O que fazer perante alforrecas – conselhos da Autoridade Marítima

 
Autoridade Marítima Nacional emitiu um alerta à população sobre o que fazer em caso de contacto com alforrecas e caravelas-portuguesas. Há diferenças no tratamento dos venenos de cada uma.

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A nota da Autoridade Marítima Nacional (AMN), emitida esta sexta-feira, começa por explicar as diferenças entre ambos os seres.

As águas-vivas, também conhecidas como medusas ou alforrecas, “são animais gelatinosos que vivem no mar, na coluna de água ou à superfície, e podem ter diferentes tamanhos, formas e cores“.

Os tentáculos destes animais libertam “um líquido, potencialmente urticante e perigoso” que serve para paralisar pequenos animais, dos quais se alimentam, ou como mecanismo de defesa.

Assim, “o contacto com uma água-viva pode produzir irritação na pele e até queimaduras ou outras reacções graves e prejudiciais“.

a caravela-portuguesa vive na superfície do mar e tem um “flutuador cilíndrico, azul-arroxeado, cheio de gás. Os seus tentáculos podem atingir 30 m e o seu veneno é muito perigoso“, alerta a AMN.

“Quando o banhista avistar este tipo de animal deve afastar-se, evitando o contacto. Se sentir uma picada, deve sair rapidamente da água, dirigindo-se de imediato ao nadador-salvador“.

A Autoridade Marítima acrescenta que a picada da caravela-portuguesa provoca “dor forte e sensação de queimadura (calor/ardor) no local e ainda irritação, vermelhidão, inchaço e comichão”.

Em pessoas mais sensíveis pode também provocar “falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios“. Nestes casos, a vítima deve ser encaminhada “de imediato para serviço de urgência“.

Contacto com águas-vivas, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Se possível, aplique bicarbonato de sódio misturado em partes iguais com água do mar;

– Aplicar frio (água do mar gelada ou bolsas de gelo) no local atingido para aliviar a dor (o gelo não pode ser aplicado directamente na pele, deve ser enrolado num pano);

– Tomar um analgésico para aliviar a dor;

– Aplicar uma camada fina de pomada própria para queimaduras.

Contacto com caravela-portuguesa, o que fazer:

– Não esfregar ou coçar a zona atingida para não espalhar o veneno;

– Não usar água doce, álcool ou amónia;

– Não colocar ligaduras;

– Lavar com cuidado com a própria água do mar;

– Retirar com cuidado os tentáculos da água viva (caso tenham ficado agarrados à pele) utilizando luvas, uma pinça de plástico e soro fisiológico ou água do mar;

– Aplicar vinagre no local atingido;

– Aplicar bandas quentes ou água quente para aliviar a dor;

– Consultar assistência médica o mais rapidamente possível.

MSN notícias

247: Dieta mediterrânica? Sim mas só para quem ganha 1400 euros

 

A dieta mediterrânica, pelo alto teor de legumes, fruta, peixe e azeite, típico da cozinha de países como a Grécia e Itália, tem sido ao longo dos anos matéria de investigações que comprovam os seus benefícios para a saúde. No entanto, parece que este estilo de vida não é para todas as carteiras.

© Fornecido por Dinheiro Vivo

Um estudo, conduzido pelo Instituto Neurológico Mediterrânico, do Neuromed, analisou uma amostra de 18 mil indivíduos e comprovou, pela primeira vez, que a dieta mediterrânica tinha um impacto mais positivo, nomeadamente numa redução do risco de doenças cardiovasculares para 15%, das pessoas mais ricas e com maiores níveis de educação. Isto porque, foram estas as pessoas que optaram por alimentos mais ricos em antioxidantes e polifenóis e com menos índices de pesticidas, que são os mais caros.

Segundo o The Telegraph, para aderir à cozinha mediterrânica e optar por privilegiar os melhores produtos no mercado, uma família teria de ganhar cerca de 39,000 euros por ano (o que corresponde a um salário médio mensal de 1392 euros por elemento do casal, dividindo o valor anual por 14). Segundo dados do INE, os rendimentos médios anuais, em Portugal, são de 10 562 euros, e em Itália, local onde esta investigação decorreu, cerca de 20 mil euros. Estes números indicam que uma família de classe média em Portugal e em Itália não terá possibilidades de suportar os gastos destes alimentos. O médico Giovanni Caetano, director do instituto, afirma que os resultados permitem uma visão clara sobre o cenário socioeconómico actual na Europa e que transmitem a mensagem de que uma vida mais saudável, rica em nutrientes, não é para todos.

Dinheiro Vivo
04/08/2017

 

245: DDE, o contaminante presente em alimentos ricos em gordura que pode causar diabetes e obesidade

 

Investigadores do Porto comprovaram que um dos contaminantes presentes em alimentos ricos em gordura pode levar os indivíduos a desenvolverem obesidade, inflamação, diabetes e hipertensão, mesmo quando utilizado em quantidades consideradas seguras pelas entidades europeias de segurança alimentar.

