222: Eis o método para acalmar um bebé que está a chorar

 

Pediatra partilha o método que utiliza para acalmar os bebés que não param de chorar.

O chorar incessante de um bebé pode dar cabo do humor de qualquer pessoa e destruir a auto-estima de qualquer pai ‘de fresco’.

Mas há boas notícias para quem tem bebés que choram muito. O pediatra Robert Hamilton, que lida com bebés chorões todo o dia e todos os dias, descobriu um método de segurar os bebés que é capaz de os acalmar quase imediatamente.

O método chama-se ‘the hold’, que se refere à forma como os segura, mas a Internet já lhe pôs o nomes de ‘baby twerking’.

Como mostra neste vídeo acima, o Dr. Hamilton pega no bebé de barriga para baixo, cruza os braços do bebé sobre o pescoço, segura-lhe no queixo com uma mão e com a outra abana um pouco o rabinho do bebé.

Notícias ao Minuto
02/12/2015
POR Notícias Ao Minuto

174: Relógio inteligente para os mais velhos

 

O Tempo, é um novo relógio dedicado aos mais velhos, que monitoriza os hábitos diários e informa os familiares quando algo está errado, avança o Tech Tudo.

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Tech Tudo

Um relógio inteligente especialmente para idosos, que monitoriza os hábitos diários do utilizador e informa os parentes quando algo parece estar errado, noticia o Tech Tudo.

Este relógio ajuda a identificar problemas de saúde, como Alzheimer ou depressão, assim que os primeiros sintomas aparecem.

Esta funciona com sensores que rastreiam o movimento do utilizador pela casa e regista o tempo despendido em todas as actividades. Os dados são então transmitidos para um centro de comunicações que os analisa e envia notificações para o telemóvel ou computador do parente.

In Notícias ao Minuto online
22:45 – 15 de Agosto de 2014
Por Notícias Ao Minuto

152: Internet: Plataforma permite utentes comunicarem com médicos online

 

Uma empresa portuguesa lançou este mês uma plataforma online que permite colocar perguntas a médicos ou esclarecer dúvidas por videochamada, tendo de momento mais de 300 clínicos que aderiram de forma voluntária.

nm31052014A ideia deste site, que estreou a 19 de maio e já conta com mais de 100 questões colocadas por doentes, surgiu com a constatação de que os portugueses têm uma grande tendência de ir procurar informações de saúde na Internet.

“Nem sempre é o sítio indicado para procurar informações de saúde. Quando as pessoas querem ter informação fidedigna e útil têm de falar directamente com o médico”, justifica Miguel Castro, empresário responsável pelo site http://www.doctorhome.pt.

Aproveitando as novas tecnologias, a plataforma pretende facilitar o contacto com os médicos, tornando-o mais ágil e directo: “O que pretendemos é evitar que procurem informação na Internet de forma desregrada, que vão à Internet mas ao sítio certo, falando com o seu médico”.

Miguel Castro salienta que este site não está dirigido para questões urgentes de saúde, lembrando que, perante uma urgência, um doente deve dirigir-se ao hospital ou contactar a linha saúde 24.

Apesar disso, a plataforma estabelece um prazo de 72 horas para os médicos responderem às perguntas deixadas pelos doentes, de forma a responder às expectativas dos utilizadores e permitir que o fluxo de questões funciona.

A entrada no site é gratuita e o utilizador pode escolher o médico que mais lhe convém, procurando por critérios de pesquisa como a especialidade ou a localidade.

“Quando encontram o médico que consideram adequado podem entrar em contacto ou através de uma pergunta ou de uma videochamada, que pode ser muito útil para os portugueses emigrados. Pode também marcar-se consulta presencial ou marcar visita no domicílio”, explica o responsável da plataforma.

O valor cobrado por cada serviço é definido pelo médico que é a quem cabe passar a respectiva factura. Os pagamentos podem ser feitos por transferência bancária, através de referência multibanco ou por cartão de crédito.

