Secretário de Estado “muito preocupado” com tendência crescente da pandemia

– Eu também estou muitíssimo preocupado com a pandemia e constatar que continuam a existir acéfalos indigentes intelectualóides, negacionistas, labregos & afins, que não se importam com o ESTADO DE CALAMIDADE em que novamente nos encontramos. E por absoluta CULPA deles! Será que esses labregos apenas têm merda no cérebro? Não existe uma molécula de inteligência nessa choldra? Não basta apenas vacinar, vacinar, vacinar… Tem de existir sanidade mental nas pessoas para compreenderem que isto não é uma brincadeira, uma “gripezinha” que passa com um Paracetamol e uma cházinho de limão! ESTA MERDA MATA, PORRA…!!! Ou estamos entregues a uma sociedade tão decadente, tão miserável, tão desprezível que já não existe um pouco de espírito de civismo e de cidadania para podermos ultrapassar esta pandemia? Será que anda tudo com crises de ansiedade, de descontrolo mental? EU NÃO PRETENDO SER INFECTADO POR CULPA DE UNS MONTES DE MERDA de mortos-vivos que deambulam por aí…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/ESTADO DE CALAMIDADE

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, disse estar muito preocupado com a “tendência crescente” da pandemia de covid-19 em Portugal, que este domingo registou mais 23 mortos e 3.786 infecções.

Lacerda Sales
© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

“Estamos, claro, muito preocupados. Estamos com 374 de índice de incidência por 100.000 habitantes a 14 dias. Estamos com um índice transmissibilidade de 1,13, portanto, ainda superior a 1. E é claro que isso nos preocupa por ter uma tendência crescente”, afirmou aos jornalistas António Lacerda Sales, em Leiria, onde hoje visitou o centro de vacinação contra a covid-19.

O governante insistiu na necessidade de acelerar a vacinação e o reforço da testagem, assim como no “controlo de fronteiras, com a obrigação do teste à chegada”.

Afirmando-se, igualmente, preocupado com os serviços de saúde, o secretário de Estado adiantou que foi pedido “a todos os hospitais e a todos os serviços de saúde planos de contingência” e que “as escalas de banco estivessem asseguradas”.

“Pontualmente, há um outro hospital que ainda precisa de poder tapar uma outra escala, mas isso é perfeitamente normal no Serviço Nacional de Saúde”, declarou, garantindo que a grande maioria dos hospitais já deu as escalas fechadas até ao final do ano.

Questionado se haverá recursos humanos suficientes nos hospitais para o Natal e Ano Novo, António Lacerda Sales observou que “os recursos humanos é algo que é sempre muito exigente”.

“Eu sou profissional de saúde e tenho um grande respeito e acredito na consciência cívica dos profissionais de saúde relativamente a esta matéria e, portanto, os profissionais de saúde nunca nos abandonam e nós nunca abandonamos os profissionais de saúde”, garantiu, acrescentando que há actualmente “mais cerca de 30 mil profissionais de saúde” do que em 2015, no que classificou de “esforço enorme” de recrutamento.

Ainda assim, reconheceu que “haverá sempre em alguns locais a falta de profissionais de saúde”.

“Nesses casos, cá estamos para contratar, para continuar a contratar, para suprir essas faltas. Temo-lo feito com tranquilidade, com serenidade. Sabemos que nalguns casos pontuais há problemas que se vão resolvendo, também. Isso é que é fazer a gestão de um Serviço Nacional de Saúde”, acrescentou.

No centro de vacinação contra a covid-19 de Leiria, que funciona no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, António Lacerda Sales, que foi médico no Hospital de Santo André, na cidade, e é actualmente presidente da Assembleia Municipal de Leiria, ouviu elogios à organização e agradecimentos, que retribuiu, com agradecimentos pela adesão à vacinação.

