Vacinação em “casa aberta” aberta para maiores de 75 anos

– Penso que a informação que estão a passar, para os idosos e para a terceira dose da vacina Covid-19, não está a ser devidamente clarificada. Isto porque e por exemplo no meu caso, 75 anos, tomei a segunda dose em 24 de Julho de 2021 e só devo estar elegível para a terceira dose em 24 de Janeiro de 2022. Será que todos os idosos estão nas mesma situação que eu ou que tomaram a segunda dose, por exemplo, em Maio de 2021? A da gripe já cá canta.

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Os utentes devem consultar o respectivo horário de funcionamento no portal covid-19 do ministério da Saúde.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

A vacinação contra a gripe e de reforço contra a covid-19 está disponível a partir desta terça-feira para as pessoas com 75 ou mais anos na modalidade de `casa aberta´, anunciou a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Em comunicado, a DGS adiantou que, antes de se dirigirem aos centros de vacinação da sua área de residência, os utentes devem consultar o respectivo horário de funcionamento no portal covid-19 do ministério da Saúde.

Em 09 de Novembro, esta modalidade de vacinação, que não requer marcação prévia, ficou disponível para os idosos com 80 ou mais anos.

“Está também disponível o agendamento local para os utentes elegíveis, sendo dada prioridade às pessoas com mais idade e abrangendo, gradualmente, faixas etárias mais baixas, até chegar aos 65 anos”, adiantou ainda DGS.

Os utentes continuam a ser convocados através de uma mensagem SMS para a toma em simultâneo da vacina contra a gripe e contra a covid-19 ou apenas para a vacina contra a gripe, nos casos em que não são elegíveis para receber o reforço de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2.

Paralelamente, encontra-se disponível o auto-agendamento para toma das vacinas para idosos com 70 ou mais anos.

Podem receber a dose de reforço contra a covid-19 as pessoas que tenham 65 ou mais anos, que não tenham tido a infecção e que tenham a vacinação completa há pelo menos 180 dias.

“A DGS mantém o apelo à vacinação contra a gripe e contra a covid-19. Esta é melhor forma de protecção dos mais vulneráveis, especialmente nesta altura do ano, em que as temperaturas são mais baixas”, salientou o comunicado.

Segundo os dados hoje divulgados, 548 mil pessoas já receberam a terceira dose ou a dose adicional da vacina contra a covid-19, tendo sido ainda administradas mais de 1,2 milhões de vacinas contra a gripe, cerca de 350 mil das quais em farmácias.

Cerca de 356 mil vacinas foram administradas em simultâneo, avançou a DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 5.105.488 mortes em todo o mundo, entre mais de 253,71 milhões infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 18.274 pessoas e foram contabilizados 1.110.155 casos de infecção, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus ​​​​​​​SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Diário de Notícias
DN/Lusa
16 Novembro 2021 — 20:11

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1236: Covid-19 e gripe. Casa aberta este fim de semana para maiores de 80 anos

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Secretário de Estado Adjunto e da Saúde anunciou que no Sábado e Domingo a modalidade “casa aberta” vai estar disponível para quem tem mais de 80 anos de modo a “acelerar o processo de vacinação”.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales
© Diana Quintela/ Global Imagens

A modalidade “casa aberta” vai estar aberta este fim de semana para os maiores de 80 anos para acelerar o processo de vacinação contra a covid-19 e a gripe, anunciou esta quinta-feira o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

“Para acelerar o processo de vacinação vamos abrir este sábado e este domingo os nossos centros de vacinação para ‘casa aberta’ para pessoas com mais de 80 anos”, disse António Lacerda Sales à margem da cerimónia do 100.º aniversário da descoberta da Insulina, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Diabetologia.

O Governante explicou que também vai estar disponível o agendamento local para as faixas elegíveis, começando nas faixas mais idosas e depois vindo de uma forma decrescente até aos 65 anos.

António Lacerda Sales deixou ainda um apelo dirigido aos maiores de 80 anos para recorrerem à ‘casa aberta’ este fim de semana.

Questionado sobre as filas de espera para vacinação, o governante afirmou que este processo pode andar “um pouco mais devagar” devido a algumas circunstâncias.

“A forma que temos para acelerar o processo é vacinar garantidamente mais pessoas”

Apontou o facto de nos primeiros dias ter havido “algumas chegadas mais atrasadas de vacinas da gripe” e também por ser uma faixa etária de pessoas mais idosas que, muitas vezes, tem “mais dificuldade em interpretar as orientações que são dadas”, o que considera ser “normal”.

“É normal que nestas situações o processo corra um pouco mais devagar e por isso mesmo queremos acelerar o processo e a forma que temos para acelerar o processo é vacinar garantidamente mais pessoas”, defendeu Lacerda Sales.

Sublinhou ainda que é importante ter em conta as populações elegíveis para vacinação. Acima dos 65 anos são cerca de 2,3 milhões.

“Neste momento, nós teremos à volta de 900 mil pessoas elegíveis e teremos em meados de Dezembro cerca de 1,5 milhões pessoas”, disse.

Para o governante, “é importante que se faça esta distinção” e que se perceba que nem toda a gente é vacinada ao mesmo tempo porque é necessário esperar seis meses entre a segunda e a terceira dose da vacina contra a covid-19.

Questionado sobre as declarações de Gouveia e Melo, que coordenou a ‘task force’ da vacinação contra a covid-19, de que é preciso acreditar nas instituições e que não iria regressar, Lacerda Sales afirmou que o vice-almirante continua ligado ao processo.

