232: Alzheimer. Vem aí a primeira droga que trava a doença?

 
Credit TauRx Therapeutics

Credit TauRx Therapeutics

Um novo composto que levou 30 anos a desenvolver foi anunciado como o mais eficaz de sempre. Mas há quem esteja céptico

A LMTX, uma nova droga contra o Alzheimer para a qual já estão a decorrer ensaios clínicos em fase final, foi apresentada esta quarta–feira como “promissora” na conferência internacional da Alzheimer Association, em Toronto. “Os nossos resultados não têm precedentes, comparados com quaisquer outros”, afirmou o investigador Claude Wishik da Universidade de Aberdeen, na Escócia, e co-fundador da farmacêutica TauRx, que desenvolveu a LMTX.

Os dados são ainda preliminares, mas de acordo com Claude Wishik os doentes que foram tratados exclusivamente com aquela droga ao longo de 15 meses evidenciaram uma “redução significativa da progressão da doença”, com “retardamento do declínio cognitivo” e com resultados compatíveis nas imagens de ressonância magnética, que mostraram “uma redução entre 33% e 38% da progressão da atrofia cerebral nestes doentes”. As boas notícias, porém, acabam aqui. Tomada em combinação com outras drogas, a LMTX não mostrou qualquer efeito, o que levou muitos a olhar com alguma reserva para os dados.

“Tenho de confessar que os resultados que nos foram apresentados são sobretudo um desapontamento”, afirmou o neurologista David Knopman, da Mayo Clinic, citado no New York Times.

Os dados apresentados em Toronto por Claude Wishik foram tratados de forma oposta na imprensa britânica e americana. No Reino Unido, onde a droga foi desenvolvida nas últimas três décadas, a LMTX foi apresentada como a mais eficaz até hoje contra o Alzheimer. Nos Estados Unidos, a visão dominante foi a do desapontamento. No press release divulgado pela própria farmacêutica está escrito que “o estudo falha uma das suas metas, uma vez que a LMTX, enquanto coterapia, não mostra quaisquer benefícios”.

Mecanismos misteriosos

O ensaio clínico de fase III cujos resultados foram agora apresentados envolveu um total de 891 doentes com sintomas entre ligeiros e moderados. Durante 15 meses, o grupo maior de doentes fez uma terapia combinada com LMTX e outras drogas, um outro grupo de apenas 15 por cento dos doentes fez uma terapia só com a nova droga e um terceiro grupo tomou um placebo.

A droga só mostrou os efeitos positivos descritos por Claude Wishik no grupo de 15% dos doentes que foram exclusivamente tratados com a nova droga. Em todos os outros a doença progrediu sem retardamento visível dos sintomas.

Doença neuro-degenerativa progressiva e sem tratamento, o Alzheimer continua a ser uma doença misteriosa e, apesar das muitas drogas e progressos tantas vezes anunciados para novas terapias, até hoje nunca foi possível desenvolver um medicamento eficaz, capaz de anular as causas e os mecanismos da doença.

“Até agora só tem sido possível agir sobre os sintomas”, explica o neurologista Lopes Lima, da Universidade do Porto, sublinhando que “as drogas que existem neste momento só conseguem atrasar a perda de memória e manter mais tempo os doentes autónomos, porque a evolução da doença continua”. Em média, com esses medicamentos, há um prolongamento em 20% a 30% do período em que os doentes mantêm a qualidade de vida, o que tem que ver com o retardamento dos sintomas.

Na prática, não se conhece exactamente o mecanismo que desencadeia a doença. Os estudos mostram que há dois processos envolvidos: um deles tem que ver com a formação no cérebro de placas de uma proteína chamada beta-amilóide que destroem os neurónios; o outro envolve outra proteína, a tau, que também se acumula no cérebro com um efeito destrutivo similar. Nas últimas décadas, a busca de compostos capazes de evitar as placas da primeira das duas proteínas pareceu muitas vezes ter conseguido resultados promissores, mas eles nunca se cumpriram.