“Continuem assim, estão de parabéns”, disse uma utente a António Sales, enquanto outro aproveitou a presença do governante para se queixar dos salários baixos e, depois, para reconhecer a importância do processo de vacinação.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Dezembro 2021 — 18:07

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1358: DGS recomenda uso de máscaras em bares e discotecas sempre que possível


01.- Já aqui referi que não compreendo porque apenas os funcionários têm de usar máscara e os clientes não. O bicho só “entra” com os funcionários?
02.- O man da imagem não há dúvida que usa a máscara excepcionalmente mal colocada, ou seja, o nariz não se tapa?
03.- E depois admiram-se que esta semana tenha acabado com 24.080 infectados e 120 mortos. Nada de especial… a choldra continua a fazer a sua vidinha “social”, os acéfalos indigentes labregos continuam a passear, a dançar nas discotecas, a beber uns copos nos bares…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/MÁSCARAS

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) indicou que recomenda a utilização de máscara em bares e discotecas sempre que possível, ainda que o seu uso só seja obrigatório para os trabalhadores destes espaços.

© William WEST / AFP

Em resposta a uma pergunta enviada pela Agência Lusa, a DGS esclareceu que na orientação que define as regras aplicáveis a bares e discotecas, apenas prevê a utilização obrigatória de máscara pelos respectivos trabalhadores, mas “recomenda a utilização de máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica na comunidade, em todos os espaços interiores, sempre que possível (designadamente, no caso concreto, quando os respectivos utilizadores não se encontrem a dançar ou a beber)“.

“A utilização de máscaras na comunidade constitui uma medida adicional de protecção relativamente às medidas em vigor de prevenção e controlo de infecção”, considerou a DGS, a propósito das novas medidas de combate à covid-19 que entraram em vigor no passado dia 01.

No dia 26 de Novembro, depois de uma reunião com o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, o presidente da Associação de Discotecas Nacional (ADN) disse que o Governo tinha confirmado a obrigatoriedade do uso de máscara no interior dos estabelecimentos de animação nocturna a partir de dia 01 de Dezembro, situação que a orientação actualizada da DGS não contempla.

De acordo com essa orientação, com data de 30 de Novembro, o acesso a bares e discotecas e outros estabelecimentos de bebidas sem espectáculo e a estabelecimentos com espaço de dança está dependente da apresentação pelos clientes de “certificado de covid da UE nas modalidades de certificado de teste ou de recuperação” (não basta vacinação) ou “outro comprovativo de realização laboratorial de teste com resultado negativo”.

A exigência de certificado de teste ou de recuperação ou outro comprovativo de realização de teste laboratorial com resultado negativo não se aplica aos “trabalhadores dos espaços ou estabelecimentos bem como a eventuais fornecedores ou prestadores de serviços que habilitem o funcionamento dos mesmos, excepto se tal for exigido ao abrigo de outras normas”.

A entrada nos bares com espaço de dança e discotecas, que abriram em 01 de Outubro depois de encerrados cerca de 19 meses devido à pandemia, estava até agora cingida apenas à apresentação do certificado digital, que podia ser relativo a vacinação, recuperação ou à realização de teste negativo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Dezembro 2021 — 20:47

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1357: Portugal regista mais 23 mortos e 3.786 novos casos de covid

– Estatísticas até hoje, Domingo:

05.12.2021 – 3.786 infectados – 23 mortos
04.12.2021 – 5.649 infectados – 22 mortos
03.12.2021 – 2.535 infectados – 21 mortos
02.12.2021 – 2.898 infectados – 13 mortos
01.12.2021 – 4.670 infectados – 17 mortos
30.11.2021 – 2.907 infectados – 11 mortos
29.11.2021 – 1.635 infectados – 13 mortos