O contaminante em causa, designado DDE, deriva do pesticida DDT, utilizado para matar o mosquito da malária, cujo uso foi proibido na Europa e nos Estados Unidos entre os anos 70 e os anos 80, segundo um comunicado do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS) do Porto, instituição responsável pelo estudo.

Apesar de já não serem utilizados, esses poluentes – conhecidos por poluentes orgânicos persistentes (POPs) -, persistem no solo e na água, contaminando os alimentos que são hoje produzidos e consumidos e afetando, sobretudo, os alimentos ricos em gordura, como as carnes vermelhas, os laticínios e os peixes gordos”.

Depois de ingeridos, têm uma ação similar a algumas das hormonas que o corpo humano produz naturalmente, alterando o equilíbrio hormonal e criando um maior risco de desenvolvimento de obesidade e de outros problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, entre outros”, lê-se no comunicado.

Esta investigação, realizada com animais, é o segundo estudo de um projeto que tem vindo a ser desenvolvido pelo CINTESIS desde 2010, em colaboração outros parceiros da área da ciência, com o objetivo de avaliar o risco para a saúde humana associado à exposição a contaminantes que persistem no ambiente.

Para saber quais os contaminantes que estão presentes nos humanos, a equipa realizou um primeiro estudo, entre 2010 e 2011, com amostras de tecido adiposo e sangue de indivíduos obesos que foram sujeitos a cirurgia bariátrica no Hospital de São João, do Porto.

Nessa amostra humana, foi possível “confirmar a presença dos contaminantes, mesmo daqueles cujo uso foi já há algumas décadas proibido em Portugal, como é o caso do insecticida DDT”, bem como “diversos problemas metabólicos”, explicou à Lusa o investigador do CINTESIS Diogo Pestana.

Esses dados, segundo indicou, levaram a concluir que existe uma associação entre a desregulação metabólica e a presença de poluentes no tecido adiposo (gordura), no entanto, só foi possível comprovar a relação no estudo com modelo animal, no qual participou a Universidade de Cambridge, do Reino Unido.

Os resultados do segundo estudo revelaram que os ratos submetidos à ingestão de contaminantes apresentaram maiores índices de hipertensão, diabetes, inflamação e dislipidemia, quando comparados com os ratos não sujeitos à ingestão de DDE.

Apesar de ser um resultado mais evidente nos ratos sujeitos a uma dieta obesogénica (que induz à obesidade), este padrão de agravamento observou-se também nos ratos que fizeram uma alimentação normal.

A líder da equipa de investigação em nutrição do CINTESIS, Conceição Calhau, defende que é necessário haver maior regulação política e literacia sobre nutrição, visto que, atualmente, não é possível definir recomendações precisas sobre padrões de consumo ideais, tendo em conta níveis de contaminação, devido à escassez de dados.

Os poluentes orgânicos persistentes “não são significativamente eliminados do nosso organismo, acumulando-se ao longo dos anos”, referiu, acrescentando que estes “provêm de uma grande diversidade de fontes, o que faz com que estejamos constantemente expostos à sua ação, por via oral, inalada e transdérmica [através da pele]”.

Sapo24
04/08/2017

 

244: Se pertencer a um destes grupos de pessoas, jamais coma gengibre!

 

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.Alguns dos seus benefícios:- Melhorar a digestão- Tratar de doenças respiratórias

O gengibre é um alimento poderosíssimo na hora de combater diversas doenças.

Ele tem várias propriedades terapêuticas e seu uso medicinal é milenar.

Alguns dos seus benefícios:

– Melhorar a digestão

– Tratar de doenças respiratórias

– Combater inflamações

– Atua como analgésico natural
 
- Fortalecer o sistema imunológico

– Prevenir câncer

A lista de benefícios é extensa, não para por aqui.

Mas é preciso saber que há pessoas que devem evitar essa raiz, pois ela piora alguns problemas de saúde.

Saiba em que casos você deve evitar o consumo de gengibre:

1. Pessoas que têm problemas de coagulação do sangue

O gengibre facilita a fluxo de sangue, o que seria um problema para quem tem distúrbios hemorrágicos.

2. Diabéticos

O gengibre ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue.

O problema é que se você já toma remédios controlados para equilibrar o açúcar no sangue – estamos falando de medicamentos como metformina ou similar -, o gengibre pode causar hipoglicemia.

Portanto, se você é diabético e consome medicamentos para controlar a doença, é preciso procurar um médico antes de consumir a raiz.

3. Pessoas hipertensas

Remédios para hipertensão e gengibre não combinam, pois a frequência cardíaca pode diminuir.

Portanto, se você consome remédios, como Norvasc, Cardizem ou qualquer outro do gênero, fuja da raiz de gengibre.

Além disso, em algumas pessoas, o gengibre eleva a pressão.

4. Pessoas com cálculos biliares

O gengibre aumenta a produção de bílis, o que exige maior esforço para a vesícula biliar.