Miguel Castro acredita que a maioria dos médicos está disponível para responder de forma gratuita às perguntas ou então cobrar um “valor simbólico” (entre um ou dois euros) que funcione como uma espécie de triagem de perguntas efectivamente genuínas.

Actualmente a plataforma tem 325 médicos distribuídos por 49 especialidades, que vão desde a medicina geral e familiar, à cardiologia, pediatria, urologia e também estomatologia e medicina dentária.

A adesão dos médicos a esta plataforma é voluntária, mas o seu registo tem de ser sujeito a validação, que passa por comprovar o registo na Ordem dos Médicos.

A partir do momento em que o clínico é admitido, passa a ser um perfil público, onde constam as suas habilitações, área profissional, idade, anos de carreira e outros elementos, como fotografia.

Para interagirem com os doentes ou marcarem consultas, os médicos têm de subscrever um plano profissional, que custa 190 euros numa adesão anual. Por cada consulta ou serviço que cobrem, a empresa retém uma percentagem para si.

Miguel Castro reconhece que este “produto inovador” é dirigido a uma classe “altamente conservadora” como a dos médicos, mas considera que a plataforma vem “preencher um nicho de mercado e resolver um problema evidente”, que é a busca de informação pouco fidedigna na Internet.

“Nós não fazemos consultas online. O que fazemos é facilitar o contacto entre o médico e o utente”, refere, lembrando que cabe aos profissionais de saúde de que forma encaminham o contacto com os doentes.

Actualmente, segundo Miguel Castro, a média de idades dos médicos aderentes ronda os 50 anos.

In Notícias ao Minuto online
11:50 – 31 de Maio de 2014 | Por Lusa

141: Fátima: Misericórdia dá aparelhos GPS para doentes com Alzheimer

 

A Misericórdia Fátima-Ourém disponibiliza, a partir de Abril, 20 aparelhos de localização “GPS” para doentes de Alzheimer, no sentido de possibilitar a sua localização em caso de desorientação espacial, disse à agência Lusa a psicóloga da instituição.

nm28032014“Sentimos da parte dos cuidadores alguma dificuldade em termos de deambulação e da desorientação espacial dos doentes de Alzheimer”, explicou Diana Silva.

A psicóloga adiantou que os equipamentos, que incluem um cartão de telemóvel, têm o tamanho dos dispositivos “bip” e podem ser usados numa pulseira, num colar ou colocado numa bolsa para o doente trazer à cintura.

“O cuidador ou a pessoa responsável, sempre que necessitar, fará, através de um telemóvel, uma chamada para aquele localizador e receberá uma mensagem com um mapa — se for um sistema ‘smartphone’ — ou, então, com um ‘link’ para ir à Internet, de um mapa onde o utente está”, afirmou a psicóloga.

Diana Silva destacou, ainda, que o “localizador também permite ao utente, em caso de necessidade, activar o sistema com um pedido de SOS que o cuidador recebe no seu telemóvel”.

Notando que se trata de “um sistema inovador no concelho” e desconhecendo a eventual existência de outras entidades que promovam um projecto idêntico, a responsável referiu que a Santa Casa vai disponibilizar gratuitamente os dispositivos, com um custo unitário de 150 euros.

“As famílias com doentes de Alzheimer já acarretam custos na doença muito elevados e mais esta despesa seria insuportável”, justificou, observando que a única despesa que terão é na aquisição de um cartão de telemóvel, de qualquer operadora, de qualquer tarifário, sendo que o custo é, apenas, o da mensagem emitida pelo cuidador ou pelo utente.

Este projecto, desenvolvido no Gabinete de Apoio ao Familiar e Doente de Alzheimer da Misericórdia de Fátima-Ourém, sediada em Fátima, no distrito de Santarém, que apoia cerca de 30 pessoas, entre cuidadores e doentes, vai chegar a todo o concelho.

“Nem todos os doentes que seguimos aqui necessitam da instalação do aparelho porque não têm por hábito sair ou não estão na fase inicial da doença, onde o sintoma da desorientação é recorrente”, esclareceu, adiantando: “Ao nível do concelho tivemos vários pedidos e pretendemos fazer vários protocolos com outras instituições particulares de solidariedade para que elas próprias possam, nos doentes das suas freguesias, gerir isto”.