Já a farmacêutica britânica TauRx, como outras, decidiu investir na busca de um composto capaz de contrariar a acumulação das proteínas tau no cérebro. Os resultados mais recentes dessa busca foram agora divulgados. Claude Wishik diz não saber por que motivo a coterapia com a LMTX não funcionou e diz que os ensaios vão prosseguir e que haverá novos resultados no final do ano.

O neurologista Lopes Lima concorda que estes “não são ainda resultados para grandes entusiasmos”. Considera que “é importante”o facto de a ressonância magnética mostrar nos doentes tratados apenas com a LMTX “uma atrofia menos marcada” , mas mostra-se prudente: “Estamos a falar de morfologia, pode não ter um significado directo.”

Diário de Notícias
29 DE JULHO DE 2016
01:28
Filomena Naves

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231: Exame de sangue para detectar Alzheimer com 80% de precisão

 
José Mota / Global Imagens

José Mota / Global Imagens

Para já, o teste pode ajudar a indústria a desenvolver medicamentos para impedir que a doença se desenvolva. No futuro, pode vir a ser usado pela população em geral

“Rápido, simples e preciso”. É assim que é apresentado um novo teste de diagnóstico de Alzheimer, que será dado a conhecer durante este fim de semana, na conferência da Associação Internacional de Alzheimer, em Toronto. Trata-se de um teste genético, que permite perceber se uma pessoa tem ou não propensão para a doença e, para já, poderá ser útil para a indústria, que ainda procura descobrir fármacos que impeçam o seu desenvolvimento.

O teste, diz o diário inglês The Times, envolve a pesquisa de 130 mil combinações genéticas associadas à doença de Alzheimer, numa pequena amostra de ADN. Desenvolvido pela empresa de biotecnologia Cytox, de Oxford, está projectado para custar algumas centenas de euros. Segundo os fabricantes, tem uma taxa de precisão superior a 80% na previsão de níveis perigosos da proteína beta-amilóide, que desencadeia o processo de degradação das estruturas que os neurónios utilizam para comunicar. A partir dessa análise de sangue, é possível construir um perfil de risco para cada pessoa.

Inicialmente, avança o The Times, o teste será oferecido às empresas farmacêuticas, que procuram voluntários de alto risco para a participação em ensaios clínicos, visto que ainda há uma escassez muito grande de participantes que se enquadrem no perfil adequado. Apesar de o número de ensaios nesta área ter duplicado desde 2013, continua a ser manifestamente insuficiente.

Na página da Cytox na Internet, os responsáveis explicam que este teste pode ter grandes vantagens em termos de custos e de tempo para as farmacêuticas no desenvolvimento de fármacos, pesquisa clínica e estratificação de pacientes para participação nas diferentes fases dos ensaios clínicos.

“Os testes podem ser muito úteis para a investigação, não para os doentes”, diz ao DN o neurologista Lopes Lima. Não será necessário prever que a pessoa vai ter a doença, “uma vez que não há tratamento para evitar que ela se desenvolva”. E isso “só serviria para angustiar” quem tem um diagnóstico positivo.

Na opinião do neurologista, “faz sentido que esses testes sejam usados na investigação, para encontrar medicamentos profiláticos. Quando tivermos esses tratamentos, os testes também podem fazer sentido para os doentes”. Para a participação em ensaios clínicos, é importante “escolher pessoas com alto risco” para a doença, pelo que, nesses casos – “sabendo que o tratamento pode falhar” – os interessados podem querer fazer o teste.

Segundo o neurologista Rui Costa, “há várias empresas que querem desenvolver biomarcadores da doença”, para conseguirem prever se uma pessoa vai ou não ter Alzheimer. Um diagnóstico precoce da doença permitiria uma melhor actuação. “Isto pode ser muito interessante, se se desenvolverem terapias para retardar a doença. Quanto mais cedo for identificada, mais tempo de qualidade a pessoa terá”, frisa o especialista.

