O coordenador do Governo para a covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo, Duarte Cordeiro, em declarações à RTP3, disse que “Lisboa já está acima do limite que permite recuar” no desconfinamento, ou seja, está acima dos 240 casos por 100 mil habitantes, no entanto “será a primeira semana” em que ultrapassou esta barreira.

Duarte Cordeiro disse que se o cenário em Lisboa se mantiver, o concelho pode recuar no desconfinamento já na próxima semana.

Quem tem 40 ou mais anos já pode agendar vacinação

A vacinação tem sido a principal estratégia no combate à pandemia e esta terça-feira já se tornou possível a quem tem 40 ou mais anos fazer o auto agendamento da toma da vacina contra a covid-19.

Para fazer a marcação basta aceder aqui, à plataforma de auto agendamento da Direcção-Geral da Saúde.

A task force que coordena o plano de vacinação em Portugal tinha anunciado que esta possibilidade estaria disponível na segunda-feira, mas apenas esta terça-feira o portal permite esse agendamento.

De referir que Portugal já ultrapassou os 6,5 milhões de vacinas administradas, das 4 330 244 primeiras doses e 2 242 562 segundas doses.

Apesar dos níveis de vacinação no país, a pandemia não terminou, alertou hoje o secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes. “A batalha não está ganha”.

Esta batalha obviamente ainda não está ganha, eu vou ouvindo por aí muitas ideias de que parece que já passou e acho que essa ideia tem, muito sinceramente, que ser combatida de forma veemente”, defendeu na conferência TSF/DN sobre sustentabilidade em saúde.

“Mesmo com os níveis de vacinação que temos no país e a vacinação tem corrido francamente bem”, o secretário de Estado da Saúde reforça que “não quer dizer que tenha terminado”. “Muito menos quer dizer que já saibamos tudo o que temos para saber sobre esta pandemia”, refere.

UE ultrapassa meta de 300 milhões de doses de vacinas

Ainda no plano da vacinação, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia (UE) ultrapassou esta terça-feira as 300 milhões de doses de vacinas da covid-19 administradas.

“Ultrapassámos os 300 milhões de vacinações na UE”, escreveu Von der Leyen, na sua conta na rede social Twitter, acrescentando: “a cada dia, aproximamo-nos do nosso objectivo de termos distribuído doses suficientes para vacinar 70% dos adultos no próximo mês”.

Segundo os dados mais recentes, 53,3% da população adulta na UE já recebeu pelo menos uma dose de vacina para a covid-19, tendo sido distribuídas 353 milhões de doses e administradas 299 milhões.

Diário de Notícias
DN
15 Junho 2021 — 14:31

 

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762: Funcionário da EMA sugere proibir-se vacina da AstraZeneca

 

SAÚDE/COVID-19/VACINAS/ASTRAZENECA

Marco Cavaleri, responsável pela estratégia de vacinação da EMA, considera que a vacina de dose única da Johnson & Johnson apresenta “menos problemas do que a AstraZeneca”.

© EPA/RUNGROJ YONGRIT

Um alto funcionário da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) disse este domingo, numa entrevista ao jornal italiano La Stampa, que seria melhor deixar de administrar a vacina da AstraZeneca a todos os grupos etários quando houver alternativas disponíveis.

Marco Cavaleri, responsável pela estratégia de vacinação na EMA, também assumiu que a vacina da Johnson & Johnson deve ser utilizada de preferência para pessoas com mais de 60 anos.

Ambas as vacinas virais vectoriais foram aprovadas pelo regulador europeu para os maiores de 18 anos, mas houve relatos raros de coágulos sanguíneos. A União Europeia aprovou também duas vacinas de RNA de mensageiro, da Pfizer/BioNTech e Moderna.

No sábado, a Itália restringiu a utilização da vacina AstraZeneca a pessoas maiores de 60 anos, alegando o aumento dos riscos para a saúde dos mais jovens.

Questionado sobre se seria melhor proibir a AstraZeneca, inclusive para os maiores de 60 anos, Cavaleri disse: “Sim, e esta é uma opção que muitos países, como a França e a Alemanha, estão a considerar à luz da maior disponibilidade de vacinas por RNA mensageiro”.

“Contudo, os incidentes têm sido muito raros e ocorreram após a primeira dose. É verdade que há menos dados sobre a segunda dose, mas no Reino Unido está a correr bem [o programa de vacinação]. Nos jovens, o risco de adoecer diminui, e a mensagem para eles pode ser a de usar preferencialmente vacinas de RNA mensageiro, mas a escolha é de cada Estado”, acrescentou.