Total da semana: 24.080 infectados – 120 mortos

– Podem agradecer à choldra de gajas e de gajos acéfalos indigentes intelectualóides merdosos que continuam a fazer as suas vidinhas “sociais”, a passearem pelos campos sem respeitarem as regras sanitárias do uso de máscara e distanciamento físico, das idas aos bares, restaurantes e discotecas (a ASAE, esta madrugada, encerrou 3 estabelecimentos e instaurou 33 contra-ordenações por irregularidades no funcionamento) & afins. Enquanto esta choldra, toda ela, não for fiscalizada porque em vez de neurónios no cérebro a caixa craniana está repleta de caganeira putrefacta, a coisa vai continuar nos mesmos moldes. E depois ainda têm a lata de queixarem-se de não haver natal, ano novo, blá, blá, blá…

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

O boletim da DGS dá conta de que há 911 internados, mais 32 do que há 24 horas, dos quais mais quatro em cuidados intensivos.

Reforço da vacinação contra a covid-19 prossegue
© Rita Chantre / Global Imagens)

Portugal registou, em 24 horas, 3.786 novos casos de covid-19 e 23 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

É o terceiro dia em que se registam óbitos acima das 20 pessoas. E desde 9 de Março que não havia tantos mortos.

O relatório deste domingo (5 de Dezembro) indica que há agora 911 pessoas internadas, mais 32 do que no sábado, sendo agora de há 134 em cuidados intensivos, mais quatro do que ontem.

O boletim epidemiológico regista ainda mais 2.530 novos casos activos de infecção por covid-19, mais 1.233 pessoas recuperadas da doença e 1.324 novos contactos em vigilância.

Desta vez, foi a região centro a registar o maior número de mortes, sete, embora o de novos casos não seja o mais alto, pois é de 941, menos do que na região norte e na de Lisboa e Vale do Tejo.

A de Lisboa e Vale do Tejo é que apresenta mais novas infecções, com 1.244 e três mortos, seguida da do norte com 1.068 e cinco mortos. Na região do Algarve foram identificados mais 265 novos casos de covid-19 e cinco mortos e na do Alentejo 128 e nenhum óbito.

No arquipélago da Madeira os números subiram para os 100 novos casos e dois mortos, e na região autónoma dos Açores apenas foram registados 40 novas infecções por SARS-CoV-2

Mais de 1,5 milhões de pessoas receberam reforço da vacina

No dia em que começou o reforço da vacina da Janssen para pessoas com mais de 50 anos, a DGS revela que já receberam a terceira dose de vacinação contra a covid-19 mais de 1,5 milhões de pessoas.

Além dos 1,5 milhões de doses de reforço das vacinas contra a covid-19, foram também administradas mais de 2.060 mil doses da vacina contra a gripe, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

A DGS mantém o apelo à vacinação contra a gripe e contra a covid-19. “Esta é a melhor forma de protecção dos mais vulneráveis, especialmente nesta altura do ano, em que as temperaturas são mais baixas”, refere a DGS.

O processo de vacinação de reforço da vacina da Janssen arranca este domingo e vai prosseguir quarta-feira, feriado, e nos domingos seguintes, 12 e 19 de Dezembro.

De acordo com a DGS, os utentes elegíveis para esta vacinação serão convocados por mensagem SMS, devendo aguardar essa convocatória.

Esta dose de reforço, decidida na sequência de estudos internacionais que indicam uma diminuição da imunidade das pessoas que tomaram a vacina da Janssen, será da vacina da Pfizer ou da Moderna, estando elegíveis cerca de um milhão de pessoas.

Portugal bate recorde diário de testagem

Cerca de 168 mil testes à covid-19 foram feitos em Portugal na sexta-feira, superando em mais de 50 mil os realizados na véspera, apresentando uma taxa de positividade de 3,3%, revelou este domingo a ‘task force’ da testagem.

Durante esta semana foi ultrapassada a testagem de cem mil testes diários por três vezes: na terça-feira, dia 30 de Novembro, quando foram feitos cerca de 117 mil, na quinta-feira quando se realizaram 113 mil e na sexta-feira, com 168 mil, segundo as autoridades.

