1059: Surto em festas em Santa Cruz aumenta para 63 infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTOS/SANTA CRUZ

Os 63 infectados associados às festas em Santa Cruz têm idades entre os 15 e os 25 anos. A Câmara de Torres Vedras alega que “o surto está controlado”.

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, aumentou para 63 infectados, segundo o mais recente boletim epidemiológico deste município.

O surto teve um aumento de 52 para 63 infectados, com idades entre os 15 e os 25 anos, nas últimas 48 horas, e regista os primeiros três recuperados, de acordo com o boletim divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da Câmara de Torres Vedras explicou que “o surto está controlado”, havendo agora 10 contactos de risco em vigilância activa.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu no último fim de semana de Agosto, durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantêm abertos, uma vez que não há funcionários afectados.

Os primeiros casos foram detectados, no início dessa semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em pelo menos outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.985 casos confirmados, dos quais 161 estão activos. Outras 6.648 pessoas recuperaram e 176 morreram, de acordo com o boletim epidemiológico.

A covid-19 provocou pelo menos 4.593.164 mortes em todo o mundo, entre mais de 222,46 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.836 pessoas e foram contabilizados 1.052.127 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
10 Setembro 2021 — 13:10

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1051: ASAE fecha discoteca com 200 pessoas a funcionar ilegalmente em Vila Real

SAÚDE PÚBLICA/ASAE/TRANSGRESSÕES/PANDEMIA

De acordo com a ASAE, “o estabelecimento estava a funcionar com espaço destinado a dança, encontrando-se cerca de 200 pessoas sem equipamento de protecção individual (máscaras) e não cumprindo as regras de distanciamento social”.

Uma discoteca com cerca de 200 pessoas foi encerrada pela ASAE em Vila Real, por se encontrar a funcionar ilegalmente, nomeadamente sem uso de máscara e distanciamento social por parte dos ocupantes, divulgou esta quarta-feira aquele organismo.

A fiscalização da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a este estabelecimento decorreu “no passado fim de semana”, realizada pela unidade regional do Norte da ASAE – unidade operacional de Mirandela, em colaboração com a GNR, segundo informa em comunicado.

Da operação resultou a suspensão de actividade do estabelecimento de restauração e bebidas “por incumprimento das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico, no quadro das medidas de prevenção de riscos de contágio decorrentes da pandemia da doença covid-19, bem como por incumprimento de requisitos gerais e específicos de higiene”.

De acordo com a ASAE, “o estabelecimento estava a funcionar com espaço destinado a dança, encontrando-se cerca de 200 pessoas sem equipamento de protecção individual (máscaras) e não cumprindo as regras de distanciamento social”.

“Verificou-se ainda que no estabelecimento eram confeccionadas refeições e preparadas bebidas sem que fossem cumpridos os requisitos básicos de segurança alimentar, nomeadamente de higiene”, acrescenta.

Os inspectores observaram ainda “a ausência de janelas e portas, tecto em placas de sanduíche sem isolamento, falta de protecção contra animais e insectos, estruturas inacabadas, equipamento com ferrugem”.

Segundo o relato da entidade fiscalizadora, os géneros alimentícios para as refeições servidas no local estavam acondicionados “no exterior do estabelecimento ao ar livre e sem implementação do sistema HACCP (Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos)”.

Segundo a informação divulgada, “verificou-se ainda que a água utilizada na confecção e higienização dos alimentos e materiais não era, aparentemente, da rede pública, não tendo sido demonstrada evidências da potabilidade da mesma”.

O representante do estabelecimento “foi notificado da referida suspensão da actividade, tendo sido advertido de que o não cumprimento imediato da ordem de suspensão ou a sua violação posterior constitui a prática de crime de desobediência”, segundo a ASAE.

Diário de Notícias
Lusa
08 Setembro 2021 — 13:37

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1050: Surto em festas em Santa Cruz aumenta para 52 infectados

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/INFECÇÕES/ACÉFALOS

© Praia da Física, em Santa Cruz, Torres Vedras.© Orlando Almeida / Global Imagens

O surto associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz subiu de 46 para 52 infectados nas últimas 24 horas

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, aumentou para 52 infectados, segundo o boletim epidemiológico hoje divulgado, e não está circunscrito.