Cavaleri considerou ainda que a vacina de dose única da Johnson & Johnson apresenta “menos problemas do que a AstraZeneca”, apesar de ter sido menos utilizada. “Com uma dose única, é útil para algumas categorias difíceis de alcançar, mas é melhor reservá-la para os maiores de 60 anos”, disse.

A tecnologia do RNA mensageiro consiste em injectar nas células instruções genéticas para que elas possam produzir proteínas ou “antigénios” específicos do novo coronavírus. Estas proteínas serão entregues ao sistema imunitário, o qual produzirá depois anticorpos.

As vacinas “víricas”, tais como as da AstraZeneca e Johnson & Johnson, utilizam como portador outro vírus, que é modificado para transportar informação genética para combater a covid-19. Ambas utilizam um tipo muito comum de vírus chamado adenovírus como portador.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Junho 2021 — 12:39

 

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761: DGS. Pressão sobre o SNS aumenta. Mais 25 pessoas internadas

 

SAÚDE/COVID-19/ESTATÍSTICAS

Nas últimas 24 horas o número de internados fixou-se em 325, mais 25 que no sábado. Dos 707 novos infectados, 450 foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Centro de vacinação covid-19 na Ajuda, em Lisboa.
© Rita Chantre / Arquivo Global Imagens

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 707 casos de novas infecções e duas mortes por covid-19, segundo os dados do boletim da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo, 13 de Junho. Uma das mortes ocorreu em Lisboa e Vale do Tejo e a outra no Algarve.

Nesta altura estão hospitalizadas 325 pessoas, ou seja, mais 25 do que ontem. Nos cuidados intensivos estão 82 doentes, mais cinco do que ontem.

A pandemia está de novo a progredir visto que o número de novos infectados (707) é superior ao número de pessoas recuperadas nas últimas 24 horas (248).

A região de Lisboa e Vale do Tejo regista um número de novos infectados (450) que é bastante mais de metade do que o número total de infectados nas últimas 24 horas. A restante distribuição geográfica dos novos infectados é a seguinte: Norte (+117); Centro (+58); Algarve (+36); Açores (+27); Alentejo (+16) e Madeira (+3).

No total, morreram em Portugal 17.047 pessoas desde o início da pandemia. E foram registadas 857.447 pessoas infectadas.

O boletim hoje emitido pela DGS não actualiza os valores da matriz de risco. A incidência nacional é de 79,3 casos de infecção por por 100.000 habitantes, enquanto no continente esse valor é de 78,4.

Já quanto aos valores do R(t) – Índice de Transmissibilidade, ou seja, quantas pessoas são contagiadas por um infectado – são de 1,07 (nacional) e de 1,08 (só no continente).

Quase 4 milhões de mortos em todo o mundo

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já causou, pelo menos, 3.797.342 mortes, desde que a doença foi identificada na China, em Dezembro de 2019, segundo um balanço da AFP até às 11:00 deste domingo.

Segundo o relatório da AFP, em todo o mundo já se registaram 175.567.730 casos de infecção pelo SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia. A maioria dos pacientes recuperou, mas uma parte ainda mal avaliada mantém sintomas por semanas ou até meses.

No sábado, foram registadas em 24 horas 11.133 novas mortes e 386.822 novos casos de infecções em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes num só dia foram a Índia (3.303), o Brasil (2.037) e a Colômbia (577).

Os Estados Unidos são o país mais afectado em termos de mortes e casos, com 599.672 óbitos e 33.457.424 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afectados são Brasil, com 486.272 mortes e 17.374.818 casos, Índia, com 370.384 mortes e 29.439.989 casos, México, com 230.095 mortes e 2.452.469 casos, e Peru, com 188.443 mortes e 2.001.059 casos.

O Peru é o país que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 572 óbitos por 100.000 habitantes, e entre os países mais atingidos está também a Hungria com 310, Bósnia com 289, República Checa com 282 e Macedónia do Norte, com 263.

FMI quer ricos a pagarem vacinas dos pobres

A directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou este domingo, à margem da cimeira do G7, que os países ricos e as empresas farmacêuticas devem “pagar” os programas de vacinação contra o coronavírus nos países em desenvolvimento.