Este é o maior número de testes alguma vez registado num só dia em Portugal, destes, 117 mil testes (70%) foram testes rápidos de antigénio, revelaram as autoridades, sublinhando que os números excluem os auto-testes.

Diário de Notícias
05 Dezembro 2021 — 14:15

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1356: Ómicron pode ter sofrido mutação com um vírus de constipações comuns

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/OMICRON

Vírus da nova variante transmite-se mais facilmente, causando sobretudo uma doença leve ou assintomática, segundo um estudo.

© EPA/NARONG SANGNAK

A variante Ómicron do vírus da covid-19 pode ter sofrido uma mutação a partir de material genético de outro vírus, sendo o mais provável um dos vírus da constipação comum. A sequência genética da nova variante não aparece em nenhuma das versões anteriores do coronavírus SARS-CoV-2, mas é omnipresente em muitos outros vírus, incluindo aqueles que causam constipação comum, e também no genoma humano, segundo um estudo publicado na OSF Preprints, citado pela agência Reuters.

Ao apanhar esse fragmento específico, a Ómicron pode iludir o sistema imunitário e escapar do ataque do sistema imunológico humano. Segundo Venky Soundararajan, um dos investigadores, isso pode significar que o vírus se transmite mais facilmente, causando uma doença mais leve ou assintomática. Os cientistas ainda não sabem se a Ómicron é mais infecciosa do que outras variantes, se causa doenças mais graves ou se ultrapassará o Delta como a variante mais prevalecente.

As células dos pulmões e o sistema gastro-intestinal podem ser afectadas pelo SARS-CoV-2 e outros coronavírus da constipação comum em simultâneo, segundo estudos anteriores. Essa co-infecção cria o cenário para uma recombinação viral, um processo no qual dois vírus diferentes na mesma célula hospedeira interagem enquanto fazem cópias de si mesmos, gerando novas cópias que possuem algum material genético de ambos.

Ainda segundo o estudo, a mesma sequência genética aparece muitas vezes num dos vírus que causam constipações em pessoas – conhecido como HCoV-229E – e no vírus da imunodeficiência humana (HIV- Sida).

O estudo ainda não foi revisto por pares da comunidade científica.

Portugal é o país da Europa com mais casos Ómicron. Até este sábado foram identificados pela DGS 34 casos da nova variante, 30 deles ligados ao surto de covid-19 do Belenenses SAD.

Diário de Notícias
DN
04 Dezembro 2021 — 23:15

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1355: Ainda faltam vacinar 1,2 milhões. Mas há portugueses que estão a faltar à chamada

– Ó gentes, vamos lá acalmar, carago! Querem meter o Rossio na Betesga? A minha terceira dose só a poderei levar (se for vivo), depois do dia 24 de Janeiro… É quando passam os SEIS MESES da segunda dose! Mas que acelerada que esta gente está, porra…!!! Ou estão a fazer um frete a alguém para darem este tipo de notícias? Da…ssssss…..

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/VACINAÇÃO/TERCEIRA DOSE

A vacinação para a terceira dose acelerou, mas ainda falta inocular 1.182.068 para cumprir o objectivo de ter a população mais vulnerável protegida antes do Natal. Os militares estão a reforçar o núcleo de coordenação com pessoal seu, já que o ministério continua sem colocar técnicos da Saúde, as autarquias estão mais activas, mas é uma luta contra o tempo. E agora com portugueses a faltarem à chamada.

Vacinação continua a estar a cargo dos profisisonais dos cuidados primários, embora tenham sido contratados profissionais nas duas últimas semanas.
© Rita Chantre / Global Imagens) Largura

É uma verdadeira luta contra o tempo. Faltam 15 dias e ainda há que vacinar quase 1,2 milhões de portugueses, acima dos 65 anos e profissionais de risco, para se cumprir a meta de proteger a população mais vulnerável até ao Natal contra a covid-19. Há dias que os centros de vacinação aceleraram o ritmo, mas, segundo garantem ao DN fontes próximas do Núcleo de Coordenação da Vacinação, mesmo assim, será difícil de concretizar esta meta.

