1772: DGS avisa que segunda dose de reforço pode prevenir hospitalização e morte

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/2ª. DOSE

A DGS já tinha anunciado na quinta-feira a vacinação dos maiores de 80 anos e dos residentes em lares, um processo que tem início na segunda-feira.

© Rita Chantre / Global Imagens

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) afirmou esta sexta-feira que a vacinação da população mais vulnerável com a segunda dose de reforço contra a covid-19 pode apresentar benefícios na prevenção de doença grave, hospitalização e morte.

Na norma da “Campanha de vacinação contra a covid-19”, esta sexta-feira actualizada e que recomenda a vacinação dos maiores de 80 anos e dos residentes em lares com a segunda dose de reforço, a DGS refere que o plano de vacinação “é dinâmico, evolutivo e adaptável à evolução do conhecimento científico, à situação epidemiológica, e à calendarização da chegada das vacinas” a Portugal”.

“Mais recentemente, a evidência científica tem vindo a sugerir que a vacinação com uma segunda dose de reforço pode apresentar benefício na prevenção de doença grave, hospitalização e morte, em determinados grupos populacionais mais vulneráveis como as pessoas com 80 ou mais anos de idade, sobretudo em situações de maior incidência de casos de infecção por SARS-CoV-2”, refere no documento.

A DGS já tinha anunciado na quinta-feira a vacinação dos maiores de 80 anos e dos residentes em lares, um processo que tem início na segunda-feira.

A população elegível é de cerca de 750 mil pessoas, que devem ser vacinadas com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infecção por SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.

Segundo a norma hoje publicada, “o segundo reforço deve ser, preferencialmente, da mesma marca do primeiro reforço” da vacina de mRNA (Pfizer ou Moderna).

Também são elegíveis para receber uma dose adicional da vacina contra a covid-19 os maiores de 12 anos com condições de imunossupressão, como transplantados, infecção por VIH (com contagem de linfócitos T-CD4+ <200/µL) e doentes oncológicos em tratamento.

A DGS refere na norma que a vacinação de pessoas com imunossupressão deve ser efectuada sob orientação e prescrição do médico da especialidade, indicando a data a partir da qual ou período em que deve ser administrada a dose adicional.

“Caso uma pessoa esteja elegível simultaneamente para vacinação com uma dose adicional e uma dose de reforço, deve ser vacinada com dose adicional”, aconselha a autoridade de saúde.

A Comissão Técnica de Vacinação Contra a Covid-19 (CTVC) da DGS recomendou esta toma da segunda dose de reforço, com o “objectivo de melhorar a protecção da população mais vulnerável, face ao actual aumento da incidência de casos em Portugal”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Maio 2022 — 16:31


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1769: Pessoas com 80 ou mais anos e residentes em lares vão receber segunda dose de reforço

SAÚDE PÚBLICA/PANDEMIA/COVID-19/IDOSOS

A vacinação nos lares vai iniciar-se já na segunda-feira, enquanto as pessoas com 80 ou mais anos vão começar a ser vacinadas durante a próxima semana, nos centros de vacinação ou nos centros de saúde.

As pessoas com 80 ou mais anos e os residentes em Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI) vão ser vacinadas com a segunda dose de reforço de um imunizante contra a covid-19.

A vacinação nos lares vai iniciar-se já na segunda-feira, enquanto as pessoas com 80 ou mais anos vão começar a ser vacinadas durante a próxima semana, nos centros de vacinação ou nos centros de saúde, após serem convocadas por agendamento local, através de SMS ou chamada telefónica, como já aconteceu noutras fases da vacinação.

“A população elegível é de cerca de 750 mil pessoas, que devem ser vacinadas com um intervalo mínimo de 4 meses após a última dose ou após um diagnóstico de infecção por SARS-CoV-2, ou seja, este reforço abrange também as pessoas que recuperaram da infecção”, indica o comunicado enviado esta quinta-feira pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) às redacções.

Trata-se de uma antecipação de uma medida já prevista pelo governo, uma vez que a ministra da Saúde, Marta Temido, tinha anunciado no início deste mês que as pessoas com mais de 80 anos iam receber um novo reforço da vacina contra a covid-19 a partir do final de Agosto ou início de Setembro e que estava também a ser equacionado para as pessoas entre 60 e 80 anos. O objectivo, explica a DGS, é “melhorar a protecção da população mais vulnerável, face ao actual aumento da incidência de casos de covid-19 em Portugal”.

Paralelamente, passam a ser elegíveis para receber uma dose adicional de vacina contra a covid-19 as crianças e jovens entre os 12 e 15 anos com condições de imunossupressão, na sequência de um parecer favorável da Comissão Técnica de Vacinação Contra a COVID-19 (CTVC). Os jovens com estas condições serão vacinados de acordo com orientação e prescrição médica.

Na terça-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu que a quarta dose devia ser administrada apenas em idosos ou pessoas com o sistema imunitário fragilizado, reiterando como prioritária a vacinação primária a nível global. “Não há dados específicos que justifiquem recomendar a quarta dose de forma mais generalizada”, adiantou a cientista chefe da organização, Soumya Swaminathan, numa conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia da covid-19 no mundo.

Diário de Notícias
DN
12 Maio 2022 — 20:48


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