Rui Costa salienta que o desenvolvimento do teste genético “é um grande passo”, mas ressalva que, com uma taxa de precisão de 80%, “não se sabe se a pessoa vai ou não ter a doença”, pelo que este instrumento precisa de ser melhorado”. A crença do neurologista é de que na próxima década serão encontradas formas de retardar a doença, sendo que esta ferramenta “irá ajudar a indústria a testar fármacos” com esse fim. No futuro, Rui Costa acredita que o teste possa vir a ser usado para a população em geral. A partir dos 60 anos? “O ideal até era que fosse antes, décadas antes de a doença existir”, afirma. Até porque há uma série de factores, nomeadamente nutricionais e relacionados com o estilo de vida, que podem ser alterados em função do diagnóstico.

Actualmente, o único diagnóstico definitivo que existe para a doença de Alzheimer é feito através de uma biopsia ao cérebro, pelo que raramente é realizado. “Não é feito, porque não há tratamento que supere os defeitos provocados pela biopsia”, explica Lopes Lima, acrescentando que o que é usado é um “diagnóstico de presunção”. Quando existe um quadro de demência, são feitos vários exames e análises ao doente e, se estiver tudo normal, os médicos pressupõem que se trata de uma demência degenerativa. “Em 80 a 90% dos casos é Alzheimer”, indica.

Quanto aos fármacos, os únicos disponíveis são para atrasar o desenvolvimento da doença, atingindo alguns sintomas.

Diário de Notícias
23 DE JULHO DE 2016
03:34
Joana Capucho

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230: Manuel deixou de ressonar. Ana já não dorme ao volante

 
Leonel de Castro/Global Imagens

Leonel de Castro/Global Imagens

Hospital CUF Porto foi o primeiro, na Península Ibérica, a realizar a cirurgia que permite a estimulação do nervo que controla a língua (hipoglosso) através de um implante

Manuel Neiva, 62 anos, para de respirar 33 vezes por hora enquanto está a dormir. “Acordo a meio da noite a dar saltos na cama. E ressono muito.” Há dois anos foi-lhe diagnosticada apneia do sono, uma perturbação que se caracteriza por interrupções na respiração durante o sono, com repercussões graves no dia-a-dia. Foi operado ao nariz e tentou usar o CPAP (máscara de ventilação por pressão positiva contínua), mas não se adaptou. Recentemente, Manuel foi submetido a um tratamento inovador no hospital CUF Porto, que consiste na estimulação do nervo responsável pelo controlo da língua (hipoglosso) através de eléctrodos.

São 09.00, na sala 2 do bloco operatório do hospital, os otorrinolaringologistas Rui Pratas e Victor Certal tentam identificar o hipoglosso, um nervo localizado no pescoço, que controla os movimentos da língua. É a quarta cirurgia do género que realizam, tendo sido, segundo o hospital, os primeiros a efectuar o procedimento na Península Ibérica, em Dezembro.

À volta do hipoglosso, os médicos colocam uma espécie de manga com seis pequenos eléctrodos. São eles que vão estimular levemente os músculos da língua, aumentando a abertura da via aérea superior, o que permite ao paciente respirar normalmente durante o sono. Posteriormente, é feito um corte no tórax para colocar uma pilha. Esta terá de ser carregada 20 minutos por dia ou duas horas por semana. A cada 15 anos terá de ser substituída, mas o implante é para a vida.

Do pescoço ao tórax é feito um “túnel” por onde passa um fio que liga o estimulador à pilha. Todas as noites, Manuel Neiva terá de usar um comando para ligar o implante, que vai pré-programado. Funciona por wi-fi. Nas quatro calibrações que terá de fazer no hospital, será encontrado um ciclo de frequências que, ao longo da noite, estimule a língua, sem o acordar.

Segundo Victor Certal, cerca de 30% dos doentes não toleram o suporte ventilatório durante a noite. Em muitos casos, são feitas cirurgias para corrigir anomalias nasais, da faringe e do palato, por exemplo. Mas nem sempre resolve. “Esta cirurgia não é ablativa. É mais funcional”, explica o otorrino.