Para isso, era preciso estar a vacinar-se mais de 70 mil pessoas por dia, o que não tem sido conseguido, mesmo nos dias em que as autoridades de saúde anunciam que se bateram recordes. Por exemplo, ontem mesmo, um comunicado da Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgava que no dia 2 se tinha batido um recorde de doses de vacinação. Ao todo, 105 mil doses, mas destas 64.440 respeitavam à dose de reforço contra a covid-19, as restantes respeitavam à vacinação contra a gripe. Ou seja, ainda faltavam, pelo menos, entre sete a oito mil inoculações para se atingir o mínimo da meta diária estabelecida.

Neste momento, e do total dos 2,5 milhões de portugueses que deveriam ser vacinados com a terceira dose, há 1,4 milhões que já a receberam e 1.182.068 que ainda têm de a receber.

Em termos percentuais, o DN sabe que 76% da população com mais de 80 anos já foi inoculada, mas que as percentagens descem significativamente quando se passa para a faixa etária entre os 70 e os 79 anos, em que está vacinada apenas 46,6% desta população, para a dos 65 aos 69 anos, em que é apenas 38, 6% da população que tem a terceira dose, ou para a faixa etária entre os 50 e os 64 anos, que inclui profissionais de risco, em que só 25,8% recebeu a terceira dose.

Portanto, “apesar de os centros de vacinação terem recuperado alguma capacidade vão ter muita dificuldade em cumprir com o programa inicialmente definido”, afirmaram ao DN as mesmas fontes, acrescentando que uma das razões para que tal aconteça também é “fruto da excessiva concentração deste processo em poucos centros de vacinação, o que provoca desorganização e deslocamentos excessivos aos cidadãos idosos”.

Aliás, este pode mesmo ser um dos motivos que está a fazer com que “muitos portugueses não estejam a responder à chamada”, disseram-nos. Há relatos de que há agendamentos que não se concretizam, “as pessoas faltam e não avisam, não se sabe bem porquê, mas isto obriga a novo processo de agendamento”, explicam-nos.

Agendamentos caóticos e concentração de centros

De acordo com o plano deixado pelo vice-almirante, Gouveia e Melo, e aceite pelo Governo, a 27 de Setembro, quando deixou a liderança da Task Force, criada para levar a cabo o primeiro processo de vacinação contra a covid-19, nesta altura estava previsto que 1,7 milhões já tivessem recebido a terceira dose, mas tal ainda não aconteceu. Recorde-se que a este grupo de 2,5 milhões de pessoas ainda se juntaram mais de 300 mil pessoas, com mais de 50 anos, que terão recebido na primeira fase a vacina da Johnson, e cuja inoculação começou esta semana.

As fontes do DN asseguram que “o programa de vacinação continua a sobreviver com agendamentos caóticos e com grande incómodo para os mais idosos e até de perigo, face às condições atmosféricas, a que muitos estão sujeitos quando têm de esperar três ou mais horas para serem vacinados”, acrescentando: “Cada dia é um dia a menos e que a gestão que está a ser feita não tem sentido de urgência.”

Do lado dos profissionais de saúde, o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, confirma ao DN que houve, de facto, “um incremento no ritmo de vacinação desde há duas semanas porque os centros de vacinação passaram a estar abertos aos fins de semana e aos feriados”, mas, argumenta, “continua a haver sobreposição de doentes devido a falhas no agendamento central e local”.

Nuno Jacinto diz que esta situação se mantém desde o início do processo havendo “doentes que são chamados em sobreposição pelos serviços centrais e pelos serviços locais” e, agora, “como estamos com um esquema de casa aberta praticamente diário, com muitos utentes a recorrerem a este sistema, a vida de quem está nos centros de vacinação ainda é mais complicada”.