O senhor vice-almirante continua, e muito bem, intimamente ligado ao processo, através do núcleo de coordenação, que é também excelentemente coordenado pelo senhor coronel Penha Gonçalves e, portanto, (…) continua desta forma intimamente ligado quer ao núcleo de coordenação, quer ao Ministério da Saúde”, declarou.

António Lacerda Sales sublinhou ainda que há uma continuidade neste processo de vacinação: “Há uma transição também neste processo através do núcleo coordenação para podermos mais tarde vir a internalizar também este processo”.

Segundo o relatório semanal da DGS, divulgado na quarta-feira, estão totalmente vacinadas, contra o vírus SARS-CoV-2, 8.904.253 pessoas, mais 18.471 do que na última semana, e 9.039.364 já receberam uma dose, o que representa mais 12.609 vacinados.

Questionado se este fim de semana será o primeiro de vários para conseguir acelerar o processo e ter o grupo elegível vacinado até ao Natal, Lacerda Sales explicou que “este fim de semana será o primeiro de acordo com as necessidades que se vierem a revelar nos próximos fins de semana e com o evoluir do próprio processo”.

Notícia actualizada às 12:33

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2021 — 11:25

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Reforço em ‘casa aberta’ a partir de 80 anos na segunda-feira

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A directora-geral da Saúde, Graça Freitas, defendeu que também será possível aos que têm 70 ou mais anos fazerem auto agendamento da dose de reforço contra a covid-19.

© Rui Manuel Fonseca /Global Imagens

O reforço da vacina contra a covid-19 vai funcionar em modalidade ‘casa aberta’ para quem tem 80 ou mais anos a partir de segunda-feira e já decorre o levantamento nos hospitais e centros de saúde para o reforço nos profissionais de saúde.

A directora-geral da Saúde, Graça Freitas, disse esta sexta-feira à Lusa que a partir de segunda-feira também será possível aos que têm 70 ou mais anos fazerem auto agendamento da dose de reforço contra a covid-19.

“Começámos pelos mais vulneráveis, nos lares e na rede de cuidados continuados, que estão praticamente todos, tanto os residentes como os profissionais dessas instituições. Agora estamos em plena fase de vacinação de pessoas com 80 ou mais anos”, explicou a responsável.

Graça Freitas disse que estes utentes têm sido convocados via SMS e têm podido igualmente agendar a sua dose de reforço, e revelou que, a partir de segunda-feira, podem usar também a modalidade ‘casa aberta’, tal como aconteceu com a vacinação.

“Existem duas formas: uma delas é entrar no portal da Direcção Geral da Saúde e tirar uma senha de marcação digital (…), escolhendo um um dia e hora mais conveniente e a outra hipótese é recorrer a um centro de vacinação, de preferência da parte da tarde, para ser vacinados, o que recomendamos fortemente, tanto na dose de reforço, como no caso da vacinação contra a gripe”, afirmou.

“Estamos em plena campanha vacinação para nos protegermos em relação ao Inverno que se aproxima e a prioridade é vacinar com a dose de reforço contra a covid-19 os que tem mais de 65 anos, vacinando também contra a gripe, neste caso também as grávidas e outras pessoas com algumas doenças”, acrescentou.

Graça Freitas adiantou que também a partir de segunda-feira o auto-agendamento da dose de reforço fica disponível para os que têm 70 anos ou mais, lembrando: “só podem levar a dose de reforço contra a covid pelo menos 180 dias depois da dose anterior da vacina”.

“Algumas pessoas poderão ainda não ter esse intervalo, mas a maior parte já está apta”, afirmou.

Sobre a escolha do centro de vacinação, Graça Freitas diz que, quem não puder levar a dose de reforço no mesmo centro onde lhe foi administrada a vacina contra a covid-19, não deixará de ser vacinado.

“Se não puder ser não terá problema, pois todos os centros têm acesso ao sistema electrónico onde está registada a história vacinal das pessoas. Não queremos perder oportunidades de vacinação, nem deixar de vacinar alguém que quer ser vacinado”, afirmou.

Questionada sobre a dose de reforço nos restantes profissionais de saúde, Graça Freitas disse que isso “já está a ser feito”, explicando que quando a comissão técnica de vacinação recomendou a dose de reforço apontou as pessoas com 65 ou mais anos e os profissionais de saúde e profissionais do sector social que lidam directamente com os doentes.

“A prioridade vai para lares e para os com mais de 80, mas já abrimos para os restantes profissionais de saúde. Nos lares e na rede de cuidados continuados foram vacinados utentes e profissionais e já estão a ser levantadas as necessidade e enviadas vacinas para os centros de saúde e hospitais de todo o sistema de saúde, não só no SNS”, explicou.

Sobre a possibilidade de abranger com a dose de reforço outros profissionais, no âmbito da resiliência do Estado, tal como aconteceu com a vacinação primária da covid-19, a responsável respondeu: “estamos a administrar as doses de reforço de acordo com a evidência científica, que indica que a efectividade da vacina é menor nos mais velhos, logo, essas são aquelas pessoas que têm de ser protegidas”.

“Por agora, vamos vacinar com a dose de reforço os mais vulneráveis, acima dos 65 anos, dando também uma dose adicional aos imuno-suprimidos, independentemente da idade, e aos profissionais de saúde e do sector social que cuidam destes doentes. Só faremos novas alterações se saírem outras evidências que indiquem que é necessário reforçar outros grupos”, acrescentou.

Diário de Notícias
Lusa
05 Novembro 2021 — 13:04

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