O surto subiu de 46 para 52 infectados nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Fonte oficial da autarquia explicou que “o surto não está circunscrito a um local específico e pode evoluir”, com um potencial de atingir 76 pessoas.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos e 24 contactos de risco directos encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu no último fim de semana de Agosto, durante uma festa privada com cerca de 60 pessoas e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantêm abertos, uma vez que não há funcionários afectados.

Os primeiros casos foram detectados, no início dessa semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em pleno menos outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.950 casos confirmados, dos quais 148 estão activos. Outras 6.626 pessoas recuperaram e 176 morreram, de acordo com o boletim epidemiológico.

A covid-19 provocou pelo menos 4.574.225 mortes em todo o mundo, entre mais de 221,13 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.816 pessoas e foram contabilizados 1.048.941 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Diário de Notícias
Lusa
08 Setembro 2021 — 10:31

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1038: Surto com 33 infectados após festas de diversão nocturna em Santa Cruz

– Ainda bem para os funcionários que não foram afectados pelos acéfalos indigentes que lixam terceiros sem se importarem absolutamente nada com isso! Mas essa gajada criminosa continua na sua vidinha parasitária “social” sem qualquer entrave por parte das autoridades competentes!

SAÚDE PÚBLICA/COVID-19/SURTO INFECCIOSO/SANTA CRUZ

O contágio aconteceu durante uma festa privada e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

O surto de covid-19 associado à participação em festas de diversão nocturna na praia de Santa Cruz, no concelho de Torres Vedras, subiu para 33 infectados e não está circunscrito, afirmou este domingo fonte oficial do município.

A mesma fonte explicou que “o surto não está circunscrito a um local específico e pode evoluir”.

Os casos activos associados têm idades entre os 15 e os 25 anos e outros 58 contactos directos encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Segundo a mesma fonte, o contágio aconteceu durante uma festa privada e em festas ocorridas em pelo menos três bares de diversão nocturna, que se mantém abertos, uma vez que não afecta funcionários.

Os primeiros casos foram detectados, no início da semana, entre um grupo de amigos que se juntaram na praia e na piscina e que, por sua vez, frequentaram um bar.

Contagiaram depois outros cidadãos que, por sua vez, infectaram outros em festas ocorridas em, pleno menos, outros dois bares de diversão nocturna, de acordo com a investigação efectuada pelas autoridades de saúde aquando do inquérito epidemiológico.

As autoridades de saúde aconselham “quem esteve nos bares da localidade ou participou em festividades com aglomeração de pessoas no fim de semana de 28 e 29 de Agosto a realizar de imediato auto-teste e a ligar para o SNS 24 em caso de resultado positivo”.

Desde o início da pandemia, Torres Vedras, no distrito de Lisboa, contabiliza 6.904 casos confirmados, dos quais 125 estão activos, 6.603 recuperaram e 176 morreram, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico divulgado pelo município a partir de informação reportada pelas autoridades locais de saúde.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Setembro 2021 — 10:50

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1025: “Vocês não são cavalos”. Contra as ordens médicas, negacionistas tomam o desparasitante Ivermectina em vez da vacina

– Publico esta notícia como aviso geral dado que os negacionistas do coronavírus SARS-CoV-2 – Covid-19, não são apenas estes indigentes que ingerem desparasitantes para cavalos e vacas em vez da vacina adequada, mas todos os outros negacionistas indigentes intelectuais, acéfalos por natureza e desequilibrados psicológicos que, em plena pandemia, em estados de emergência e calamidade nacionais, andam a passear pelos prados, como autênticos Walking Deads.

SAÚDE PÚBLICA/NEGACIONISTAS/WALKING DEADS

Não tomar medicamentos para cavalos parece ser uma coisa óbvia, mas pelos vistos não é. Apesar dos alertas dos médicos, muitos negacionistas estão a tomar um desparasitante para animais para se protegerem contra a covid-19.

