999: Portugal com 2.217 novos casos, 13 mortes e subida nos internamentos

– Eu acho mesmo que os talibãs-anti-vacinas, que insultaram ontem o vice-almirante Gouveia e Melo em Odivelas, o que pretendem é que existam mais infectados e mais mortes em Portugal para depois desancarem na governança, a mando dos seus partidos. Quando a política mete o ku onde não é chamada – e fá-lo diariamente, sem qualquer pudor -, é no que dá… um monte de merdas putrefactas a cagarem ódio às pazadas…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

hospitalclinic / Flickr

Portugal regista hoje mais 2.217 novos casos de infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e 13 mortes atribuídas à doença covid-19, segundo os dados divulgados pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Hoje estão internadas em enfermaria mais 17 pessoas, num total de 744 pacientes, e menos quatro em unidades de cuidados intensivos (UCI), onde agora se encontram 157 doentes com covid-19.

A maior parte das novas infecções diagnosticadas nas últimas 24 horas são novamente repartidas pela zona de Lisboa e Vale do Tejo (813 novos casos) e pelo Norte (678 novos casos), de acordo com o boletim epidemiológico da DGS.

Desde o início da pandemia, em Março de 2020, morreram em Portugal 17.562 pessoas e 1.003.335 casos de infecção foram diagnosticados.

Os óbitos hoje contabilizados ocorreram nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo (4), do Norte (4), do Centro (3), do Alentejo (1) e do Algarve (1). As 13 mortes dizem respeito a pessoas com idades acima dos 60.

Uma das vítimas mortais hoje contabilizadas foi uma mulher com idade compreendida entre os 60 e os 69 anos, com o grupo etário 70-79 anos a registar quatro óbitos, todos homens.

As restantes oito vítimas mortais associadas à doença covid-19 – três homens e cinco mulheres – pertenciam ao grupo com idades superiores aos 80 anos.

No balanço desde o início da pandemia, o maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos. Do total de vítimas mortais registadas, até à data, em Portugal 9.222 eram homens e 8.340 mulheres.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que estão activos mais 1.174 casos, para um total de 45.367, e que 1.030 pessoas foram dadas como recuperadas da doença nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 940.406 recuperados.

Nas últimas 24 horas, o número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde voltou a decrescer (menos 1.534), situando-se nos 54.851.

O novo coronavírus já infectou em Portugal pelo menos 461.794 homens e 540.845 mulheres, segundo mostram os dados da DGS.

A entidade informa igualmente a existência de 696 casos de infecção em pessoas de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Sobre a caracterização etária dos novos casos de infecção confirmados, a tendência mantém-se e é nos jovens entre os 20 e os 29 anos (homens e mulheres) que se registaram mais casos, com mais 615 infectados nas últimas 24 horas.

Seguem-se as faixas etárias entre os 10 e os 19 anos (466 novos casos) e entre os 30 e os 39 anos (290 novos casos).

Estas três faixas etárias concentram mais de metade dos novos casos observados no país nas últimas 24 horas.

Numa das faixas etárias mais vulneráveis ao novo coronavírus, as pessoas com mais de 80 anos, os novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas foram 59.

O índice de transmissibilidade (Rt) do novo coronavírus SARS-Cov-2 em Portugal (a nível nacional) – que estima o número de casos secundários de infecção resultantes de uma pessoa com o vírus – mantém-se em 0,95 e a taxa de incidência de casos de infecção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias está, também a nível nacional, nos 319,9.

Os dados do Rt e da incidência são actualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 813 novas infecções, contabilizando-se até agora nesta área geográfica 391.703 casos e 7.513 mortos.

A região Norte observou 678 novas infecções por SARS-CoV-2, totalizando 387.032 casos de infecção e 5.469 óbitos desde o início da crise pandémica.

Na região Centro registaram-se mais 199 casos, perfazendo 133.496 infecções e 3.060 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 149 novos casos de infecção, totalizando 35.391 contágios e 998 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve, o boletim de hoje da DGS informa que foram registados 272 novos casos, acumulando-se 36.406 contágios pelo SARS-CoV-2 e 411 óbitos.

A região Autónoma da Madeira contabilizou 55 novos casos, somando 11.126 infecções e 72 mortes devido à doença covid-19 desde Março de 2020.