A aquisição dos dispositivos foi possível com o financiamento de 28 mil euros do programa “BPI Seniores 2013”, que permitiu, também, a aquisição de um software de reabilitação cognitiva.

“Aqui, no gabinete, já fazemos a reabilitação cognitiva dos utentes, através de exercícios de memória, de linguagem, de atenção”, esclareceu, realçando que há, agora, a possibilidade dos exercícios serem realizados na casa dos utentes, bastando ter um computador e uma ligação à Internet.

Ainda no âmbito do mesmo financiamento, a Misericórdia está a realizar sessões de musicoterapia, numa parceria com o Conservatório de Música Ourém-Fátima, actividade “muito eficaz ao nível da estimulação sensorial e da activação das memórias”.

A Santa Casa da Misericórdia Fátima-Ourém, criada em 2005, tem mais 84 utentes, distribuídos pelas valências de lar, apoio domiciliário, centro de convívio e serviço de tele-assistência.

In Notícias ao Minuto online
10:12 – 28 de Março de 2014 | Por Lusa

133: Inovação: Kenguru, o carro que as pessoas em cadeira de rodas conduzem

 

Kenguru é um carro eléctrico construído para pessoas que se encontram em cadeira de rodas poderem conduzir. Segundo avança o The Verge, a única porta do Kenguru fica na parte de trás para facilitar a entrada do condutor. Tem apenas um lugar e o volante é semelhante ao das motas.

O Kenguru é um carro diferente dos que se têm visto até agora. Segundo o The Verge, foi criado para se adaptar à necessidade de pessoas com problemas de mobilidade, e destaca-se pela comodidade que garante às pessoas em cadeira de rodas e pelo facto de ser eléctrico.

O carro não tem assentos a porta traseira abre-se para que o utilizador possa entrar com a cadeira de rodas sem dificuldades. O volante é semelhante ao de uma mota, o que torna mais acessível o ato da condução.

Uma carga eléctrica de oito horas é suficiente para garantir uma viagem de quase 100 quilómetros. O carro consegue atingir uma velocidade máxima de 40 Km/hora, facilitando as deslocações de pequena distância.

O projecto nasceu na Hungria, mas acabou por mover-se para os EUA e vai entrar em produção até ao final do primeiro semestre de 2015, devendo chegar ao mercado com um preço de 25 mil dólares, perto de 18 mil euros.

In Notícias ao Minuto online
21:01 – 16 de Fevereiro de 2014 | Por Notícias Ao Minuto

 

105: Investigação: Consumo de produtos naturais pode levar à morte

 

O Observatório de Interacções Planta-Medicamento (OIMP/FFUC) lança esta segunda-feira uma campanha para sensibilizar a população dos riscos que corre ao consumir medicamentos com produtos naturais, como chás, suplementos ou até alimentos, combinações que nalguns casos podem conduzir à morte.

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“É fundamental que o consumidor conheça os vários tipos de produtos disponíveis no mercado, o que contêm, para que servem, e o risco que pode correr quando os consome”, disse à agência Lusa a coordenadora do Observatório, da Universidade de Coimbra, que estuda as interacções planta-medicamento “mais frequentes e preocupantes” que ocorrem em Portugal para ajudar a preveni-las.

A leitura dos rótulos é essencial: “Se o produto estiver dentro da lei” dispõe a informação necessária para ajudar o consumidor a não correr riscos, explicou Maria da Graça Campos.

O aumento do número de relatos de casos, incluindo mortes, em que surgiram estas interacções tem acompanhado o recente crescimento do consumo destes produtos.

“Muitos destes produtos são vendidos para uso terapêutico como se fossem suplementos alimentares, o que é absolutamente aberrante dado que não suplementam nada e ainda podem colocar em risco a vida dos doentes”, alertou.

Nos últimos 15 anos, “a expansão no consumo” destes produtos sofreu “um enorme implemento”, alegando-se os benefícios da medicina tradicional.