A indicação para a cirurgia, que apenas é comparticipada pela ADSE, surge após a avaliação do estado do doente. Só é recomendada em casos de apneia grave ou moderada e apenas quando o doente não tolera o CPAP, que continua a ser a primeira opção. Rui Pratas diz que os resultados dos trabalhos publicados a nível internacional sobre este método “são promissores”.

Cerca de 90% dos doentes com apneia ressonam. Em muitos casos, as pessoas têm alterações ao nível da faringe, com obstrução da via aérea, por vez associada a excesso de peso e tabaco. Associada à doença estão problemas como o cansaço, sonolência diurna, problemas cardiovasculares (maior risco de AVC e de enfarte do miocárdio) e diminuição da libido.

Dormir no trabalho e a conduzir

Ana Paula Teixeira, 54 anos, inspectora tributária, submeteu-se em Dezembro à cirurgia no hospital CUF Porto, numa altura em que a sua vida pessoal e profissional já estava a ficar afectada pela apneia. Há alguns anos que sentia sonolência durante o dia, mas só em 2012, quando teve um acidente de carro, resolveu procurar ajuda. “Apaguei ao volante. Embora não tenha tido grandes lesões, aquilo foi um sinal de alerta.”

O marido queixava-se que Ana Paula deixava de respirar durante a noite e que ressonava bastante. Dormia mal e acordava muito cansada. Consequentemente, no emprego, o rendimento começou a cair. “Adormecia no trabalho e sentia-me mal por isso. Há pessoas que não compreendem e nos apelidam de preguiçosos. À tarde, a minha capacidade de raciocinar ficava muito afectada.”

Numa primeira polissonografia, diagnosticaram-lhe apneia leve. Tentou usar o CPAP, mas não se conseguiu adaptar. “E como o diagnóstico não era grave, deixei mesmo de o usar.” Em maio de 2015, foi com o filho, que também sofre de apneia, à CUF Porto. “Numa nova polissonografia, diagnosticaram-me apneia grave.” Parava de respirar 54 vezes por hora no sono.

Ana Paula Teixeira ainda tem de fazer mais calibrações do estimulador, mas já nota melhorias. “Acordo mais facilmente, não tenho sonolência durante o dia. Nos semáforos, por exemplo, já não estou numa luta constante com o sono. E hoje estou disponível para desenvolver melhor o meu trabalho.”

Relativamente à ventilação, a inspectora tributária diz que o CPAP acabava por incomodar o marido, além de ser “inestético e não ser prático”. Agora, sente que tem um corpo estranho dentro de si, mas encara-o como “um suporte de vida.” Ainda não está sem apneia, frisa, mas melhorou bastante.

Diário de Notícias
28 DE JUNHO DE 2016
08:28
Joana Capucho

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229: Descoberto como eliminar primeiros sintomas de Alzheimer

 
Rodrigo Cunha investigador que coordena a equipa internacional |  site da UC

Rodrigo Cunha investigador que coordena a equipa internacional | site da UC

Universidade de Coimbra anunciou a descoberta alcançada em modelos animais foi feita por uma equipa internacional liderada por um português

Uma equipa internacional coordenada pelo investigador português Rodrigo Cunha descobriu como eliminar os primeiros sintomas da doença de Alzheimer em modelos animais, anunciou hoje a Universidade de Coimbra (UC).

A descoberta foi possível porque “pela primeira vez os cientistas focaram o estudo na causa dos primeiros sintomas da doença”, que são as perturbações na memória, causadas por modificações da chamada “plasticidade das sinapses no hipocampo”.

“O hipocampo desempenha um papel essencial na memória, funcionando como o gestor do gigantesco centro de informação recebida pelo cérebro. Das dezenas de milhões de sinais recebidos, o hipocampo tem de seleccionar a informação relevante e validá-la, atribuindo-lhe uma espécie de ‘carimbo de qualidade’. Quando ocorrem falhas, este gestor assume que toda a informação é irrelevante”, segundo uma nota da UC.

