219: Protectores biológicos não tapam o sol com a peneira

 

Informação à Imprensa

Julho de 2015

logo_brioUm verão protegido de químicos e raios ultravioleta

Os raios UV não são a única preocupação a ter em conta nesta época balnear. A pensar na saúde da pele e na protecção do ambiente, os supermercados Brio destacam os protectores solares biológicos sem substâncias químicas perigosas.

“Todos sabemos quais são os perigos da exposição prolongada ao sol se não usarmos protector solar, mas poucos conhecem os perigos que os químicos presentes nestes protectores habituais provocam na nossa saúde, bem como no ambiente. Além de puderem causar alergias e danos nas células, os seus ingredientes poluem a água do mar com resíduos deixados pelo creme”, afirma Mariana Carvalho, responsável de marketing dos supermercados Brio.

Sem corantes, filtros químicos sintéticos, nem parabenos, os solares biológicos são feitos à base de filtros de minerais sem nano partículas e de plantas colhidas e cultivadas de forma responsável e sustentável. Óleo de coco, óleo de girassol, aloé vera e chá verde são alguns dos ingredientes biológicos usados para reforçar a acção protectora dos filtros não poluentes.

Todos os protectores têm uma acção de largo espectro UV-A (radiação que ocorre durante todo o ano) e UV-B (radiação que ocorre no verão), não deixam a pele branca e são igualmente resistentes à água. Mariana Carvalho explica que “ter uma alimentação saudável, de preferência rica em frutas e legumes biológicos, e usar um protector solar biológico eficaz é a combinação perfeita para um bronzeado 100% natural. Com os protectores bio pode aproveitar o calor do verão enquanto protege a sua pele e respeita a natureza”.

Mais Informações www.brio.pt # www.facebook.com/BRIObiologico

Assessoria de Imprensa
Sara Cardoso
T: 967 758 844
E: sara.cardoso@adagietto.pt

Vanessa Osório
T: 961509222
E: vanessa.osorio@adagietto.pt

Brio – Supermercados Biológicos

Criado em 2008, o Brio é uma rede de supermercados 100 % biológicos que pretende fomentar um estilo de vida saudável e sustentável através da alimentação à base de produtos biológicos e da utilização de produtos ecológicos no dia a dia. Com lojas em Campo de Ourique, Carnaxide, Chiado, Estoril e Picoas, o Brio procura proporcionar experiências, fornecer informação e incentivar o consumo de produtos biológicos em Portugal, alertando para a importância da preservação dos recursos naturais e respeitando o funcionamento dos ecossistemas.

O Brio integra o The Edge Group, que detém uma participação de 80%.

O The Edge Group é um conjunto de holdings de investimentos e capital de risco, lideradas por José Luís Pinto Basto, focadas em projectos imobiliários e no desenvolvimento de actividades complementares a estes, através do investimento em empresas que geram elevados resultados, mas sempre dentro da filosofia ‘triple bottom line’, ou seja, que atingem o equilíbrio óptimo entre a sustentabilidade económica, social e ambiental.

www.theedgegroup.com

117: Localização das praias favorece águas-vivas e caravelas

 

Açores

O biólogo da Universidade dos Açores João Pedro Barreiros diz que a localização da maioria das praias açorianas na costa sul das ilhas favorece a concentração de águas-vivas e caravelas-portuguesas em zonas balneares do arquipélago.

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“A maior parte das zonas balneares dos Açores ficam na costa sul das ilhas, os últimos ventos fortes foram do quadrante sul e muitas águas-vivas e caravelas-portuguesas foram levadas para perto da costa nas zonas sul das ilhas e portanto ficaram em baías onde estão as zonas balneares. Como não tem havido temporais, como não tem havido ondulação que as remova, acabam por ficar e as pessoas contactam com elas”, explica o biólogo.

No entanto, João Pedro Barreiros faz questão de explicar que “este ‘boom'” de águas-vivas (alforrecas) e caravelas-portuguesas (colónias de animais com longos tentáculos que libertam toxinas e são muitas vezes confundidas com alforrecas) ocorre todos os anos e está associado ao aumento do fotoperíodo, o aumento de horas de luz a partir de Março.

“Isso faz com que aumente a fotossíntese no mar e isso acontece ao nível de pequenos organismos fotossintéticos que geram milhões de toneladas de biomassa que, por sua vez, vão criar condições favoráveis para o aparecimento de zooplâncton, ou seja, de micro animais e larvas de animal. Isso despoleta o aparecimento de predadores e as águas-vivas e caravelas são predadores de plâncton e aparecem em grande quantidade porque há muita comida disponível”, sublinhou.

In Diário de Notícias online
17/07/2013
por Lusa, texto publicado por Paula Mourato

116: Levantada interdição de banhos nas praias de Lisboa

 

Irritação cutânea

Fotografia © Carlos Santos/Global Imagens

Fotografia © Carlos Santos/Global Imagens

A Agência Portuguesa de Ambiente (APA) levantou hoje a interdição de banhos nas praias de Santo Amaro de Oeiras, Carcavelos, Torre e São João da Caparica, que tinha sido decidida depois de relatos de casos de irritação cutânea.

O levantamento da interdição foi decidido por não ter sido detectada uma relação causal entre a presença de micro-algas e as situações de irritação cutânea que foram registadas em várias praias.