“A verdade é que se criou um negócio bilionário à volta desta ideia, que foge ao controlo rigoroso de eficácia e segurança”, criticou a investigadora, afirmando que é preciso combater o mito de que “os produtos naturais não fazem mal”.

Convencidas de que o que é “natural é bom”, as pessoas “compram indiscriminadamente” tudo o que lhes propõem.

“Enquanto não houve Internet, a ciência estava razoavelmente controlada e a investigação de plantas com elevado potencial terapêutico pertencia apenas a quem dominava esses conteúdos. Hoje, qualquer pessoa acede às bases de dados mundiais e encontra milhões de artigos a referirem esta ou aquela planta com potencial para poder vir a ser desenvolvido um novo medicamento”, advertiu.

Contudo, não sabem que os constituintes activos da planta induzem mais efeitos indesejáveis do que possíveis benefícios.

“O que o público não sabe é que a eficácia [destes produtos], na maior parte das vezes, não foi provada, que o controlo de qualidade é nulo e que, por vezes, vêm adicionados de medicamentos contrafeitos, que podem ainda vir contaminados com substâncias altamente tóxicas”, alertou Graça Campos.

Tal como noutros países, existe em Portugal “uma indústria paralela profícua que prescreve ervinhas (em comprimidos ou não) para tratar doentes seja qual for a doença” a preços elevados, disse Graça Campos.

A investigadora deu exemplos de plantas que interagem com os medicamentos, como as fibras da alimentação, ou suplementos que as contenham em grande quantidade, que podem diminuir a absorção de alguns fármacos, como os antidiabéticos orais.

Também o chá verde, o guaraná ou a erva-mate, que possuem uma grande quantidade de cafeína, estimulante do sistema nervoso central, estão contra-indicados em casos de hipertensão e perturbações de ansiedade.

“Quem estiver a tomar, por exemplo, ansiolíticos e/ou antidepressivos pode vir a ter um efeito oposto”, advertiu.

Doentes com hipertensão, se tomarem com a medicação outros vasodilatadores como o Ginkgo ou folhas de oliveira podem sofrer quebras bruscas de pressão arterial e desmaios.

Estas e outras interacções serão explicadas ao longo de cinco semanas nos Media, através desta campanha, que tem quatro públicos-alvo: os doentes polimedicados, a população saudável que usa suplementos, os adolescentes/drogas/smart drugs e os doentes oncológicos.

In Notícias ao Minuto online
09:03 – 13 de Maio de 2013 | Por Lusa

[Nota] – Sinceramente, nem me vou alongar em teses sobre a medicina natural que sigo há anos, sem qualquer risco e/ou problema de saúde, antes pelo contrário, mas quando leio estas aberrações afirmarem que produtos naturais (naturalmente verdadeiros e não falsificados), podem levar à morte, apenas me resta dizer que NÃO EXISTE NENHUMA DROGA NO MERCADO (leia-se medicamentos farmacêuticos) QUE NÃO TENHAM EFEITOS SECUNDÁRIOS DE TODA A ESPÉCIE, podendo causar graves problemas secundários de saúde e até, esses sim, conduzir à morte.
É bem sintomático a finalidade da utilização do termo “ervinhas”, neste caso: (“uma indústria paralela profícua que prescreve ervinhas (em comprimidos ou não) para tratar doentes seja qual for a doença” a preços elevados, disse Graça Campos) …
Aliás, não existe nenhuma droga farmacêutica que cure o que quer que seja, apenas podem, pela força das drogas implementadas nas suas fórmulas, aliviar certos sintomas no caso de analgésicos e similares. Mas curar, NÃO CURAM! Mais uma tentativa de atirar com poeira para os olhos de quem não se encontra devidamente identificado e conhecedor desta área, por parte dos gigantes da farmacêutica internacionais. Já estão a ter menos lucros? Temos pena, os que seguem as vias naturais… Mas ainda bem que existe, hoje em dia, muita gente que se encontra devidamente identificada com os meios naturais e com a ajuda de profissionais naturópatas credenciados e não com charlatães. Basta ler os comentários desta notícia…

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