Sendo as sinapses “as responsáveis pela transmissão de informação no sistema nervoso”, ao garantirem a comunicação entre neurónios, “a equipa utilizou um modelo animal duplo mutante (com a modificação de dois genes da proteína APP, que causam doença de Alzheimer em humanos) para rastrear toda a actividade destas ligações e identificar o que impede o hipocampo de processar e gerir correctamente” a informação obtida.

O estudo, entretanto publicado na revista científica “Nature Communications”, foi coordenado por Rodrigo Cunha, do Centro de Neurociências e Biologia Celular e da Faculdade de Medicina da UC, tendo a equipa integrado 15 investigadores portugueses e franceses.

Os resultados desta investigação representam “um avanço extraordinário para o desenvolvimento de estratégias de combate à doença de Alzheimer, pois conseguiu-se recuperar o funcionamento sináptico”, afirma Rodrigo Cunha, citado na nota.

O cientista de Coimbra entende que, “do ponto de vista ético, é criticável se não se prosseguir para ensaios” em humanos e garante que estes são seguros para os doentes.

Na sua opinião, existem em Coimbra “todas as condições para avançar”, embora seja necessário assegurar financiamento para o efeito.

Financiado pelo Prémio Mantero Belard de Neurociências da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Association Nationale de Recherche de França, o estudo foi desenvolvido ao longo de três anos.

Diário de Notícias
22 DE JUNHO DE 2016
15:18
Lusa

228: O paracetamol não se limita a tirar as dores

 

Cientistas acabam de descobrir que ao inibir as dores o paracetamol também mexe com as emoções.

João Paulo Meneses

João Paulo Meneses

Em concreto, há uma redução da capacidade de estabelecer empatia com os outros, em resultado do consumo do analgésico.

Os consumidores mais regulares de paracetamol serão, portanto, menos capazes de sentir compaixão com quem lhe está próximo.

Três investigadores da Ohio State University forneceram o analgésico a diversos voluntários e mediram depois as respostas que estes deram em função do sofrimento alheio.

E os resultados dizem que esse sofrimento não parece nada de especial aos consumidores de acetaminofeno, segundo um dos co-autores Dominik Mischkowski.

Além de ser prescrito para a dor crónica, o paracetamol está presente em centenas de outros medicamentos.

TSF
12 de MAIO de 2016 – 23:54

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227: Coreanos inventam adesivo para ajudar diabéticos

 

Um adesivo que promete mudar a vida dos diabéticos, foi criado na Coreia do Sul, e tem a capacidade de medir os níveis de açúcar ao longo do dia.

DR

DR

Criado no “Institute for Basic Science” de Seul, na Coreia do Sul, o adesivo que promete mudar a vida dos diabéticos tem duas principais funções: monitorizar os níveis de açúcar no sangue e administrar a dose de fármacos para os controlar.

Esta tecnologia foi criada pela equipa de Dae-Hyeong Kim, e trata-se de um adesivo em grafeno com partículas de ouro, que oferece aos diabéticos uma escapatória às agulhas.

O sistema faz uma análise do suor e detecta as variações do pH e da temperatura do utilizador, para assim monitorizar glicemias elevadas. Se o valor destes níveis for superior ao expectável, o produto tem um mecanismo que aquece e dissolve uma camada que expõe micro-agulhas, que irão injectar metformina, uma substância que regula o nível de açúcar. O dispositivo tem também a capacidade de enviar estas medições para um dispositivo móvel, através de uma ligação sem fios.

A revista “Popular Science” explica que a medição e administração da metformina pretende estabilizar os níveis de açúcar dos pacientes durante o dia.

A próxima fase é testar o produto em mais pacientes humanos, e desenvolver uma maior resistência ao suor excessivo, provocado por algumas situações, como é o caso do exercício físico.

Jornal de Notícias
22/03/2016

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