Nas últimas 24 horas, e segundo a DGS, os Açores apresentaram 51 novos casos, o que eleva para 8.181 contágios desde o início da pandemia. O número de óbitos mantém-se nos 39.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 4.353.003 mortes em todo o mundo, entre mais de 206,7 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

ZAP // Lusa

Por Lusa
15 Agosto, 2021

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995: Portugal com mais 12 mortes e 2.571 casos de covid nas últimas 24 horas

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/INFECÇÕES/MORTES

País ultrapassa o milhão de casos desde o início da pandemia. Há 727 pessoas hospitalizadas (menos cinco do que na véspera), das quais 161 em unidades de cuidados intensivos (menos uma).

Centro de vacinação no Porto.
© JOSÉ COELHO/LUSA

Portugal registou mais 2.571 casos e 12 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste sábado, 14 de Agosto.

O país ultrapassou assim o milhão de casos desde o início da pandemia: 1 001 118 casos. No total, já foram contabilizadas 17 549 mortes.

Relativamente a hospitalizações, há agora 727 pessoas internadas (menos cinco), 161 das quais em unidades de cuidados intensivos (menos uma do que na véspera).

Mortalidade vai manter-se “provavelmente elevada”

A mortalidade por covid-19 “manter-se-á provavelmente elevada” em Portugal, embora o ritmo de crescimento esteja a abrandar, e as infecções com o coronavírus têm tendência a decrescer, segundo o relatório de monitorização das ‘linhas vermelhas’, publicado todas as sextas-feiras pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa)..

O documento assinala que a mortalidade por covid-19 em Portugal – 18,6 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes – “está acima do limiar preconizado” pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.

Diário de Notícias
Susana Salvador
14 Agosto 2021 — 14:05

Apenas para “recordar” os números de INFECTADOS DIÁRIOS pelo coronavírus SARS-CoV-2, COVID-19, desde o passado mês de Julho até ao presente, em Portugal:

– 2.571 – 14.08.2021
– 2.598 – 13.08.2021
– 2.708 – 12.08.2021
– 2.948 – 11.08.2021
– 2.232 – 10.08.2021
– 1.094 – 09.08.2021
– 1.982 – 08.08.2021
– 2.621 – 07.08.2021
– 2.377 – 06.08.2021
– 2.581 – 05.08.2021
– 3.203 – 04.08.2021
– 2.076 – 03.08.2021
– 1.190 – 02.08.2021
– 2.306 – 01.08.2021
– 2.590 – 31.07.2021
– 2.595 – 30.07.2021
– 3.009 – 29.07.2021
– 3.452 – 28.07.2021
– 2.316 – 27.07.2021
– 1.610 – 26.07.2021
– 3.396 – 24.07.2021
– 3.794 – 23.07.2021
– 3.622 – 22.07.2021
– 4.376 – 21.07.2021
– 2.706 – 20.07.2021
– 1.855 – 19.07.2021
– 3.677 – 17.06.2021
– 3.547 – 16.06.2021
– 3.641 – 15.06.2021
– 4.153 – 14.06.2021
– 2.650 – 13.07.2021
– 2.323 – 11.07.2021
– 3.162 – 10.07.2021
– 3.194 – 09.07.2021
– 3.269 – 08.07.2021
– 3.285 – 07.07.2021
– 2.170 – 06.07.2021
– 2.041 – 04.07.2021
– 2.436 – 02.07.2021

Coisa pouca e sem importância para uma “gripezinha”…

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985: Pai da vacina da AstraZeneca diz que imunidade de grupo é impossível com variante Delta

SAÚDE/PANDEMIA/VACINAS/ASTRAZENECA

Andrew Pollard considera que, com a variante Delta, “o vírus continuará a infectar pessoas que foram vacinadas”

. Em ordem a esta afirmação do “pai” da vacina AstraZeneca, li ontem um cartaz que até possui o seu grau de realidade: “Se os vacinados podem infectar terceiros, qual a razão do Certificado de Vacinação?

© HENRY NICHOLLS / POOL / AFP

O director do Centro de Vacinação de Oxford, Andrew Pollard, alertou esta terça-feira que alcançar a imunidade de grupo “não é uma possibilidade”, uma vez que a variante Delta se tornou dominante.

O responsável, que liderou o projecto da vacina da Oxford/AstraZeneca com a imunologista Sarah Gilbert, disse numa comissão parlamentar que os programas de vacinação não se deverão basear na ideia de alcançar a tal “imunidade de grupo”.

“Sabemos claramente que, com a variante Delta, o vírus continuará a infectar pessoas que foram vacinadas, e isso significa que qualquer pessoa que ainda não foi vacinada vai ser infectada a qualquer momento”, disse aos deputados.

Pollard alertou ainda que no futuro “pode surgir uma variante que talvez seja ainda mais transmissível entre as populações vacinadas”, o que “dá ainda mais razões para não girar os programas de vacinação em torno da imunidade de grupo”.