Além de que, “continuamos a ser os mesmos a desempenhar estas tarefas, os profissionais dos cuidados primários”, um alerta que já tinha feito, assegurando que é a actividade aos doentes não covid que fica prejudicada. No entanto, reconhece que, nestas duas semanas, “houve pessoal contratado directamente para este trabalho”.

O que se vê acontecer na região de Lisboa, utentes em espera duas, três ou mais horas, para serem vacinados, vê-se também em outros locais do país, embora numa dimensão menor, mas num caso ou noutro sem vislumbre de que tal venha a ser melhorado. Mas se quem está nos centros de vacinação, não tem mãos a medir, no Núcleo de Coordenação da Vacinação, agora liderado pelo médico militar, coronel Carlos Penha Gonçalves, passa-se o mesmo.

Militares reforçam Núcleo com mais quatro elementos

Segundo apurou o DN junto de fontes próximas deste grupo, neste momento os militares já tiveram de o reforçar com mais quatro elementos do seu pessoal, um já está em funções e as restantes chegam até ao final da próxima semana.

Neste momento, este grupo que deveria ter 16 elementos, metade do que tinha a Task Force, oito militares e oito do Ministério da Saúde (MS), embora este tivesse de começar a aumentar o número de técnicos para liberta os militares desta função, tem agora 12 militares e três civis colocados pelos MS, uma técnica do Infarmed, uma enfermeira da DGS e um técnico do SUCH, quando, reforçam, “este grupo deveria servir para fazer a transição para os serviços da Saúde”.

O DN ainda questionou ontem à tarde o MS sobre esta situação iria ser alterada com reforço de técnicos dos seus organismos, mas não obteve qualquer reposta até à hora de fecho desta edição.

Com a ameaça da nova variante, Ómicron, que parece ter um grau de transmissibilidade três vezes superior ao da Delta, e com a evolução da doença a atingir números só igualáveis ao mês de Fevereiro, a vacinação com a terceira dose torna-se ainda mais importante.

Diário de Notícias
Ana Mafalda Inácio, Valentina Marcelino
04 Dezembro 2021 — 07:00

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1354: Portugal regista mais 22 mortos e 5.649 novos casos de covid

– Estatísticas até hoje, Sábado:

04.12.2021 – 5.649 infectados – 22 mortos
03.12.2021 – 2.535 infectados – 21 mortos
02.12.2021 – 2.898 infectados – 13 mortos
01.12.2021 – 4.670 infectados – 17 mortos
30.11.2021 – 2.907 infectados – 11 mortos
29.11.2021 – 1.635 infectados – 13 mortos

Total da semana: 20.294 infectados – 97 mortos

– Hoje tive mesmo que ir à rua porque a minha placa externa de áudio pifou e preciso do equipamento para os meus trabalhos. Desloquei-me a uma loja de informática e fiquei estarrecido, embora nada admirado, com o comportamento dos acéfalos com que me ia cruzando pelo caminho. Os números de hoje, como os de ontem e os dos últimos dias, são frutos da falta de massa encefálica, neurónios, inteligência, civismo e, principalmente, cidadania. Nada a fazer neste contexto. Desisto dos avisos porque é o mesmo que esperar pela resposta de uma parede se lhe perguntarmos alguma coisa. Apenas há que redobrar cuidados com estes selvagens primatas que vagueiam pela selva social, fugir deles o mais rápido possível e para bem longe, a fim de safarmos e perseverarmos a nossa integridade pessoal. Este natal, mais um, para quem o costuma celebrar, vai ser como o do ano passado. Podem agradecer a todos os Walking Deads, negacionistas, acéfalos indigentes intelectualóides e restante choldra que se auto intitula de seres humanos.

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/INFECÇÕES/MORTES

Não existiam tantos novos casos de infecção desde 6 de Fevereiro e desde 10 de Março que não se registavam tantos mortos. Internamentos continuam a descer.

