1669: Asmáticos aconselhados a reforçar terapêutica SOS

SAÚDE PÚBLICA/QUALIDADE DO AR/ASMÁTICOS/AVISO

Mantém-se fraca qualidade do ar decorrente da massa de ar proveniente dos desertos do norte de África, que transporta grande quantidade de poeiras em suspensão.

Foto Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia aconselhou esta quarta-feira os doentes asmáticos a minimizarem a exposição ao ar livre por causa das poeiras vindas do Saara, cumprir a medicação e, em caso de terapêutica de SOS, reforçar a utilização.

Em comunicado, a Comissão de Trabalho de Alergologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) diz ainda que, em caso de agravamento das queixas respiratórias com má resposta às terapêuticas, os doentes devem entrar em contacto com os cuidados de saúde (local habitual de seguimento ou a Linha Saúde 24 – 808 24 24 24), acrescenta.

© Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

Na nota, a SPP recorda que face às recentes alterações do ar atmosférico verificado em Portugal e dada a potencial influência desse factor na saúde respiratória da população, deve-se minimizar a exposição e o exercício ao ar livre e evitar “a exposição a factores desencadeantes dos sintomas e/ou irritantes brônquicos – pós, fumo de tabaco ou outros, produtos irritantes, alérgenos específicos”.

“Devem-se evitar esforços prolongados, particularmente se actividade física ao ar livre”, acrescenta a SPP.

A Comissão de Trabalho de Alergologia Respiratória da SPP reforça ainda a importância do controlo da asma e da rinite e da “não existência/aceitação de sintomas persistentes, limitação funcional nem agudizações”, factores que considera “ainda mais determinantes numa altura de maior risco inalatório”.

Por causa da fraca qualidade do ar decorrente da massa de ar proveniente dos desertos do norte de África, que transporta grande quantidade de poeiras em suspensão, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) recomendou na terça-feira à população que evite esforços prolongados e limite actividade física ao ar livre.

Foto Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

Numa recomendação publicada na sua página na Internet, a DGS aconselha ainda a evitar exposição a factores de risco, como fumo de tabaco ou contacto com produtos irritantes.

Segundo a DGS, as partículas inaláveis transportadas pela massa de ar têm efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, que sempre que possível devem ficar em casa e com janelas fechadas. O conselho aplica-se, por exemplo, a pessoas com problemas respiratórios crónicos, como asma, e doentes do foro cardiovascular.

A situação de fraca qualidade do ar, para a qual a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) já tinha alertado, deverá manter-se até quinta-feira.

Diário de Notícias
Lusa/DN
16 Março 2022 — 08:26

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1668: Agência Portuguesa do Ambiente alerta para fraca qualidade do ar devido a nuvens de poeira

SAÚDE PÚBLICA/SOCIEDADE/AMBIENTE

Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente, as nuvens de poeira devem diminuir de intensidade a partir de quinta-feira.

Nuvens de poeira vinda do Norte de África vão atravessar os céus de Portugal continental e o resto da Península Ibérica até ao fim do dia de quinta-feira
© PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA

A Agência Portuguesa do Ambiente alertou esta terça-feira para uma situação de fraca qualidade do ar devido a elevados níveis de partículas inaláveis devido às nuvens de poeira vindas do Norte de África e que estão a atravessar Portugal continental.

“Está a ocorrer uma intrusão de uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África originado uma situação de fraca qualidade do ar com elevados níveis de partículas inaláveis (PM10)”, refere a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em comunicado.

A APA avança que a ocorrência começou ao início da manhã de hoje na região do Norte, prevendo-se que se estenda às regiões do Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, com um agravamento para quarta-feira a todo o território continental.

Segundo a APA, as nuvens de poeira devem diminuir de intensidade a partir de quinta-feira.

A APA explica que este é “um fenómeno que ocorre quando a massa de ar contendo elevadas concentrações de poeiras é transportada a grandes distâncias de regiões áridas e semi-áridas, podendo atingir altitudes mais baixas, chegando ao nível do solo, como é o caso situação que está já a ocorrer na região Norte interior do país”.

A Agência Portuguesa do Ambiente indica também que “este poluente tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações, devendo ser seguidas as recomendações específicas da Direcção-Geral da Saúde”.

Direcção-Geral da Saúde recomenda medidas para fazer face a poeiras em suspensão

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) recomendou esta terça-feira à população que evite esforços prolongados e limite actividade física ao ar livre, devido às nuvens de poeiras que estão a atravessar o continente.

Devido à fraca qualidade do ar decorrente da massa de ar proveniente dos desertos do norte de África, que transporta grande quantidade de poeiras em suspensão, a DGS pede à população, numa recomendação publicada na sua página na Internet, para evitar exposição a factores de risco, como fumo de tabaco ou contacto com produtos irritantes.

As partículas inaláveis transportadas pela massa de ar têm efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, que sempre que possível devem ficar em casa e com janelas fechadas. Segundo a DGS o conselho aplica-se por exemplo a pessoas com problemas respiratórios crónicos, como asma, e doentes do foro cardiovascular.

Francisco Ferreira, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, disse à Lusa que o continente está a sofrer uma concentração de partículas com valores raramente atingidos.

A Faculdade faz previsões e a quantificação deste tipo de evento natural.

Estão a ser atingidas concentrações horárias de várias centenas de microgramas de partículas por metro cúbico (de ar). Os valores limite, diários, são de 50 microgramas e raramente são atingidos, explicou Francisco Ferreira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Março 2022 — 16:19

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