Depois da hidroxicloroquina – um medicamento usado no tratamento da malária que se popularizou entre os doentes covid depois das recomendações de Donald Trump e Jair Bolsonaro -, há um novo fármaco que está a ser tomado para tratar o coronavírus contra as recomendações dos médicos.

A Ivermectina é um nome familiar para quem tem cavalos ou vacas, já que é usado como um desparasitante para animais. No entanto, isso não tem parado a corrida à compra por supostamente ser um tratamento alternativo à vacinação e eficaz contra a covid-19.

Nos Estados Unidos, os fornecedores de produtos para animal estão sem stock do medicamento e a Amazon vai pelo mesmo caminho. O Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças também publicou dados que mostram que as pessoas estão a conseguir o medicamento com receitas médicas. Antes da pandemia, a média eram 3600 receitas por semana, em meados de Agosto, já eram 88 mil.

Já doze lojas no Oklahoma relevaram ao canal de notícias KFOR que não têm forma de reabastecer o produto e que até já colocaram sinais a dizer “por favor, não comam”. “A Ivermectina esgota-se horas depois do envio. Já não recebemos envios há duas semanas. Acho que é porque as pessoas estão a consumir“, afirma uma das lojas.

Em Memphis, a situação é semelhante, com as prateleiras cheias nas lojas, à excepção da Ivermectina. “São estão a enviar um certo valor por loja, suponho eu, e quando encomendo normalmente, não estou a receber. Perguntei à minha representante o que se passava e ela disse que toda a gente quer para a covid, por isso estão a reparti-la”, afirma Heather Lewis, dona de uma loja, à imprensa local.

A Modern Pet Food, no Texas, conta à ABC 13 que normalmente vendem 10 pacotes do remédio por mês, mas que esse valor disparou para “entre 50 a 100” nos últimos tempos. “Vimos um crescimento enorme nas vendas”, afirma Trace Menchaca, dono da loja.

Uma estação de televisão local em Las Vegas também conta a história de uma loja onde aparecem pessoas a dizer que estão no “plano Ivermectin”, apesar do sinal pendurado a alertar para “não ingerirem”.

A funcionária do estabelecimento, Shelly Smith, explica que um cliente lhe disse que tem tomado a Ivermectina e que o único efeito secundário que tem sentido é “não conseguir ver de manhã”. Para controlar as compras em massa, a loja passou agora a exigir uma fotografia do cliente com o seu cavalo para vender o desparasitante.

“Não quero que as pessoas tomem um desparasitante para cavalos porque é um desparasitante para cavalos. Precisam de me provar de que têm um cavalo para vender este produto, porque não o devem tomar. Isto não é para humanos“, afirma Smith.

E não é mesmo. A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) já veio a público recomendar que as pessoas parem de tomar a Ivermectina, que só está aprovada para tratamento em humanos em doses muito diferentes das usadas para animais e só em casos específicos de vermes parasitas, de piolhos na cabeça ou para tratar a rosácea.

A FDA também não aprovou a Ivermectina no tratamento da covid-19 e o remédio não é anti-viral – ou seja, não cura vírus. “Vocês não são cavalos. Vocês não são vacas. A sério, malta. Parem”, escreveu a entidade no Twitter.

Um estudo de Março testou o uso do medicamento em casos ligeiros de covid-19 e concluiu que não houve qualquer benefício. A ingestão pode também causar tonturas, problemas no ritmo cardíaco e reduzir a pressão arterial.

Os negacionistas afirmam que o remédio evita a infecção, mas mesmo que esse fosse o caso, a dose necessária seria tóxica, visto que as versões usadas em animais são muito mais concentradas do que as adequadas para o uso humano.

Apesar dos avisos dos especialistas, o Senador Republicano Rand Paul tem-se juntado à conspiração. Um processo em tribunal no estado do Ohio também acabou com uma ordem do juiz que vai obrigar um hospital a receitar a Ivermectina a um doente com covid de 51 anos, que está a batalhar contra a doença desde Julho

O pedido foi feito pela mulher do paciente. Há também processos semelhantes abertos em Chicago e Nova Iorque que querem obrigar os hospitais a dar o medicamento.

Por Adriana Peixoto
31 Agosto, 2021

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