Com isso, o cálculo biliar é levado a se alojar nos condutores que transportam a bílis, causando muita dor no paciente.

Se isso ocorrer, a cirurgia de emergência poderá ser a única solução.

Por outro lado, na medicina chinesa, encontramos recomendações de consumo de gengibre para cálculos biliares.

Então, o que fazer?

Já que existe essa contradição, se você tiver pedras na vesícula, é melhor evitar o gengibre.

E isso pode ser ainda pior se o paciente toma remédios químicos, pois o gengibre interfere no efeito das drogas farmacêuticas.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Fonte: www.curapelanatureza.com.br

242: Aspirina aumenta risco de hemorragia acima dos 75 anos

 

Estudo publicado na revista Lancet avaliou risco em doentes daquela faixa etária que tomam aquele medicamento diariamente para prevenir acidentes cardiovasculares

A toma diária de aspirina aumenta o risco de hemorragias no estômago em pessoas com mais de 75 anos, concluiu um estudo que foi realizado por médicos e investigadores ingleses, da Universidade de Oxford, e que é noticiado pela BBC News.

No estudo, que foi publicado na revista Lancet, os autores sugerem que aquele risco acrescido de hemorragia, verificado naquela faixa etária mais idosa, pode ser prevenida com a associação de medicamentos protetores do estômago, mas alertam que quaisquer decisões só podem ser tomadas pelos médicos, que os doentes devem consultar em caso de dúvida.

A toma diária de aspirina é muitas vezes prescrita pelos médicos depois de um doente ter tido um ACV ou um ataque cardíaco, porque isso ajuda a prevenir novos episódios do foro cardiovascular. Os autores do estudo sublinham, de resto, que as vantagens dessa medida superam largamente os riscos.

Anteriores estudos tinham determinado que abaixo dos 75 anos, o risco de hemorragia estomacal associado à toma diária de aspirina é muito baixo, mas para a faixa etária acima dos 75 anos esse risco ainda não tinha sido avaliado. E com o aumento da idade dos doentes com problemas cardiovasculares, a equipa liderada por Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, considerou que era importante fazer esse estudo.

A conclusão mostra que aquele risco aumenta com a idade e aponta a necessidade de associação medicamentosa para solucionar o problema, o que, sublinha a equipa, só pode ser avaliado e decidido pelo médico.

Diário de Notícias
14 DE JUNHO DE 2017 | 10:40
DN

240: Doze super-bactérias ameaçam a humanidade

 

Laboratório [Foto: Reuters]

Organização Mundial da Saúde publica lista e insta o mundo a criar novos medicamentos para combater agentes patogénicos que resistem aos antibióticos e que ameaçam levar a uma explosão de doenças incuráveis

A Organização Mundial da Saúde (OMS) instou esta segunda-feira o mundo a criar novos medicamentos para combater 12 super-bactérias que resistem aos antibióticos e que ameaçam levar a uma explosão de doenças incuráveis.

Os agentes patogénicos “prioritários”, de acordo com a lista da OMS, incluem germes que causam infecções mortais na corrente sanguínea, nos pulmões, cérebro ou aparelho urinário, e que não respondem a uma cada vez maior lista de medicamentos.

A resistência aos antibióticos está a crescer e estamos a ficar sem opções de tratamento”, afirmou Marie-Paule Kieny, directora-geral-adjunta da OMS e que publicou a lista, no topo da qual aparecem as ‘Acinetobacter baumannii’, um grupo de bactérias que provoca patologias diversas, que vão desde a pneumonia até infecções em feridas.

A responsável alertou que se funcionar apenas a lei do mercado os novos antibióticos não serão desenvolvidos a tempo, pelo que é necessário que os governos criem políticas para aumentar o financiamento público e privado na investigação de novos medicamentos.

A OMS já tinha advertido que se nada for feito numa era pós-antibiótico as infecções comuns ou pequenos ferimentos podem transformar-se em assassinos, considerando, em comunicado, que as bactérias podem desenvolver resistência aos fármacos quando as pessoas tomam doses incorrectas de antibióticos, e que estirpes resistentes podem ser contraídas directamente de animais, da água, do ar ou de outras pessoas.

Os germes da lista da OMS, que é dividida em três categorias e que inclui entre as bactérias mais preocupantes a “salmonella” e a “Staphylococcus aureus“, foram escolhidos com base na gravidade das infecções que causam, na facilidade com que se propagam, no número de fármacos em uso e nos novos antibióticos que estão a ser estudados.

Uma das prioridades são super-bactérias resistentes a antibióticos que estão muitas vezes em hospitais, clínicas e entre pacientes que dependem de ventiladores e cateteres.

Na lista estão também bactérias resistentes aos medicamentos e que causam doenças “mais comuns” como gonorreia ou intoxicação alimentar induzida por salmonela.

A lista será discutida com especialistas em saúde do grupo dos G20 (maiores economias mundiais), esta semana em Berlim.

TVI24
2017-02-27 18:49 / AR/PD

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