Georgieva, que falou por videoconferência no plenário do encontro em Carbis Bay, no sudoeste de Inglaterra, no sábado, e vai voltar a intervir este domingo, no último dia do encontro, manifestou-se “impressionada com a seriedade com que [os dirigentes do G7] têm abordado a questão de acabar com a pandemia em todo o mundo”

Os líderes de algumas das democracias mais desenvolvidas do planeta expressaram “um claro reconhecimento” de que ajudar os países em desenvolvimento a combater o coronavírus “não é apenas um imperativo moral, mas um passo necessário para que a recuperação económica seja duradoura”, disse numa conferência de imprensa.

“Por isso, temos de assegurar que o mundo faça os países ricos e as empresas pagarem”, frisou a economista búlgara.

A directora-geral do FMI sublinhou que a medida mais urgente que se deve tomar é organizar a doação de “vacinas excedentárias” aos países mais pobres.

O G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) espera atingir a meta de entregar mil milhões de doses até ao próximo ano, com os Estados Unidos a prometerem 500 milhões e o Reino Unido outros 100 milhões.

Diário de Notícias

DN

 

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759: Novas infecções: Portugal já está pior que a União Europeia

 

SAÚDE/COVID-19/INFECÇÕES/PORTUGAL PIOR QUE UE

Ao contrário do que acontece com as novas mortes, os valores de Portugal em novos infectados são superiores aos da União Europeia.

Inoculação no Centro de Vacinação de Gondomar
© FERNANDO VELUDO/LUSA

A evolução crescente do número de novos infectados por dia com covid-19 já coloca Portugal numa situação pior do que a que se verifica, em média, na União Europeia (nº de infectados per capita).

Dados da base de dados internacional Our World In Data dizem que a posição relativa das duas “entidades” (Portugal e União Europeia) se inverteu no princípio deste mês, mais precisamente no dia 2. Até então a média por milhão de habitantes de novos infectados no conjunto da União Europeia (69,64) era superior à média portuguesa (43,64). A seguir, Portugal passou à frente, depois houve trocas de posições dia a dia, e agora, nos dados relativos a 11 de Junho, Portugal está à frente da UE, com 50,90 contra 42,88.

Evolução comparada Portugal/UE do número de novos infectados dia por milhão de habitantes desde 19 de Abril (desconfinamento geral)
© Our World In Data

O reverso da medalha, positivo para Portugal, é que a “liderança” em termos de novos infectados por dia/milhão de habitantes não se reflete no número de novos mortos diários. Aí os valores médios da UE continuam – como acontece desde finais de Fevereiro – a ser mais altos do que os valores de Portugal. Actualmente, 1,37 na UE contra 0,10, em Portugal.

Evolução comparada Portugal/UE do número de novos mortos dia por milhão de habitantes desde 19 de Abril (desconfinamento geral)
© Our World In Data

Portugal registou ontem uma morte (ocorrida na região Norte) e contabilizou 789 novos casos de infecção, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS). De acordo com o boletim epidemiológico ontem emitido, os doentes internados nos cuidados intensivos aumentaram em mais cinco, totalizando agora 77. Por sua vez, o número de pessoas internadas em enfermaria desceu nas últimas 24 horas, registando-se menos seis doentes, num total de 300.

A região de Lisboa e Vale do Tejo registou 480 novos casos, o que representa 60,8% do total nacional. Os casos de covid-19 nas últimas 24 horas foram sobretudo entre as faixas etárias dos 10 aos 59, totalizando 79% das novas infecções, sendo em maior número entre os 20 e os 29 e os 40 e os 49.

Os dados da DGS mostram também que estão activos mais 12 casos, para um total de 24 601, e que 776 pessoas foram dadas como recuperadas nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 815.094 recuperados. O número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde subiu para mais 435, totalizando agora 29.188.

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram em Portugal 17.045 pessoas e foram registados 856.740 casos de infecção.

O índice nacional de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 foi actualizado na sexta-feira e subiu de 1,05 para 1,07 e a incidência de casos de infecção por 100.000 habitantes subiu de 74,8 para 79,3. Os dados do Rt e da incidência – combinados na chamada “matriz de risco” – são actualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Do total de vítimas mortais, 8.951 eram homens e 8.094 mulheres. O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

A pandemia de provocou, pelo menos, 3.787.127 mortos no mundo, resultantes de mais de 175,1 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

joao.p.henriques@dn.pt

Diário de Notícias

João Pedro Henriques

 

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