Novo centro de vacinação em Lisboa
© ANTòNIO COTRIM/LUSA

Portugal registou, em 24 horas, 5.649 novos casos de covid-19 e 22 mortes associadas à infecção por SARS-CoV-2, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Não existiam tantos novos casos de infecção desde 6 de Fevereiro. Nessa data havia 6.158 internadas, das quais 891 em UCI. E morreram 214 pessoas.

O relatório deste sábado (4 de Dezembro) indica que há agora 879 pessoas internadas, menos 23 do que no dia anterior. Ou seja, foi quebrado uma série de 27 dias de subida.

Quanto aos doentes em unidades de cuidados intensivos, há mais um que ontem, sendo agora de 130.

Desde 10 de Março que não se registavam tantos mortos como nas últimas 24 horas.

Neste momento, há mais 2.394 casos activos e mais 2.725 em vigilância e mais 3.233 pessoas recuperadas da doença.

A região do norte é que apresenta uma maior subida de casos, 1.775, e que regista mais óbitos, no caso sete. É seguida de perto por Lisboa e Vale do Tejo, com 1.669 novos casos de infecção e cinco mortos. A região do centro tem mais 1.474 novos casos de covid-19 e quatro mortos. O Algarve tem mais 383 e o Alentejo 140, sendo que em ambas regiões não há mortos a registar.

Na região autónoma da Madeira há mais 138 casos da doença e dois mortos e na dos Açores há 40, sem qualquer óbito.

Municípios do Algarve cancelam festejos de passagem de ano

Estes números surgem no dia em que os 16 municípios do Algarve decidiram em conjunto cancelar a realização de festas de passagem de ano por não estarem reunidas as condições para cumprir as medidas de contenção da covid-19, anunciou a Comunidade Inter-municipal do Algarve (AMAL).

Em comunicado, a AMAL adianta que a decisão “foi consensualizada em sede de reunião do conselho inter-municipal”, na sexta-feira, atendendo ao “contexto de pandemia que actualmente se vive e à recente evolução” epidemiológica.

“Mesmo que estas iniciativas fossem de realização ao ar livre, teriam que obedecer a um conjunto de orientações da DGS [Direcção-Geral da Saúde] que os autarcas afirmam não haver condições para serem cumpridas, uma vez que implicam uma grande concentração de pessoas”, lê-se na nota.

Alemanha. Incidência e mortes sobem

A incidência do novo coronavírus na Alemanha situa-se este sábado em 442,7 novas infecções por cada 100.000 habitantes em sete dias, subindo face a sexta-feira, e o número de mortos devido à doença aumentou para 378.

Segundo os dados do Instituto Robert Koch (RKI), actualizados esta madrugada, os números de hoje comparam com os 438,2 de sexta-feira, depois do pico de 452,4 na segunda-feira, mas a incidência é inferior à de 444,3 registada há uma semana.

O número de mortes aumentou, situando-se em 378 casos nas últimas 24 horas, o que representa una subida de 25% face aos 303 óbitos registados há uma semana.

A Alemanha registou 64.510 novas infecções nas últimas 24 horas, número inferior aos 67.125 registados há uma semana.

Portugal entrega à Guiné-Bissau mais 100 mil vacinas

Portugal entregou na sexta-feira às autoridades da Guiné-Bissau mais 100 mil vacinas da Astrazeneca contra a covid-19, informou hoje, em comunicado, a embaixada de Portugal, em Bissau.

“Portugal enviou para a Guiné-Bissau um novo lote de 100 mil vacinas contra a covid-19, acompanhadas do material necessário para viabilizar a sua administração, incluindo seringas e agulhas, que foram entregues pela Embaixada de Portugal às autoridades sanitárias guineenses”, pode ler-se no comunicado divulgada na página do Facebook da representação diplomática.

Portugal já ofereceu à Guiné-Bissau um total de 200 mil vacinas doadas no âmbito do compromisso político português de disponibilizar pelo menos 5% das suas vacinas aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste.

Diário de Notícias
DN/Lusa
04 Dezembro 2021 — 14:13

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