Em conferência de imprensa, o presidente da APA, Nuno Lacasta, garantiu que não há contaminação das águas da Grande Lisboa e adiantou que estão a ser recolhidas amostras em várias praias, como Carcavelos, Santo Amaro, Torre, São João e CDS/São João da Caparica.

A prática de banhos pode assim ser retomada ainda que ao abrigo de medidas de protecção, recomendando a lavagem com água doce para as populações mais vulneráveis, como crianças e pessoas com alergias.

In Diário de Notícias online
15/07/2013
por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca

115: Banhos desaconselhados em 4 praias da área de Lisboa

 

Agência do Ambiente

A Agência Portuguesa do Ambiente desaconselhou a prática de banhos nas praias de Santo Amaro de Oeiras, Carcavelos, Torre e São João da Caparica durante o dia de hoje, principalmente por parte de crianças e pessoas com mais sensibilidade.

Numa nota enviada às redacções, a APA explica que a medida preventiva tem como alvo aquelas quatro praias da Área Metropolitana de Lisboa e surge depois de “relatos pontuais de comichão na pele, por parte de banhistas, após contacto com a água do mar” nas praias de Santo Amaro de Oeiras e São João da Caparica.

“Relatos (…) que indicam podermos estar perante casos semelhantes aos registados nas praias de Carcavelos e da Torre”, o que faz a APA manter para segunda-feira, dia 15, “as medidas preventivas adoptadas para as praias da área Metropolitana de Lisboa”.

“Assim, é desaconselhada a prática de banhos nas quatro praias mencionadas, especialmente por parte de crianças e pessoas com maior sensibilidade, devendo ser consultados os nadadores salvadores, nas restantes praias, em particular para comunicação de eventuais ocorrências”, diz a APA.

A Agência Portuguesa do Ambiente adianta que se trata de medidas preventivas, “prevendo-se para breve a normalização da situação”, já que está a ser feita uma monitorização “de forma permanente” e articulada com as respectivas autarquias e a Autoridade Marítima.

Acrescenta ainda que durante o dia de segunda-feira poderão ser conhecidos os resultados das análises laboratoriais que irão permitam identificar a origem destas ocorrências.

Fonte da Capitania de Lisboa disse hoje à Lusa que tinham surgido dois novos casos de alergias nas praias de São João e do CDS, na Costa de Caparica.

Assim que foram conhecidos os dois casos, foram içadas as bandeiras amarelas e os nadadores-salvadores foram informados de que deveriam avisar as pessoas que pretendessem entrar na água.

A mesma fonte disse ainda que em relação aos casos registados na semana passada nas praias da linha de Cascais, os resultados laboratoriais mostraram que havia “uma concentração de micro-algas que aumentou mas estavam mortas”.

In Diário de Notícias online
15/07/2013
por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador

Praia de Santo Amaro de Oeiras

Praia de Santo Amaro de Oeiras

Praia da Torre - Oeiras

Praia da Torre – Oeiras

Praia de Carcavelos

Praia de Carcavelos

Praia de São João da Caparica

Praia de São João da Caparica

Mais resultados de análises à água de Carcavelos previstos para hoje

 

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) conta ter hoje ao final do dia mais resultados das análises feitas à água da praia de Carcavelos, Cascais, onde os banhos estão desaconselhados desde quarta-feira, disse à Lusa fonte da instituição.

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A praia de Carcavelos foi interditada a banhos na quarta-feira à tarde, depois de vários banhistas terem apresentado «queixas de prurido» após saírem do mar.

No mesmo dia, a Polícia Marítima levantou a interdição a banhos na praia naquela praia do concelho de Cascais. No entanto, desde então desaconselhou a entrada no mar a pessoas «mais sensíveis».

In Diário Digital online
12/07/2013 | 12:18
Diário Digital / Lusa

113: Duas praias da Costa da Caparica podem ter águas contaminadas

 
foto Paulo Spranger/Global Imagens

foto Paulo Spranger/Global Imagens

Suspeita-se que as águas de duas praias da Costa da Caparica possam estar contaminadas. Os banhistas estão a ser aconselhados a não entrar no mar, depois de terem sido detectados dois casos de alergia.

As águas de das praias da Costa da Caparica, CDS e São João, ambas em Almada, Lisboa, podem estar contaminadas. Dois banhistas foram vítimas de alergias, ao longo do corpo.

“Durante o dia de hoje, surgiram dois novos casos de alergias nas praias de São João e do CDS”, contou à agência de notícias Lusa o comandante da Capitania de Lisboa, Cruz Gomes. Um dos jovens afectado tinha “80% do corpo com sintomas de alergia” o que o obrigou a ir ao hospital, acrescentou.

Assim que foram conhecidos os dois casos, foram içadas as bandeiras amarelas e os nadadores-salvadores foram informados de que deveriam avisar as pessoas que pretendessem entrar na água.

Os resultados da água das praias da Costa ainda não são conhecidas, mas as pessoas “estão a ser aconselhadas a não tomar banho”.

Em relação aos casos registados na semana passada nas praias da linha de Cascais, os resultados mostraram que havia “uma concentração de micro-algas que aumentou mas, estavam mortas”, explicou o Comandante, recordando que o problema da água atingiu 50 pessoas em Carcavelos, cinco da praia da Torre e duas ou três de São Amaro de Oeiras.

De acordo com especialistas, o aparecimento das micro-algas poderá estar relacionado com o aumento da temperatura.

In Jornal de Notícias online
14/07/2013 | 18:13

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