O que Pollard acredita é que no Reino Unido haverá uma “fase de consolidação” na luta contra a covid-19 e que a doença passará de “epidémica” a “endémica”.

A agência de saúde pública da Inglaterra publicou na semana passada um relatório em que alerta que há indícios de que “os níveis do vírus nas pessoas vacinadas que estão infectadas com a variante Delta podem ser semelhantes aos detectados em pessoas não vacinadas”, o que afecta a facilidade de transmissão.

Entre quase 1500 pacientes hospitalizados com a variante Delta no Reino Unido desde 19 de Julho, 55,1% não foram vacinados, enquanto 34,9% tinham a vacinação completa.

A variante Delta do coronavírus que provoca a covid-19 é a mais prevalecente em Portugal, com uma frequência relativa de 98,9% na semana que terminou a 1 de Agosto, segundo o Instituto Ricardo Jorge.

De acordo com o mais recente relatório de situação sobre diversidade genética do novo coronavírus SARS-CoV-2 em Portugal, do total de sequências da variante Delta analisadas, 62 apresentam a mutação adicional K417N na proteína Spike (a chamada Delta Plus), que tem mantido uma frequência relativa abaixo de 1% desde a semana de 14 a 20 de Junho.

O relatório de diversidade genética do SARS-CoV-2 indica que a frequência da variante Delta chega a atingir os 100% nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Diário de Notícias
DN
11 Agosto 2021 — 08:54

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837: Nova limitação à circulação das 23:00 às 05:00 horas em 45 concelhos

SAÚDE/COVID-19/LIMITAÇÃO À CIRCULAÇÃO

Conselho de Ministros tomou mais uma medida restritiva para conter os números da pandemia. E mantém a restrição de saída e entrada da Área Metropolitana de Lisboa entre as 15:00 horas de sexta-feira e 06:00 horas de segunda-feira.

Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência
© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Num momento em que o número de novos casos de covid-19 continuam a subir no país, e sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa, o Conselho de Ministros adoptou uma nova medida para tentar conter a pandemia. O governo institui que os cidadãos “se devem abster de circular em espaços e vias públicas e permanecer no respectivo domicílio no período compreendido entre as 23:00 horas e as 05:00 horas”. Uma espécie de recolher obrigatório, sem que seja mencionada esta figura jurídica que só pode ser desencadeada ao abrigo do estado de emergência.

A governante apontou para que a medida restritiva de circulação, que será para cumprir todos os dias, entre em vigor já esta sexta-feira. Mariana Vieira da Silva garantiu que está enquadrada legalmente.

Mariana Vieira da Silva esclarece que esta medida de limitação de circulação não tem excepções. Mesmo para quem apresente testes à covid-19 negativos ou para pessoas vacinadas. “Esta é uma medida de redução de ajuntamentos”, argumentou a ministra da Presidência, justificando com o aumento de casos de infecção nas camadas mais jovens da população. Ao invés do que acontece nas “idades já vacinadas”. O que, concluiu, “significa que a vacina resulta”.

A medida foi anunciada pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva após a reunião do Conselho de Ministros, e seguida de um apelo reiterado para que a população continue a cumprir as regras estipuladas pela Direcção-Geral de Saúde para controlar a doença. “Ainda não estamos em condição de controlar a pandemia”, disse.

Há neste momento 19 concelhos, a maioria na Área Metropolitana de Lisboa (AML), que se encontra em risco muito elevado de infecção, ou seja que já atingiram por duas vezes os 240 casos de infecção por covid-19 por 100 mil habitantes (ou 480 nos territórios de baixa densidade). Da AML são os municípios de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Montagraço. Nesta situação estão ainda Albufeira, Constância, Loulé, Mira e Olhão.

Na semana passada apenas estavam na zona vermelha, Lisboa, Albufeira e Sesimbra.

Há ainda a somar 26 outros concelhos que atingiram o risco elevado de infecção, ou seja que ultrapassaram duas vezes os 120 casos por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade). São eles Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

Em estado de alerta, os que ultrapassaram os 120 casos de covid-19 por 100 mil habitantes (ou 240 nos territórios de baixa densidade) estão Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja Cartaxo, Bombarral, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

Quais são as restrições?

Nos concelhos em risco elevado:

1 – Mantém-se o teletrabalho obrigatório, quando as funções permitam

2 – Restaurantes, cafés e pastelarias encerram às 22:30 horas. Sendo que no interior é permitido o máximo de seis pessoas por grupo e 10 em esplanada.

3 – Os espectáculos culturais têm os mesmos horários da restauração

4 – O comércio a retalho encerra às 21:00 horas

Nos concelhos em risco muito elevado, além destas medidas, acrescem ainda as seguintes limitações:

1 – Ginásios sem aulas de grupo; modalidades desportivas de baixo e médio risco

2 – Os restaurantes, cafés e pastelarias encerram as 15:30 horas ao fim de semana e no interior apenas podem permitir 4 pessoas por grupo e seis em esplanadas

3 – Os casamentos e baptizados têm de ter uma lotação de 25%

4 – O comércio a retalho alimentar funciona até às 19:00 horas e o não alimentar até 15:30 horas

Vacinar rapidamente e apoios renovados

No briefing do Conselho de Ministros, a ministra Mariana Vieira da Silva garantiu “há capacidade de vacinar rapidamente”.

Já antes tinha frisado que os maiores de 60 anos que estavam à espera da segunda dose da vacina da Astrazeneca, mas agora assegurou que poderão estar “todos vacinados no dia 11 de Julho”.

Mariana Vieira da Silva alertou para a importância da vacinação, ao insistir que a incidência nos vacinados é muito menor do que nos não vacinados. “Todos devemos ser vacinados na nossa vez”, apelou.

A ministra do Trabalho anunciou, por sua vez que foi prorrogado o apoio às empresas, o “apoio extraordinário à retoma progressiva”, com quedas de facturação superior a 25%, que estava em vigor para os meses de Julho e Agosto.

Ana Mendes Godinho disse que este apoio também é extensível aos trabalhadores do sector da cultura e do Turismo para os mesmos meses, tal como para os sócios gerentes dos mesmos sectores. Também foi prorrogado o mecanismo extraordinário de pagamento do subsídio de doença covid-19 a 100% até Setembro.

“Até ao momento entre apoios por isolamento e doença” foram abrangidas 810 mil pessoas, disse a ministra.

“Cerco” a Lisboa

O Governo tinha decidido no Conselho de Ministros da semana passada retroceder o confinamento no concelho de Lisboa, devido à elevada incidência pandémica, que aliás, aparentemente, ainda continua em fase de crescimento.

Lisboa recuou assim para os níveis de confinamento que vigoraram a partir de 19 de Abril (e até 3 de Maio). Foram adoptadas as regras que então vigoravam nos concelhos de Sesimbra e Albufeira. O sector mais atingido foi, como habitualmente, o da restauração.

O Conselho de Ministros deverá também renovou há uma semana o cerco da Área Metropolitana de Lisboa (AML) instaurado pela primeira vez no fim de semana de 17 e 18 de Julho.

A partir dessa altura voltou a ser proibido sair ou entrar na AML das 15:30 horas de amanhã (sexta-feira, 25 de Junho) até às 06:00 horas da manhã de segunda-feira 28 de Junho. É, no entanto, permitido circular dentro da região em causa. A AML inclui, na margem norte do Tejo, os concelhos de Lisboa, Amadora, Loures, Odivelas, Oeiras, Cascais, Sintra e Vila Franca de Xira. E, na margem sul, os de Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Setúbal, Sesimbra e Alcochete.

Há uma semana, havia 16 concelhos de alta densidade e um de baixa densidade que corriam o risco de recuar para o nível de restrições mais apertadas, as que vigoraram para Lisboa, Albufeira e Sesimbra. A grande maioria destes municípios com maior risco de recuo estava nas regiões de Lisboa e do Algarve. A nível nacional, existiam 56 concelhos com mais de 120 novos casos por 100 mil habitantes, dos quais 54 são no Continente.

Diário de Notícias
Paula Sá
01 Julho 2021 — 17:58

 

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801: Marta Temido aponta para continuação das restrições em Lisboa

 

SAÚDE/COVID-19/RESTRIÇÕES/LISBOA

A ministra da Saúde admite que a situação em Lisboa ainda é complicada e comentou as críticas de Angela Merkel: “Se soubéssemos o que sabemos hoje poderíamos ter actuado de outra maneira? Provavelmente, sim.”

© EPA/JULIEN WARNAND

A ministra da Saúde disse esta quarta-feira que a situação epidemiológica da covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo deve traduzir-se na continuidade da aplicação das medidas de restrição em vigor.

“Os números neste momento levam a sugerir que a situação de Lisboa ainda não esteja ultrapassada”, o que leva a que “as medidas específicas tenham de se manter, como se mantiveram em outros pontos do país quando estavam em situação de risco especial” na evolução epidemiológica, disse Marta Temido em declarações à margem da apresentação do Relatório de Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS).

“Temos de estar conscientes de que estamos a lidar com um fenómeno cuja evolução ainda se reveste de muitas incertezas. Não é possível garantir que o futuro seja desta ou daquela maneira, o que podemos garantir é que tudo faremos para que isso não seja necessário, mas conhecemos a nossa realidade. Os números continuam a aumentar, ainda não estamos num momento em que estejamos a vê-los decrescer e, portanto, temos de estar atentos”, adiantou a ministra.

Sublinhando a importância da vacinação, da testagem e de “algumas medidas não farmacológicas”, a governante reagiu também à crítica da chanceler alemã Angela Merkel a propósito da abertura de Portugal para acolher a final da Liga dos Campeões e, consequentemente, milhares de adeptos ingleses.

“O controlo dos movimentos de circulação das populações é um dos desafios que enfrentamos. Estamos numa fase de combate à pandemia em que cada vez mais há uma apetência por retomar uma vida normal e isso é uma dificuldade. Se soubéssemos tudo o que sabemos hoje poderíamos ter actuado em determinados momentos de outra maneira? Provavelmente, sim, mas não é possível reescrever a história”, disse.

Marta Temido repetiu também a ideia de que o país procura “ganhar algum tempo através de medidas não farmacológicas”, como o uso de máscara e o distanciamento, para poder vacinar mais pessoas e apelou à população para realizar testes com regularidade, embora sem definir uma periodicidade fixa.

“Aquilo que pedimos é que, neste momento, beneficiando daquilo que é a gratuitidade de testes em muitos pontos ou da possibilidade de prescrição que existe através dos serviços de saúde, as pessoas que ainda não estão vacinadas possam realizar um teste antes de se submeterem e submeterem os outros a uma exposição que possa ser de risco”, concluiu.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Junho 2021 — 14:57

 

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780: Proibição de circulação de e para a região de Lisboa tem 18 excepções

 

SAÚDE/COVID-19/PROIBIÇÕES AML

Deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas, atestadas por declaração da entidade empregadora ou declaração emitida pelo próprio no caso de trabalhadores independentes ou empresários em nome individual entre as excepções

A proibição de circulação de e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) entre as 15:00 de sexta-feira e as 06:00 de segunda-feira, tem 18 excepções, entre as quais “motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa”.

A decisão de proibir as deslocações de e para a AML no fim de semana foi anunciada esta quinta-feira pelo Governo, no final da reunião do Conselho de Ministros, devido à subida dos casos de covid-19 neste território.

Segundo a resolução do Conselho de Ministros publicada esta noite, “é proibida a circulação de e para a Área Metropolitana de Lisboa no período compreendido entre as 15:00 do dia 18 de Junho e as 06:00 do dia 21 de Junho”.

Relativamente às excepções a esta proibição, o diploma remete para o artigo 11.º do decreto de 21 de Novembro, salientando que “são aplicáveis com as necessárias adaptações”.

O artigo 11.º estabelece 18 excepções à proibição de circulação, nomeadamente as deslocações para desempenho de funções profissionais ou equiparadas, atestadas por declaração da entidade empregadora ou declaração emitida pelo próprio, no caso de trabalhadores independentes ou empresários em nome individual.

Os profissionais de saúde que se desloquem no exercício das suas funções “ou por causa delas” não necessitam de declaração, bem como os trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares, agentes de protecção civil, das forças e serviços de segurança, militares, pessoal civil das Forças Armadas e inspectores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Estão igualmente dispensados de apresentar declaração os titulares dos órgãos de soberania, dirigentes de partidos políticos representados na Assembleia da República, ministros de culto e pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, “desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais”.

Estão também autorizadas as deslocações de menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e actividades de tempos livres, bem como as deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares e dos utentes e seus acompanhantes para Centros de Actividades Ocupacionais e Centros de Dia.

Serão ainda possíveis as deslocações para a frequência de formação e realização de provas e exames, bem como de inspecções, as deslocações para participação em actos processuais junto das entidades judiciárias ou em actos da competência de notários, advogados, solicitadores, conservadores e oficiais de registos, bem como para atendimento em serviços públicos, desde que munidos de um comprovativo do respectivo agendamento.

As deslocações necessárias para “saída do território nacional continental” é outra das excepções previstas à proibição de circulação de e para a AML no fim de semana, assim como as deslocações de cidadãos não residentes para locais de permanência comprovada.

Estão ainda autorizadas as deslocações por outras razões familiares imperativas, nomeadamente para o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais e as deslocações para “retorno ao domicílio”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Junho 2021 — 00:06

 

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